Category Archives: saúde

Erva brasileira tem eficácia contra hipertensão comprovada em laboratório

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Uma planta brasileira, usada popularmente contra várias doenças e como ingrediente de refrigerantes (Mineirinho e Mate Couro), pode ser eficaz contra hipertensão. Cientistas do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) descobriram que o extrato do chapéu-de-couro (Echinodorus grandiflorus) é vasodilatador.
A pesquisa de etnofarmacologia (ciência que estuda o uso popular de plantas) começou há quatro anos e mostrou a ação farmacológica da planta, típica de lugares pantanosos e comum nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Na primeira fase, foi confirmado in vitro o efeito vasodilatador do extrato bruto da erva em artérias de coelhos. Essa comprovação levou os pesquisadores a analisar o poder vasodilatador da chapéu-de-couro no tratamento crônico de ratos hipertensos. Os cientistas constataram um efeito semelhante ao de medicamentos indicados contra a doença.
- O extrato teve ação anti-hipertensiva em animais, em laboratório. Usamos o extrato bruto, sem purificação. O próximo passo é fazer a avaliação toxicológica da chapéu-de-couro. Mas isso depende de novas pesquisas, que exigem investimento – diz o médico e farmacologista Eduardo Tibiriçá, chefe do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do IOC.

“Não confie nos laboratórios” – O ex-executivo da Pfizer diz que as práticas da indústria farmacêutica são ilegais e antiéticas

>> Esta semana, a revista Época publica uma brilhante e elucidativa entrevista sobre como agem e o que buscam as indústrias farmacêuticas. Isto é o que está por trás de muitos ataques que a Homeopatia e as farmácias de manipulação recebem através da grande imprensa e do órgão governamental (ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que deveria zelar pela sua saúde antes de zelar pelos interesses financeiros dos gigantes da indústria farmacêutica. Leia com muita atenção esta entrevista, pois cada parágrafo mostra detalhes que o público em geral deveria desconhecer.

A entrevista foi concedida a Suzane Frutuoso:

Escritor sueco Peter Rost tornou-se o pesadelo da indústria farmacêutica. Ele foi demitido do cargo de vice-presidente de Marketing da Pfizer em dezembro de 2005, depois de acusar a companhia de promover de forma ilegal o uso de genotropin, um hormônio do crescimento. A substância era vendida como um potente remédio contra rugas. A empresa teria faturado US$ 50 milhões com o produto em 2002. No fim da década de 90, quando era diretor da Wyeth na Suécia, Rost denunciou também uma fraude na companhia: sonegação de impostos. Ele diz que agora se dedica a escrever o que sabe contra a indústria em seu blog e em livros. No começo do ano que vem, ele lançará Killer Drug (Remédio Assassino), história de ficção em que um laboratório desenvolve armas biológicas e contrata assassinos para atingir seus objetivos. “Mas eu diria que boa parte é baseada em fatos reais”, afirma.

ÉPOCA – O senhor comprou uma briga grande…
Peter Rost – Eu não. A diretoria da Pfizer é que começou a briga. Eu fazia meu trabalho. Certa vez, presenciei uma ação ilegal e cheguei a questioná-la. Fui ignorado. Quando falei o que sabia, eles me demitiram.

ÉPOCA – Depois das denúncias, houve algum tipo de ameaça?
Rost – Há cerca de um mês recebi uma, de um empresário indiano ligado ao setor. Ele disse que daria um jeito de acabar comigo. Nunca recebi ameaças das companhias. Elas são espertas demais para se expor desse jeito.

ÉPOCA – Como a indústria farmacêutica se tornou tão poderosa?
Rost – Eles ganham muito dinheiro, cerca de US$ 500 bilhões ao ano. E podem comprar a todos. Os laboratórios se tornaram donos da Casa Branca. O governo americano chega a negociar com os países pobres em nome deles. Como isso é feito? Os Estados Unidos pressionam esses países para que aceitem patentes além do prazo permitido (15 anos em média). Quando a patente se estende, os países demoram mais para ter acesso ao medicamento mais barato. E, se as nações pobres não aceitam a medida dos americanos, correm o risco de sofrer retaliação e de nem receber os medicamentos. Essa atitude é o equivalente a um assassinato em massa. Pessoas que dependem dos remédios para sobreviver, como os soropositivos, poderão morrer se o país não se sujeitar a esse esquema.

ÉPOCA – O Brasil quebrou a patente do medicamento Efavirenz, da Merck Sharp & Dohme, usado no tratamento contra a aids. O governo brasileiro acertou?
Rost – Sim. O governo brasileiro não tinha escolha. Ele tem obrigação com os cidadãos do país, não com as corporações internacionais preocupadas com lucro. O que é menos letal? Permitir que a população morra porque não tem acesso a um remédio ou quebrar uma patente? Para mim, é quebrar a patente. A lei de patente foi justamente estabelecida para incentivar a criação de medicamentos. Seria uma garantia para que os laboratórios tivessem lucro por um bom tempo e uma vantagem em troca de todo o dinheiro empregado durante anos no desenvolvimento de uma droga. Mas, se bilhões de pessoas estão sem tratamento, porque as patentes estão sendo prolongadas e os medicamentos continuam caros, há sinais de que a lei não funciona. Ela foi feita para ajudar, não para matar.

ÉPOCA – As práticas de venda da indústria farmacêutica colocam em risco a saúde da população mundial?
Rost – Não tenha dúvida. Basta lembrar o caso do Vioxx, antiinflamatório da Merck Sharp & Dohme retirado do mercado em 2004 por causar ataque cardíaco em milhares de pessoas pelo mundo.

ÉPOCA – Então, não podemos mais confiar nos laboratórios?
Rost– Não, não podemos confiar. A preocupação principal deles é ganhar dinheiro. As pessoas têm de se conscientizar disso. Cobrar posições claras de seus médicos, que também não são confiáveis, pois seguem as regras da indústria. Eles receitam o remédio do laboratório que lhes dá mais vantagens, como presentes ou viagens. É uma situação difícil para o paciente. Por isso, é importante ter a opinião de mais de um médico sobre uma doença. E checar se ele é ligado à indústria. Como saber? Verifique quantos brindes de laboratório ele tem no consultório. Se houver mais de cinco, é mau sinal.

ÉPOCA – Os laboratórios são acusados de ganhar dinheiro ao lançar remédios com os mesmos efeitos de outros já no mercado. O senhor concorda com essas acusações?
Rost – Sim. Eles desenvolvem drogas parecidas com as que já estão à venda. Não necessariamente são as mesmas substâncias químicas. No geral, são as que apresentam os mesmos efeitos colaterais. É por isso que existem dezenas de antiinflamatórios e de antidepressivos. É muito fácil criar um remédio quando já se conhecem os resultados e as desvantagens para o paciente. O risco de falha e de perder dinheiro é muito baixo. Os laboratórios não estão pensando no benefício do paciente. É pura concorrência.

ÉPOCA – É por isso que não se investe em tratamentos para doenças como a malária, mais comuns em países pobres?
Rost – Não há interesse em desenvolver medicamentos que possam acabar com doenças conhecidas há décadas. Os países pobres não podem pagar essa conta. O Brasil é visto pela indústria farmacêutica internacional como um mercado pequeno. Ela se baseia em dados de que apenas 10% dos brasileiros têm condições de pagar por medicamentos. Para eles, esse número não significa nada.

ÉPOCA – Segundo uma teoria, os laboratórios “criam” doenças para vender medicamentos. Isso é real?
Rost – É o caso da menopausa. Sei que as mulheres passam por problemas nesse período da vida. Mas não classifico a menopausa como doença. As mulheres usam medicamentos com estrógeno para amenizar calores e melhorar a elasticidade da pele. Os laboratórios se aproveitaram dessas reações naturais da menopausa e as classificaram como graves. Quando as mulheres tomam os remédios, sofrem infarto como efeito colateral.

ÉPOCA – As práticas ilegais da indústria farmacêutica são piores que as de outros setores, como o de tecnologia?
Rost – Sim, porque os laboratórios lidam com vida e morte. Você não vai morrer se a televisão ou o DVD não funcionarem direito.

ÉPOCA – Não devemos levar em consideração que, hoje, graças à pesquisa dos laboratórios, foi descoberta a cura para várias doenças e há maior qualidade de vida?
Rost – Claro que sim. Os laboratórios fizeram muita coisa boa. Em troca de muito dinheiro.

QUEM É PETER ROST
Médico, ex-vice-presidente de Marketing da Pfizer. Demitido por denunciar práticas ilegais do laboratório. Ganhou US$ 35 milhões no processo contra a empresa
VIDA PESSOAL
Casado e pai de dois filhos, nasceu na Suécia e mora nos Estados Unidos
O QUE PUBLICOU
The Whistleblower: Confessions of a Healthcare Hitman (O Denunciante: Confissões de um Combatente do Sistema de Saúde), lançado em 2006 nos EUA e inédito no Brasil

Ministério da Saúde financia 36 Paradas gays no Brasil

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>> Esta notícia é meio antiga, mas cabe a pergunta: A Parada Gay serve como conscientização eficaz para prevenir a AIDS ou é um desfile de vaidades? Na Caros Amigos deste mês há um artigo falando sobre a parada gay de SP, mostrando como o preconceito social ainda é o mais importante no Brasil. Pobre não tem vez em nada… V

>>Você acha que o dinheiro do Ministério da Saúde foi bem aplicado?

>>Enquanto isso, falta dinheiro para implantar o projeto de Homeopatia no SUS…

Foi publicada nesta quarta-feira, 25/4, a lista com as Paradas GLBT do Brasil que contarão com apoio financeiro do Programa Nacional de DST e Aids (PN-DST/AIDS), ligado ao Ministério da Saúde.

Foram selecionados 44 projetos. As maiores Paradas em número de participantes, do Rio e de São Paulo, não aparecem na relação.

Veja a lista das Paradas financiadas pelo Programa:

. VI Parada da Diversidade de Teresina (PI)
. Mês da Diversidade e Parada da Diversidade de Curitiba (PR)
. VI Parada Gay de Feira de Santana (BA)
. VI Parada da Diversidade Sexual de Campo Grande (MS)
. III Parada do Orgulho GLBT de Viamão (RS)
. Parada de Campina Grande (PB)
. Parada do Orgulho GLBT do Cariri (CE)
. VIII Parada pela Diversidade Sexual do Ceará (CE)
. Parada do Orgulho GLBT de Pelotas (RS)
. Paradas do Orgulho LGBTS do Distrito Federal (10a. de Brasília e 2a. de Taguatinga)
. X Parada do Orgulho GLBT de Belô (MG)
. VI Parada do Orgulho GLBT de Camaçari (BA)
. VI Parada do Orgulho GLBT de Uberlândia (MG)
. III Parada da Diversidade de Ilhéus (BA)
. I Parada do Orgulho GLBT de Itumbiara (GO)
. I Parada do Orgulho de Parnamirim e Região (RN)
. III Parada do Orgulho GLBT de Niterói (RJ)
. VII Parada do ORgulho GLSBT de São José do Rio Preto (SP)
. IV Parada do Orgulho pela Diversidade de São Luís (MA)
. VIII Parada do Orgulho Gay de Natal (RN)
. IV Parada do Orgulho GLBT de Montes Claros (MG)
. II Fest Pride Pantanal e IV Parada da Cidadania e do Orgulho LGBT do Sul do Mato Grosso (MT)
. IV Parada do Orgulho GLBT de Palmas (TO)
. Parada do Orgulho GLBT de Porto Alegre 2007 (RS)
. VI Parada do Orgulho GLBT de Belém (PA)
. II Parada do Orgulho GLBT de Viçosa (AL)
. III Parada do Orgulho GLBT do ABC (Santo André-SP)
. Parada da Diversidade de Boa Vista (RR)
. III Parada da Diversidade Sexual do Agreste (RN)
. V Parada do Orgulho GLBT de Juiz de Fora (MG)
. VI Parada GLBT de Aracaju (SE)
. VII Parada GLBT de Macéio e Região (AL)
. Parada do Orgulho e Cidadania GLBT de Rondônia (RO)
. III Parada da Diversidade Sexual de Mossoró (RN)
. IV Parada da Diversidade GLBT do Sul da Bahi-Itabuna (BA)
. VII Parada do Orgulho GLBT do MeioMundo-Macapá (Amapá)

Além destas Paradas, o programa DST/Aids financiará outros 9 projetos de prevenção que deverão acontecer durante as Paradas Gays ou no Mês do Orgulho.

Plantas Medicinais

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Plantas Medicinais

(Moacyr Pezati Rigueiro)

 

Plantas medicinais são aquelas que podem ser usadas no tratamento ou na prevenção de doenças. Toda planta medicinal tem no mínimo um princípio ativo, que é a substância responsável pelo efeito curativo. É interessante notar que para o efeito medicinal existir, deve estar presente o princípio ativo, mas é também muito importante o que se chama de fitocomplexo. Fitocomplexo é o conjunto de todas as substâncias presentes na planta (vitaminas, sais minerais, resinas etc.), e que agem juntamente com o princípio ativo, melhorando o efeito. A explicação para essa melhora do efeito é que as demais substâncias podem facilitar a absorção e o aproveitamento do princípio ativo pelo organismo.

Por isso, no tratamento com plantas medicinais tudo deve ser feito para preservar ao máximo o fitocomplexo. Assim, algumas plantas não podem ser fervidas, outras só podem ser colhidas em algumas épocas do ano, de outras só se usam as flores e assim por diante, sempre de maneira a não se perder o fitocomplexo ou de aproveitá-lo da melhor forma possível.

É curioso saber que a palavra droga (sinônimo de remédio ou medicamento) quer dizer “erva seca” e daí o nome de drogaria; na verdade, muitos dos remédios tradicionais (alopáticos) são retirados de plantas.

Apesar do homem usar plantas medicinais desde milhares de anos antes de Cristo e muitas delas serem conhecidas no mundo todo, ainda há uma enorme quantidade de plantas sobre as quais a Medicina sabe muito pouco ou mesmo nada conhece; algumas são usadas por índios e camponeses e, futuramente, talvez o tratamento para muitas doenças hoje incuráveis venha dessas plantas.

Mas… as plantas podem realmente curar doenças?

Nenhum médico duvida que sim. Pois, apesar de todo o progresso da medicina, atualmente ainda uma série de medicamentos muito importantes são extraídos ou derivados de substâncias retiradas de plantas. Os exemplos são numerosos: a morfina, um dos mais poderosos remédios contra a dor, é extraída da papoula (Papaver somniferum; a atropina, muito usada contra cólicas, é retirada da beladona (Atropa

belladonna); a digitalina, que é um tônico para o coração, é encontrada na dedaleira (Digitalis purpurea); a aspirina, um derivado do ácido saliclico encontrado no salgueiro ou chorão (Salix babylonica). Até mesmo a penicilina, um dos antibióticos mais usados,

é produzida naturalmente por fungos do gênero penicillium; os fungos são primos dos vegetais como as plantas mais conhecidas e são representados pelos cogumelos, pelos vários tipos de mofos ou bolores e pelos levedos (fermentos) do pão e da cerveja, por exemplo. Alguns fungos podem causar doenças nas plantas, nos animais e no homem.

Qual é então a diferença entre o tratamento tradicional da Medicina (alopatia) e o tratamento com plantas?

A diferença é que a Medicina Alopática, depois de descobrir o princípio ativo de uma planta, extrai e purifica esse princípio ou até mesmo consegue passar a produzi-lo em laboratórios com técnicas cada vez mais sofisticadas, de modo que dispõe da droga pura, sabendo exatamente, por exemplo, quantos gramas do princípio ativo existem num comprimido ou numa medida de xarope. Estudando então esse princípio ativo em

laboratórios, em milhares de testes com animais, pode saber muito bem qual a dose ideal para o efeito desejado, se a droga tem alguma contra-indicação (que perigos pode apresentar), quais são os efeitos colaterais e mesmo qual a dose letal ou seja, a dose que pode causar a morte por envenenamento.

Com as plantas é mais difícil saber exatamente esses detalhes todos, pois ocorrem variações no teor do princípio ativo de acordo com a quantidade de sol, de água e de cuidados que a planta recebe. É comum no mesmo pomar, por exemplo, uma laranjeira dar laranjas maiores e mais doces que outra distante dela apenas alguns metros. Mas ser diferente não significa ser pior ou melhor…

Encanto

encanto é o nome do blog da Elisabete Cunha, que também é adepta da Saúde Alternativa, leitora e incentivadora do blog.

Beijão!

Saúde Alternativa É Direito de Todos

O Ministério da Saúde, instituiu em 2003 um grupo de trabalho para estudar a implantação no SUS de práticas integrativas e complementares, traduzindo, medicina “alternativa”. Este grupo elaborou propostas que se tornaram leis (Portarias Ministeriais nº 971 em 3 de maio de 2006 e nº 1600 em 17 de julho de 2006). Estas práticas que fazem parte da chamada PNPIC (Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS) são: HOMEOPATIA, MEDICINA TRADICIONAL CHINESA – ACUPUNTURA, MEDICINA ANTROPOSÓFICA, PLANTAS MEDICINAIS – FITOTERAPIA e CRENOTERAPIA – TERMALISMO (tratamento com águas medicinais).

Ótima notícia, não é?

A má notícia é que nas Portarias Ministeriais citadas não há referência a fontes de recursos (o dinheiro para pagar os profissionais) nem critérios para tirar do papel e tornar realidade. Ou seja, falta a Regulamentação da PNPIC.

Por isto, precisamos nos unir para defender a medicina “alternativa”, e um passo fácil e ao alcance de todos é assinar um abaixo-assinado que circula na internet no endereço http://www.semelhante.org.br/10_abaixoassinado_02_formulario_01_form.asp e encontra-se disponível em diversas farmácias homeopáticas, pedindo a Regulamentação Já. Participe, fale com seus familiares e amigos, divulgue o máximo possível. Vamos democratizar a saúde alternativa!

Hemorio necessita de sangue

Hemorio faz alerta devido a estoques baixos de sangue

“Como doar

Há 03 principais tipos de doação :de sangue total, por aférese e doação autóloga.

Doação de Sangue Total: é a doação habitual, onde até 450 ml de sangue são coletados em uma bolsa produzida com materiais e soluções que permitem a preservação do sangue. Os homens podem doar de 2 em 2 meses, até 4 vezes ao ano e as mulheres podem doar de 3 em 3 meses até 3 vezes ao ano.

• COMO É FEITA UMA DOAÇÃO DE SANGUE TOTAL ?

1- Cadastro: O doador, portando um documento oficial com foto, é cadastrado e recebe um questionário para ser respondido. Esse questionário tem o objetivo de avaliar se há alguma situação ou doença que impeça a doação de sangue, portanto as respostas devem ser sinceras e qualquer dúvida deve ser esclarecida na próxima etapa – a triagem clínica.
2- Triagem clínica: O doador é entrevistado e examinado por profissional de saúde , em local que garanta a privacidade e o sigilo das informações. Esse profissional verifica as respostas do questionário e avalia pessoas com alto risco de transmitir doenças pelo sangue. O doador deve ser consciente de que as suas respostas são muito importantes para garantir a sua integridade física, bem como a de quem vai receber o seu sangue. A segurança do paciente que recebe transfusão começa com o doador.
3- Coleta de sangue: A coleta de sangue dura no máximo 10 minutos. Todo o material utilizado é estéril e descartável Não há risco de contrair doenças doando sangue.
4- Lanche – após a doação o doador recebe um lanche e informações sobre os cuidados básicos que devem ser tomados após a coleta do sangue.

• TODAS AS PESSOAS PODEM DOAR SANGUE ?

Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por Normas Técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue

• REQUISITOS BÁSICOS PARA DOAR SANGUE

- Portar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho certificado de reservista ou carteira do conselho profissional)
- Estar bem de saúde
- Ter entre 18 e 65 anos
- Pesar no mínimo 50 Kg
- Não estar em jejum. Evitar apenas alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação
- Não estar incluído em grupos com ocorrência freqüente de situações de risco para contaminação pelo HIV (fonte: www.aids.gov.br – prevenção) , tais como:
- Permanência em prisões;
- Usuários de drogas injetáveis;
- Profissionais do sexo;
- Homens que fizeram sexo com outro(s) homem(ns).”

• ALGUMAS SITUAÇÕES QUE IMPEDEM PROVISORIAMENTE A DOAÇÃO DE SANGE:

- Febre – acima de 37°C
- Gripe ou resfriado
- Gravidez
- Puerpério: impedimento de 90 dias após o parto normal e de 180 dias após a cesariana
- Uso de alguns medicamentos
- Anemia
- Cirurgias e prazos de impedimento:
- Extração dentária 72 horas
- Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: 3 meses.
- Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses.
- Ingestão de bebida alcoólica no dia da doação.
- Tatuagem: 01 ano sem doar
- Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina
- Transfusão de sangue: impedimento por 01 ano
- Ter tido parceiro sexual exposto a situação de risco para AIDS: impedimento por 10 anos

• ALGUMAS SITUAÇÕES QUE IMPEDEM DEFINITIVAMENTE A DOAÇÃO DE SANGUE:

- Hepatite B – soropositvo para o vírus da hepatite B (HbsAg e/ou anti-HBc)
- Hepatite C – soropositivo para o anti-HCV
- HIV- soropositivo para o anti-HIV
- Doença de Chagas
- Sífilis – soropositivo para marcadores da sífilis
- HTLV – soropositivo para HTLV I/II
- Alcoolismo crônico

Saiba mais sobre os critérios de doação pelo disque sangue ou na home page:
http://www.anvisa.gov.br/sangue/legis/resolucoes.htm – Resolução RDC 153 de 14/06/2004
O HEMORIO dispõe de folhetos para divulgação e esclarecimentos sobre doação de sangue, para obtê-los contacte doasangue@hemorio.rj.gov.br ou Tel: (21) 2299-9434

• O QUE É FEITO COM O SANGUE APÓS A DOAÇÃO?

1 -Fracionamento: A bolsa de sangue total é centrifugada e separada em 03 componentes:
Concentrado de hemácias
Concentrado de plaquetas
Plasma
2- Exames laboratoriais: são realizados exames para determinação do Grupo sanguíneo e para detecção de doenças transmissíveis pelo sangue.
3- Liberação da bolsa – após a realização dos exames laboratoriais, a bolsa de sangue é liberada para transfusão.
4- Transfusão – o sangue é utilizado principalmente nas grandes emergências (acidentes de trânsito, por armas, hemorragias agudas etc), nas cirurgias e em pacientes com doenças oncológicas e hematológicas.
O HEMORIO distribui sangue para mais de 100 hospitais públicos e conveniados com o SUS do Estado do Rio de Janeiro.”

Para maiores informações visite: http://www.hemorio.rj.gov.br

Abacaxi

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Propriedades Nutricionais: O abacaxi é um alimento rico em vitamina C, betacaroteno (provitamina A), vitaminas do complexo B e minerais como potássio, manganês e cálcio. Além disso, também contém uma poderosa enzima, a bromelina, que segundo recentes pesquisas, pode ajudar na redução de inflamações de muitas causas e ajudar na digestão.
Valor Calórico: 100 gramas de abacaxi fornecem 52 calorias.
Propriedades Medicinais: O abacaxi ajuda a dissolver coágulos sangüíneos, a reduzir inflamações, a acelerar a cicatrização de tecidos e na digestão. Além disso, é antiviral, antibacteriano e um bom alimento para prevenir a osteoporose e as fraturas ósseas, devido ao seu alto teor de manganês. Ajuda nas tosses produtivas.

Brincar é uma condição básica para a saúde

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É brincando que reencantaremos o mundo

Em tempos passados brincar era algo natural para a criança. Elas brincavam o quanto queriam, das mais diversas maneiras, com espontaneidade, graça e criatividade, reinventando antigas tradições. Ninguém precisava dizer que brincar era importante para elas. Hoje emdia, em nossa cultura predominantemente técnica e tecnológica, a criança está perdendo a sua capacidade original de brincar. Muitas delas não têm oportunidade de conviver com a natureza e, ao contrário, começam muito cedo a assistir à televisão e a “brincar” com o computador.
Por meio do brincar, a criança explora o mundo com todos os seus sentidos e desenvolve as primeiras noções de espaço, tempo, textura, temperatura, forma e consistência. Mais tarde, as brincadeiras mais complexas promoverão as primeiras noções para a vida social. Os recentes estudos neurofisiológicos mostram que a formação do cérebro e a ampliação do número de sinapses (conexões nervosas) são estimuladas pelo processo natural de brincar. Essas experiências ocorrem quando as crianças lidam com diferentes objetos, deixando-os cair, jogando ao longe, ouvindo o som que surge ao serem batidos no chão e repetindo incansavelmente mesma seqüência de movimentos.
Uma atitude muito saudável é a participação ativa do adulto, proporcionando às crianças
objetos com diferentes texturas e formas, abaixando-se e devolvendo os objetos, “entrando” realmente na brincadeira.
Por estar profundamente ligada ao mundo espiritual, a criança tem grande afinidade com os ritmos e formas cósmicas, e as bolas, os balões, as bolhas de sabão, os piões, as cordas, o balanço são os representantes desses ritmos e formas na terra. Elas também se sentem fascinadas pelos quatro elementos – terra, água, ar e calor – e querem ter experiências diversas com cada um deles. Os adultos podem estar orientando e direcionando essa aproximação, garantindo proteção e evitando acidentes. De grande importância são as múltiplas vivências com plantas e animais, que ajudam as crianças a conquistar intimidade com a natureza.
*Fonte: Aliança pela Infância -
www.aliancapelainfancia.org.br

Melancia

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Propriedades Nutricionais: Além de doce e muito refrescante, a melancia é
muito nutritiva. Possui hidratos de carbono (açúcar), betacaroteno
(provitamina A) e vitaminas do complexo B e C. Também apresenta cálcio,
fósforo, ferro e muita água. Hoje já se conhece o licopeno e glutationa,
compostos que a melancia possui em abundância, que são responsáveis por
proteger o organismo contra o câncer e a oxidação celular.
Valor Calórico: 100 gramas de melancia fornecem 31 calorias.
Propriedades Medicinais: É recomendada para quem tem pressão alta,
reumatismo ou gota. O suco de melancia provoca eliminação de ácido úrico, além de
limpar o estômago e o intestino. Também é eficaz no tratamento da acidez estomacal,
obesidade, bronquites crônicas, problemas de boca e garganta, cistites. Além disso, protege
contra o câncer e a oxidação celular.

O chá das sementes de melancia é vasodilatador, prestando contribuição destacada no combate à impotência sexual e hipertensão arterial.

Chá das sementes (2 colheres de sopa para 1/2 litro de água).

Em 2004 foi lançado um ótimo livro dirigido ao público leigo mostrando a importância das frutas para a saúde. Nele, há indicações fáceis de frutas para pequenos problemas de saúde. Eis a resenha do livro: O autor mostra que, além do valor nutritivo, as frutas possuem também propriedades medicinais; vitaminas, minerais, fitonutrientes e elementos fitoquímicos que combatem de forma eficaz, muitos tipos de doenças. Baseado em estudos sobre a composição química das frutas, ele reuniu elementos necessários para que as frutas sejam consideradas como um composto indispensável para a saúde. O livro se chama Frutas: Caminho Para a Saúde 254663.jpge pode ser encontrado no Submarino. Do mesmo autor, há um outro livro chamado 50 Sucos Medicinais Campeões de Saúde.226045_4.jpg

As frutas na alimentação

As frutas desempenham um papel muito importante na alimentação. São fonte
natural de nutrientes, vitaminas e sais minerais, além de fornecer fibras que contribuem
com o funcionamento do intestino e combatem o câncer de cólon. Recomenda-se a
ingestão de, pelo menos, 3 a 4 porções de frutas ao dia. Um copo de suco de frutas é
considerada uma porção. A alimentação deve ser enriquecida com frutas que previnem
doenças e fortalecem o corpo. Nos meses quentes é preferível consumir as frutas com mais líquidos (melancia, laranja, uva), hidratando assim seu corpo.

Automedicação traz riscos à saúde

Luciana Ackermann O Globo Online

RIO – Quem costuma ir à farmácia comprar um remédio para aliviar o mal-estar ou qualquer dor rotineira deve tomar cuidado para não ficar pior e prejudicar a saúde. Segundo dados da Associação Brasileira das Indústrias Farmacêuticas (Abifarma), todo ano cerca de 20 mil pessoas morrem no país, vítimas da automedicação. A maior incidência de problemas relacionados à prática está ligada à intoxicação e às reações de hipersensibilidade ou alergia.

Muito comum entre os idosos, o hábito de se automedicar representa um risco iminente à saúde. Em geral, eles já apresentam doenças crônicas e fazem o uso de medicamentos recomendados pelos médicos. Ao usar outros remédios, eles podem desestabilizar os tratamentos a que vêm sendo submetidos, assim como provocar uma intoxicação.

Segundo pesquisa realizada pela Secretaria Especial da Terceira Idade do Rio de Janeiro, das 2.019 pessoas entrevistadas, acima de 60 anos, 44% delas admitiram que usam medicamentos sem prescrição médica.

Marianela Flores Hekman, presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), diz que em seu dia-a-dia como geriatra são comuns os relatos de pacientes que passaram a tomar determinados medicamentos a partir das recomendações de vizinhas, amigas, parentes e farmacêuticos.

- Isso é um perigo porque os medicamentos prescritos por médicos já têm efeitos colaterais que são monitorados pelo profissional. Por isso, tem de seguir à risca os horários e a quantidade indicada. Qualquer nova substância pode desencadear novos efeitos. Então, antes de tomar qualquer remédio é preciso perguntar a opinião do médico. Até mesmo o uso de fitoterápicos e de vitaminas deve ser informado. O ideal é que o idoso faça um resumo de todos os medicamentos ou leve as caixinhas deles para que o médico saiba tudo o que está se passando com o paciente de forma global – afirma Marianela.

Ela contou que já atendeu uma paciente com hemorragia digestiva provocada pela ingestão de um xarope contendo babosa e álcool.

- Foi bem difícil diagnosticar o que poderia ter provocado a hemorragia porque essa senhora não contou que estava tomando o xarope e todos os outros medicamentos estavam controlados e administrados de forma correta -

Ela também citou uma pesquisa da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) onde 40,7% dos idosos entrevistados em Canoas, no Rio Grande do Sul, têm o hábito de se automedicar.

De acordo com Antonio José Carneiro, professor adjunto e doutor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ulbra), os analgésicos, os antiinflamatórios e os antigripais são os medicamentos mais usados indevidamente pelos idosos. Porém, ele ressalta que mesmo os remédios aparentemente inofensiveis podem causar complicações.

No caso dos analgésicos, cujo princípio ativo é o ácido acetilsalicílico, o uso indiscriminado pode causar lesão aguda na mucosa gástrica e é contra-indicado em pacientes que já tiveram úlceras. Também possui ação anticoagulante que pode provocar sangramentos e hemorragias internas. Já os antiinflamatórios podem causar descompasso no quadro daqueles que têm problemas cardíacos, renais, além do aumento de pressão arterial. Os antigripais também podem aumentar a pressão arterial, além da intra-ocular e os batimentos cardíacos. Alguns deles também possuem substâncias que podem afetar a próstata gerando a retenção urinária.

Destaca-se que o consumo de medicamentos sem prescrição, tem sido favorecido pela multiplicidade de produtos farmacêuticos lançados no mercado e pela publicidade que os cerca, pela simbolização da saúde que o medicamento pode representar e pelo incentivo ao autocuidado, além de outros fatores.

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