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	<title>Saúde Alternativa &#187; saúde</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
	<lastBuildDate>Sat, 28 Aug 2010 15:56:47 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Para que serve o para-quedas?</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Aug 2010 15:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Rodolfo Araújo Recentemente no British Medical Journal &#8211; uma das mais respeitadas revistas de divulgação científica do mundo &#8211; publicou um artigo no mínimo curioso. Antes dele, porém, um breve preâmbulo sobre o seu contexto: O conceito de medicina baseada em evidência diz que só se devem utilizar métodos cientificamente comprovados no tratamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por <a href="http://www.administradores.com.br/home/raraujo28/">Rodolfo  Araújo</a></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.administra<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es.com.br/_resources/_circuits/files/files_482.jpg" alt="" width="426" height="650" /></p>
<p>Recentemente no <em>British Medical Journal</em> &#8211; uma das mais  respeitadas revistas de divulgação científica do mundo &#8211; publicou um  artigo no mínimo curioso. Antes dele, porém, um breve preâmbulo sobre o  seu contexto:</p>
<p>O conceito de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Medicina_baseada_em_evid%C3%AAncias">medicina  baseada em evidência</a> diz que só se devem utilizar métodos  cientificamente comprovados no tratamento de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s. À primeira vista  parece um tanto quanto razoável, uma vez que por trás de um comprimido  parece haver sempre uma enorme carga de ciência. Mas é aí que a coisa  começa a se complicar.</p>
<p>Há vários níveis de estudos que podem ser feitos para que a eficácia de  um medicamento seja, de fato, comprovada. Para a aprovação de um  tratamento, de um medicamento, as exigências são bem altas com o  objetivo de torná-lo o mais à prova de erros (e fraudes) possível.</p>
<p>Alguns pré-requisitos são básicos como um grupo-controle (o mesmo número  de pessoas que toma o medicamento em teste toma uma pílula igual porém  sem efeito – ou, <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Placebo">placebo</a> – para comparação dos resultados); duplo-cego (quando nem o médico nem o  paciente sabem quem está tomando o medicamento e quem está tomando o  placebo – para evitar o conhecido “efeito placebo”, que é a melhora do  quadro clínico do paciente, mesmo ele tomando um comprimido inerte);  randomizado (onde quem-vai-tomar-o-quê é decidido aleatoriamente).</p>
<p>O número de pacientes que participa do estudo também influi na sua  credibilidade uma vez que, quanto maior a amostra, mais representativa  ela é da população e, portanto, mais fiéis serão os resultados.</p>
<p>Questões éticas também devem ser observadas. A inclusão de <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s em  estudos é sempre polêmica – ainda que determinadas <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s sejam  eminentemente infantis.</p>
<p>Outras condições crônicas apresentam alguns dilemas: não se pode  <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>pender a medicação usual para dar placebo a um hipertenso ou  diabético num estudo, pois sua condição pode se agravar.</p>
<p>A comunidade médica busca, assim, comprovações fortemente embasadas para  suas práticas, de forma a melhor avaliar riscos e benefícios na escolha  de uma conduta terapêutica. E consegue, indiretamente, proteção para  suas decisões – já que <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>tentam-se em guidelines correntes.</p>
<p>A discussão do artigo mencionado acima gira em torno do <strong>excessivo  apego a resultados de estudos</strong>. Claro que a <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> deve ser  baseada em evidências científicas, mas não só isso. Muito do que se faz  hoje – e com resultados – é fruto de observações mas que, por algum  motivo, não podem ser comprovadas da forma como os mais puristas  gostariam. E assim fecham-se as portas para alguns métodos e  procedimentos há muito consagrados pela <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> tradicional.</p>
<p>Gordon Smith (professor da Universidade de Cambridge) e Jill Pell  (Universidade de Glasgow) questionaram as <a href="http://www.bmj.com/cgi/reprint/327/7429/1459">evidências  científicas de que o uso de pára-quedas previne morte ou traumas graves  no &#8220;combate a desafios gravitacionais&#8221;</a> &#8211; nada mais do que uma queda  livre.</p>
<p>Para tanto eles realizaram uma <strong>meta-análise</strong> (revisão de  todos os estudos já publicados sobre o assunto, combinando seus  resultados através de procedimentos estatísticos) em busca de artigos  que explorassem o tema (o pára-quedas é &#8220;bom&#8221; para queda livre?)  obedecendo aos critérios:</p>
<p>:: grupo controle (p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> das pessoas pulavam com pára-quedas, p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>  pulava sem);</p>
<p>:: duplo-cego (nem os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es nem os voluntários sabiam que  mochilas continham os pára-quedas); e</p>
<p>:: randomizado (os voluntários que receberiam mochilas com e sem  pára-quedas seriam escolhidos aleatóriamente).</p>
<p>Buscando as principais fontes de artigos médicos disponíveis, Smith e  Pell encontraram mais ou menos, algo em torno de aproximadamente nenhum  exemplo que obedecesse aos critérios acima. Óbvio, não? Ora, por que,  então, as pessoas continuam usando pára-quedas? Afinal, esclarecem, <strong>nem  todo mundo que usa pára-quedas sobrevive e nem todo mundo que pula ou  cai de alturas altas morre.<br />
</strong><br />
O tom um tanto jocoso e galhofesco do artigo, bem como o absurdo de seu  tema, servem a um objetivo bastante claro na <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>, qual seja, a  necessidade de referências altamente científicas que justifiquem uma  opinião própria. Claro que os avanços tecnológicos do século XXI  formaram bases para uma <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> não tão baseada no achismo e na  experimentação. Até porque os advogados do século XXI seguiram o mesmo  caminho. Mas isso não significa que práticas consagradas pelo uso, pela  tradição e, principalmente, pelo bom-senso devam ser completamente  abandonadas.</p>
<div><strong> **********</strong></div>
<p>Traçando um paralelo para outras áreas do conhecimento, talvez  precisemos dar um pouco mais de atenção ao bom-senso em detrimento da  ciência pura. Um pouco mais de atenção à intuição e outros sentidos do  que a fórmulas e cientificismos exagerados. Ou, pelo bem da ciência, da  humanidade, você estaria disposto a participar do primeiro estudo  controlado, duplo-cego e randomizado testanto a real eficácia dos  pára-quedas?</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/para-que-serve-o-para-quedas/32067/" target="_blank">Administradores.com.br</a></p>
<div class="shr-publisher-796"></div>
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		<title>McLanche Feliz é rico em conservantes</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2010/08/25/mclanche-feliz-e-rico-em-conservantes/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:52:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[McDonald's]]></category>
		<category><![CDATA[McLanche Feliz]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma reportagem publicada no final de março deste ano pelo jornal britânico Daily Mail deixou seus leitores de boca aberta. Uma nutricionista americana resolveu fazer um teste para constatar se a comida do McDonald&#8217;s possui conservantes em excesso. O resultado foi assustador Durante um ano, Joann Bruso guardou um &#8220;Mc Lanche Feliz&#8221;, um kit composto por sanduíche, refrigerante e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: x-small;"><strong>Uma reportagem publicada no final de março deste ano pelo jornal britânico Daily Mail deixou seus leitores de boca aberta. Uma nutricionista americana resolveu fazer um teste para constatar se a <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> do McDonald&#8217;s possui conservantes em excesso. O resultado foi as<a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>ta<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a></strong></span><br />
<a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/08/article-1258913-08C69B97000005DC-37_968x528.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-802" title="article-1258913-08C69B97000005DC-37_968x528" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/08/article-1258913-08C69B97000005DC-37_968x528.jpg" alt="" width="968" height="528" /></a><br />
Durante um ano, Joann Bruso guardou um &#8220;Mc Lanche Feliz&#8221;, um kit composto por sanduíche, refrigerante e batata frita, que acompanham um brinquedo e é vendido para as <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s. &#8220;A <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> normal tem que se decompor, cheirar mal&#8230; Entretanto, o lanche e as batatas não estragaram e isso mostra que as <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s não estão comendo de forma saudável&#8221;, declarou.</p>
<p>De acordo com a reportagem, Joann deixou o lanche e as batatas descobertos, em cima de uma prateleira em sua casa, no estado americano de Colorado, para checar o que aconteceria. Durante um ano, nenhuma mosca sequer chegou perto do sanduíche. &#8220;Eu deixava a janela aberta mas as moscas e outros insetos simplesmente ignoravam o &#8216;Mc Lanche Feliz&#8217;&#8221;.</p>
<p>&#8220;A <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> é decomposta dentro do nosso organismo, que se aproveita dos nutrientes dela para transformá-los em combustível&#8221;, explica Joann. &#8220;Nossas <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s crescem de forma saudável quando comem <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> de verdade&#8221;.</p>
<p>A nutricionista ainda explica que se o &#8220;Mc Lanche Feliz&#8221; foi ignorado por bactérias e micróbios que não fizeram a decomposição, isso significa que o corpo da <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> também não consegue digerir esse tipo de <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> de forma adequada.</p>
<p>Segundo dados apresentados pelo Daily Mail, pesquisas recentes afirmam que o pão da McDonald&#8217;s possui uma série de conservantes como propionato de sódio. Já o pickles utilizado pela rede de fast-food leva benzoato de sódio.</p>
<p>As batatas fritas, que Joann descreveu como estando &#8220;douradas mesmo um ano depois&#8221;, contém conservantes como ácido cítrico e pirofosfato de ácido de sódio, que mantém sua coloração</p>
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		<title>Eduardo Suplicy abraça a causa da auto-hemoterapia</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2010/08/09/eduardo-suplicy-abraca-a-causa-da-auto-hemoterapia/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Aug 2010 00:53:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[auto-hemoterapia]]></category>

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		<description><![CDATA[&#62;&#62; Eu não uso nem prescrevo a auto-hemoterapia, pois desconheço, acho doloroso e desconfio de tudo que é apresentado como panaceia (capaz de curar qualquer doença). Contudo, acredito que seria muito bom pesquisar sobre este assunto e esclarecer o seu verdadeiro potencial de cura, ou não. &#8220;Um profissional idôneo, com anos de experiência, humanista, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&gt;&gt; Eu não uso nem prescrevo a auto-hemoterapia, pois desconheço, acho doloroso e desconfio de tudo que é apresentado como panaceia (capaz de curar qualquer <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>). Contudo, acredito que seria muito bom pesquisar sobre este assunto e esclarecer o seu verdadeiro potencial de cura, ou não.</p>
<p>&#8220;Um profissional idôneo, com anos de experiência, humanista, que dedicou toda uma vida ao sacerdócio da Medicina.&#8221; Esta a definição dada ao Dr. Luiz Moura, 85 anos, pelo Sena<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> Eduardo Suplicy (PT/SP). Poderia ser um elogio a mais, não fosse o local aonde a declaração foi cravada: o Ofício n.º 00990/2010, de 5 de agosto corrente, destinado ao Senhor Presidente Roberto Luiz dÁvila, do Conselho Federal de Medicina &#8211; CFM, entidade que marcou para o próximo dia 13 o julgamento de um processo ético contra aquela mesma pessoa, por ter gravado um DVD sobre a auto-hemoterapia - técnica que aumenta a imunidade do organismo e cura <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s com o uso do sangue da própria pessoa.<br />
<a name="more"></a><br />
Trata-se do terceiro ofício que o sena<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> paulista envia ao CFM. Nos anteriores o CFM enviou respostas insatisfatórias, conforme afirma o sena<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>. Diz o novo ofício que &#8216;Diante do posicionamento desse Conselho acerca da auto hemoterapia, reitero, respeitosamente, o pedido de considerável número de cidadãos que defendem tal prática, no sentido de responder às dúvidas restantes acerca da terapia em questão, conforme anexos&#8217;. Acrescenta que &#8216;Encaminho, ainda, uma amostra das mensagens que me chegam diariamente em defesa do Dr. Luiz Moura, às quais hipoteco meu apoio, por tratar-se de um profissional idôneo, com anos de experiência, humanista, que dedicou toda uma vida ao sacerdócio da Medicina&#8217;.<br />
&#8216;Diante do acima exposto, submeto novamente o assunto a sua análise, na esperança de que possa prestar informações que subsidiem resposta aos interessados&#8217;,  afirma ainda o sena<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>, que enviou ofícios sobre o assunto também ao Ministro da Saúde e ao Presidente da ANVISA &#8211; Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Ele pede &#8216;especial atenção&#8217; ao presidente da ANVISA para &#8216;questionamentos (de cidadãos defensores da auto-hemoterapia) que consideram não sanados nas respostas prestadas pelo CFM&#8217;. O sena<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> afirma que &#8216;não obstante a Nota Técnica n.º 1, de 13 de abril de 2007, publicada por essa Agência, relato a existência de considerável número de pessoas interessadas em pesquisas sobre a técnica em questão, razão pela qual submeto a sua análise as dúvidas restantes, elaboradas a partir da resposta daquele Conselho sobre a auto-hemoterapia, visando à prestação de informações que subsidiem resposta aos interessados.&#8217;<br />
Para o Ministro da Saúde, Eduardo Suplicy encaminha documentação que contém correspondências expedidas pelo seu gabinete parlamentar ao Conselho Federal de Medicina, acerca da prática da auto-hemoterapia, para a qual pede também &#8216;especial atenção&#8217;. E diz que &#8216;Na oportunidade encaminho, ainda, mensagens que me foram enviadas por cidadãos que defendem tal prática, com questionamentos que consideram não sanados nas respostas prestadas pelo CFM&#8217;. E conclui: &#8216;Relato, portanto, a existência de considerável número de pessoas interessadas em pesquisas sobre a técnica em questão, razão pela qual submeto a sua análise as dúvidas que ainda permanecem, elaboradas a partir da resposta daquele Conselho sobre a auto-hemoterapia, visando à prestação de informações que subsidiem resposta aos interessados&#8217;.</p>
<div class="shr-publisher-780"></div>
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		<title>Por que as pessoas se auto-medicam</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2010/08/04/por-que-as-pessoas-se-auto-medicam/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 09:38:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[remédios]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[JULLIANE SILVEIRA Quase um terço dos brasileiros se mostra resistente a procurar um médico, mesmo sabendo que precisa. Entre quem tem alguma doença, 30% não foram ao médico em 2008, de acordo com a pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública. O trabalho não separou a população por sexos nesse quesito, mas estima-se que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>JULLIANE SILVEIRA</strong></p>
<p><strong><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/07/cuidado-com-a-automedicacao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-759" title="cuidado-com-a-automedicacao" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/07/cuidado-com-a-automedicacao.jpg" alt="" width="424" height="283" /></a><br />
</strong></p>
<p>Quase um terço dos brasileiros se mostra resistente a procurar um médico, mesmo sabendo que precisa. Entre quem tem alguma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, 30% não foram ao médico em 2008, de acordo com a pesquisa da Escola Nacional de Saúde Pública.</p>
<p>O trabalho não separou a população por <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a>s nesse quesito, mas estima-se que os homens contribuam mais do que as mulheres para esses índices. Trabalhos anteriores já mostraram que eles demoram mais para procurar ajuda médica do que as mulheres.</p>
<p>O motivo de metade dos que têm nível superior é a incompatibilidade de horário. À medida que o grau de instrução cai, a falta de dinheiro e o difícil acesso ao serviço se tornam razões mais decisivas para a ausência nos consultórios.</p>
<p>A falta de uma relação médico-paciente sólida faz com que o paciente não ache essencial o atendimento e acabe postergando a consulta. Assim, busca outras fontes de informação para seu problema.</p>
<p>&#8220;A falta de preocupação com a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> é cultural. Mas o médico também não dá as explicações sobre a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, sobre a importância de fazer acompanhamento, de prevenir complicações&#8221;, diz Antônio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica.</p>
<p>Segundo o médico, muita gente tenta diagnosticar a própria <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. &#8220;O paciente acaba recorrendo ao &#8220;dr. Google&#8221; para entender o que tem.&#8221; As classes sociais mais baixas esbarram ainda na falta de estrutura do sistema público.</p>
<p>&#8220;A automedicação é intensa no país, mas será que alguém quer mesmo se automedicar? Não, mas, pelo SUS, é quase impossível ir ao médico, é um sistema falido sem a menor condição de dar a mínima assistência aos pacientes&#8221;, diz Lopes.</p>
<p>Ele diz ainda que os convênios pagam pouco aos médicos por consulta, o que piora a qualidade do atendimento.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u735597.shtml?skin=folhaonline&amp;user=26674&amp;done=http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u735597.shtml" target="_blank">Folha de São Paulo</a></p>
<div class="shr-publisher-758"></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Exercício físico ajuda a tratar a hipertensão, mas é preciso emagrecer</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2010/08/02/exercicio-fisico-ajuda-a-tratar-a-hipertensao-mas-e-preciso-emagrecer/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Aug 2010 09:29:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[LEANDRO MARTINS da Folha Ribeirão A sugestão do ministro da Saúde José Gomes Temporão, que em abril recomendou sexo no combate à hipertensão arterial, reforçou a já comprovada tese de que a prática de exercícios físicos é uma aliada contra a pressão alta. Porém, um estudo da FMRP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto), da USP, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>LEANDRO MARTINS<br />
da Folha Ribeirão</p>
<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/07/030520071906_caminhada_orientada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-755" title="030520071906_caminhada_orientada" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/07/030520071906_caminhada_orientada.jpg" alt="" width="480" height="360" /></a></p>
<p>A sugestão do ministro da Saúde José Gomes Temporão, que em abril recomendou <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a> no combate à hipertensão <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>rial, reforçou a já comprovada tese de que a prática de exercícios físicos é uma aliada contra a pressão alta.</p>
<p>Porém, um estudo da FMRP (Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto), da USP, revelou que o exercício físico não tem plena eficácia contra a hipertensão se não for acompanhado da perda de peso.</p>
<p>A pesquisa envolveu o acompanhamento de um grupo de 48 mulheres com IMC (Índice de Massa Corporal) normal, com sobrepeso e com <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> durante 16 meses. Elas passaram por exercícios físicos.</p>
<p>O observado ao final do estudo é que só conseguiram reduzir o índice de hipertensão as mulheres que também registraram perda de peso.</p>
<p>Não houve acompanhamento nutricional das pacientes avaliadas. &#8220;Nós queríamos avaliar os efeitos só do exercício sem interferir na rotina alimentar. E o exercício só reduziu [a pressão] nas mulheres que tiveram redução do peso também&#8221;, disse o professor Hugo Celso Dutra de Souza, do Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação.</p>
<p>Funcionária do campus da USP de Ribeirão, a auxiliar de biotério Lourdes Silva Castania, 59, foi uma das acompanhadas no estudo. Ela controla a pressão <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>rial com medicamentos há dez anos e já registrou picos de pressão alta de 18 por 11 &#8211;acima do patamar de 12 por 8 já existe hipertensão.</p>
<p>Durante o estudo, Lourdes perdeu 4 dos 71 quilos -ela tem 1,50 m de altura. O resultado, segundo diz, foi que sua pressão se estabilizou em 12 por 8 na época. &#8220;Eu até reduzi o remédio para controle da pressão de três para duas vezes ao dia.&#8221;</p>
<p>A fisioterapeuta Thaísa Helena Roselli Di Sacco, uma das pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>as e cujo trabalho resultou em uma dissertação de mestrado, disse que o estudo comprovou a eficácia tanto da prática de exercícios quanto da perda de peso, mas que só os fatores combinados são ideais no controle da hipertensão.</p>
<p>Obesidade</p>
<p>A pesquisa também abriu novas possibilidades para o estudo das causas da <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>, que pode estar ligada a uma disfunção do chamado sistema nervoso autônomo, cujo principal objetivo no corpo humano é o de manter as funções de órgãos e sistemas em níveis adequados.</p>
<p>O sistema autônomo regula, de forma involuntária, todo o conjunto cardiovascular por meio de dois componentes: o simpático, que é responsável por aumentar a frequência cardíaca quando há necessidade, e o sistema parassimpático (ou vago), que tem efeito inverso.</p>
<p>O estudo constatou um padrão entre as mulheres com sobrepeso ou obesas: elas tinham alterações no sistema.</p>
<p>Isso abriu uma nova investigação, em busca de comprovar se a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> foi a responsável por essa alteração ou, do contrário, se o aumento de peso foi causado por uma disfunção que já existia no sistema autônomo.</p>
<p>&#8220;É a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> que promove um desequilíbrio autonômico, ou será que as mulheres com esse desequilíbrio têm maior propensão à <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>? É isso que vai ser investigado agora&#8221;, disse Souza.</p>
<p>Se comprovada a tese de que a disfunção pode ter causado a <a href="/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a>, segundo o professor, isso, no futuro, poderá ajudar na detecção precoce de <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s com propensão ao excesso de peso.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u738652.shtml" target="_blank">Folha de São Paulo</a></p>
<div class="shr-publisher-753"></div>
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		<title>Falar ao celular enquanto dirige é problema de saúde pública</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2010/06/09/falar-ao-celular-enquanto-dirige-e-problema-de-saude-publica/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 01:14:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>

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		<description><![CDATA[Médicos deveriam advertir seus pacientes contra o uso de celulares ou o envio de torpedos ao volante, da mesma forma que já advertem contra o uso de tabaco, afirma um artigo de opinião publicado na influente publicação médica New England Journal of Medicine. &#8220;É hora de perguntarmos aos pacientes sobre a distração ao volante&#8221;, escreveu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/06/abre.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-737" title="abre" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/06/abre.jpg" alt="" width="456" height="258" /></a></p>
<p>Médicos deveriam advertir seus pacientes contra o uso de celulares ou  o envio de torpedos ao volante, da mesma forma que já advertem contra o  uso de tabaco, afirma um artigo de opinião publicado na influente  publicação médica <em>New England Journal of Medicine</em>.</p>
<p>&#8220;É hora de perguntarmos aos pacientes sobre a distração ao volante&#8221;,  escreveu Amy Ship, do Centro Médico  Beth Israel Deaconess e da  Faculdade de Medicina de Harvard.</p>
<p>Ela disse que manter as pessoas longe do celular quando estão ao  volante é uma medida de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> pública importante. A pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a cita o  acúmulo de indícios dos perigos que o celular representa às pessoas na  estrada. O Conselho Nacional de segurança dos EUA estima que 28% dos  acidentes de trânsito nos EUA envolvem celulares.</p>
<p>O problema mais óbvio são os torpedos, onde o motorista usa o  teclado do celular para enviar mensagens. Um estudo de 2009 concluiu que  enviar mensagens de texto ao volante eleva o risco de acidente 23  vezes.</p>
<p>Mas a médica pede que os médicos insistam para que os pacientes não  usem celulares ao volante, e que tranquem os aparelhos no porta-malas  quanto estiverem em trânsito, para evitar a tentação de usá-los.</p>
<p>Ele disse que um estudo de 2006 mostra que falar ao celular traz o  mesmo risco de dirigir embriagado, mesmo quando o motorista não usa as  mãos para segurar o aparelho.</p>
<p>&#8220;Dirigir distraído é praticamente igual a dirigir bêbado&#8221;, ela  escreveu.</p>
<p>Ela disse que conversar com um viva-voz é mais perigoso que falar  com um passageiro no carro. &#8220;Você se mantém mais envolvido com o  ambiente quando alguém está presente&#8221;, disse ela.</p>
<p>Ouvir música, de acordo com ela, é um tipo diferente de distração.  &#8220;Você não pode desligar uma pessoa no telefone como no rádio. Você não  precisa responder ao rádio&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://estadao.com.br/noticias/vidae,medicos-devem-advertir-contra-uso-de-celular-ao-volante-diz-artigo,564064,0.htm" target="_blank">Estadão</a></p>
<div class="shr-publisher-736"></div>
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		<title>Futebol emagrece mais do que corrida</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2010/06/08/futebol-emagrece-mais-do-que-corrida/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 14:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[MÁRCIO PINHO da Folha de S.Paulo Em vez de usar um iPod para se distrair, quem busca emagrecer e para isso corre regularmente pode optar por uma atividade mais prazerosa para a maioria dos brasileiros: o futebol. Esse esporte é melhor do que a corrida para queimar gorduras, de acordo com um estudo realizado pela Universidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>MÁRCIO PINHO</strong><br />
da <strong>Folha de S.Paulo</strong></p>
<p><strong><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/05/pelada.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-725" title="pelada" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/05/pelada-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><br />
</strong></p>
<p>Em vez de usar um iPod para se distrair, quem busca emagrecer e para isso corre regularmente pode optar por uma atividade mais prazerosa para a maioria dos brasileiros: o futebol. Esse esporte é melhor do que a corrida para queimar gorduras, de acordo com um estudo realizado pela Universidade de Copenhage (Dinamarca).</p>
<p>A pesquisa, que será publicada no britânico &#8220;Journal of Sports Sciences&#8221;, foi realizada em três meses. Foram escolhidos participantes com características físicas semelhantes, com média de 32 anos e 84,4 kg, e que não praticavam esporte regularmente havia dois anos.</p>
<p>Os resultados foram melhores para os 13 joga<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es (excluindo-se os goleiros), que perderam em média 3,3 kg e 3,7% da gordura do corpo. Os 13 corre<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es tiveram desempenho médio inferior: perderam 1,8 kg e 2,1% de gordura.</p>
<p>As atividades aconteceram três vezes por semana durante uma hora. Os joga<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es treinaram em um campo com dimensões da metade do profissional, de grama, e os corre<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es se exercitaram em um ritmo moderado (média de 8 km/h), ao ar livre. Não foi estabelecida <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>a, apenas foi pedido aos participantes que mantivessem sua <a href="/category/alimentacao/" title="View all posts filed under alimentação">alimentação</a> rotineira.</p>
<p>Além do peso, outro resultado favorável aos futebolistas foi o ganho de 1,7% de massa muscular. O benefício não foi compartilhado pelos corre<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es, que terminaram as atividades com as mesmas medições.</p>
<p>Segundo o cientista Peter Krustrup, um dos responsáveis pelo estudo, um dos motivos para os resultados é a continua mudança de ações no futebol. &#8220;O joga<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> altera seguidamente as ações de andar, correr, dar &#8220;sprints&#8221;. Além disso ele pula, muda de direção, ataca, se choca com o adversário e usa todas as fibras dos músculos&#8221;, afirma.</p>
<p>Opinião parecida tem o fisiologista do Corinthians, Renato Lotufo, que diz que os melhores resultados para os futebolistas são possíveis e também propiciados pelos altos momentos de intensidade desse esporte. Ele criticou, porém, o fato de a pesquisa trabalhar com 13 participantes em cada grupo, dizendo que seria melhor com uma amostra maior.</p>
<p>Já para o professor de educação física Gilberto José Bertevello, o futebol pode ajudar a emagrecer, mas se associado a uma <a href="/category/diet/" title="View all posts filed under diet">diet</a>a. &#8220;Não adianta sair do jogo e ir para o churrasco&#8221;, diz.</p>
<p>Peter Krustrup afirma que outro fator determinante nos desempenho dos atletas foi a diversão. &#8220;O futebol é motiva<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>. É importante que o joga<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> se esforce pelo time.&#8221;</p>
<p>Na pesquisa, futebolistas afirmaram que a atividade não lhes pareceu difícil, diferentemente dos corre<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es, que a consideraram mais árdua.</p>
<p>Para o estudante Nicolai Loenne, que perdeu de 2 kg a 3 kg, foi muito divertido jogar. &#8220;O problema foi ao final dos primeiros treinos, quando o objetivo não era marcar, mas conseguir continuar correndo.&#8221;</p>
<p>Krustrup afirma que os resultados poderiam aparecer em outros esportes, como o basquete. Segundo ele, na investigação, os praticantes das duas modalidades tiveram melhoras na pressão sangüínea e na capacidade de absorção de oxigênio, entre outras, o que significa que a corrida também tem muitos benefícios &#8220;Se você gosta de correr, continue correndo&#8221;, diz.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u325218.shtml" target="_blank">Folha de São Paulo</a></p>
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		<item>
		<title>Caminho Bioquímico de Analgesia pela Acupuntura</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2010/06/06/caminho-bioquimico-de-analgesia-pela-acupuntura/</link>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 14:55:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muito tempo sabemos que a Acupuntura trata (e muito bem!) a dor, mas como ela faz isso é um mistério. A explicação clássica é a de que as agulhas redistribuem o qi, como os chineses chamam a energia vital, que flui pelos meridianos, tirando o que está em excesso em algum órgão ou região, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/06/acupuntura-mulher1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-733" title="acupuntura-mulher1" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/06/acupuntura-mulher1-300x234.jpg" alt="" width="300" height="234" /></a></p>
<p>Há muito tempo sabemos que a Acupuntura trata (e muito bem!) a <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>, mas como ela faz isso é um mistério. A explicação clássica é a de que as agulhas redistribuem o qi, como os chineses chamam a energia vital, que flui pelos meridianos, tirando o que está em excesso em algum órgão ou região, e levando para onde está em falta. Esta explicação não é suficiente para os modelo biomédico ocidental, e pesquisas têm sido feitas para buscar novas explicações.</p>
<p>Esta semana a revista <a href="http://www.nature.com/neuro/journal/vaop/ncurrent/full/nn.2562.html" target="_blank">Nature Neuroscience</a> publicou o resultado de uma pesquisa realizada com ratos geneticamente modificados, que comprova a mobilização de um neurotransmissor chamado Adenosina A1. Ratos modificados geneticamente para serem resistentes à Adenosina sentiam <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> ao serem estimulados, mesmo após a inserção de agulhas em áreas próximas ao estímulo. Já os ratos que não forma modificados, portanto continuavam sensíveis à Adenosina, paravam de sentir <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> após inserção de agulhas em áreas próximas à do estímulo doloroso. Nos tecidos próximos à inserção das agulhas de <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a> houve um aumento na concentração de Adenosina, o que levou os cientistas à conclusão de que a Adenosina seria o neurotransmissor envolvido na resposta analgésica que a Acupuntura oferece aos pacientes.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.nature.com/neuro/journal/vaop/ncurrent/full/nn.2562.html" target="_blank">Nature Neuroscience</a></p>
<div class="shr-publisher-731"></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Brasil se torna o principal destino de agrotóxicos banidos no exterior</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2010/05/30/brasil-se-torna-o-principal-destino-de-agrotoxicos-banidos-no-exterior/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 May 2010 20:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Lígia Formenti &#8211; O Estado de S.Paulo Campeão mundial de uso de agrotóxicos, o Brasil se tornou nos últimos anos o principal destino de produtos banidos em outros países. Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia (UE), Estados Unidos e um deles até no Paraguai. A informação é da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Lígia Formenti &#8211; O Estado de S.Paulo</div>
<p>Campeão mundial de uso de <a href="/category/agrotoxicos/" title="View all posts filed under agrotóxicos">agrotóxicos</a>, o Brasil se  tornou nos últimos anos o principal <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> de produtos banidos em  outros países. Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez  produtos proscritos na União Europeia (UE), Estados Unidos e um deles  até no Paraguai.</p>
<p>A informação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),  com base em dados das Nações Unidas (ONU) e do Ministério do  Desenvolvimento, Indústria e Comércio.</p>
<p>Apesar de prevista na legislação, o governo não leva adiante com  rapidez a reavaliação desses produtos, etapa indispensável para  restringir o uso ou retirá-los do mercado. Desde que, em 2000, foi  criado na Anvisa o sistema de avaliação, quatro substâncias foram  banidas. Em 2008, nova lista de reavaliação foi feita, mas, por  divergências no governo, pressões políticas e ações na Justiça, pouco se  avançou.</p>
<p>Até agora, dos 14 produtos que deveriam ser submetidos à avaliação,  só houve uma decisão: a cihexatina, empregada na citrocultura, será  banida a partir de 2011. Até lá, seu uso é permitido só no Estado de São  Paulo.</p>
<p>Da lista de 2008, três produtos aguardam análise de comissão  tripartite &#8211; formada pelo Istituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama),  Ministério da Agricultura (Mapa) e Anvisa &#8211; para serem proibidos:  acefato, metamidofós e endossulfam. Um item, o triclorfom, teve o pedido  de cancelamento feito pelo produtor. Outro produto, o fosmete, terá o  registro mantido, mas mediante restrições e cuidados adicionais.</p>
<p>Enquanto as decisões são proteladas, o uso de <a href="/category/agrotoxicos/" title="View all posts filed under agrotóxicos">agrotóxicos</a> sob  <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peita de afetar a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> aumenta. Um exemplo é o endossulfam,  associado a problemas endócrinos. Dados da Secretaria de Comércio  Exterior mostram que o País importou 1,84 mil tonelada do produto em  2008. Ano passado, saltou para 2,37 mil t.</p>
<p>&#8220;Estamos consumindo o lixo que outras nações rejeitam&#8221;, resume a  coordena<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a do Sistema Nacional de Informação Tóxico-Farmacológicas da  Fundação Oswaldo Cruz, Rosany Bochner. Proibido na UE, China, Índia e no  Paraguai, o metamidofós segue caminho semelhante.</p>
<p>O pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> da Fiocruz Marcelo Firpo lembra que esse padrão não é  inédito. &#8220;Assistimos a fenômeno semelhante com o amianto. Com a redução  do mercado internacional, os produtores aumentaram a pressão para  aumentar as vendas no Brasil.&#8221; As táticas usadas são várias. &#8220;Pagamos  por isso um preço invisível, que é o aumento do custo na área de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>&#8221;,  completa.</p>
<p>O coordena<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>-geral de Agrotóxicos e Afins do Mapa, Luís Rangel,  admite que produtos banidos em outros países e candidatos à revisão no  Brasil têm aumento anormal de consumo entre produtores daqui. Para  tentar contê-lo, deve ser editada uma instrução normativa fixando teto  para importação de <a href="/category/agrotoxicos/" title="View all posts filed under agrotóxicos">agrotóxicos</a> sob <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peita. O limite seria criado  segundo a média de consumo dos últimos anos. Exceções seriam analisadas  caso a caso.</p>
<p>A lentidão na apreciação da lista começou com ações na Justiça,  movidas pelas empresas de <a href="/category/agrotoxicos/" title="View all posts filed under agrotóxicos">agrotóxicos</a> e pelo sindicato das indústrias.  Em uma delas, foram incluídos documentos em que o próprio Mapa  posicionou-se contrariamente à restrição. Só depois que liminares foram  <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>pensas, em 2009, as análises continuaram.</p>
<p>Empresas. Representantes das indústrias criticam o formato da  reavaliação. O setor diz não haver critérios para a escolha dos produtos  incluídos na lista. E criticam a Anvisa por falta de transparência.  Para as indústrias, o material da Anvisa não traz informações técnicas.</p>
<p>A Associação Nacional de Defesa Vegetal critica as listas de riscos  ligados ao uso de produtos, muitas vezes baseadas em estudos feitos em  laboratório. &#8220;Não há como fazer estudos de risco em população  expressiva. A cada dia, mais países baseiam suas decisões em estudos  feitos em laboratórios&#8221;, rebate o gerente-geral de Toxicologia da  Anvisa, Luiz Cláudio Meireles.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100530/not_imp558860,0.php" target="_blank">Estadão</a></p>
<div class="shr-publisher-728"></div>
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		<title>Sucos para anemia</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2010/05/29/sucos-para-anemia/</link>
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		<pubDate>Sat, 29 May 2010 12:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[SUCO DE CENOURA, BETERRABA E ESPINAFRE Para ter vigor e saúde, para sentir-se bem e ter boa aparência, estes são sucos  fabulosos. (Uma dose, com cerca de 230 g) 4 cenouras 1 beterraba, com folhas 1 grande punhado de espinafre Corte as cenouras em pedaços de 5 a 7 cm, a beterraba em rodelas finas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/05/cenoura.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-715" title="cenoura" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2010/05/cenoura-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p>SUCO DE CENOURA, BETERRABA E ESPINAFRE</p>
<p>Para ter vigor e <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>, para sentir-se bem e ter boa aparência, estes são sucos  fabulosos.</p>
<p>(Uma dose, com cerca de 230 g)</p>
<p>4 cenouras</p>
<p>1 beterraba, com folhas</p>
<p>1 grande punhado de espinafre</p>
<p>Corte as cenouras em pedaços de 5 a 7 cm, a beterraba em rodelas finas e bata as três hortaliças na centrífuga.</p>
<p>SUCO DE MAÇA E BETERRABA</p>
<p>(Uma dose, com cerca de 230 g)</p>
<p>3 a 4 maças</p>
<p>1/2 beterraba  com as folhas .</p>
<p>Corte as maças e a beterraba em gomos finos, depois bata na centrífuga.</p>
<p>SUCO DE CENOURA BETERRABA E SALSINHA</p>
<p>(Uma dose, com cerca de 250 g)</p>
<p>6 cenouras</p>
<p>1/2 beterraba em gomos finos.</p>
<p>3 galinhos de salsa</p>
<p>Bata na centrífuga.</p>
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