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	<title>Saúde Alternativa &#187; remédios</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>Mais uma fraude da indústria farmacêutica descoberta</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2009/03/12/mais-uma-fraude-da-industria-farmaceutica-descoberta/</link>
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		<pubDate>Thu, 12 Mar 2009 10:42:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
RIO &#8211; Scott Reuben, renomado anestesista americano, está envolvido num dos maiores escândalos de fraude em medicina. Uma auditoria descobriu que ele inventou dados e estudos inteiros em pelo menos 21 trabalhos. E alguns dados publicados podem ter favorecido fabricantes de medicamentos, como mostra matéria publicada nesta quinta-feira no jornal O Globo.
Ex-diretor da clínica de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-487" title="medicinemoney" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2009/03/stockphoto_medicinemoney2.png" alt="medicinemoney" width="252" height="176" /></p>
<p>RIO &#8211; Scott Reuben, renomado anestesista americano, está envolvido num dos maiores escândalos de fraude em <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>. Uma auditoria descobriu que ele inventou dados e estudos inteiros em pelo menos 21 trabalhos. E alguns dados publicados podem ter favorecido fabricantes de medicamentos, como mostra matéria publicada nesta quinta-feira no jornal O Globo.</p>
<p>Ex-diretor da clínica de <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> aguda no Centro Médico Baystate, em Springfield, Reuben admitiu ter apresentado dados falsos em dez estudos publicados na revista especializada &#8220;Anesthesia and Analgesia&#8221;, bem como em outros 11 trabalhos em publicações como &#8220;Acute Pain, Anesthesiology&#8221;.</p>
<p>As fraudes se referem à especialidade de Reuben: anestesia multimodal, ou o uso combinado de diferentes classes de <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> contra a <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>. A denúncia surpreendeu médicos americanos. Estudos de Reuben recomendam o uso das <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> Celebrex (Celebra, no Brasil) e Lyrica, da Pfizer, na <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> no pós-operatório. Tal uso está sendo agora questionado.</p>
<p>Empresas farmacêuticas costumam contratar médicos para conduzir estudos sobre <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> já aprovadas, apontando novos usos. Muitas delas já foram acusadas de financiar estudos de pouco valor científico com o único intuito de convencer os médicos a prescreverem seus <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a>. E a Pfizer financiou muitas das pesquisas de Reuben de 2002 a 2007. Porém, ainda não está comprovado que tenha ocorrido falsificações nos estudos da Pfizer.</p>
<p>Fonte: <a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/03/12/medico-americano-admite-fraude-em-pesquisas-754799561.asp" target="_blank">O Globo</a></p>
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		<title>Soberania x Patentes, um debate sobre vida e morte</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2009/01/31/soberania-x-patentes-um-debate-sobre-vida-e-morte/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Feb 2009 00:24:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[remédios]]></category>
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“O tema central deste debate é o controle entre a vida e a morte feito pelas indústrias farmacêuticas. E não é trivial, já que estamos falando da segunda maior indústria do mundo, só perdendo para a indústria da guerra. E por falar em guerra, nem os exércitos de Israel na Palestina, nem os dos Estados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-437" title="Amit Sen Gupta" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2009/01/foto_mat_23033.jpg" alt="Amit Sen Gupta" width="144" height="136" /></p>
<p class="linhafina">“O tema central deste debate é o controle entre a vida e a <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> feito pelas indústrias farmacêuticas. E não é trivial, já que estamos falando da segunda maior indústria do mundo, só perdendo para a indústria da guerra. E por falar em guerra, nem os exércitos de Israel na Palestina, nem os dos Estados Unidos no Iraque, matam mais do que a indústria farmacêutica na África,” disse o indiano Amit Sen Gupta, durante o debate “Patentes X Soberania”</p>
<p class="headline-link">João Manoel de Oliveira</p>
<p><a class="textoChamadasLateral">Data: 31/01/2009</a> BELÉM &#8211; O Tripanavir é um medicamento com bons resultados no tratamento da Aids. Mas não tem registro de patente no Brasil e, portanto, não pode ser comercializado em território nacional, porque a indústria que o fabrica, a alemã Boehringer Ingelheim, não tem interesse no mercado verde-amarelo. Suprema ironia: antes de ser lançado, o Tripanavir foi testado em brasileiros. Se isto acontece num país como o Brasil, onde o combate à Aids até ganhou prêmios da Organização Mundial da Saúde, imagine-se, então, o drama vivido na África, continente em que o HIV tornou-se epidêmico. O convite a esta reflexão foi feito no Fórum Social de Belém pelo indiano Amit Sen Gupta, secretário geral da <em>All Índia Peoples Science Network and Delhi Science</em>.</p>
<p>“O tema central deste debate é o controle sobre a vida e a <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> feito pelas indústrias farmacêuticas. E não é trivial, já que estamos falando da segunda maior indústria do mundo, só perdendo para a indústria da guerra. E por falar em guerra, nem os exércitos de Israel na Palestina, nem os dos Estados Unidos no Iraque, matam mais do que a indústria farmacêutica na África,” disse Amit durante o debate “Patentes X Soberania”, promovido pela Federação Nacional dos Farmacêuticos (Fenafar).</p>
<p>Velho conhecido dos altermundistas, Amit já participou das edições do FSM em Porto Alegre, é integrante do Conselho do Fórum Social Asiático e coordena uma organização que visa aproximação entre a ciência e o povo. Sua análise sobre a questão das patentes vai além do aspecto comercial. “O que acontece quando o conhecimento se torna propriedade de alguém, como é o caso de uma patente? Imaginemos uma casa&#8230; Quando se divide uma casa, ela diminui. Já com o conhecimento, quando se compartilha, ele fica maior. É assim que deveríamos pensar a questão das patentes de medicamentos uma vez que qualquer fármaco é resultado de acúmulo de conhecimento.”</p>
<p>Amit lembra que só nos últimos 100 anos é que o conhecimento vem sendo tratado como propriedade. “Isto foi feito pelo liberalismo, pelo capitalismo. No fundo, estamos falando de controle e dominação, de monopólio, de poder de poucos sobre muitos. O patenteamento nada mais é do que uma forma mais sofisticada de colonização”.</p>
<p>Renata Reis, da Rede Brasileira pela Integração dos Povos (Rebrip), concorda. Segundo ela, há uma feroz disputa sobre a propriedade intelectual quando o que está em jogo são coisas como computa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es, softwares, microeletrônicos, produtos químicos, biotecnologia e farmacêuticos. “Como quem detém o conhecimento nestas áreas são grandes corporações econômicas, a pressão pelo patenteamento é enorme sobre os governos.”</p>
<p>Até 1994, segundo Renata, nenhum país era obrigado a reconhecer patentes farmacêuticas. Mas com a entrada da Organização Mundial de Comércio (OMC) em cena, o lobby empresarial &#8211; no campo dos <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> exercido pelos laboratórios internacionais &#8211; sobre os governos, fez com que se estabelecesse um acordo mundial para que todas as nações criassem suas próprias leis de patentes. No Brasil, um projeto de lei de propriedade intelectual foi enviado ao Congresso pelo então presidente Fernando Collor. Apesar da forte reação de sindicatos e movimentos populares que conseguiram retardar a medida, a lei acabou aprovada no Congreso e sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p>“Somos contra o patenteamento da vida e a Lei de Patentes, em última análise, permite isso. O medicamento é um produto de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> e a farmácia é um organismo de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>. Não podem, simplesmente, ser transformados em merca<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>ia e comércio”, diz Célia Gervásio, presidente da Fenafar. Para a federação, o problema está no fato de que, com a Lei de Patentes, o país passou a reconhecer patentes publicadas em outros países sem análise técnica prévia e sem avaliação e autorização da Anvisa por um estatuto conhecido como “patentes pipelines”. A Fenafar não se conformou e, em 2007, juntamente com a Rebrip, ingressou com uma representação junto à Procura<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>ia Geral da República pedindo a inconstitucionalidade dos artigos 230 e 231 da Lei de Propriedade Industrial que instituíram o mecanismo de concessão de patentes pipeline. A representação destaca que estes artigos ferem, entre outros, os princípios constitucionais de supremacia do interesse social e da busca do <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> tecnológico e econômico.</p>
<p>“É um luta em defesa da <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>, mas é, sobretudo, uma luta em defesa da soberania”, diz Célia. Justamente aí, na questão da soberania, no direito de um país de garantir o acesso universal aos medicamentos ou a qualquer outro produto ou forma de conhecimento que seja vital para a vida de seu povo, que se encontram os objetivos e os argumento de Fenafar, da Rebrip e de Amit Sen Grupa. Mas isto só será alcançado, segundo eles, quando os governos se unirem não apenas para a formação de alianças comerciais como na OMC, mas para ampliarem as pesquisas e cooperarem entre si a ponto de fazer frente aos lobbies empresariais. No caso dos medicamentos, por exemplo, a integração do Brasil com Índia de Amit (conhecida como a farmácia genérica do mundo por ter apostado fortemente em pesquisa pública de <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a>), pode, quem sabe, garantir que mesmo sem o Tripanavir da Boehringer, muitos pacientes com HIV tenham uma longa e qualificada vida.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=15559&amp;boletim_id=527&amp;componente_id=9163" target="_blank">Carta Maior</a></p>
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		<title>Hiperatividade ou falta de limites?</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/10/29/hiperatividade-ou-falta-de-limites/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 15:43:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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Eu fui convidado para fazer uma palestra na escola em que minha filha mais nova estuda sobre Hiperatividade, na reunião de pais bimestral. Ontem estava organizando as idéias e achei interessante postar aqui.
Em primeiro lugar, uma classificação: existem crianças levadas, crianças hiperativas e crianças sem limites. As levadas dão a impressão de não estarem se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/momrowdyboys.jpg" title="momrowdyboys.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/momrowdyboys.jpg" alt="momrowdyboys.jpg" /></a></p>
<p>Eu fui convidado para fazer uma palestra na escola em que minha filha mais nova estuda sobre Hiperatividade, na reunião de pais bimestral. Ontem estava organizando as idéias e achei interessante postar aqui.</p>
<p>Em primeiro lugar, uma classificação: existem <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s levadas, <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s hiperativas e <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s sem limites. As levadas dão a impressão de não estarem se concentrando em nada mas, quando colocadas diante de alguma atividade que lhes interesse, dedicam-se inteiramente a ela. As <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s hiperativas realmente não se concentram, mesmo quando é algo que lhes interesse muito. Elas simplesmente não conseguem se concentrar! As <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s sem limites concentram-se, mas dificilmente elas têm interesse que não seja superficial, porque geralmente elas ganham tudo que querem, mesmo que remotamente. Então o interesse salta de uma coisa para outra o tempo todo. Um exemplo é uma <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> que queria e ganhava tudo relativo ao RBD (Rebelde, para quem não conhece) e agora já deixa tudo que ganhou para trás (CD, DVD, roupas, álbuns de figurinhas, revistas, álbuns de fotos, etc) porque “precisa” ter tudo do High School Musical.</p>
<p>Classificadas assim, vamos falar sobre a Hiperatividade. Na década de 1970 era chamada Disfunção Cerebral Mínima, porque acreditava-se que algum problema, provavelmente no parto, causava uma baixa oxigenação do cérebro, provocando a hiperatividade. Hoje o nome oficial é DDAH, Distúrbio do Déficit de Atenção com Hiperatividade. Em seu aspecto biológico, está ligada ao metabolismo da dopamina, um neurotransmissor. Os neurônios onde a dopamina atua estão ligados à sensação de prazer, de saciedade, e quando desregulados nada sacia a pessoa, nada causa um prazer profundo. Isto gera uma inquietação constante, pode levar a compulsões na <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> e no adulto. Estudos sugerem que este é o fator biológico envolvido nas <a href="http://saudealternativa.org/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a>s, como o <a href="http://saudealternativa.org/category/alcoolismo/" title="View all posts filed under alcoolismo">alcoolismo</a>, <a href="http://saudealternativa.org/category/dependencia/" title="View all posts filed under dependência">dependência</a> de <a href="http://saudealternativa.org/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a>, compulsões alimentares, compulsões sexuais, oneomania (tem um outro artigo neste <a href="http://saudealternativa.org/category/blog/" title="View all posts filed under blog">blog</a> sobre isto), etc. A deficiência de dopamina gera uma baixa capacidade de atenção e concentração. A <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> não consegue fixar sua atenção por muito tempo. Isto explica o baixo desempenho escolar, principalmente em matérias em que é preciso ler muito, como história, geografia. Muitas vezes elas são ótimas em matemática, porque o raciocínio é muito rápido, mas se os problemas apresentados tiverem um enunciado a ser interpretado já dificulta. Bem, sem capacidade de fixar a atenção, tudo pode dispersar a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>, até uma mosca que passa. Ela não tem controle sobre a esfera do pensamento, que flutua muito mais rápido do que normalmente ele já o faz. Ela também não tem controle sobre os sentimentos, não conseguindo conter reações emocionais, alternando rapidamente momentos de extremo carinho, simpatia, <a href="http://saudealternativa.org/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>osidade, com momentos de agressividade verbal e física. E também não têm controle sobre a esfera do agir, apresentando uma impulsividade e uma <a href="http://saudealternativa.org/category/compulsao/" title="View all posts filed under compulsão">compulsão</a> muito grande ao movimento, elas não conseguem ficar paradas, não conseguem fazer nada até o fim, brincam com três ou quatro brinquedos ao mesmo tempo.</p>
<p>Na Antroposofia falamos que o Eu (Interior) organiza e controla o Pensar, o Sentir e o Agir. Ora, a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> hiperativa não tem nenhum controel sobre estas três esferas, demonstrando que seu Eu não tem esta capacidade de integração. Ela precisa aprender a controlar estes três. E o principal meio para isto é educacional. Até a adolescência, a principal influência sobre a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> são seus pais, o modelo que eles oferecem, e é este modelo que vai influenciar sua vida adulta. Logo em seguida, vem a influência dos professores. Tanto os pais quanto os professores devem saber controlar seu pensar, seu sentir e seu agir, para servirem de modelo para as <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s. Um outro fator importante para que o Eu conquiste o <a href="http://saudealternativa.org/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> é o ritmo, a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> precisa de ritmo, de uma rotina. Ter hora para comer, para <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mir, para tomar banho, para ir à escola, para assistir TV, para jogar videogame, para entrar na internet. Eu vejo pais de <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s de 10 anos reclamando que o filho passa a noite inteira no computa<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>, e fico me perguntando: onde estão os pais numa hora dessas?</p>
<p>Aí eu acho que entra um fator que agrava a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> hiperativa e cria a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> sem limites. Hoje em dia, ambos os pais trabalham fora geralmente, e muitas horas. Muitos pais, principalmente as mães, sentem-se muito culpadas por estarem longe do filho a maior p<a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do tempo e, por outro lado, chegam em casa super cansados, querendo um tempo para si, oq ue aumenta ainda mais a culpa. Assim, certas “babás eletrônicas” como o computa<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>, a televisão e o videogame caem como uma luva. A <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> se diverte sozinha e os pais podem descansar. Infelizmente estas “babás” amplificam o problema, causando uma excitação ainda maior, embora sejam as poucas coisas que conseguem atrair a atenção de uma <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> hiperativa, porque as circunstâncias de um videogame, por exemplo, mudam constantemente, seguindo o ritmo de uma <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> hiperativa. A culpa faz com que os pais presenteiem demais os filhos, e o excesso de brinquedos dispersa ainda mais a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> hiperativa, e cria dispersão na <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> sem limites, porque ela não se envolve profundamente com nada, porque tudo é passageiro e amanhã ela já ganhará outro “melhor brinquedo do mundo”. A <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> consegue perceber a culpa dos pais e pode manipulá-los até deste sentimento. Muito melhor seria brincar junto com a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>, contar histórias para ela, ouvir as histórias dela, participar da vida dela.</p>
<p>Aqui chegamos a um outro ponto: a imagem da <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>. Até o início do século 20 não existia a palavra <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> como um ser que tem suas especificidades, mas a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> era vista como uma miniatura do adulto. A sociedade ainda resiste a esta mudança de paradigma, haja visto tantos pais tentarem transformar seus filhos em miniadultos, através de roupas, certos brinquedos, hábitos. Uma outra direção é achar que a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> é um ser angelical, sem qualquer maldade. Parece que esquecemos de nossa infância e da crueldade de que as <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s são capazes. As <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s são diferentes dos adultos, mas ainda são humanas, noq ue isso tem de bom ou de ruim. E as <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s têm uma capacidade muito grande de perceber o que seus pais estão sentindo, e a culpa dos pais fica muito evidente nestas situações de não colocar limites ou de presen<a href="http://saudealternativa.org/category/tear/" title="View all posts filed under tear">tear</a> excessivamente. E a <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> vai usar isto a seu “favor”. Um desfavor a isto é a “psicologização” exagerada que se vê por aí. Crianças que falam de si usando termos médicos e psicológicos mostra que alguma coisa está errada no <a href="http://saudealternativa.org/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> entre ela e seus pais, que não têm mais acesso direto um ao outro, mas mediado por médicos e psicólogos. Eu conheço uma <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> que, muito nova, usava sempre a expressão “Eu me sinto insegura” para justificar tudo que ela não queria participar, tudo que ela não queria fazer.  As <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s sem limite só precisam de limites claros e objetivos, afinal elas também fazem p<a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da sociedade e precisam integrar-se a ela.</p>
<p>Além do modelo dos pais, a <a href="http://www.sab.org.br/pedag-cur/">Pedagogia Curativa</a> ajuda muito as <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s hiperativas. O tratamento medicamentoso alopático é feito principalmente com anfetaminas, como a famosa Ritalina (Metilfenidato), que atua sobre as vias de neurônios que usam dopamina. A atenção é aumentada, e a inquietação conseqüentemente diminui. Tem vários efeitos colaterais a curto e médio prazo. A Homeopatia oferece resultados muito bons nestes casos, e os <a href="http://saudealternativa.org/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> são muito bem tolerados pelo organismo da <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>. Por basear-se na semelhança entre o que um remédio provoca numa pessoa saudável e os sintomas que uma pessoa doente apresenta, a escolha do remédio homeopático é feita através de consulta médica em que os sintomas são detalhados, formando uma imagem bem ampla e precisa do problema do paciente. Com a <a href="http://saudealternativa.org/category/homeopatia/" title="View all posts filed under homeopatia">homeopatia</a>, muitas <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s conseguem melhorar a integração das esferas do Pensamento, Sentimento e Ação, controlando seu <a href="http://saudealternativa.org/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> e conseguindo melhora tanto no aprendizado, quanto no <a href="http://saudealternativa.org/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> com os colegas, professores, e familiares e, principalmente, reduzindo a frustração que é um sentimento muito presente nas <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s hiperativas, juntamente com a baixa auto-estima. Assim nossas <a href="http://saudealternativa.org/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s podem ser mais integradas e felizes!</p>
<p><a href="http://terapiabiografica.com.br">Marcelo Guerra</a></p>
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		<title>Homeopatia e Fibromialgia</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/10/15/homeopatia-e-fibromialgia/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 11:40:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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		<category><![CDATA[depressão]]></category>
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		<description><![CDATA[
A Homeopatia é uma das modalidades de tratamento mais eficazes no tratamento da Fibromialgia, e seu efeito é muito aumentado quando associada à Acupuntura. Na maioria dos casos de Fibromialgia há uma história de traumas e sofrimentos emocionais persistentes, e muitos autores consideram esta doença uma parte de uma doença maior, a Depressão. Assim, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/frida-01.jpg" title="frida-01.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/frida-01.jpg" alt="frida-01.jpg" /></a></p>
<p>A Homeopatia é uma das modalidades de tratamento mais eficazes no tratamento da Fibromialgia, e seu efeito é muito aumentado quando associada à Acupuntura. Na maioria dos casos de Fibromialgia há uma história de traumas e sofrimentos emocionais persistentes, e muitos autores consideram esta <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> uma p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> de uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> maior, a Depressão. Assim, a Homeopatia agiria exatamente sobre a causa, que é a Depressão, reduzindo os sintomas e melhorando o humor, trazendo bem estar para o paciente. A Fitoterapia, tratamento com plantas <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>is, também tem mostrado eficácia, tendo algumas plantas atingido grande sucesso, como a erva-baleeira, embora precisem de mais estudos para comprovar sua eficácia.<br />
<!--adsense--></p>
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		<title>&#8220;Tristeza não é doença&#8221;</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/09/11/tristeza-nao-e-doenca/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 20:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
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		<description><![CDATA[&#62;&#62; Esta semana, a Revista Época publicou uma entrevista que  reflete um comentário que fiz há algum tempo no blog Encanto, da Elisabete Cunha.
Sociólogo americano diz que a psiquiatria transformou um sentimento normal em um problema médico
por SUZANE FRUTUOSO
&#160;

Ficar triste dói. o sentimento pode ser passageiro ou durar muito tempo. Mesmo nesses casos, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="materiaSubtitulo">&gt;&gt; Esta semana, a Revista Época publicou uma entrevista que  reflete um comentário que fiz há algum tempo no <a href="http://elisabetecunha.wordpress.com/2007/07/12/depressao-e-frescura/">blog Encanto, da Elisabete Cunha</a>.</p>
<p class="materiaSubtitulo">Sociólogo americano diz que a psiquiatria transformou um sentimento normal em um problema médico</p>
<p class="materiaAutor">por SUZANE FRUTUOSO</p>
<p class="materiaAutor">&nbsp;</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,11485571,00.jpg" height="400" width="280" /></p>
<p>Ficar triste dói. o sentimento pode ser passageiro ou durar muito tempo. Mesmo nesses casos, não significa que ele só possa ser superado com <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a>, diz o sociólogo americano Allan V. Horwitz. O livro que lançou nos Estados Unidos em julho, The Loss of Sadness: how Psychiatry Transformed Normal Sorrow into Depressive Disorder (A Perda da Tristeza: como a Psiquiatria Transformou a Tristeza Comum em Desordem Depressiva), em parceria com o psiquiatra Jerome Wakefield, é uma tentativa de alertar sobre o que considera um excesso de diagnósticos de <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>.</p>
<p><strong>ÉPOCA – O que significa a “perda da tristeza” que dá nome ao livro? </strong></p>
<p><strong>Allan V. Horwitz</strong> – Tristeza é a resposta normal a perdas que sofremos na vida. Agora se tornou comum chamá-la de “<a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>”. Algo normal foi transformado em <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. A cultura dos antidepressivos transformou em <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> dificuldades que fazem p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da vida.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Segundo calcula a Organização Mundial da Saúde (OMS), 121 milhões de pessoas no mundo sofrem de <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>. O que o senhor acha desse número? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – É uma estimativa muito elevada. A OMS usa os sintomas da tristeza, que até podem ser os mesmos da <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>, sem considerar o contexto do acontecimento que deixou a pessoa triste. Incluem na mesma estatística quem sente uma tristeza normal e quem realmente é depressivo.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Que sintomas caracterizam a tristeza e a <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Segundo o manual de diagnósticos da psiquiatria (DSM-4), se cinco sintomas de uma lista de nove durarem mais de duas semanas, os médicos dizem que há <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>. São eles: perda do humor; perda de interesse por atividades prazerosas; ganho de peso ou perda de apetite; <a href="/category/insonia/" title="View all posts filed under insônia">insônia</a> ou excesso de <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>; agitação ou apatia; cansaço; sentimento de culpa e baixa auto-estima; dificuldade de concentração e de decisão; pensamentos recorrentes sobre <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> ou tentativa de suicídio.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Então, qual é a diferença entre tristeza e <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> –Ficamos naturalmente tristes pelas perdas do dia-a-dia, como de um <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>oso, de um emprego, de uma notícia de que seu estado de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> não é bom. Ou quando há condições e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>antes – como a pobreza – ou relações sociais em que se sofrem abusos, como os de poder. São situações ruins, mas sofrê-las não significa que algo esteja errado. É diferente da <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>, que surge sem razão específica. Não precisa ter acontecido algo terrível para surgir a <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>, que tem características biológicas. Ainda assim, a maior diferença não é o que acontece no cérebro. É o que ocorre dentro do contexto social. É dar à tristeza o ar de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Depois de quanto tempo a tristeza passa a ser um quadro preocupante? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Não existe uma linha divisória definida. Podemos dizer que se uma tristeza dura mais de dois meses algo pode estar errado. Mas não significa que não tenha solução. O que importa é que estão tratando quem levou um fora do n<a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>ado e não consegue se concentrar, <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mir ou comer direito da mesma maneira que a alguém com sintomas que persistem por longos períodos. Ficar na fossa quando um n<a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>o acaba é a resposta natural a um e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e, e não um distúrbio mental.</p>
<p><strong>ÉPOCA – A tristeza pode ser boa? O que podemos aprender com ela? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Uma situação dolorosa nunca é boa. A tristeza que envolve a perda pela <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> de alguém que foi importante para nós é dura e custa a passar. Por outro lado, a perda do emprego e o fim de um <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>oso são circunstâncias que nos fazem parar para pensar. Revemos defeitos, analisamos conseqüências de nossos atos. Isso ajuda a encontrar equilíbrio na hora de começar de novo. A pessoa ganha maturidade.</p>
<p><strong>ÉPOCA – O sentimento de perda provocado pela <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> de alguém que amamos é <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Não. É uma situação pesada. Mas a perda pela <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> também faz p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da vida. Todos vamos perder pessoas queridas, e todos vamos <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a>.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Como superar as fases mais complicadas? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – O melhor a fazer é conversar com pessoas próximas. Falar com amigos e parentes. Procurar o apoio de quem nos conhece é o remédio ideal. A terapia também pode ajudar. Especialmente nos casos em que a tristeza se prolonga.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Desde quando a tristeza passou a ser medicada como <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Desde 1980, quando a Associação Americana de Psiquiatria lançou uma nova versão do manual de diagnósticos, que hoje está na quarta versão. O diagnóstico para distúrbios mentais se tornou generalista. Se alguém apresentar cinco sintomas daquela lista, é depressivo. Mas os médicos não se preocupam em questionar as circunstâncias.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Qual é a responsabilidade dos médicos nesse cenário? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Os médicos deixaram de considerar em que contexto esses sintomas surgem. Sei que no fundo é difícil para eles investigar as causas da tristeza, porque gastam no máximo 15 minutos com um paciente. É um contato muito breve – e fica mais fácil receitar uma pílula. Nem sempre é o que acreditam ser o melhor. Mas eles são pressionados pelo sistema de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> – especialmente nos Estados Unidos – a não se prolongar em consultas. Os médicos estão falhando. Mas existem razões para essa falha.</p>
<p><strong>ÉPOCA – E o paciente? Tem culpa? </strong></p>
<p><strong>Horwitz </strong>– Sim. Os médicos também cedem àquilo que o paciente deseja. Eles receitam o que o paciente pede quando chega ao consultório. Se não há evidências de que o paciente realmente sofre de algum transtorno, é uma atitude irresponsável.</p>
<p><strong>ÉPOCA – O que é mais grave: tomar antidepressivos sem precisar ou ter uma <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> não tratada? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Alguém com <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> realmente precisa de tratamento. A intenção de nosso livro não é dizer que pessoas com problemas reais não devam ser tratadas da forma adequada, com <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a>. Mas nos últimos anos ficou claro que consumir antidepressivos sem necessidade é um perigo. As duas situações são alarmantes.</p>
<p><strong>ÉPOCA – A indústria farmacêutica colaborou para essa cultura de tratar a tristeza com medicamentos? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – A indústria farmacêutica ganha muito dinheiro com antidepressivos. Promove esses produtos com anúncios mostrando pessoas felizes, que superaram seus problemas ao engolir uma pílula. É uma cena comum apresentada na publicidade. São casais, pais e filhos em situações do cotidiano, da família, do trabalho, que estão bem graças a um remédio. É um marketing poderoso e perigoso.</p>
<p>&gt;&gt; A Revista, na sua versão online, discute este tema em seu <a href="/category/blog/" title="View all posts filed under blog">blog</a>:</p>
<p>http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=388005</p>
<p>http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=388006</p>
<p>http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=391483</p>
<p>http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=391815</p>
<p>http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=391994</p>
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		<title>Erva brasileira tem eficácia contra hipertensão comprovada em laboratório</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 12:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Uma planta brasileira, usada popularmente contra várias doenças e como ingrediente de refrigerantes (Mineirinho e Mate Couro), pode ser eficaz contra hipertensão. Cientistas do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) descobriram que o extrato do chapéu-de-couro (Echinodorus grandiflorus) é vasodilatador.
A pesquisa de etnofarmacologia (ciência que estuda o uso popular de plantas) começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/echinodorus-grandiflorus.jpeg" title="echinodorus-grandiflorus.jpeg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/echinodorus-grandiflorus.jpeg" alt="echinodorus-grandiflorus.jpeg" /></a></p>
<p>Uma planta brasileira, usada popularmente contra várias <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s e como ingrediente de refrigerantes (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mineirinho_(refrigerante)">Mineirinho</a> e <a href="http://www.matecouro.com.br/">Mate Couro</a>), pode ser eficaz contra hipertensão. Cientistas do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) descobriram que o extrato do chapéu-de-couro (Echino<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>us grandiflorus) é vasodilata<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>.<br />
A pesquisa de etnofarmacologia (ciência que estuda o uso popular de plantas) começou há quatro anos e mostrou a ação farmacológica da planta, típica de lugares pantanosos e comum nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Na primeira fase, foi confirmado in vitro o efeito vasodilata<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> do extrato bruto da erva em artérias de coelhos. Essa comprovação levou os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es a analisar o poder vasodilata<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> da chapéu-de-couro no tratamento crônico de ratos hipertensos. Os cientistas constataram um efeito semelhante ao de medicamentos indicados contra a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>.<br />
- O extrato teve ação anti-hipertensiva em animais, em laboratório. Usamos o extrato bruto, sem purificação. O próximo passo é fazer a avaliação toxicológica da chapéu-de-couro. Mas isso depende de novas pesquisas, que exigem investimento &#8211; diz o médico e farmacologista Eduardo Tibiriçá, chefe do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do IOC.</p>
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		<title>&#8220;Não confie nos laboratórios&#8221; &#8211; O ex-executivo da Pfizer diz que as práticas da indústria farmacêutica são ilegais e antiéticas</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/07/31/nao-confie-nos-laboratorios-o-ex-executivo-da-pfizer-diz-que-as-praticas-da-industria-farmaceutica-sao-ilegais-e-antieticas/</link>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 00:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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&#62;&#62; Esta semana, a revista Época publica uma brilhante e elucidativa entrevista sobre como agem e o que buscam as indústrias farmacêuticas. Isto é o que está por trás de muitos ataques que a Homeopatia e as farmácias de manipulação recebem através da grande imprensa e do órgão governamental (ANVISA &#8211; Agência Nacional de Vigilância [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/07/01122988300.jpg" /></p>
<p>&gt;&gt; Esta semana, a <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG78228-8055-480,00.html">revista Época publica uma brilhante e elucidativa entrevista</a> sobre como agem e o que buscam as indústrias farmacêuticas. Isto é o que está por trás de muitos ataques que a Homeopatia e as farmácias de manipulação recebem através da grande imprensa e do órgão governamental (ANVISA &#8211; Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que deveria zelar pela sua <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> antes de zelar pelos interesses financeiros dos gigantes da indústria farmacêutica. Leia com muita atenção esta entrevista, pois cada parágrafo mostra detalhes que o público em geral deveria desconhecer.</p>
<p>A entrevista foi concedida a Suzane Frutuoso:</p>
<p>Escritor sueco Peter Rost tornou-se o pesadelo da indústria farmacêutica. Ele foi demitido do cargo de vice-presidente de Marketing da Pfizer em dezembro de 2005, depois de acusar a companhia de promover de forma ilegal o uso de genotropin, um hormônio do crescimento. A substância era vendida como um potente remédio contra rugas. A empresa teria faturado US$ 50 milhões com o produto em 2002. No fim da década de 90, quando era diretor da Wyeth na Suécia, Rost denunciou também uma fraude na companhia: sonegação de impostos. Ele diz que agora se dedica a escrever o que sabe contra a indústria em seu <a href="/category/blog/" title="View all posts filed under blog">blog</a> e em livros. No começo do ano que vem, ele lançará <em>Killer Drug</em> (Remédio Assassino), história de ficção em que um laboratório desenvolve armas biológicas e contrata assassinos para atingir seus objetivos. “Mas eu diria que boa p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> é baseada em fatos reais”, afirma.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – O senhor comprou uma briga grande&#8230;<br />
<strong>Peter Rost</strong> – Eu não. A diretoria da Pfizer é que começou a briga. Eu fazia meu trabalho. Certa vez, presenciei uma ação ilegal e cheguei a questioná-la. Fui ignorado. Quando falei o que sabia, eles me demitiram.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Depois das denúncias, houve algum tipo de ameaça?<br />
<strong>Rost</strong> – Há cerca de um mês recebi uma, de um empresário indiano ligado ao setor. Ele disse que daria um jeito de acabar comigo. Nunca recebi ameaças das companhias. Elas são espertas demais para se expor desse jeito.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Como a indústria farmacêutica se tornou tão poderosa?<br />
<strong>Rost</strong> – Eles ganham muito dinheiro, cerca de US$ 500 bilhões ao ano. E podem comprar a todos. Os laboratórios se tornaram donos da Casa Branca. O governo americano chega a negociar com os países pobres em nome deles. Como isso é feito? Os Estados Unidos pressionam esses países para que aceitem patentes além do prazo permitido (15 anos em média). Quando a patente se estende, os países demoram mais para ter acesso ao medicamento mais barato. E, se as nações pobres não aceitam a medida dos americanos, correm o risco de sofrer retaliação e de nem receber os medicamentos. Essa atitude é o equivalente a um assassinato em massa. Pessoas que dependem dos <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> para sobreviver, como os soropositivos, poderão <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a> se o país não se sujeitar a esse esquema.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – O Brasil quebrou a patente do medicamento Efavirenz, da Merck Sharp &amp; Dohme, usado no tratamento contra a aids. O governo brasileiro acertou?<br />
<strong>Rost</strong> – Sim. O governo brasileiro não tinha escolha. Ele tem obrigação com os cidadãos do país, não com as corporações internacionais preocupadas com lucro. O que é menos letal? Permitir que a população morra porque não tem acesso a um remédio ou quebrar uma patente? Para mim, é quebrar a patente. A lei de patente foi justamente estabelecida para incentivar a criação de medicamentos. Seria uma garantia para que os laboratórios tivessem lucro por um bom tempo e uma vantagem em troca de todo o dinheiro empregado durante anos no <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> de uma droga. Mas, se bilhões de pessoas estão sem tratamento, porque as patentes estão sendo prolongadas e os medicamentos continuam caros, há sinais de que a lei não funciona. Ela foi feita para ajudar, não para matar.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – As práticas de venda da indústria farmacêutica colocam em risco a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> da população mundial?<br />
<strong>Rost</strong> – Não tenha dúvida. Basta lembrar o caso do Vioxx, antiinflamatório da Merck Sharp &amp; Dohme retirado do mercado em 2004 por causar ataque cardíaco em milhares de pessoas pelo mundo.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Então, não podemos mais confiar nos laboratórios?<br />
<strong>Rost</strong>– Não, não podemos confiar. A preocupação principal deles é ganhar dinheiro. As pessoas têm de se conscientizar disso. Cobrar posições claras de seus médicos, que também não são confiáveis, pois seguem as regras da indústria. Eles receitam o remédio do laboratório que lhes dá mais vantagens, como presentes ou viagens. É uma situação difícil para o paciente. Por isso, é importante ter a opinião de mais de um médico sobre uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. E checar se ele é ligado à indústria. Como saber? Verifique quantos brindes de laboratório ele tem no consultório. Se houver mais de cinco, é mau sinal.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Os laboratórios são acusados de ganhar dinheiro ao lançar <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> com os mesmos efeitos de outros já no mercado. O senhor concorda com essas acusações?<br />
<strong>Rost</strong> – Sim. Eles desenvolvem <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> parecidas com as que já estão à venda. Não necessariamente são as mesmas substâncias químicas. No geral, são as que apresentam os mesmos efeitos colaterais. É por isso que existem dezenas de antiinflamatórios e de antidepressivos. É muito fácil criar um remédio quando já se conhecem os resultados e as desvantagens para o paciente. O risco de falha e de perder dinheiro é muito baixo. Os laboratórios não estão pensando no benefício do paciente. É pura concorrência.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – É por isso que não se investe em tratamentos para <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s como a malária, mais comuns em países pobres?<br />
<strong>Rost</strong> – Não há interesse em desenvolver medicamentos que possam acabar com <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s conhecidas há décadas. Os países pobres não podem pagar essa conta. O Brasil é visto pela indústria farmacêutica internacional como um mercado pequeno. Ela se baseia em dados de que apenas 10% dos brasileiros têm condições de pagar por medicamentos. Para eles, esse número não significa nada.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Segundo uma teoria, os laboratórios “criam” <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s para vender medicamentos. Isso é real?<br />
<strong>Rost</strong> – É o caso da menopausa. Sei que as mulheres passam por problemas nesse período da vida. Mas não classifico a menopausa como <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. As mulheres usam medicamentos com estrógeno para amenizar calores e melhorar a elasticidade da pele. Os laboratórios se aproveitaram dessas reações naturais da menopausa e as classificaram como graves. Quando as mulheres tomam os <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a>, sofrem infarto como efeito colateral.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – As práticas ilegais da indústria farmacêutica são piores que as de outros setores, como o de tecnologia?<br />
<strong>Rost</strong> – Sim, porque os laboratórios lidam com vida e <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a>. Você não vai <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a> se a televisão ou o DVD não funcionarem direito.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Não devemos levar em consideração que, hoje, graças à pesquisa dos laboratórios, foi descoberta a cura para várias <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s e há maior qualidade de vida?<br />
<strong>Rost</strong> – Claro que sim. Os laboratórios fizeram muita coisa boa. Em troca de muito dinheiro.</p>
<p><span class="textoVermelho"><strong>QUEM É PETER ROST</strong></span><strong><br />
</strong>Médico, ex-vice-presidente de Marketing da Pfizer. Demitido por denunciar práticas ilegais do laboratório. Ganhou US$ 35 milhões no processo contra a empresa<br />
<strong>VIDA PESSOAL</strong><br />
Casado e pai de dois filhos, nasceu na Suécia e mora nos Estados Unidos<br />
<strong><span class="textoVermelho">O QUE PUBLICOU</span><br />
</strong><em>The Whistleblower: Confessions of a Healthcare Hitman</em> (O Denunciante: Confissões de um Combatente do Sistema de Saúde), lançado em 2006 nos EUA e inédito no Brasil</p>
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		<title>Plantas Medicinais</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/07/23/plantas-medicinais/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Jul 2007 19:21:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[ervas medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[fitoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
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		<category><![CDATA[medicina natural]]></category>
		<category><![CDATA[plantas medicinais]]></category>
		<category><![CDATA[remédios]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[
Plantas Medicinais
(Moacyr Pezati Rigueiro)
&#160;
Plantas medicinais são aquelas que podem ser usadas no tratamento ou na prevenção de doenças. Toda planta medicinal tem no mínimo um princípio ativo, que é a substância responsável pelo efeito curativo. É interessante notar que para o efeito medicinal existir, deve estar presente o princípio ativo, mas é também muito importante [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/07/camomila_flor_253x142.jpg" title="camomila_flor_253x142.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/07/camomila_flor_253x142.jpg" alt="camomila_flor_253x142.jpg" /></a></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">Plantas Medicinais</font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt">(<font face="Times New Roman, serif"><font size="4">Moacyr Pezati Rigueiro)</font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt">&nbsp;</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">Plantas <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>is são aquelas que podem <font face="Times New Roman, serif"><font size="4">ser usadas no tratamento ou na <a href="/category/prevencao/" title="View all posts filed under prevenção">prevenção</a> de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s. Toda planta <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>l tem no mínimo um princípio ativo, que é a substância responsável pelo efeito curativo. É interessante notar que para o efeito <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>l existir, deve estar presente o princípio ativo, mas é também muito importante o que se chama de fitocomplexo. Fitocomplexo é o conjunto de todas as substâncias presentes na planta (<a href="/category/vitaminas/" title="View all posts filed under vitaminas">vitaminas</a>, sais minerais, resinas etc.), e que agem juntamente com o princípio ativo, melhorando o efeito. A explicação para essa melhora do efeito é que as demais substâncias podem facilitar a absorção e o aproveitamento do princípio ativo pelo organismo.</font></font></font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">Por isso, no tratamento com plantas <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>is <font face="Times New Roman, serif"><font size="4">tudo deve ser feito para preservar ao máximo o fitocomplexo. Assim, algumas plantas não podem ser fervidas, outras só podem ser colhidas em algumas épocas do ano, de outras só se usam as flores e assim por diante, sempre de maneira a não se perder o fitocomplexo ou de aproveitá-lo da melhor forma possível.</font></font></font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">É curioso saber que a palavra droga (sinônimo de remédio ou <font face="Times New Roman, serif"><font size="4">medicamento) quer dizer &#8220;erva seca&#8221; e daí o nome de drogaria; na verdade, muitos dos <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> tradicionais (alopáticos) são retirados de plantas.</font></font></font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">Apesar do homem usar plantas <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>is <font face="Times New Roman, serif"><font size="4">desde milhares de anos antes de Cristo e muitas delas serem conhecidas no mundo todo, ainda há uma enorme quantidade de plantas sobre as quais a Medicina sabe muito pouco ou mesmo nada conhece; algumas são usadas por índios e camponeses e, futuramente, talvez o tratamento para muitas <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s hoje incuráveis venha dessas plantas.</font></font></font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">Mas&#8230; as plantas podem realmente curar <font face="Times New Roman, serif"><font size="4"><a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s?</font></font></font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">Nenhum médico duvida que sim. Pois, apesar de todo o progresso da <font face="Times New Roman, serif"><font size="4"><a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>, atualmente ainda uma série de medicamentos muito importantes são extraídos ou derivados de substâncias retiradas de plantas. Os exemplos são numerosos: a morfina, um dos mais poderosos <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> contra a <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>, é extraída da papoula (Papaver somniferum; a atropina, muito usada contra cólicas, é retirada da beladona (Atropa</font></font></font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">belladonna); a digitalina, que é um tônico para o <font face="Times New Roman, serif"><font size="4">coração, é encontrada na dedaleira (Digitalis purpurea); a aspirina, um derivado do ácido saliclico encontrado no salgueiro ou chorão (Salix babylonica). Até mesmo a penicilina, um dos antibióticos mais usados,</font></font></font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">é produzida naturalmente por fungos do gênero penicillium; os fungos são primos dos vegetais como as plantas mais conhecidas e são representados pelos cogumelos, pelos vários tipos de mofos ou bolores e pelos levedos (fermentos) do pão e da cerveja, por exemplo. Alguns fungos podem causar <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s nas plantas, nos animais e no homem.</font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">Qual é então a diferença entre o tratamento <font face="Times New Roman, serif"><font size="4">tradicional da Medicina (alopatia) e o tratamento com plantas?</font></font></font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">A diferença é que a Medicina Alopática, depois de descobrir o princípio ativo de <font face="Times New Roman, serif"><font size="4">uma planta, extrai e purifica esse princípio ou até mesmo consegue passar a produzi-lo em laboratórios com técnicas cada vez mais sofisticadas, de modo que dispõe da droga pura, sabendo exatamente, por exemplo, quantos gramas do princípio ativo existem num comprimido ou numa medida de xarope. Estudando então esse princípio ativo em</font></font></font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">laboratórios, em milhares de testes com animais, pode saber muito bem <font face="Times New Roman, serif"><font size="4">qual a dose ideal para o efeito desejado, se a droga tem alguma contra-indicação (que perigos pode apresentar), quais são os efeitos colaterais e mesmo qual a dose letal ou seja, a dose que pode causar a <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> por envenenamento.</font></font></font></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0pt" align="left"><font face="Times New Roman, serif"><font size="4">Com as plantas é mais difícil saber exatamente esses detalhes todos, pois ocorrem variações no teor do princípio ativo de acordo com a quantidade de sol, de água e de cuidados que a planta recebe. É comum no mesmo pomar, por exemplo, uma laranjeira dar laranjas maiores e mais doces que outra distante dela apenas alguns metros. Mas ser diferente não significa ser pior ou melhor&#8230;</font></font></p>
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		<title>Homens não são ratos</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jul 2007 07:57:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[homeopatia]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
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		<description><![CDATA[
A revista médica British Medical Journal publicou em sua edição de 15 de dezembro  um artigo que mostra diferenças entre os resultados de experimentos com medicamentos em ratos e humanos. Em alguns dos medicamentos testados o efeito em homens foi oposto ao obtido em ratos.
Enquanto isso, um dos pilares da HOMEOPATIA é experimentar os medicamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.files.wordpress.com/2007/03/cm12_man_or_mouse.jpg" title="cm12_man_or_mouse.jpg"><img src="http://saudealternativa.files.wordpress.com/2007/03/cm12_man_or_mouse.jpg" alt="cm12_man_or_mouse.jpg" /></a></p>
<p>A revista médica British Medical Journal publicou em sua <a href="http://http://www.bmj.com/cgi/content/abstract/bmj.39048.407928.BEv1?maxtoshow=&amp;HITS=10&amp;hits=10&amp;RESULTFORMAT=&amp;fulltext=animal+experiment&amp;andorexactfulltext=and&amp;searchid=1&amp;FIRSTINDEX=0&amp;sortspec=relevance&amp;resourcetype=HWCIT ">edição de 15 de dezembro  </a>um artigo que mostra diferenças entre os resultados de experimentos com medicamentos em ratos e humanos. Em alguns dos medicamentos testados o efeito em homens foi oposto ao obtido em ratos.<br />
Enquanto isso, um dos pilares da HOMEOPATIA é experimentar os medicamentos em pessoas saudáveis. Funciona assim: um grupo de pessoas saudáveis toma um remédio durante um prazo e observa e anota tudo de diferente naquele período. Depois os resultados de todos são comparados e anotados os resultados similares. Com isso, ficamos conhecendo o efeito que aquela substância pode causar numa pessoa. E como o princípio da HOMEOPATIA é “Curar o semelhante pelo semelhante”, quando alguma pessoa doente apresenta aqueles sintomas da substância, esta substância será capaz de curar sua <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. Esta é uma diferença radical da HOMEOPATIA em relação à alopatia!</p>
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		<title>Saúde Alternativa É Direito de Todos</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2007 18:40:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crenoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[ervas medicinais]]></category>
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		<category><![CDATA[homeopatia]]></category>
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		<category><![CDATA[medicina antroposófica]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[O Ministério da Saúde, instituiu em 2003 um grupo de trabalho para estudar a implantação no SUS de práticas integrativas e complementares, traduzindo, medicina “alternativa”. Este grupo elaborou propostas que se tornaram leis (Portarias Ministeriais nº 971 em 3 de maio de 2006 e nº 1600 em 17 de julho de 2006). Estas práticas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0pt" class="western">O Ministério da Saúde, instituiu em 2003 um grupo de trabalho para estudar a implantação no SUS de práticas integrativas e complementares, traduzindo, <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> “alternativa”. Este grupo elaborou propostas que se tornaram leis (Portarias Ministeriais nº 971 em 3 de maio de 2006 e nº 1600 em 17 de julho de 2006). Estas práticas que fazem p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da chamada PNPIC (Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS) são: HOMEOPATIA, MEDICINA TRADICIONAL CHINESA – ACUPUNTURA, MEDICINA ANTROPOSÓFICA, PLANTAS MEDICINAIS – FITOTERAPIA e CRENOTERAPIA – TERMALISMO (tratamento com águas <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>is).</p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western">Ótima notícia, não é?</p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western">A má notícia é que nas Portarias Ministeriais citadas não há referência a fontes de re<a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>s (o dinheiro para pagar os profissionais) nem critérios para tirar do papel e tornar realidade. Ou seja, falta a Regulamentação da PNPIC.</p>
<p style="margin-bottom: 0pt" class="western">Por isto, precisamos nos unir para defender a <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> “alternativa”, e um passo fácil e ao alcance de todos é assinar um abaixo-assinado que circula na internet no endereço <a href="http://www.semelhante.org.br/10_abaixoassinado_02_formulario_01_form.asp" title="Abaixo-assinado">http://www.semelhante.org.br/10_abaixoassinado_02_formulario_01_form.asp</a> e encontra-se disponível em diversas farmácias homeopáticas, pedindo a Regulamentação Já. Participe, fale com seus familiares e amigos, divulgue o máximo possível. Vamos democratizar a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> alternativa!</p>
<p><!--adsense--></p>
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