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	<title>Saúde Alternativa &#187; medicina</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>Marcelo Guerra</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 13:04:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Sou Médico, comecei a carreira como Psicanalista e depois enveredei pela Homeopatia, que permitiu um entendimento integral do ser humano, como corpo e mente juntos, e não como um ser formado de duas partes que estão sempre em luta. Através da Homeopatia, cheguei à Antroposofia, na qual a Terapia Biográfica é baseada, e aí encontrei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img src="http://marceloguerra.com.br/wp-content/uploads/2008/05/img_7147-300x225.jpg" alt="Marcelo Guerra, médico" width="300" height="225" /></p>
<p>Sou Médico, comecei a carreira como Psicanalista e depois enveredei pela Homeopatia, que permitiu um entendimento integral do ser humano, como corpo e mente juntos, e não como um ser formado de duas p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>s que estão sempre em luta. Através da Homeopatia, cheguei à Antroposofia, na qual a Terapia Biográfica é baseada, e aí encontrei respostas para a questão do sentido na vida do ser humano. Outras fontes que estudo para a compreensão do sentido são os textos de Viktor Frankl, Carl Gustav Jung, Leonardo Boff e Joseph Campbell, autores que trouxeram uma nova luz para a Psicoterapia.  Endereços de Atendimento:  Homeopatia, Acupuntura e Terapia Biográfica  Praça Baltazar da Silveira, 20/ sala 104 (Clínica de Tratamento Natural)  Centro &#8211; Teresópolis &#8211; RJ  Tel: (21)2742-5940  Homeopatia e Acupuntura  Praça Marcílio Dias, 56, Paissandu &#8211; Nova Friburgo &#8211; RJ  Tel: (22)2523-9342  Terapia Biográfica  Rua Ernesto Brasílio, 14, sala 408 &#8211; Centro &#8211; Nova Friburgo &#8211; RJ  Tel: (22)8112-4983</p>
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		<title>A medicina da alma</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/03/17/a-medicina-da-alma/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 Mar 2008 15:55:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[medicina]]></category>
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Os cientistas já admitem que as práticas
espirituais fazem bem à saúde





Celina Côrtes, Cilene Pereira e Mônica                    Tarantino, Revista IstoÉ 01/06/2005



Não importa o nome do deus ou se há deus. O fato      [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<table id="normal" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="100%">
<tr>
<td>
<olho>Os cientistas já admitem que as práticas<br />
espirituais fazem bem à <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a></olho></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://www.terra.com.br/istoe/imagens/1px_invisivel.gif" height="5" width="1" /></td>
</tr>
<tr>
<td class="preto_peq">Celina Côrtes, Cilene Pereira e Mônica                    Tarantino, Revista IstoÉ 01/06/2005</td>
</tr>
</table>
<p style="text-align: center"><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/03/capa_fe_01.jpg" title="capa_fe_01.jpg"><img src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/03/capa_fe_01.jpg" alt="capa_fe_01.jpg" /></a></p>
<p>Não importa o nome do deus ou se há deus. O fato                é que a <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> começa a incluir cada vez mais em                suas práticas o instrumento da espiritualidade no cuidado                com os pacientes. Isso significa usar a favor do doente sua crença                em uma <a href="/category/religiao/" title="View all posts filed under religião">religião</a> ou sua busca de aprimoramento espiritual                por meio de outros caminhos que não os religiosos. O tema,                que sempre incomodou os homens da ciência, também começa                a ganhar destaque na literatura científica, em eventos médicos                e nas escolas de <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>.</p>
<p>Esse fenômeno é resultado de várias circunstâncias. Uma delas diz respeito à demanda dos próprios pacientes por um tratamento que contemple sua <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> em dimensões mais amplas. Eles querem ter seu lado espiritual respeitado e incluído nas terapias. Um estudo da Universidade de Ohio (EUA) feito no ano passado com 798 pessoas deixa esse anseio patente. Segundo o trabalho, cerca de 85% dos voluntários gostariam de discutir sua fé com o médico e 65% deles esperavam compreensão desse desejo por p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dos doutores.</p>
<p>Outra razão que explica o crescimento da importância do assunto está ancorada na observação clínica dos efeitos positivos da espiritualidade. Já são muitos os médicos que fazem essa constatação no dia a dia. O oncologista Riad Yunes, do Hospital do Câncer de São Paulo, é um deles. “Os pacientes que têm religiosidade parecem suportar mais as <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es e o tratamento. Também lidam melhor com a idéia da <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a>”, observa.</p>
<p>Esse tipo de informação já aparece em diversas                pesquisas. Muitas estão sendo feitas sob a batuta do médico                Harold Koenig, da Universidade de Duke (EUA). Entre seus achados                estão resultados interessantes. Pessoas que adotam práticas                religiosas ou mantêm alguma espiritualidade apresentam 40%                menos chance de sofrer de hipertensão, têm um sistema                de defesa mais forte, são menos hospitalizadas, se recuperam                mais rápido e tendem a sofrer menos de <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> quando                se encontram debilitadas por enfermidades. “Hoje há                muitas evidências científicas de que a fé e                métodos como a oração e <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a>                ajudam os indivíduos”, afirma Thomas McCormick, do                Departamento de História e Ética Médica da                Universidade de Washington (EUA).</p>
<p>Estimulados por essa realidade, os cientistas procuram respostas que elucidem de que modo esse sentimento interfere na manutenção ou recuperação da <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>. Há algumas explicações. Uma delas se baseia numa verdade óbvia: a de que quem cultiva a espiritualidade tende a ter uma vida mais saudável. “Os estudos comprovam que a religiosidade proporciona menos <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a>s auto-destrutivos como suicídio, abuso de <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> e álcool, menos <a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a> e mais satisfação. A sensação de pertencer a um grupo social e compartilhar as dificuldades também contribuiria para manter o paciente amparado, com melhor qualidade de vida”, explica o psiquiatra Alexander Almeida, do Núcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p>Para os cientistas, essa explicação é só o começo. O que se quer saber é o que se passa na intimidade do organismo quando as pessoas oram, lêem textos sagrados e qual o impacto disso na capacidade de se defender das <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s. Embora não existam estudos conclusivos, acredita-se que esse plus esteja relacionado a mudanças produzidas pela fé na bioquímica do cérebro. “Setores do sistema nervoso relacionados à percepção, à imunidade e às emoções são alteráveis por meio das crenças e significados atribuídos aos fatos, entre outros fatores. Assim, um indivíduo religioso tem condições de atribuir significados elevados ao seu sofrimento físico e padecer menos do que um ateu ou agnóstico”, explica o psicólogo e clínico João Figueiró, do Centro Multidisciplinar da Dor do Hospital das Clínicas (HC/SP).</p>
<p>Para aprofundar as investigações, está surgindo                até um novo campo de conhecimento, chamado de neuroteologia.                Trata-se de uma área de pesquisa dedicada ao estudo da resposta                das regiões cerebrais em face da fé e da espiritualidade.                Um dos pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es da área é o neurocirurgião                Raul Marino Jr., chefe do setor de neurocirurgia do Hospital das                Clínicas de São Paulo. Em julho, ele lançará                um livro dedicado ao estudo dessas reações (<em>A                <a href="/category/religiao/" title="View all posts filed under religião">religião</a> do cérebro</em>, Ed. Gente). “Práticas                como a prece, a <a href="/category/meditacao/" title="View all posts filed under meditação">meditação</a> e a contemplação                modificam a produção de substâncias do cérebro                que têm atuação em locais como o sistema límbico,                envolvido no processamento das emoções”, garante                o especialista. Marino reuniu estudos feitos com aparelhos de ressonância                magnética, PET/Scan (equipamento de imagem de última                geração) e dezenas de trabalhos mostrando as modificações                no cérebro.</p>
<p><strong>Médiuns –</strong> A abrangência dos                estudos também está aumentando. Se antes a maioria                das pesquisas estudava populações protestantes, católicas                e adeptos do judaísmo, agora começam a surgir trabalhos                com praticantes de outras religiões. O psiquiatra Almeida,                da USP, verificou a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> mental de 115 médiuns espíritas.                Descobriu que a incidência de transtornos como ansiedade e                <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> nessa população fica em<br />
torno de 8%, um porcentual menor do que a<br />
estimativa encontrada na população em geral,<br />
de 15% de incidência.</p>
<p>Todo esse movimento está levando muitas escolas de <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>                a abrir espaço para debate. De acordo com um trabalho da                Universidade de Yale (EUA) publicado no <em>Jornal da Associação                Médica Americana</em> (Jama), em 1994 apenas 17 faculdades                americanas ofereciam <a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>s sobre <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> e espiritualidade. Em                2004, já eram 84 instituições. No Brasil, a                Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará inaugurou,                também no ano passado, um <a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a> opcional de 20 horas. Cem                alunos já cursaram a disciplina. “A mudança                está ligada a uma nova abordagem da escola médica,                focada na humanização do <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> do médico                com o paciente”, diz a cria<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a da disciplina, a professora                de histologia e embriologia humana Eliane Oliveira.</p>
<p>Aos poucos, essa modificação começa a se desenhar nos hospitais brasileiros. Um dos médicos que fazem questão de estimular a prática da espiritualidade em seus pacientes é Eymard Mourão Vasconcelos, da Universidade Federal da Paraíba e com pós-doutorado em espiritualidade e <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> pela Fundação Oswaldo Cruz. Para ele, não restam dúvidas quanto ao poder da fé na recuperação dos doentes. “É preciso despertar a garra em porta<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es de enfermidades. Isso não se faz com conhecimento técnico, mas mexendo com a emoção profunda da espiritualidade”, frisa. Outro que usa a ferramenta da fé é o cirurgião oncológico Paulo Cesar Fructoso, do Rio de Janeiro, integrante da Sociedade Brasileira de Cancerologia. “Mas nenhum tratamento médico deve ser interrompido”, ressalta.</p>
<p><strong>Risco – </strong>O médico toca em um ponto importantíssimo. Quando a religiosidade toma o lugar da <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>, as coisas se complicam. Quem leva a fé a ferro e fogo e decide depositar tudo nas mãos de Deus corre o sério risco de perder a vida. Um estudo feito pelo médico Riad Yunes com três mil pacientes de câncer de mama no Hospital do Câncer de São Paulo mostra o quanto essa possibilidade é real. Segundo o trabalho, 20% das mulheres preferiram fazer tratamentos espirituais antes de se submeter à cirurgia e tomar os medicamentos indicados pelos médicos. “Quando voltaram ao hospital, três ou quatro meses depois, os tumores tinham dobrado de tamanho”, diz Yunes. Como se vê, o equilíbrio entre as necessidades da alma e as do corpo é um dos segredos de uma boa <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>. É o que busca, por exemplo, a atriz Lucélia Santos, 47 anos. “O <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> espiritual me traz harmonia. A <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> do organismo e do espírito andam juntas”, diz.</p>
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		<title>De que medicina necessitamos?</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/01/30/de-que-medicina-necessitamos/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 17:24:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[homeopatia]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Hylton Sarcinelli Luz em 22/1/2008
Certamente, a grande maioria dos cidadãos do mundo não leu nem lerá o  editorial da revista científica The Lancet (Vol 366 August 27, 2005), uma  vez que a publicação é principalmente dirigida aos médicos e pesquisadores  interessados na área da saúde.
Trata-se do editorial intitulado &#8220;O fim da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span class="art_autor">Por Hylton Sarcinelli Luz em 22/1/2008</span></p>
<p><span class="art_texto">Certamente, a grande maioria dos cidadãos do mundo não leu nem lerá o  editorial da revista científica <em>The Lancet</em> (Vol 366 August 27, 2005), uma  vez que a publicação é principalmente dirigida aos médicos e pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es  interessados na área da <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>.</p>
<p>Trata-se do editorial intitulado &#8220;O fim da Homeopatia&#8221; que afirma, entre  outras declarações negativas, que a Homeopatia não tem fundamentos científicos.  Argumentações como essas são perigosas e necessitam ser esclarecidas, uma vez  que foram revividas pelo colunista Rogério Tuma, da revista <em>CartaCapital</em>  (n° 473, de 5/12/07), dirigida ao público leigo.</p>
<p>Ao requentar uma pauta de 2005 da <em>Lancet</em>, o colunista ignorou a  Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), editada em  2006 para o setor de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> do Brasil, que integra a Homeopatia, Acupuntura e  Fitoterapia às práticas do SUS. Também desconsiderou a informação pública e  notória que, há mais de 30 anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda  que os países inc<a href="/category/lua/" title="View all posts filed under lua">lua</a>m a Homeopatia em suas políticas de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>. Esta decisão  representa tanto um marco mundial para as políticas públicas de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> quanto à  consolidação do processo democrático na <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>. Neste último aspecto, destacamos  o respeito à liberdade de escolha terapêutica dos cidadãos, bem como o  compromisso com mecanismos decisórios que têm origem na participação da  sociedade.</p>
<p><strong>Alto custo</p>
<p></strong>O permanente questionamento acerca da cientificidade da Homeopatia, e dos  efeitos que produz na <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>, decorre de diferenças existentes nas concepções de  <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> de cada <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>. Qualquer parâmetro de medida só faz sentido quando  utilizado corretamente. O termômetro é um excelente instrumento para medir  temperatura, mas absolutamente ineficaz para medir distâncias. Este último fato,  constatável e consensual a todos, não o desqualifica como um instrumento  útil.</p>
<p>Assim, a maneira diversa como a Homeopatia observa a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>, razão de sua  abordagem individualizada, voltada para as expressões da vitalidade e do  sofrimento humano, implica obrigatoriamente parâmetros de observação e avaliação  que são particulares e não estão contemplados nos protocolos científicos da  <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> tecnológica.</p>
<p>Este fato não significa ausência de uma metodologia de investigação e  procedimentos precisos de intervenção, os quais são avaliados por parâmetros  justos, todos relacionados a uma concepção de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> que lhe é própria e que a  distingue de outras <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>s. O mesmo se dá com todas as Medicinas  Tradicionais, cada uma com sua lógica própria que constitui uma racionalidade  médica complexa, com seus próprios conceitos e parâmetros para orientar e  avaliar a efetividade de seus procedimentos.</p>
<p>Tanto o editor da <em>Lancet</em> quanto o colunista da <em>CartaCapital</em>  deixam claro, por meio de critérios duv<a href="/category/idosos/" title="View all posts filed under idosos">idosos</a>, que população erra quando escolhe  aquilo que não se enquadra nos cânones científicos que defendem.</p>
<p>Incluir as Medicinas Tradicionais, também conhecidas como Medicinas  Alternativas – ou, na nomenclatura adotada em nosso país, Medicinas Naturais – é  investir para que a diversidade das práticas de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>, que não dependem de  importação de insumos e tecnologia de alto custo, possam contribuir para  otimizar os re<a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>s, sempre limitados, para ampliar a assistência.</p>
<p><strong>Fosso social</p>
<p></strong>Estima-se que o investimento anual total em Medicinas Naturais, em todo o  mundo ocidental, nas áreas da pesquisa, formação de re<a href="/category/curso/" title="View all posts filed under curso">curso</a>s humanos e promoção,  não ultrapassa algumas centenas de milhares de dólares por ano. No entanto, em  Medicina Tecnológica são investidos muitos bilhões de dólares para os mesmos  fins.</p>
<p>Portanto, compete aos gestores públicos – e aos cidadãos que almejam por  justiça social – se posicionarem a favor de medidas que estabeleçam como  prioritário o investimento nas Medicinas Naturais, para que estas possam  alcançar o nível de <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> necessário para suprir, juntamente com as  demais formas de <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>s e práticas de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>, as necessidades dos países e do  mundo.</p>
<p>Será ainda possível conceber, como conduta em favor da humanidade,  <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a>s que contrariam a liberdade de escolha das populações? É evidente,  para todo o mundo que uma das causas da violência contemporânea é a justa  revolta contra a progressiva ampliação do fosso social e da exclusão de direitos  básicos que separam populações de uma mesma nação e de nações no mundo.</p>
<p></span></p>
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		<title>Falso homeopata é preso em Uberaba/MG</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/01/14/falso-homeopata-e-preso-em-uberabamg/</link>
		<comments>http://saudealternativa.org/2008/01/14/falso-homeopata-e-preso-em-uberabamg/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2008 16:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[homeopatia]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>

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		<description><![CDATA[
Numa ação coordenada pelo promotor de Justiça Carlos Varela, a Polícia Civil prendeu na noite de ontem o falso médico Leandro Conti Ribeiro, que estaria atendendo num consultório montado na rua Segismundo Mendes, 105, em pleno centro da cidade. Num trabalho de investigação da equipe da Delegacia de Combate ao Crime Organizado, o delegado Edson [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/01/images.jpg" title="images.jpg"><img src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/01/images.jpg" alt="images.jpg" /></a></p>
<p>Numa ação coordenada pelo promotor de Justiça Carlos Varela, a Polícia Civil prendeu na noite de ontem o falso médico Leandro Conti Ribeiro, que estaria atendendo num consultório montado na rua Segismundo Mendes, 105, em pleno centro da cidade. Num trabalho de investigação da equipe da Delegacia de Combate ao Crime Organizado, o delegado Edson Moraes deu voz de prisão em flagrante ao estelionatário quando fazia consulta de pacientes, inclusive prescrevendo medicamentos homeopáticos, conforme informação prestada ao Jornal da Manhã pelo delegado Edson Morais.  O representante do Ministério Público informou que a atuação de Leandro Ribeiro passou a ser investigada a partir de denúncias apresentadas àquela Promotoria.  No trabalho de investigação, um policial teria tentado marcar uma consulta, sendo informado que teria de pagar R$ 400. Mas um &#8220;paciente&#8221; que acabou arrolado como testemunha teria declarado que pagou R$ 180.  Conforme o delegado que presidiu a investigação, também foram localizados receituários em farmácias, prescritos pelo homem preso ontem. Outra providência da polícia foi consultar junto ao Conselho Federal de Medicina (CFM) e Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), constatando que Leandro Conti não possui registro profissional para exercício da profissão de médico.  Após receber voz de prisão, ele foi levado à delegacia de polícia, em ocorrência atendida pelo delegado Hércules Cardoso, que até o fechamento da edição ainda não tinha ratificado o flagrante.  O promotor Carlos Valera fez questão de acompanhar toda movimentação da polícia, adiantando que o falso médico deve responder pelos crimes de propaganda enganosa e exercício ilegal de profissão e até mesmo por estelionato.</p>
<p>Na delegacia de polícia, o advogado Washington Luís Gomes da Silva atuou na defesa do <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peito, onde também foi procurado pela reportagem. O profissional declarou que seu cliente nunca se apresentou como médico, mas sim como terapeuta, devidamente legalizado. Também negou que o mesmo emita receituário de medicamento alopático, indicando apenas produtos da <a href="/category/homeopatia/" title="View all posts filed under homeopatia">homeopatia</a>.  Demonstrando segurança, o mesmo advogado revelou ter havido outras ações contra seu cliente, a partir de 2003, garantindo que conseguiu o arquivamento de todas elas, sem que chegassem à ação penal.  Por sua vez, o promotor Valera entende que só o profissional médico pode receitar medicamento, seja alopático ou homeopático, como declarou ao JM.</p>
<p>Fonte: www.jmonline.com.br/?canais,1,08,189</p>
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		<title>Medicina é Arte</title>
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		<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 16:35:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
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No dia 30/10/2007 foi divulgada a notícia de que cientistas britânicos estão estudando a composição química dos fitoterápicos (remédios à base de plantas) chineses. A notícia foi saudada como uma grande revelação, como um aval para a sua utilização.
Ora, uma terapêutica em uso há mais de 2.000 anos, com sucesso no tratamento de bilhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2007/11/traditional_chinese_medicines___plant_extracts.jpg" title="traditional_chinese_medicines___plant_extracts.jpg"><img src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2007/11/traditional_chinese_medicines___plant_extracts.jpg" alt="traditional_chinese_medicines___plant_extracts.jpg" /></a></p>
<p>No dia 30/10/2007 foi divulgada a <a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2007/10/071029110308.htm">notícia</a> de que cientistas britânicos estão <a href="http://pubs.acs.org/cgi-bin/sample.cgi/jcisd8/asap/html/ci700155t.html">estudando</a> a composição química dos fitoterápicos (<a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> à base de plantas) chineses. A notícia foi saudada como uma grande revelação, como um aval para a sua utilização.</p>
<p>Ora, uma terapêutica em uso há mais de 2.000 anos, com sucesso no tratamento de bilhões de pessoas de precisa do aval de quem, cara pálida?</p>
<p>A mídia tende a confundir ciência com <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>. Isto é um engano! A <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> é uma <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> e, como tal, vale-se de conhecimentos científicos,diferentes técnicas e conhecimentos acumulados pela prática de grandes médicos através da história e transmitidos de geração para geração.</p>
<p>O ser humano é por demais complexo para enquadrar-se   ao saber científico sistematizado que, na história da humanidade, ainda engatinha. Muito do que se afirma científico hoje é baseado em hipóteses, que são apresentadas ao público leigo como verdades científicas.  Daí a constante mudança de posições da ciência, pois as hipóteses, uma vez testadas em milhões de pacientes, muitas vezes mostram-se inúteis ou perigosas (lembra-so do <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG66852-6014,00.html">Vioxx</a>?).</p>
<p>A busca aumentada por <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>s alternativas na atualidade é também fruto da pretensa &#8220;cientificidade&#8221; da <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> alopática. O uso de tecnologias cada vez mais sofisticadas e o tratamento impessoal que os médicos alopatas dispensam aos seus pacientes, geraram o desejo de uma atmosfera mais humana e compreensiva por p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dos médicos. E este desejo encontrou ressonância nas <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>s alternativas, como <a href="/category/homeopatia/" title="View all posts filed under homeopatia">homeopatia</a>, <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a>, terapia floral, etc.</p>
<p>Um problema sério entre as <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>s alternativas é o despreparo de muitos profissionais, que acreditam poder resolver tudo com sua intuição. Várias modalidades exigem formação adequada, e você precisa certificar-se de que o profissional que você pretende consultar é habilitado por uma instituição qualificada.</p>
<p>Portanto, lembre-se: a MEDICINA é ARTE, mas o artista tem que estar realmente preparado!<br />
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		<title>Desaparecimento de micróbios que habitam o corpo humano causa doenças</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 17:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#62;&#62; Isto é exatamente o que os homeopatas estão dizendo há duzentos anos. Não adianta acabar com as bactérias, temos que tornar o nosso corpo imune a elas. E um dado estatístico: nosso corpo abriga mais células de microrganismos do que nossas próprias células, ou seja, somos um habitat complexo que não pode ser restringido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&gt;&gt; Isto é exatamente o que os homeopatas estão dizendo há duzentos anos. Não adianta acabar com as bactérias, temos que tornar o nosso corpo imune a elas. E um dado estatístico: nosso corpo abriga mais células de microrganismos do que nossas próprias células, ou seja, somos um habitat complexo que não pode ser restringido apenas pelo DNA das células. É preciso uma nova maneira de entender as <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s para que possamos ter realmente uma melhor <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>.</p>
<p align="center">
<a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2007/10/microbes.jpg" title="microbes.jpg"><img src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2007/10/microbes.jpg" alt="microbes.jpg" /></a></p>
<p>Marília Martins, em O Globo</p>
<p>A crise ambiental da Terra não se restringe à natureza. Também no universo microscópico, dentro do corpo humano, há espécies ameaçadas de extinção por uma dramática e acelerada transformação do meio ambiente, e entre elas estão microrganismos que podem ser essenciais à vida humana. Quem faz o alerta é o pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> americano Martin Blaser, chefe do Departamento de Medicina da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). Em suas pesquisas, ele revela um panorama impressionante da evolução das espécies no universo microscópico e do equilíbrio precário entre o organismo humano e os seres que nele vivem e que são essenciais à Humanidade.</p>
<p>- Se nós extinguíssemos todos os vírus e as bactérias hoje existentes, nós <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a>íamos também. A espécie humana desapareceria com eles &#8211; diz Blaser.</p>
<p>Defesas naturais estão em risco</p>
<p>O estudo de Blaser é muito maior do que um simples recenseamento dos micróbios que habitam o nosso organismo. A hipótese da equipe de pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es do departamento de <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> da universidade é a de que as transformações do meio ambiente microscópico são tão poderosas que espécies inteiras de micróbios estão desaparecendo e, por incrível que pareça, essa não é uma boa notícia para os seres humanos.</p>
<p>Um exemplo é o da bactéria Helycobacter pylori, apontada como uma das causas de úlcera e de câncer de estômago, que se encontra atualmente em acelerado processo de extinção. Esta deveria ser uma ótima notícia para nós, seres humanos, que<br />
temos estômago. Mas não é. Por quê?</p>
<p>- A presença dessa bactéria no organismo fez com que a espécie humana desenvolvesse uma série de antígenos que protegem as camadas interiores do estômago. Esses antígenos são transmitidos de uma geração para outra. Com o desaparecimento da bactéria, porém, estão sumindo também os antígenos. O resultado é que o organismo humano, para defender o estômago, agora mais desprotegido e vulnerável a ataques, tende a antecipar o processo digestivo para o órgão anterior ao estômago, o esôfago. Por isto, vemos hoje que, ao declínio dos casos de câncer de estômago, corresponde um<br />
aumento dos pacientes de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s do esôfago, inclusive câncer. Com um agravante: o câncer de estômago costuma aparecer em idade avançada, em pacientes acima dos 50 anos. Já as <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s graves de esôfago surgem em qualquer idade, até em <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s &#8211; frisa Blaser.</p>
<p>No fim das contas, a extinção de uma bactéria perigosa está levando a uma troca de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s, que pode ser altamente desvantajosa para a espécie humana, na medida que ataca indivíduos mais <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a>. Outra importante mudança no espectro dos microrganismos que hoje são mais perigosos para a espécie humana está relacionada às <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s auto-imunes, cada vez mais comuns, como o diabetes. São <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s em que a autodefesa do organismo falha e agentes externos se valem da fragilidade do sistema imunológico.</p>
<p>Para os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es da equipe de Blaser, as <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s auto-imunes se tornaram mais comuns por causa da crescente higienização do espaço urbano e do uso indiscriminado de antibióticos, que eliminou boa p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dos agentes infecciosos que atacavam o homem.</p>
<p>- A ociosidade do sistema imunológico pode ter levado à sua maior fragilidade. O resultado deste processo, outra vez, não foi a redução do número de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s e sim a mudança do espectro de males que assombram a espécie humana &#8211; comenta Guillermo Perez-Perez, um dos pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es assistentes da equipe da NYU.</p>
<p>Além de fazer estudos sobre bactérias relacionadas ao processo digestivo como a Helycobacter pylori e a Campylobacter, relacionada com a gastroenterite, a equipe de Blaser se dedica aos microrganismos que atacam a pele. Blaser fez um estudo famoso sobre o risco de contágio pelo Bacillus anthracis, agente da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> infecciosa, que começa na pele, conhecida pelo<br />
nome de antraz. O bacilo foi enviado num envelope para o escritório de um político do Congresso americano, e Blaser foi mobilizado para fazer uma previsão dos riscos de contaminação. O pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> chegou a uma fórmula matemática para determinar a velocidade do contágio e mostrou que até cinco mil pessoas poderiam contrair a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> a partir de um único envelope. Isto levou a polícia americana a estabelecer uma série de precauções no tratamento da correspondência do Congresso.</p>
<p>A equipe de Blaser, que tem o ambicioso projeto de mapear as bactérias que habitam o corpo humano, fez uma experiência recente para fazer um primeiro recenseamento de microrganismos encontrados na pele humana. O resultado foi mpressionante: em amostras coletadas numa porção do antebraço de seis indivíduos sadios foram achadas 182 espécies, pertencentes a 91 gêneros e cerca de 8% eram desconhecidas dos cientistas. Alguns meses depois, foram coletadas novas amostras e novas espécies foram descobertas, que não tinham sido registradas anteriormente. Isto mostrou que na pele humana há bactérias residentes e outras que estão ali apenas de passagem.</p>
<p>- Estimamos que há no corpo humano algo entre 3 mil e 10 mil espécies de bactérias como residentes fixas. Em média, um bom zoológico tem entre cem e 200 espécies. Então nós já sabemos que, somente em nosso antebraço, temos a mesma quantidade de espécies bactérias que um bom zôo &#8211; diz Blaser.</p>
<p>O primeiro recenseamento limitou-se a indivíduos sadios, mas Blaser acredita que o número pode ser maior no caso de pessoas doentes:</p>
<p>- Nossa hipótese é que vamos descobrir espécies diferentes na pele de pessoas com <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s como psoríase ou eczema. Encontrar bactérias que sirvam de marca<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es para determinadas <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s poderia levar à elaboração de métodos de diagnóstico e quem sabe até ao <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> de novas <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> &#8211; avalia o pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>.</p>
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		<title>Células-Tronco em Cordões umbilicais</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 16:01:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A notícia mais importante do dia é uma descoberta científica de geneticistas da Universidade de São Paulo: o cordão-umbilical jogado no lixo na maioria dos partos pode ser a chave para novos tratamentos com células-tronco. Hoje, os ainda poucos hospitais e empresas que oferecem bancos de células-troncos congelam apenas o sangue nos cordões &#8211; que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/13.jpg" title="13.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/13.jpg" alt="13.jpg" /></a></p>
<p>A notícia mais importante do dia é uma descoberta científica de geneticistas da Universidade de São Paulo: o cordão-umbilical jogado no lixo na maioria dos partos pode ser a chave para novos tratamentos com células-tronco. Hoje, os ainda poucos hospitais e empresas que oferecem bancos de células-troncos congelam apenas o sangue nos cordões &#8211; que pode ser usado só para o tratamento de <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s sangüíneas, como a leucemia. O cordão em si é jogado fora. A pesquisa mostrou que, no entanto, os cordões contêm uma grande quantidade de um tipo de células-tronco chamadas mesenquimais, que podem ajudar na recuperação de ossos, gorduras, cartilagens, músculos e até neurônios. Muitos cientistas esperam um dia aproveitar essas células na recuperação de corações enfartados e na reconstrução de tendões e ossos. Num adulto, esse tipo de célula pode ser obtido apenas por punção da medula óssea, um método invasivo e com possíveis complicações. “O recado fundamental é ‘não jogue fora o cordão’”, diz a geneticista Mayana Zatz, que coordenou a pesquisa. O processo de congelamento do cordão não requer tecnologia avançada e poderia ser praticado em qualquer hospital, diz a cientista. Tanto O Estado quanto a Folha trazem reportagens didáticas sobre a descoberta. A pesquisa completa está na revista científica Stem Cells.</p>
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		<title>Homeopatia e Fibromialgia</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 11:40:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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A Homeopatia é uma das modalidades de tratamento mais eficazes no tratamento da Fibromialgia, e seu efeito é muito aumentado quando associada à Acupuntura. Na maioria dos casos de Fibromialgia há uma história de traumas e sofrimentos emocionais persistentes, e muitos autores consideram esta doença uma parte de uma doença maior, a Depressão. Assim, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/frida-01.jpg" title="frida-01.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/frida-01.jpg" alt="frida-01.jpg" /></a></p>
<p>A Homeopatia é uma das modalidades de tratamento mais eficazes no tratamento da Fibromialgia, e seu efeito é muito aumentado quando associada à Acupuntura. Na maioria dos casos de Fibromialgia há uma história de traumas e sofrimentos emocionais persistentes, e muitos autores consideram esta <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> uma p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> de uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> maior, a Depressão. Assim, a Homeopatia agiria exatamente sobre a causa, que é a Depressão, reduzindo os sintomas e melhorando o humor, trazendo bem estar para o paciente. A Fitoterapia, tratamento com plantas <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>is, também tem mostrado eficácia, tendo algumas plantas atingido grande sucesso, como a erva-baleeira, embora precisem de mais estudos para comprovar sua eficácia.<br />
<!--adsense--></p>
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		<title>Erva brasileira tem eficácia contra hipertensão comprovada em laboratório</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Aug 2007 12:30:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Uma planta brasileira, usada popularmente contra várias doenças e como ingrediente de refrigerantes (Mineirinho e Mate Couro), pode ser eficaz contra hipertensão. Cientistas do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) descobriram que o extrato do chapéu-de-couro (Echinodorus grandiflorus) é vasodilatador.
A pesquisa de etnofarmacologia (ciência que estuda o uso popular de plantas) começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/echinodorus-grandiflorus.jpeg" title="echinodorus-grandiflorus.jpeg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/08/echinodorus-grandiflorus.jpeg" alt="echinodorus-grandiflorus.jpeg" /></a></p>
<p>Uma planta brasileira, usada popularmente contra várias <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s e como ingrediente de refrigerantes (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mineirinho_(refrigerante)">Mineirinho</a> e <a href="http://www.matecouro.com.br/">Mate Couro</a>), pode ser eficaz contra hipertensão. Cientistas do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) descobriram que o extrato do chapéu-de-couro (Echino<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>us grandiflorus) é vasodilata<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>.<br />
A pesquisa de etnofarmacologia (ciência que estuda o uso popular de plantas) começou há quatro anos e mostrou a ação farmacológica da planta, típica de lugares pantanosos e comum nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul. Na primeira fase, foi confirmado in vitro o efeito vasodilata<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> do extrato bruto da erva em artérias de coelhos. Essa comprovação levou os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es a analisar o poder vasodilata<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> da chapéu-de-couro no tratamento crônico de ratos hipertensos. Os cientistas constataram um efeito semelhante ao de medicamentos indicados contra a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>.<br />
- O extrato teve ação anti-hipertensiva em animais, em laboratório. Usamos o extrato bruto, sem purificação. O próximo passo é fazer a avaliação toxicológica da chapéu-de-couro. Mas isso depende de novas pesquisas, que exigem investimento &#8211; diz o médico e farmacologista Eduardo Tibiriçá, chefe do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do IOC.</p>
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		<title>&#8220;Não confie nos laboratórios&#8221; &#8211; O ex-executivo da Pfizer diz que as práticas da indústria farmacêutica são ilegais e antiéticas</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jul 2007 00:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
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&#62;&#62; Esta semana, a revista Época publica uma brilhante e elucidativa entrevista sobre como agem e o que buscam as indústrias farmacêuticas. Isto é o que está por trás de muitos ataques que a Homeopatia e as farmácias de manipulação recebem através da grande imprensa e do órgão governamental (ANVISA &#8211; Agência Nacional de Vigilância [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/07/01122988300.jpg" /></p>
<p>&gt;&gt; Esta semana, a <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG78228-8055-480,00.html">revista Época publica uma brilhante e elucidativa entrevista</a> sobre como agem e o que buscam as indústrias farmacêuticas. Isto é o que está por trás de muitos ataques que a Homeopatia e as farmácias de manipulação recebem através da grande imprensa e do órgão governamental (ANVISA &#8211; Agência Nacional de Vigilância Sanitária) que deveria zelar pela sua <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> antes de zelar pelos interesses financeiros dos gigantes da indústria farmacêutica. Leia com muita atenção esta entrevista, pois cada parágrafo mostra detalhes que o público em geral deveria desconhecer.</p>
<p>A entrevista foi concedida a Suzane Frutuoso:</p>
<p>Escritor sueco Peter Rost tornou-se o pesadelo da indústria farmacêutica. Ele foi demitido do cargo de vice-presidente de Marketing da Pfizer em dezembro de 2005, depois de acusar a companhia de promover de forma ilegal o uso de genotropin, um hormônio do crescimento. A substância era vendida como um potente remédio contra rugas. A empresa teria faturado US$ 50 milhões com o produto em 2002. No fim da década de 90, quando era diretor da Wyeth na Suécia, Rost denunciou também uma fraude na companhia: sonegação de impostos. Ele diz que agora se dedica a escrever o que sabe contra a indústria em seu <a href="/category/blog/" title="View all posts filed under blog">blog</a> e em livros. No começo do ano que vem, ele lançará <em>Killer Drug</em> (Remédio Assassino), história de ficção em que um laboratório desenvolve armas biológicas e contrata assassinos para atingir seus objetivos. “Mas eu diria que boa p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> é baseada em fatos reais”, afirma.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – O senhor comprou uma briga grande&#8230;<br />
<strong>Peter Rost</strong> – Eu não. A diretoria da Pfizer é que começou a briga. Eu fazia meu trabalho. Certa vez, presenciei uma ação ilegal e cheguei a questioná-la. Fui ignorado. Quando falei o que sabia, eles me demitiram.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Depois das denúncias, houve algum tipo de ameaça?<br />
<strong>Rost</strong> – Há cerca de um mês recebi uma, de um empresário indiano ligado ao setor. Ele disse que daria um jeito de acabar comigo. Nunca recebi ameaças das companhias. Elas são espertas demais para se expor desse jeito.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Como a indústria farmacêutica se tornou tão poderosa?<br />
<strong>Rost</strong> – Eles ganham muito dinheiro, cerca de US$ 500 bilhões ao ano. E podem comprar a todos. Os laboratórios se tornaram donos da Casa Branca. O governo americano chega a negociar com os países pobres em nome deles. Como isso é feito? Os Estados Unidos pressionam esses países para que aceitem patentes além do prazo permitido (15 anos em média). Quando a patente se estende, os países demoram mais para ter acesso ao medicamento mais barato. E, se as nações pobres não aceitam a medida dos americanos, correm o risco de sofrer retaliação e de nem receber os medicamentos. Essa atitude é o equivalente a um assassinato em massa. Pessoas que dependem dos <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> para sobreviver, como os soropositivos, poderão <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a> se o país não se sujeitar a esse esquema.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – O Brasil quebrou a patente do medicamento Efavirenz, da Merck Sharp &amp; Dohme, usado no tratamento contra a aids. O governo brasileiro acertou?<br />
<strong>Rost</strong> – Sim. O governo brasileiro não tinha escolha. Ele tem obrigação com os cidadãos do país, não com as corporações internacionais preocupadas com lucro. O que é menos letal? Permitir que a população morra porque não tem acesso a um remédio ou quebrar uma patente? Para mim, é quebrar a patente. A lei de patente foi justamente estabelecida para incentivar a criação de medicamentos. Seria uma garantia para que os laboratórios tivessem lucro por um bom tempo e uma vantagem em troca de todo o dinheiro empregado durante anos no <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> de uma droga. Mas, se bilhões de pessoas estão sem tratamento, porque as patentes estão sendo prolongadas e os medicamentos continuam caros, há sinais de que a lei não funciona. Ela foi feita para ajudar, não para matar.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – As práticas de venda da indústria farmacêutica colocam em risco a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> da população mundial?<br />
<strong>Rost</strong> – Não tenha dúvida. Basta lembrar o caso do Vioxx, antiinflamatório da Merck Sharp &amp; Dohme retirado do mercado em 2004 por causar ataque cardíaco em milhares de pessoas pelo mundo.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Então, não podemos mais confiar nos laboratórios?<br />
<strong>Rost</strong>– Não, não podemos confiar. A preocupação principal deles é ganhar dinheiro. As pessoas têm de se conscientizar disso. Cobrar posições claras de seus médicos, que também não são confiáveis, pois seguem as regras da indústria. Eles receitam o remédio do laboratório que lhes dá mais vantagens, como presentes ou viagens. É uma situação difícil para o paciente. Por isso, é importante ter a opinião de mais de um médico sobre uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. E checar se ele é ligado à indústria. Como saber? Verifique quantos brindes de laboratório ele tem no consultório. Se houver mais de cinco, é mau sinal.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Os laboratórios são acusados de ganhar dinheiro ao lançar <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> com os mesmos efeitos de outros já no mercado. O senhor concorda com essas acusações?<br />
<strong>Rost</strong> – Sim. Eles desenvolvem <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> parecidas com as que já estão à venda. Não necessariamente são as mesmas substâncias químicas. No geral, são as que apresentam os mesmos efeitos colaterais. É por isso que existem dezenas de antiinflamatórios e de antidepressivos. É muito fácil criar um remédio quando já se conhecem os resultados e as desvantagens para o paciente. O risco de falha e de perder dinheiro é muito baixo. Os laboratórios não estão pensando no benefício do paciente. É pura concorrência.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – É por isso que não se investe em tratamentos para <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s como a malária, mais comuns em países pobres?<br />
<strong>Rost</strong> – Não há interesse em desenvolver medicamentos que possam acabar com <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s conhecidas há décadas. Os países pobres não podem pagar essa conta. O Brasil é visto pela indústria farmacêutica internacional como um mercado pequeno. Ela se baseia em dados de que apenas 10% dos brasileiros têm condições de pagar por medicamentos. Para eles, esse número não significa nada.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Segundo uma teoria, os laboratórios “criam” <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s para vender medicamentos. Isso é real?<br />
<strong>Rost</strong> – É o caso da menopausa. Sei que as mulheres passam por problemas nesse período da vida. Mas não classifico a menopausa como <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. As mulheres usam medicamentos com estrógeno para amenizar calores e melhorar a elasticidade da pele. Os laboratórios se aproveitaram dessas reações naturais da menopausa e as classificaram como graves. Quando as mulheres tomam os <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a>, sofrem infarto como efeito colateral.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – As práticas ilegais da indústria farmacêutica são piores que as de outros setores, como o de tecnologia?<br />
<strong>Rost</strong> – Sim, porque os laboratórios lidam com vida e <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a>. Você não vai <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a> se a televisão ou o DVD não funcionarem direito.</p>
<p><strong>ÉPOCA</strong> – Não devemos levar em consideração que, hoje, graças à pesquisa dos laboratórios, foi descoberta a cura para várias <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s e há maior qualidade de vida?<br />
<strong>Rost</strong> – Claro que sim. Os laboratórios fizeram muita coisa boa. Em troca de muito dinheiro.</p>
<p><span class="textoVermelho"><strong>QUEM É PETER ROST</strong></span><strong><br />
</strong>Médico, ex-vice-presidente de Marketing da Pfizer. Demitido por denunciar práticas ilegais do laboratório. Ganhou US$ 35 milhões no processo contra a empresa<br />
<strong>VIDA PESSOAL</strong><br />
Casado e pai de dois filhos, nasceu na Suécia e mora nos Estados Unidos<br />
<strong><span class="textoVermelho">O QUE PUBLICOU</span><br />
</strong><em>The Whistleblower: Confessions of a Healthcare Hitman</em> (O Denunciante: Confissões de um Combatente do Sistema de Saúde), lançado em 2006 nos EUA e inédito no Brasil</p>
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