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	<title>Saúde Alternativa &#187; jovens</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>Brincando com a Morte</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Jul 2007 17:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>
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		<description><![CDATA[CONTARDO CALLIGARIS  (Folha de São Paulo)

São Paulo, quinta-feira, 19 de julho de 2007  
&#8220;COUNSELING TODAY&#8221; (o aconselhamento hoje) é a publicação mensal da American Counseling Association, uma espécie de sindicato norte-americano, que reúne terapeutas de todas as orientações.
No número de maio deste ano, a revista publicou um artigo, de Angela Kennedy, para alertar sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font face="Courier, Monospaced">CONTARDO CALLIGARIS  (Folha de São Paulo)<br />
</font></p>
<p><font face="Courier, Monospaced">São Paulo, quinta-feira, 19 de julho de 2007  </font></p>
<p><font face="Courier, Monospaced">&#8220;COUNSELING TODAY&#8221; (o aconselhamento hoje) é a publicação mensal da American Counseling Association, uma espécie de sindicato norte-americano, que reúne terapeutas de todas as orientações.<br />
No número de maio deste ano, a revista publicou um artigo, de Angela Kennedy, para alertar sobre a difusão, principalmente entre os <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a>, de uma prática perigosa: a &#8220;brincadeira&#8221; da auto-sufocação, também chamada &#8220;jogo do desmaio&#8221; ou &#8220;macaco no espaço&#8221;.<br />
A prática consiste em produzir uma asfixia temporária em si mesmo ou, quando há mais de um &#8220;joga<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>&#8221;, num parceiro de quem se espera a recíproca.<br />
O sujeito exerce uma pressão no ponto adequado do pescoço, sobre a artéria carótida, cortando o fluxo de sangue e oxigênio: o cérebro, aos poucos, apaga. O &#8220;joga<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>&#8221;, aproximando-se do desmaio, sente um formigamento generalizado, mas o ápice da experiência acontece quando a circulação é liberada e o sangue volta com força para o cérebro.<br />
Existem variantes da &#8220;brincadeira&#8221;. A diminuição de dióxido de carbono no sangue produzida por hiperventilação, ou seja, respirando rápida e profundamente durante um bom tempo. Ou, então, seu oposto: a asfixia produzida fechando um saco plástico ao re<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> da cabeça.<br />
Também há outras maneira de praticar a &#8220;brincadeira&#8221; básica. A mais perigosa, obviamente, acontece quando, em vez de pressionar a carótida, um &#8220;joga<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>&#8221; solitário usa uma corda ou um cinto para apertar seu próprio pescoço. Segundo o artigo, seria necessário revisar as estatísticas dos suicídios por enforcamento, considerando como possíveis casos de &#8220;brincadeira&#8221; malograda as situações em que o sujeito se enforcou sem pular no vazio, mas amarrando corda ou cinto à altura do pescoço e dobrando as pernas para se estrangular progressivamente.<br />
Salvo acidente (danos cerebrais irreversíveis e, eventualmente, <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a>), essas práticas são difíceis de ser detectadas. Freqüentemente, os &#8220;joga<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es&#8221; são <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s sem problemas, bem integrados na escola e no grupo. Ao não ser que um jovem passe de repente a usar gola alta ou echarpe no pescoço para esconder marcas ocasionais, os sinais de alerta indicados pelo artigo são consistentes com qualquer <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a> (vontade de se trancar no quarto, <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> de cabeça, irritabilidade etc.).<br />
Quem quer saber mais pode consultar o site <a href="http://www.stop-the-choking-game.com/" target="_blank" rel="nofollow">www.stop-the-choking-game.com</a> (com atalhos para outro sites) ou, para verificar que o fenômeno não é apenas norte-americano, ler um artigo francês sobre o tema, no &#8220;Journal de Pédiatrie et de Puériculture&#8221; (vol. 19, nº 8, dezembro de 2006).<br />
A prática era conhecida há tempo, embora silenciada para que não se difundisse. A American Counseling Association preferiu agora informar a comunidade.<br />
Na minha clínica, só encontrei um caso (que, por sorte, não acabou em desastre). Pensei nele recentemente. Viajando pela Itália, poucas semanas atrás, assisti à cena seguinte. Adolescentes espanhóis em excursão, sentados no chão na Piazza del Campo de Siena, comportavam-se como idiotas. Atiravam nos pombos com armas de brinquedo que acabavam de comprar, falavam besteiras em megafones que também acabavam de comprar e enchiam de lixo o chão ao re<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> deles, embora estivessem a três passos de uma lixeira. Zombaram repetidamente de cidadãos que tentaram acalmar sua estupidez. Enfim, um lixeiro, indignado, largou sua vassoura e saiu à procura de um policial. Embora eles entendessem a ameaça, não pararam de zoar.<br />
Antes que o policial chegasse, eis que entrou na Piazza, perto do lugar onde eles estavam acampados, um funeral: primeiro vinha um padre, logo o caixão, transportado por seis homens, e a viúva e os filhos, chorando. Nos cafés, as pessoas se levantaram, por respeito. Os <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> espanhóis emudeceram, guardaram em suas caixas arminhas e megafones; um deles juntou os restos de pizza e as garrafas vazias e levou tudo para a lixeira.<br />
Moral da história? A <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> é uma coisa séria; talvez, como dizia Freud (e não só Freud), ela seja o único mestre absoluto de nossa vida. Brincar com a <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a>, de repente, pode parecer a única brincadeira que vale a pena, por ser uma &#8220;brincadeira&#8221; realmente séria (nada a ver com jogos virtuais ou armas de plástico).<br />
Agora, de vez em quando, pensar na <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> pode também nos ajudar a levar a vida mais a sério. </font></p>
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		<title>Prazer leva jovens ao comportamento agressivo e às drogas, diz Içami Tiba</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jul 2007 11:39:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[drogas]]></category>
		<category><![CDATA[jovens]]></category>

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Por Amanda Mont’Alvão
Içami Tiba é o autor brasileiro mais referendado e admirado pelo Conselho Federal de Psicologia, segundo pesquisa realizada em março de 2004 pelo Ibope. Apenas dois nomes o superam: Sigmund Freud e Gustav Jung. Içami foi além de seu diploma de médico, conquistado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/07/icami-tiba.jpg" title="icami-tiba.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/07/icami-tiba.jpg" alt="icami-tiba.jpg" /></a></p>
<p align="left">Por <em>Amanda Mont’Alvão</em></p>
<p align="left">Içami Tiba é o autor brasileiro mais referendado e admirado pelo Conselho Federal de Psicologia, segundo pesquisa realizada em março de 2004 pelo Ibope. Apenas dois nomes o superam: Sigmund Freud e Gustav Jung. Içami foi além de seu diploma de médico, conquistado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), e se tornou autor de respeitados 21 livros, todos baseados na experiência trazida por mais de 76 mil atendimentos psicoterápicos a <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s e suas famílias em clínica particular. Ele tem no currículo mais de 3.200 palestras proferidas para empresas nacionais e multinacionais, escolas, associações e instituições no Brasil e no exterior. O psiquiatra já figurou na lista da revista Veja dos autores brasileiros que mais livros venderam.</p>
<p align="left">Içami tem a voz calma, porém firme. O tempo gasto entre o fim da pergunta e o início da resposta é inferior a um segundo. Rapidez de quem está acostumado a responder às dúvidas de milhares de pais e educa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es. O sorriso não esconde o orgulho dos mais de 1,5 milhão de livros vendidos, entre eles o best-seller &#8220;Quem ama, educa&#8221;.</p>
<p align="left">Içami esteve em Uberaba para o 8º Congresso Nacional Amor-Exigente e aproveitou para lançar aqui sua última publicação editorial, &#8220;Juventude &amp; Drogas: Anjos Caídos&#8221;. Sua palestra foi intercalada com aplausos constantes da platéia. Em entrevista ao JM, Içami foi enfático: os <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> não estão carentes. A droga os atrai por prazer, e passar a mão na cabeça não resolve absolutamente nada.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">Jornal da Manhã – Qual a idade em que o jovem começa a utilizar <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> e de que maneira os pais podem perceber isso?</p>
<p align="left">Içami Tiba &#8211; Basta observar. Hoje, os pais estão muito ausentes na vida dos filhos. Alguns beiram a negligência, pois querem delegar para as escolas a educação. Dos dois anos de idade em diante, quando a <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> já vai para a escola, o <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> dela deve ser observado todos os dias. Existe uma tal de educação aos pares, em que ele aprende coisas com seus coleguinhas de escola, que nem sempre é o mais educado; num instante, ele quer fazer em casa. As <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s querem fazer o que aprenderam. Então, se nessa hora já for quebrada a distância entre o mundo da <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a> e os pais, fica mais fácil manter o contato. Filhos na adolescência acompanhados pelos pais estão muito mais protegidos do que os filhos totalmente soltos.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; Hoje em dia, o senhor acha que o jovem está mais descompromissado do que o jovem de anos atrás?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Muito mais descompromissado. O único compromisso dele hoje é o prazer. A alegria dos <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> é judiar dos outros. É um prazer sádico de pegar as diferenças que existem e judiar de quem está embaixo.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; É um <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a> geral ou isso é mais comum no Brasil?</p>
<p align="left">Içami &#8211; No mundo todo, não é só no Brasil. Ocorre também na França, país com um movimento de <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a> muito forte. Isso está vindo na esteira do &#8220;eu faço o mal, vou embora e para mim não acontece nada&#8221;. Essa é justamente a essência dos jogos interativos, dos jogos de computa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>. É um &#8220;matar&#8221; o outro, aquele que está distraído, aquele que está menos armado, o menos potente. Aí ele acaba o jogo e já está pronto de novo para &#8220;matar&#8221; outra vez.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; E o que os pais podem fazer com essa &#8220;geração internet&#8221;, conectada durante a maior p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do tempo?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Eu chamo de &#8220;Geração Digital&#8221;, porque a internet é só uma p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>. A digital é desde a televisão. Tem essa globalização individual. A educação hoje é muito mais influenciada pelo mundo digital do que propriamente só pela internet. Internet é um ramo da digital. Com essa geração de hoje, os pais precisam se atualizar, saber o que se passa com os filhos para não ficarem utilizando m<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>lo para corrigir programa de computa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>. Corrigir digital com m<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>lo é uma atitude desatualizada. Isso quebra o computa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>, mas não corrige a pessoa.</p>
<p align="left">JM &#8211; Qual o poder de atração que a droga exerce sobre os <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a>?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Eles estão acostumados em casa a ter o prazer. &#8220;Matar&#8221; por prazer. Eles não têm compromisso.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; Essa geração não seria mais carente pelo fato de crescer em um novo modelo de família, em que os pais passam a maior p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do tempo trabalhando?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Não é questão de carência, é uma organização errada, porque os pais não estão tão longe dos filhos o suficiente para provocar isso. Acontece que os pais não estão trabalhando a distância que existe entre eles. Então, eles se sentem culpados, em vez de falarem: &#8220;Escuta, eu estou trabalhando é por nós, vocês têm que fazer a p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> de vocês em casa&#8221;. Mas aí os filhos não fazem, e os pais não cobram. Fica como se os pais tivessem mais é que trabalhar mesmo.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; Como os pais podem se aproximar do filho?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Se eles trazem o trabalho para casa, por que não levar o filho para o trabalho? São duas vias, não tem essa de ficar se sacrificando, dando o melhor e o filho só respondendo pela metade. Ou se contentar que o filho está vivo, pelo menos. Eu já vi pais cujos filhos detonaram o carro deles ou de alguém, até mesmo com vítimas no outro veículo, e eles dizerem: &#8220;Filho, ainda bem que você está vivo&#8221;. Devia é dar umas pancadas no filho naquela hora. Onde já se viu, matou outras pessoas, vou ficar contente que meu filho está vivo? Lógico que eu estou contente que ele está vivo. Mas e o mal que ele causou? E os outros envolvidos que estão chorando? Vou sair feliz, abraçado ao meu filho? Faz favor, que raio de educação é essa que ainda privilegia um filho que cometeu um crime de trânsito.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; Os relatórios apontam o crescimento do uso de <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> na classe média. Seria permissividade?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Não, não é isso. Agora isso está sendo constatado, mas sempre houve maior consumo de <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> na classe média. É que o uso entre os pobres chama mais a atenção porque aí poderão dizer que &#8220;<a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> estão relacionadas à pobreza&#8221;. Mas não está. Ela está relacionada ao prazer e ao poder.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; Há alguma relação íntima entre droga e violência?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Sim, a maioria dos casos de violência tem <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> por trás.</p>
<p align="left">JM &#8211; Combater o tráfico de <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> seria uma forma de diminuir os índices de violência?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Sem dúvida.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; Cada vez mais os menores praticam crimes. O senhor acredita que eles possam ser recuperados em instituições como a Febem (Fundação Estadual do Bem-Estar do Menor)?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Não, Febem não. Eu acredito muito mais que as penas têm que ser proporcionais aos crimes. A Febem iguala todos os crimes. Então, fica uma medida totalitária e não particularizada. Como na cadeia grande, um crime por si só, porque a cadeia trata todos os crimes do mesmo jeito. Então, o roubo de uma galinha, um crime famélico e um crime de matar o outro é considerado igual. A fila de espera para condenar é a mesma coisa, e às vezes há quem nem foi condenado e ficou na espera. Então, eu acho que nenhuma lei que funcione desse jeito tenha resultado. Eu acho muito melhor um radicalismo mais forte, em que a pena seja proporcional ao crime que se cometeu, sem importar a idade. Se for um pequeno que matou o outro, matou. A idade que ele tem vai atenuar ou piorar.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; O senhor é a favor da descriminalização da droga?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Totalmente contra. O governo não dá conta das <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> que liberou. Não consegue tratar as pessoas, quer tornar a campanha política das <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> a &#8220;campanha do menos mal&#8221;. O que eles deveriam fazer é recuperar, não falar &#8220;se você usa crack, vá para a cocaína. Use maconha, porque cocaína é muito sério&#8221;. Não, isso é um convencimento fraco; o convencimento mais forte é que de ele não pode usar <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> e ponto final, vamos fazer de tudo para que não usem. Porque isso significa &#8220;cocaína eu tolero&#8221;.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; O que o senhor pensa da redução da maioridade penal?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Eu penso que deve ser proporcional, não importa a idade. Classificar por idade coloca o lado biológico acima do raciocínio das pessoas; não está certo. Tem <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a> que já tem uma maturidade suficiente, então vamos medir a maturidade dele: se ele já trabalhava, se já fazia negócio sozinho, se já traficava, então ele é gente grande. Então não vai ser aliviado da pena porque ele não tem 18 anos. Tem que ser condenado de acordo com o crime que cometeu.</p>
<p align="left">&nbsp;</p>
<p align="left">JM &#8211; Os psicólogos deveriam trabalhar aliados à escola e às instituições de recuperação de menores infratores?</p>
<p align="left">Içami &#8211; Os psicólogos deveriam fazer mais trabalho social, ir a esses lugares onde se reúnem os grupos de auto-ajuda e dar a cooperação que eles sabem dar. Mas eles não vão, querem receber só no consultório, querem tirar proveito da profissão e ainda bem que existem drogados para eles.</p>
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