Category Archives: homeopatia

Medicina é Arte

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No dia 30/10/2007 foi divulgada a notícia de que cientistas britânicos estão estudando a composição química dos fitoterápicos (remédios à base de plantas) chineses. A notícia foi saudada como uma grande revelação, como um aval para a sua utilização.

Ora, uma terapêutica em uso há mais de 2.000 anos, com sucesso no tratamento de bilhões de pessoas de precisa do aval de quem, cara pálida?

A mídia tende a confundir ciência com medicina. Isto é um engano! A medicina é uma arte e, como tal, vale-se de conhecimentos científicos,diferentes técnicas e conhecimentos acumulados pela prática de grandes médicos através da história e transmitidos de geração para geração.

O ser humano é por demais complexo para enquadrar-se ao saber científico sistematizado que, na história da humanidade, ainda engatinha. Muito do que se afirma científico hoje é baseado em hipóteses, que são apresentadas ao público leigo como verdades científicas. Daí a constante mudança de posições da ciência, pois as hipóteses, uma vez testadas em milhões de pacientes, muitas vezes mostram-se inúteis ou perigosas (lembra-so do Vioxx?).

A busca aumentada por medicinas alternativas na atualidade é também fruto da pretensa “cientificidade” da medicina alopática. O uso de tecnologias cada vez mais sofisticadas e o tratamento impessoal que os médicos alopatas dispensam aos seus pacientes, geraram o desejo de uma atmosfera mais humana e compreensiva por parte dos médicos. E este desejo encontrou ressonância nas medicinas alternativas, como homeopatia, acupuntura, terapia floral, etc.

Um problema sério entre as medicinas alternativas é o despreparo de muitos profissionais, que acreditam poder resolver tudo com sua intuição. Várias modalidades exigem formação adequada, e você precisa certificar-se de que o profissional que você pretende consultar é habilitado por uma instituição qualificada.

Portanto, lembre-se: a MEDICINA é ARTE, mas o artista tem que estar realmente preparado!

Desaparecimento de micróbios que habitam o corpo humano causa doenças

>> Isto é exatamente o que os homeopatas estão dizendo há duzentos anos. Não adianta acabar com as bactérias, temos que tornar o nosso corpo imune a elas. E um dado estatístico: nosso corpo abriga mais células de microrganismos do que nossas próprias células, ou seja, somos um habitat complexo que não pode ser restringido apenas pelo DNA das células. É preciso uma nova maneira de entender as doenças para que possamos ter realmente uma melhor saúde.

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Marília Martins, em O Globo

A crise ambiental da Terra não se restringe à natureza. Também no universo microscópico, dentro do corpo humano, há espécies ameaçadas de extinção por uma dramática e acelerada transformação do meio ambiente, e entre elas estão microrganismos que podem ser essenciais à vida humana. Quem faz o alerta é o pesquisador americano Martin Blaser, chefe do Departamento de Medicina da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). Em suas pesquisas, ele revela um panorama impressionante da evolução das espécies no universo microscópico e do equilíbrio precário entre o organismo humano e os seres que nele vivem e que são essenciais à Humanidade.

- Se nós extinguíssemos todos os vírus e as bactérias hoje existentes, nós morreríamos também. A espécie humana desapareceria com eles – diz Blaser.

Defesas naturais estão em risco

O estudo de Blaser é muito maior do que um simples recenseamento dos micróbios que habitam o nosso organismo. A hipótese da equipe de pesquisadores do departamento de medicina da universidade é a de que as transformações do meio ambiente microscópico são tão poderosas que espécies inteiras de micróbios estão desaparecendo e, por incrível que pareça, essa não é uma boa notícia para os seres humanos.

Um exemplo é o da bactéria Helycobacter pylori, apontada como uma das causas de úlcera e de câncer de estômago, que se encontra atualmente em acelerado processo de extinção. Esta deveria ser uma ótima notícia para nós, seres humanos, que
temos estômago. Mas não é. Por quê?

- A presença dessa bactéria no organismo fez com que a espécie humana desenvolvesse uma série de antígenos que protegem as camadas interiores do estômago. Esses antígenos são transmitidos de uma geração para outra. Com o desaparecimento da bactéria, porém, estão sumindo também os antígenos. O resultado é que o organismo humano, para defender o estômago, agora mais desprotegido e vulnerável a ataques, tende a antecipar o processo digestivo para o órgão anterior ao estômago, o esôfago. Por isto, vemos hoje que, ao declínio dos casos de câncer de estômago, corresponde um
aumento dos pacientes de doenças do esôfago, inclusive câncer. Com um agravante: o câncer de estômago costuma aparecer em idade avançada, em pacientes acima dos 50 anos. Já as doenças graves de esôfago surgem em qualquer idade, até em crianças – frisa Blaser.

No fim das contas, a extinção de uma bactéria perigosa está levando a uma troca de doenças, que pode ser altamente desvantajosa para a espécie humana, na medida que ataca indivíduos mais jovens. Outra importante mudança no espectro dos microrganismos que hoje são mais perigosos para a espécie humana está relacionada às doenças auto-imunes, cada vez mais comuns, como o diabetes. São doenças em que a autodefesa do organismo falha e agentes externos se valem da fragilidade do sistema imunológico.

Para os pesquisadores da equipe de Blaser, as doenças auto-imunes se tornaram mais comuns por causa da crescente higienização do espaço urbano e do uso indiscriminado de antibióticos, que eliminou boa parte dos agentes infecciosos que atacavam o homem.

- A ociosidade do sistema imunológico pode ter levado à sua maior fragilidade. O resultado deste processo, outra vez, não foi a redução do número de doenças e sim a mudança do espectro de males que assombram a espécie humana – comenta Guillermo Perez-Perez, um dos pesquisadores assistentes da equipe da NYU.

Além de fazer estudos sobre bactérias relacionadas ao processo digestivo como a Helycobacter pylori e a Campylobacter, relacionada com a gastroenterite, a equipe de Blaser se dedica aos microrganismos que atacam a pele. Blaser fez um estudo famoso sobre o risco de contágio pelo Bacillus anthracis, agente da doença infecciosa, que começa na pele, conhecida pelo
nome de antraz. O bacilo foi enviado num envelope para o escritório de um político do Congresso americano, e Blaser foi mobilizado para fazer uma previsão dos riscos de contaminação. O pesquisador chegou a uma fórmula matemática para determinar a velocidade do contágio e mostrou que até cinco mil pessoas poderiam contrair a doença a partir de um único envelope. Isto levou a polícia americana a estabelecer uma série de precauções no tratamento da correspondência do Congresso.

A equipe de Blaser, que tem o ambicioso projeto de mapear as bactérias que habitam o corpo humano, fez uma experiência recente para fazer um primeiro recenseamento de microrganismos encontrados na pele humana. O resultado foi mpressionante: em amostras coletadas numa porção do antebraço de seis indivíduos sadios foram achadas 182 espécies, pertencentes a 91 gêneros e cerca de 8% eram desconhecidas dos cientistas. Alguns meses depois, foram coletadas novas amostras e novas espécies foram descobertas, que não tinham sido registradas anteriormente. Isto mostrou que na pele humana há bactérias residentes e outras que estão ali apenas de passagem.

- Estimamos que há no corpo humano algo entre 3 mil e 10 mil espécies de bactérias como residentes fixas. Em média, um bom zoológico tem entre cem e 200 espécies. Então nós já sabemos que, somente em nosso antebraço, temos a mesma quantidade de espécies bactérias que um bom zôo – diz Blaser.

O primeiro recenseamento limitou-se a indivíduos sadios, mas Blaser acredita que o número pode ser maior no caso de pessoas doentes:

- Nossa hipótese é que vamos descobrir espécies diferentes na pele de pessoas com doenças como psoríase ou eczema. Encontrar bactérias que sirvam de marcadores para determinadas doenças poderia levar à elaboração de métodos de diagnóstico e quem sabe até ao desenvolvimento de novas drogas – avalia o pesquisador.

O que é Terapia Biográfica – 2ª parte

O que é Terapia Biográfica – 1ª parte

Homeopatia Direito de Todos e o compromisso democrático

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por Hylton Luz*

O mais grave problema de saúde pública em todo o mundo hoje é o custo dos serviços de saúde e esta questão não é nenhuma novidade. Em 1978, a Organização Mundial de Saúde assumiu os termos da Declaração de Alma Ata sobre Cuidados Primários, como uma forma de enfrentar a escalada dos custos da medicina tecnológica para cuidar de doenças.

Dentre os tópicos desta Declaração que prioriza a promoção da saúde destaca-se a recomendação de cuidar da saúde de modo integral, valorizando o sujeito e o seu ambiente de vida, bem como a necessidade dos estados nacionais investirem na inclusão das Medicinas Tradicionais em suas práticas públicas de saúde.

Neste período foram diversas as iniciativas nacionais de promoção de saúde e de priorização da assistência básica, mas com respeito à inclusão da diversidade das práticas de saúde e das Medicinas Tradicionais levou-se 28 anos. Só em 2006 é editada a primeira política pública nacional para o setor. O Brasil, através da Portaria 971 do Ministério da Saúde, estabelece a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), que integra a Homeopatia, Acupuntura e Fitoterapia às práticas do SUS.

Esta decisão representa tanto um marco mundial para as políticas públicas de saúde, quanto à consolidação do processo democrático na saúde. Neste último aspecto, destacamos o respeito à liberdade de escolha terapêutico dos cidadãos, bem como o compromisso com mecanismos decisórios que têm origem na participação da sociedade.

É relevante considerar que foram nas sucessivas Conferências Nacionais de Saúde que nasceram os indicativos e as deliberações que legitimaram a proposta ministerial, construída tecnicamente em conjunto as representações de classe dos profissionais homeopatas, acupunturistas e fitoterapêutas.

Ainda neste escopo vale ressaltar como respeito ao trâmite democrático o processo de pactuação deste projeto com todas as instâncias representativas dos executivos da saúde pública, culminando com a sua aprovação no Conselho Nacional de Saúde. Trajetória que não deixa margem a dúvidas sobre a legitimidade desta portaria e da perspectiva de construção dialogada e participativa da sociedade civil.

Também não resta dúvida sobre a natureza democrática da medida, quando se identifica o seu potencial para corrigir uma brutal desigualdade de direitos que afeta a população que depende da assistência pública à saúde.

Hoje, no âmbito da Homeopatia, são 15.000 médicos homeopatas na clínica privada e apenas 514 estão no SUS; dentre os 5536 municípios do país, apenas 157 oferecem homeopatia no SUS. Números que evidenciam que no campo da saúde a maior parte da população vive excluída do fundamental exercício da liberdade de escolha.

No que tange a teoria podemos dizer que o país exemplifica e destaca-se, no entanto, quando analisamos esta portaria com vista a considerar o compromisso entre as palavras e os atos, percebemos qual é a dimensão do nosso anti-exemplo, da nossa capacidade de ser inconseqüentes e legislarmos apenas para “inglês ver”.

No campo técnico, âmbito em que a sociedade civil está apta a participar e contribuir, foram elaboradas as diretrizes e os critérios para corresponder às necessidades que a realidade do país determina. Porém nos aspectos relativos à implementação da iniciativa, caracterizando o compromisso do Estado, seja na definição de suas fontes de recursos, seja no estabelecimento de seus critérios de monitoramento, a omissão é a tônica e a imprecisão a letra da redação.

Como esperar que os gestores municipais de saúde implementem uma iniciativa que é nova, quando é sabida a carência para realizar o que já está em pauta e compromissado.

Neste cenário, a Homeopatia Ação Pelo Semelhante, como organização da sociedade civil comprometida com a garantia do direito de acesso à Homeopatia, está promovendo a Campanha “Homeopatia Direito de Todos”, por meio de um abaixo-assinado que estimula a população a declarar o seu apoio e a cobrar conseqüências no texto ministerial. Com isso, busca precisão e especificidade nos eixos essenciais à implementação da medida proposta, solicitando definição das fontes de recursos e a declaração dos parâmetros de monitoramento, para que a sociedade possa acompanhar com transparência a instituição dessa política pública

Entendemos que esta coleta de assinaturas também contribui para indiciar a demanda por assistência médica homeopática nos diversos locais do país; divulgar a política para a sociedade e estimular a participação da população; desenvolver uma rede de articulação para que os interessados se organizem em torno daquilo que lhes diz respeito e atenda a suas necessidades e, por fim, fomentar o controle social desta política pública.

Concluímos, pedindo que os leitores apóiem esta medida pelo que representa como consolidação democrática e assinem o abaixo-assinado eletrônico no site www.semelhante.org.br

* Hylton Sarcinelli Luz, médico homeopata, presidente e fundador da ONG Homeopatia Ação Pelo Semelhante, que trabalha pela democratização do acesso à Homeopatia.

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Hiperatividade ou falta de limites?

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Eu fui convidado para fazer uma palestra na escola em que minha filha mais nova estuda sobre Hiperatividade, na reunião de pais bimestral. Ontem estava organizando as idéias e achei interessante postar aqui.

Em primeiro lugar, uma classificação: existem crianças levadas, crianças hiperativas e crianças sem limites. As levadas dão a impressão de não estarem se concentrando em nada mas, quando colocadas diante de alguma atividade que lhes interesse, dedicam-se inteiramente a ela. As crianças hiperativas realmente não se concentram, mesmo quando é algo que lhes interesse muito. Elas simplesmente não conseguem se concentrar! As crianças sem limites concentram-se, mas dificilmente elas têm interesse que não seja superficial, porque geralmente elas ganham tudo que querem, mesmo que remotamente. Então o interesse salta de uma coisa para outra o tempo todo. Um exemplo é uma criança que queria e ganhava tudo relativo ao RBD (Rebelde, para quem não conhece) e agora já deixa tudo que ganhou para trás (CD, DVD, roupas, álbuns de figurinhas, revistas, álbuns de fotos, etc) porque “precisa” ter tudo do High School Musical.

Classificadas assim, vamos falar sobre a Hiperatividade. Na década de 1970 era chamada Disfunção Cerebral Mínima, porque acreditava-se que algum problema, provavelmente no parto, causava uma baixa oxigenação do cérebro, provocando a hiperatividade. Hoje o nome oficial é DDAH, Distúrbio do Déficit de Atenção com Hiperatividade. Em seu aspecto biológico, está ligada ao metabolismo da dopamina, um neurotransmissor. Os neurônios onde a dopamina atua estão ligados à sensação de prazer, de saciedade, e quando desregulados nada sacia a pessoa, nada causa um prazer profundo. Isto gera uma inquietação constante, pode levar a compulsões na criança e no adulto. Estudos sugerem que este é o fator biológico envolvido nas dependências, como o alcoolismo, dependência de drogas, compulsões alimentares, compulsões sexuais, oneomania (tem um outro artigo neste blog sobre isto), etc. A deficiência de dopamina gera uma baixa capacidade de atenção e concentração. A criança não consegue fixar sua atenção por muito tempo. Isto explica o baixo desempenho escolar, principalmente em matérias em que é preciso ler muito, como história, geografia. Muitas vezes elas são ótimas em matemática, porque o raciocínio é muito rápido, mas se os problemas apresentados tiverem um enunciado a ser interpretado já dificulta. Bem, sem capacidade de fixar a atenção, tudo pode dispersar a criança, até uma mosca que passa. Ela não tem controle sobre a esfera do pensamento, que flutua muito mais rápido do que normalmente ele já o faz. Ela também não tem controle sobre os sentimentos, não conseguindo conter reações emocionais, alternando rapidamente momentos de extremo carinho, simpatia, amorosidade, com momentos de agressividade verbal e física. E também não têm controle sobre a esfera do agir, apresentando uma impulsividade e uma compulsão muito grande ao movimento, elas não conseguem ficar paradas, não conseguem fazer nada até o fim, brincam com três ou quatro brinquedos ao mesmo tempo.

Na Antroposofia falamos que o Eu (Interior) organiza e controla o Pensar, o Sentir e o Agir. Ora, a criança hiperativa não tem nenhum controel sobre estas três esferas, demonstrando que seu Eu não tem esta capacidade de integração. Ela precisa aprender a controlar estes três. E o principal meio para isto é educacional. Até a adolescência, a principal influência sobre a criança são seus pais, o modelo que eles oferecem, e é este modelo que vai influenciar sua vida adulta. Logo em seguida, vem a influência dos professores. Tanto os pais quanto os professores devem saber controlar seu pensar, seu sentir e seu agir, para servirem de modelo para as crianças. Um outro fator importante para que o Eu conquiste o comportamento é o ritmo, a criança precisa de ritmo, de uma rotina. Ter hora para comer, para dormir, para tomar banho, para ir à escola, para assistir TV, para jogar videogame, para entrar na internet. Eu vejo pais de crianças de 10 anos reclamando que o filho passa a noite inteira no computador, e fico me perguntando: onde estão os pais numa hora dessas?

Aí eu acho que entra um fator que agrava a criança hiperativa e cria a criança sem limites. Hoje em dia, ambos os pais trabalham fora geralmente, e muitas horas. Muitos pais, principalmente as mães, sentem-se muito culpadas por estarem longe do filho a maior parte do tempo e, por outro lado, chegam em casa super cansados, querendo um tempo para si, oq ue aumenta ainda mais a culpa. Assim, certas “babás eletrônicas” como o computador, a televisão e o videogame caem como uma luva. A criança se diverte sozinha e os pais podem descansar. Infelizmente estas “babás” amplificam o problema, causando uma excitação ainda maior, embora sejam as poucas coisas que conseguem atrair a atenção de uma criança hiperativa, porque as circunstâncias de um videogame, por exemplo, mudam constantemente, seguindo o ritmo de uma criança hiperativa. A culpa faz com que os pais presenteiem demais os filhos, e o excesso de brinquedos dispersa ainda mais a criança hiperativa, e cria dispersão na criança sem limites, porque ela não se envolve profundamente com nada, porque tudo é passageiro e amanhã ela já ganhará outro “melhor brinquedo do mundo”. A criança consegue perceber a culpa dos pais e pode manipulá-los até deste sentimento. Muito melhor seria brincar junto com a criança, contar histórias para ela, ouvir as histórias dela, participar da vida dela.

Aqui chegamos a um outro ponto: a imagem da criança. Até o início do século 20 não existia a palavra criança como um ser que tem suas especificidades, mas a criança era vista como uma miniatura do adulto. A sociedade ainda resiste a esta mudança de paradigma, haja visto tantos pais tentarem transformar seus filhos em miniadultos, através de roupas, certos brinquedos, hábitos. Uma outra direção é achar que a criança é um ser angelical, sem qualquer maldade. Parece que esquecemos de nossa infância e da crueldade de que as crianças são capazes. As crianças são diferentes dos adultos, mas ainda são humanas, noq ue isso tem de bom ou de ruim. E as crianças têm uma capacidade muito grande de perceber o que seus pais estão sentindo, e a culpa dos pais fica muito evidente nestas situações de não colocar limites ou de presentear excessivamente. E a criança vai usar isto a seu “favor”. Um desfavor a isto é a “psicologização” exagerada que se vê por aí. Crianças que falam de si usando termos médicos e psicológicos mostra que alguma coisa está errada no relacionamento entre ela e seus pais, que não têm mais acesso direto um ao outro, mas mediado por médicos e psicólogos. Eu conheço uma criança que, muito nova, usava sempre a expressão “Eu me sinto insegura” para justificar tudo que ela não queria participar, tudo que ela não queria fazer. As crianças sem limite só precisam de limites claros e objetivos, afinal elas também fazem parte da sociedade e precisam integrar-se a ela.

Além do modelo dos pais, a Pedagogia Curativa ajuda muito as crianças hiperativas. O tratamento medicamentoso alopático é feito principalmente com anfetaminas, como a famosa Ritalina (Metilfenidato), que atua sobre as vias de neurônios que usam dopamina. A atenção é aumentada, e a inquietação conseqüentemente diminui. Tem vários efeitos colaterais a curto e médio prazo. A Homeopatia oferece resultados muito bons nestes casos, e os remédios são muito bem tolerados pelo organismo da criança. Por basear-se na semelhança entre o que um remédio provoca numa pessoa saudável e os sintomas que uma pessoa doente apresenta, a escolha do remédio homeopático é feita através de consulta médica em que os sintomas são detalhados, formando uma imagem bem ampla e precisa do problema do paciente. Com a homeopatia, muitas crianças conseguem melhorar a integração das esferas do Pensamento, Sentimento e Ação, controlando seu comportamento e conseguindo melhora tanto no aprendizado, quanto no relacionamento com os colegas, professores, e familiares e, principalmente, reduzindo a frustração que é um sentimento muito presente nas crianças hiperativas, juntamente com a baixa auto-estima. Assim nossas crianças podem ser mais integradas e felizes!

Marcelo Guerra

Homeopatia e Fibromialgia

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A Homeopatia é uma das modalidades de tratamento mais eficazes no tratamento da Fibromialgia, e seu efeito é muito aumentado quando associada à Acupuntura. Na maioria dos casos de Fibromialgia há uma história de traumas e sofrimentos emocionais persistentes, e muitos autores consideram esta doença uma parte de uma doença maior, a Depressão. Assim, a Homeopatia agiria exatamente sobre a causa, que é a Depressão, reduzindo os sintomas e melhorando o humor, trazendo bem estar para o paciente. A Fitoterapia, tratamento com plantas medicinais, também tem mostrado eficácia, tendo algumas plantas atingido grande sucesso, como a erva-baleeira, embora precisem de mais estudos para comprovar sua eficácia.

Homeopatia para Todos em Niterói

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Hoje a população que depende da assistência pública não pode escolher a homeopatia como opção terapêutica. São apenas 514 médicos homeopatas trabalhando no SUS em todo país, enquanto há 15 mil na iniciativa privada.

 

Venha distribuir panfletos, colher assinaturas e defender o direito de opção terapêutica para toda a população.

 

Participe da primeira mobilização a favor do Direito de Opção Terapêutica no SUS em Niterói.

 

Faça sua assinatura eletrônica em  CLIQUE AQUI . Divulgue!

 

Apoio das farmácias homeopáticas Antiqua; Artfharma; Bem Viver; Cósmica; De Faria e Pinho; Gian; Hahnemann; Homeonatural; H.G.P; Magistrallis; Quintessência; Renascença; Sauer  e Verbena.

 

 

Adquira a Camiseta da Campanha no local por R$ 12,00.

 

          Em caso de chuva ou mau tempo fica adiado para próxima semana.

 

“A HOMEOPATIA PRECISA DE UM LUGAR AO SOL”.

 

 

Atenciosamente,

Hylton Luz

Presidente

 

 

Caminhada cívica “Homeopatia Direito de Todos” em Niterói

Data: 23/09/07 (domingo), das 9h às 12h.

Local: Praia de Icaraí (em frente ao antigo Cinema Icaraí)

Defesa de Tese de Mestrado sobre Homeopatia

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE

PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA

DISSERTAÇÃO DE MESTRADO 2007/2

DIA 24 DE AGOSTO – 6ª FEIRA

às 14:00h

A MEDICINA HOMEOPÁTICA: AVALIAÇÃO DE SERVIÇOS

Ana Rita Vieira de Novaes

Orientadora: Alacir Ramos Silva

Banca examinadora: Jorge Calmon Biolchine, Denise SilveiraCastro, Francis Sodré e Maria Helena Costa Amorim

SUS vai bancar mudança de sexo

>>Em breve o SUS vai pagar também por botox, implante de cabelos, etc. Só a Homeopatia não tem vez no SUS!!!

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Justiça ordena que Sistema Único de Saúde pague por cirurgias de pacientes transexuais

PORTO ALEGRE – O Sistema Único de Saúde (SUS) será obrigado a pagar cirurgias de mudança de sexo. A decisão foi tomada por unanimidade pela 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre, no dia 14 de agosto e tem validade em todo o território nacional. A União tem prazo de 30 dias para incluir o procedimento na tabela dos serviços remunerados pelo SUS. Em caso de desobediência, terá de pagar multa de R$ 10 mil por dia. Mas pode, antes disso, recorrer aos tribunais superiores, em Brasília, para tentar suspender os efeitos da decisão do TRF.

O caso está nos tribunais desde 2001, quando, a pedido de um grupo de pacientes transexuais do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, o Ministério Público Federal (MPF) moveu a ação civil pública pedindo a inclusão da cirurgia na lista de procedimentos autorizados pelo SUS. Em primeira instância, a ação foi extinta sem julgamento de mérito sob argumento de impossibilidade jurídica do pedido.

Inconformado, o MPF recorreu ao TRF4, que atendeu ao pedido. Em sua argumentação, a União alegou que a cirurgia tem caráter experimental e sustentou que não haveria discriminação, mas impossibilidade de destinar recursos orçamentários a demandas individualizadas.

O juiz federal Roger Raupp Rios, relator da matéria, considerou que a partir de uma perspectiva biomédica, a transexualidade é um distúrbio de identidade sexual no qual o indivíduo necessita alterar a designação sexual sob pena de graves conseqüências para sua vida, dentre as quais o intenso sofrimento, a possibilidade de auto-mutilação e até de suicídio. Também citou os direitos fundamentais de liberdade, de igualdade e de acesso à saúde e votou pelo atendimento da demanda apresentada pelo MPF.

Ao saber da decisão, o presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, Paulo de Argollo Mendes, destacou que uma resolução do Conselho Federal de Medicina de 1998 considera o procedimento ético e define regras para atuação dos médicos. A cirurgia só é feita depois de dois anos de avaliação clínica e psicológica do paciente por equipe multidisciplinar.

No Hospital de Clínicas, a decisão da Justiça foi comemorada. “Agora podemos atender pacientes de todo o Brasil”, prevê o médico Walter Koff, coordenador do Programa de Transtorno de Identidade de Gênero. Pelo menos 30 pessoas já estão na fila de espera.

Experiência

A crediarista Júlia Silva é uma das pessoas que já passaram pelo procedimento. “É muito válido que o custo seja pago pelo SUS”, avalia. Desde 2005, quando trocou de nome e submeteu-se à cirurgia, ela viu sua qualidade de vida melhorar continuamente. “É maravilhoso poder definir o que se é”, afirma, lembrando que mesmo que sempre tenha tido aspecto feminino, agora está mais segura, tanto nas relações sociais como quando se olha no espelho. “A cirurgia é para nossa alma, que já é de mulher, e não para os outros”, ressalta.

Nos últimos seis anos, 80 pessoas passaram pela cirurgia no Hospital de Clínicas. Do total, 65 mudaram seu sexo para o feminino e 15 para o masculino. Os procedimentos pagos, feitos apenas por estrangeiros, custam de R$ 15 a R$ 20 mil.

Homeopatia no SUS


Caminhada cívica “Homeopatia Direito de Todos” em Ipanema
Data: 05/08/07 (domingo), das 9h às 12h
Local: Calçadão de Ipanema, Posto 10.

A ONG Homeopatia Ação pelo Semelhante está realizando ampla campanha a favor da implementação do atendimento especializado em homeopatia, no Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com o presidente da ONG, o médico homeopata Hylton Luz, o objetivo é colher assinaturas da população, em um abaixo assinado pelo direito de escolha da homeopatia no SUS e com isso cobrar a efetivação da Portaria 971, do Ministério da Saúde, criada em 2006, que institui a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (PNPIC).
- Hoje, a população que depende da assistência pública não tem como escolher a homeopatia como opção terapêutica. São apenas 514 médicos homeopatas trabalhando no SUS em todo país e 15 mil na iniciativa privada, alerta Hylton Luz.
O movimento está realizando ações em todo o país, que já conta com mais de 20 mil adesões. No Rio de Janeiro, cerca de mil assinaturas foram colhidas apenas em um domingo de junho, na Av Atlântica. O próximo ato da campanha no Rio será a caminhada “Homeopatia Direito de Todos”, no dia 5 de agosto (domingo), a partir das 9h, no calçadão da praia de Ipanema, no Posto 10.
Os voluntários e interessados podem adquirir a camiseta “Homeopatia Direito de Todos” na Rua Siqueira Campos 115, sobrado, em Copacabana ou solicitar por telefone (21) 2255-9190 ou e-mail (semelhante@semelhante.org.br). O formulário do abaixo-assinado para adesão à campanha se encontra também no site www.semelhante.org.br .
A caminhada conta com o apoio das farmácias Antiqua, Artfharma, Átomo, Bem Viver, De Faria e Pinho, Gian, Homeonatural, Magistralis, Quintessência, Renascença e Sauer.

Ministério da Saúde financia 36 Paradas gays no Brasil

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>> Esta notícia é meio antiga, mas cabe a pergunta: A Parada Gay serve como conscientização eficaz para prevenir a AIDS ou é um desfile de vaidades? Na Caros Amigos deste mês há um artigo falando sobre a parada gay de SP, mostrando como o preconceito social ainda é o mais importante no Brasil. Pobre não tem vez em nada… V

>>Você acha que o dinheiro do Ministério da Saúde foi bem aplicado?

>>Enquanto isso, falta dinheiro para implantar o projeto de Homeopatia no SUS…

Foi publicada nesta quarta-feira, 25/4, a lista com as Paradas GLBT do Brasil que contarão com apoio financeiro do Programa Nacional de DST e Aids (PN-DST/AIDS), ligado ao Ministério da Saúde.

Foram selecionados 44 projetos. As maiores Paradas em número de participantes, do Rio e de São Paulo, não aparecem na relação.

Veja a lista das Paradas financiadas pelo Programa:

. VI Parada da Diversidade de Teresina (PI)
. Mês da Diversidade e Parada da Diversidade de Curitiba (PR)
. VI Parada Gay de Feira de Santana (BA)
. VI Parada da Diversidade Sexual de Campo Grande (MS)
. III Parada do Orgulho GLBT de Viamão (RS)
. Parada de Campina Grande (PB)
. Parada do Orgulho GLBT do Cariri (CE)
. VIII Parada pela Diversidade Sexual do Ceará (CE)
. Parada do Orgulho GLBT de Pelotas (RS)
. Paradas do Orgulho LGBTS do Distrito Federal (10a. de Brasília e 2a. de Taguatinga)
. X Parada do Orgulho GLBT de Belô (MG)
. VI Parada do Orgulho GLBT de Camaçari (BA)
. VI Parada do Orgulho GLBT de Uberlândia (MG)
. III Parada da Diversidade de Ilhéus (BA)
. I Parada do Orgulho GLBT de Itumbiara (GO)
. I Parada do Orgulho de Parnamirim e Região (RN)
. III Parada do Orgulho GLBT de Niterói (RJ)
. VII Parada do ORgulho GLSBT de São José do Rio Preto (SP)
. IV Parada do Orgulho pela Diversidade de São Luís (MA)
. VIII Parada do Orgulho Gay de Natal (RN)
. IV Parada do Orgulho GLBT de Montes Claros (MG)
. II Fest Pride Pantanal e IV Parada da Cidadania e do Orgulho LGBT do Sul do Mato Grosso (MT)
. IV Parada do Orgulho GLBT de Palmas (TO)
. Parada do Orgulho GLBT de Porto Alegre 2007 (RS)
. VI Parada do Orgulho GLBT de Belém (PA)
. II Parada do Orgulho GLBT de Viçosa (AL)
. III Parada do Orgulho GLBT do ABC (Santo André-SP)
. Parada da Diversidade de Boa Vista (RR)
. III Parada da Diversidade Sexual do Agreste (RN)
. V Parada do Orgulho GLBT de Juiz de Fora (MG)
. VI Parada GLBT de Aracaju (SE)
. VII Parada GLBT de Macéio e Região (AL)
. Parada do Orgulho e Cidadania GLBT de Rondônia (RO)
. III Parada da Diversidade Sexual de Mossoró (RN)
. IV Parada da Diversidade GLBT do Sul da Bahi-Itabuna (BA)
. VII Parada do Orgulho GLBT do MeioMundo-Macapá (Amapá)

Além destas Paradas, o programa DST/Aids financiará outros 9 projetos de prevenção que deverão acontecer durante as Paradas Gays ou no Mês do Orgulho.

Oportunidade Perdida

Nova Friburgo vai realizar um Concurso Público para vários cargos, entre eles várias especialidades médicas. Contudo, não sequer uma vaga para Médico Homeopata ou Acupunturista. Que falta de visão!

Homens não são ratos

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A revista médica British Medical Journal publicou em sua edição de 15 de dezembro  um artigo que mostra diferenças entre os resultados de experimentos com medicamentos em ratos e humanos. Em alguns dos medicamentos testados o efeito em homens foi oposto ao obtido em ratos.
Enquanto isso, um dos pilares da HOMEOPATIA é experimentar os medicamentos em pessoas saudáveis. Funciona assim: um grupo de pessoas saudáveis toma um remédio durante um prazo e observa e anota tudo de diferente naquele período. Depois os resultados de todos são comparados e anotados os resultados similares. Com isso, ficamos conhecendo o efeito que aquela substância pode causar numa pessoa. E como o princípio da HOMEOPATIA é “Curar o semelhante pelo semelhante”, quando alguma pessoa doente apresenta aqueles sintomas da substância, esta substância será capaz de curar sua doença. Esta é uma diferença radical da HOMEOPATIA em relação à alopatia!

MÉDICOS HOMEOPATAS NO CALÇADÃO DE COPACABANA

Dr. Hylton recolhe a primeira assinatura para o abaixo-assinado

Rio de Janeiro, 21/06/07 – A mobilização pelo direito de escolha da homeopatia no SUS, organizada pela ONG Homeopatia Ação Pelo Semelhante, realizada em 10 de junho, no calçadão de Copacabana,  no Rio de Janeiro, na parte da manhã, coletou 1186 assinaturas para o abaixo-assinado que já soma quase 14 mil adesões.

 

A caminhada contou com a presença de médicos homeopatas e voluntários da ONG, que distribuíram cerca de quatro mil folhetos ao público de domingo em Copacabana.  Pela primeira vez, a população encontrou médicos homeopatas lutando e convocando a população para se aliarem em favor da liberdade de opção terapêutica, para defender sua prática dos ataques que recebem e que afetam de igual modo aos usuários e simpatizantes da homeopatia.

 

Os médicos homeopatas Giulio Roppa, Francisco José de Freitas, Paulo Cezar Maldonado, Francisco de Oliveira Villela, Gissia Gomes Galvão, Graciela Pagliaro, Hylton Luz, Gilda Campos, Elizabete Pinto Valente, Marise Lomba, Gervásio Araujo, Milton Ungierowcz e André Luiz Ribeiro e voluntários da ONG ficaram satisfeitos com a receptividade das pessoas que doaram suas assinaturas para a campanha durante a caminhada.

 

O objetivo deste ato é defender a liberdade de opção terapêutica. A ONG luta para efetivar a Portaria 971, do Ministério da Saúde, criada em 2006, que instituiu a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no Sistema Único de Saúde (PNPIC), mas que até agora não saiu do papel.

 

Conforme o médico homeopata Hylton Luz, presidente da ONG e criador desse movimento, as próximas caminhadas serão nos bairros de Ipanema, Leblon e Flamengo e na cidade de Niterói.  “Com isso, mobilizamos a população para cobrar do Ministério da Saúde a efetivação da Portaria, permitindo o acesso de todos à homeopatia no SUS”, afirma.

 

Hoje, a população que depende da assistência pública não tem como escolher a homeopatia como opção terapêutica. São apenas 514 médicos homeopatas trabalhando no SUS em todo país e 15 mil na iniciativa privada.

 

A caminhada contou com o apoio das farmácias Antiqua, Artfharma, Bem Viver, De Faria e Pinho, Gian, Homeonatural, Quintessência, Renascença e Sauer.

 

Quem quiser fazer parte da campanha “Homeopatia Direito de Todos”  e adquirir a camiseta para a próxima caminhada deve procurar a ONG, na Rua Siqueira Campos 115, sobrado. Também pode solicitar por e-mail semelhante@semelhante.org.br ou por telefone (21) 2255-9190.

 

Assine o Abaixo Assinado Eletrônico www.semelhante.org.br

 

 

Para colher assinaturas e colaborar com a campanha, basta  imprimir o formulário eletrônico no site www.semelhante.org.br e encaminhar para o endereço da ONG.

 

NASA estuda tratar astronautas com Homeopatia

A NASA, agência espacial americana, promoveu um seminário no início de junho , na Rutgers University em New
Brunswick. Para conhecer as possibilidades terapêuticas que a Homeopatia oferece, foram convidados três médicos homeopatas indianos, Dr Pratipa Banerjee, seu pai Dr Prashanta Banerjee e Dr S Das, que trabalha junto com eles. A NASA estuda retomar as viagens à lua, e encontra diificuldades com o tratamento alopático dos astronautas, principalmente quanto à absorção dos medicamentos em baixa gravidade e ao controle dos efeitos colaterais. Assim, surge como opção a Homeopatia, que não traz efeitos colaterais e tem absorção predominantemente sublingual.

Para Entender a Homeopatia

Muitas pessoas têm me perguntado se há algum livro que explique o que é a Homeopatia para leigos. Pesquisando no Submarino, achei este excelente: Larousse de Homeopatia. Vale a leitura!

Homeopatia Contra Dengue: Agora em Macaé

“…Complexo homeopático contra sintomas da dengue continua disponível para população

ABN – Agência Brasileira de Notícias

http://www.abn.com.br/editorias1.php?id=43767

02/05/2007 06:44

MACAÉ – O complexo homeopático que está sendo usado como auxílio no controle dos sintomas da dengue continua disponível em pontos estratégicos da rede municipal de saúde. A informação foi passada pela coordenadora de saúde coletiva da secretaria de Saúde, Laila Aparecida de Souza, na segunda-feira (30).

Segundo Laila, o complexo homeopático é tomado em dose única. Quem quiser tomar o complexo, pode se dirigir a um dos núcleos do Programa de Saúde da Família (PSF) e ao Núcleo de Atendimento à Mulher e à Criança, no bairro Aroeira.

A coordenadora de saúde coletiva destacou que a homeopatia também está sendo usada no tratamento da dengue. “Estamos usando a homeopatia tanto na prevenção, quanto no tratamento”, comentou a médica, lembrando que o complexo homeopático não é vacina, logo, não imuniza contra a doença, mas auxilia no controle dos sintomas, evitando agravação da dengue.

- A utilização do complexo homeopático é pioneira em nossa região e traz como benefício para a população a amenização da febre, das dores no corpo e a diminuição dos riscos de complicações da dengue. É necessário, no entanto, que toda a população continue a fazer sua parte, não deixando água parada e procurando sempre um posto médico quando identificar os sintomas – ressaltou.

O complexo homeopático contra a dengue voltará a ficar disponível na Unidade de Saúde Jorge Caldas, no Centro, a partir do dia 07 de maio…”

Saúde Alternativa É Direito de Todos

O Ministério da Saúde, instituiu em 2003 um grupo de trabalho para estudar a implantação no SUS de práticas integrativas e complementares, traduzindo, medicina “alternativa”. Este grupo elaborou propostas que se tornaram leis (Portarias Ministeriais nº 971 em 3 de maio de 2006 e nº 1600 em 17 de julho de 2006). Estas práticas que fazem parte da chamada PNPIC (Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares no SUS) são: HOMEOPATIA, MEDICINA TRADICIONAL CHINESA – ACUPUNTURA, MEDICINA ANTROPOSÓFICA, PLANTAS MEDICINAIS – FITOTERAPIA e CRENOTERAPIA – TERMALISMO (tratamento com águas medicinais).

Ótima notícia, não é?

A má notícia é que nas Portarias Ministeriais citadas não há referência a fontes de recursos (o dinheiro para pagar os profissionais) nem critérios para tirar do papel e tornar realidade. Ou seja, falta a Regulamentação da PNPIC.

Por isto, precisamos nos unir para defender a medicina “alternativa”, e um passo fácil e ao alcance de todos é assinar um abaixo-assinado que circula na internet no endereço http://www.semelhante.org.br/10_abaixoassinado_02_formulario_01_form.asp e encontra-se disponível em diversas farmácias homeopáticas, pedindo a Regulamentação Já. Participe, fale com seus familiares e amigos, divulgue o máximo possível. Vamos democratizar a saúde alternativa!

Entrevista com o Homeopata que luta para implantar a vacina homeopática contra dengue

Homeopata prevê fim da dengue em 2 ou 3 anos
Personagem principal de uma batalha de poderes que colocou Estado e Município frente a decisões do Ministério Público na semana passada, o homeopata Renan Marino, criador do complexo homeopático para dengue, afirma, em entrevista exclusiva ao BOM DIA, estar satisfeito com a repercussão que seu medicamento teve em âmbito nacional. “Fico feliz porque sabia que no final o bem venceria”, afirmou. Mas a luta ainda não acabou.

Você criou uma briga na saúde pública. Como se sente? Culpado?

Renan Marino – De maneira nenhuma. Estou satisfeito com o rumo dos acontecimentos. Apesar de se tornar uma discussão de fundo político, toda essa história de homeopatia ser ou não confiável só aumentou minha responsabilidade de defender a população. O fato de a ação do Estado contra o município ter sido recusada só mostra que estamos certos.

Como você encara o fato de a homeopatia ser vista por muitos como uma farsa?

Marino – Eu entendo com isso que as pessoas não têm o mínimo conhecimento sobre homeopatia e que, antes de acusarem, deveriam estudar esse tipo de medicina.

Onde você acreditar estar o fator que faz a diferença?

Marino – Enquanto a alopatia trabalha com princípios contrários (anti-inflamatório, por exemplo), a homeopatia segue a teoria do princípio dos semelhantes, ou seja, tudo o que é capaz de causar sintomas em um homem saudável será capaz de curar um homem doente. A diferença está aí. Enquanto a alopatia faz estudos científicos, a homeopatia trabalha direto com o ser humano.

Alopatas exigem o estudo duplo cego randomizado do complexo. É viável?

Marino – É ridículo pedirem o estudo duplo e aprovações em congressos médicos quando se trata de uma epidemia. Esses procedimentos demoram 10 anos. Saber que um remédio pode controlar uma epidemia e esperar a realização de burocracias como essa é omissão, negligência e imprudência.

O Estado entrou com uma ação contra o uso do medicamento alegando a hipótese de risco. Isso realmente existe?

Marino- A diretora do Centro de Vigilância Sanitária do Estado, Maria Cristina Megid, é desinformada. É algo inaceitável tendo em vista o cargo que ela ocupa. Como ela pode dizer que 50 frascos de 50 ml do complexo representa produção em escala industrial? Não aceito que fale sobre o que não sabe. O complexo não pode causar efeito colateral.

Alopatas afirmam não existir saída para a epidemia se a população não acabar com os criadouros. E na homeopatia? Tem como acabar com a dengue?

Marino – Claro que existe saída. Enquanto a engenharia genética pode desenvolver uma técnica para controlar o vetor, a homeopatia pode elevar o nível de resposta do hospedeiro, que sairá de vítima e agirá contra o vírus. Abaixamos a taxa de transmissão de sete para dois dias. Assim o mosquito tem menos tempo de se contaminar e reduziremos os focos de dengue, que em dois ou três anos estarão isolados.

Cidade atinge epidemia esta semana
À beira de uma epidemia, postos de saúde de Rio Preto estão prestes a suspender exames de confirmação de dengue. Na sexta-feira, a Secretária de Saúde confirmou 950 casos na cidade.

A epidemia será consumada se o número ultrapassar os 1,1 mil registros. Na semana passada 83 novos casos positivos da doença foram registrados em Rio Preto. A média é de 11 registros por dia.

No mês passado o Centro de Vigilância Epidemiológica do Estado suspendeu a realização de exames de sorologia em Mirassol, após a epidemia ser confirmada.

Enquanto fica atenta com os números, a secretária municipal aguarda decisão judicial sobre a tentativa do Estado de suspender o uso da homeopatia para o tratamento da dengue.

A Vigilância Sanitária Estadual recolheu o medicamento dos postos de saúde na semana passada. A justificativa é a hipótese de risco iminente à saúde pública, por não conhecer os efeitos do remédio homeopático e por não concordar com a forma de produção.

O município, que tem gestão plena, resistiu. A Vigilância Sanitária do Estado esteve na cidade, suspendeu as ações. O Estado também fez representação ao Ministério Público, indeferida.