Archive for the ‘homeopatia’ Category

Aug 22

A homeopatia contrariando o que muitos pensam, não é considerada uma medicina alternativa, e sim uma especialidade terapêutica, pois foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina e pela Associação Médica Brasileira (AMB) na década de 80.

O homeopata Luiz Carlos Rodrigues, explica que a ciência homeopática respeita a sabedoria do corpo humano, ou seja, “é uma abordagem que vai utilizar medicamentos com o intuito de estimular os sistemas defensivos e imunológicos para que o próprio corpo inicie o processo de cura”.

Foco no paciente e não na doença

Luiz Carlos explica que o tratamento homeopático fundamenta-se sobre o “princípio da semelhança”, isto é, a substância capaz de provocar sintomas em um indivíduo saudável é capaz de tratar um indivíduo que apresente sintomas semelhantes.

E completa dizendo que na medicina convencional ou tradicional existe uma grande quantidade de substâncias químicas no medicamento. “Já na homeopatia não existe quantidade significativa de substância química, pois nosso foco é descobrir o problema do paciente individualmente e não oferecer para ele um medicamento que vai aliviar aquela dor momentaneamente”, diz.

Homeopata Luiz Carlos:”Nosso foco é no paciente”

Outra diferença notável destacada pelo médico é que a homeopatia trata o indivíduo de forma única.

“Se um paciente chega ao meu consultório dizendo que está, por exemplo, com dor de cabeça, eu não vou indicar para ele um medicamento padronizado, e sim, vou analisar aquele paciente e descobrir o motivo pelo qual ele está com aquela dor. É fato que dor de cabeça todo mundo tem, mas o que diferenciada uma dor da outra? É isso que fazemos, descobrimos que tipo de dor de cabeça aquela pessoa tem e qual tratamento é melhor para ela”, diz.

Rodrigues acrescenta que é preciso fazer pesquisa na área homeopática sempre. “O país tem uma biodiversidade imensa, então certamente algumas delas podem representar um medicamento importante. E para isso acontecer, precisamos ter profissionais pesquisando a todo momento”.

Caso de sucesso

A dona de casa Dulcileide de Araújo, 48, conta que sua família só faz tratamento com remédios homeopáticos. “Nós usamos esse tipo de tratamento há quase 15 anos. Minhas filhas sempre tiveram muita alergia e nenhum remédio alopático fazia efeito, aí resolvi levá-las em um homeopata que descobriu o motivo da alergia delas, passou um medicamento diferente para cada uma e hoje nenhuma tem alergia”, conta.

As filhas de dona Dulcileide, a estudante de enfermagem Camilla Araújo, 21 anos, e a fisioterapeuta Manuela Araújo, 24 anos, contam que após o tratamento homeopático as alergias desapareceram. “A homeopatia mobiliza o doente em direção à harmonia, com melhoria global e conseqüente desaparecimento das suas doenças. Por isso, o medicamento movimenta a pessoa como um todo,

reorganizando-a e assim, atingindo a cura. Desde quando comecei meu tratamento, a alergia nunca mais apareceu”, diz Camilla.

Manuela Araújo que faz tratamento desde os cinco anos de idade, afirma que as pessoas deveriam investir mais nesse tipo de tratamento. “Acho que as pessoas deveriam optar pelos medicamentos homeopáticos, pelos benefícios que eles trazem”.

Por Mariana Rocha e Gabriela Amorim

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Jun 25

Aos 16 anos, passou a estudar na Escola do Príncipe, ao mesmo tempo em que o Reitor Müller transferiu-se para lá, e seus professores reconheciam seu talento e dedicação, não lhe cobrando tarefas escritas ou cópias, e deixando que ele só assistisse às aulas que considerava importantes para sua formação. Ele não era interno na escola, e dormia na casa do reitor, a quem ajudava nas correções de lições.

Formou-se na Escola do Príncipe aos 20 anos, tendo apresentado uma dissertação em latim, como era costume na época, intitulada “A Maravilhosa Construção da Mão Humana”. Ainda aos 20 anos ingressou na Universidade de Leipzig, e daí em diante afastou-se completamente de sua casa paterna, não tendo tido oportunidade de voltar nem para as festividades. Seus anos de estudo sempre foram marcados pela dedicação de muitas horas sobre os livros e pelo trabalho paralelo para custeá-los.

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Jun 23

Ele estudou em uma tradicional escola de Meissen, a Escola do Burgo, até os 16 anos. O reitor da escola, o Professor Müller, o amava como a um filho, e lecionava redação e línguas antigas. Por dificuldades financeiras, seu pai o retirou da escola algumas vezes para trabalhar e ajudar no orçamento doméstico, mas, atendendo aos insistentes pedidos dos professores, permitiu que ele voltasse a estudar, onde não lhe era mais cobrado nada. O menino Samuel tinha um excepcional talento para aprender idiomas.

Numa das vezes em que seu pai o retirou da escola, o enviou para outra cidade, Leipzig, para trabalhar numa padaria, onde vivia como aprendiz. Por gostar muito de estudar, o rapaz fugiu da padaria e voltou para casa, onde sua mãe o escondeu por vários dias, com medo da reação de seu pai, até que ela preparou o terreno para que o pai escutasse o que Samuel tinha a dizer sobre seus sonhos de vida, ligados à ciência e à pesquisa. Gostava tanto de estudar que fez um pequeno candelabro de barro para usar à noite e poder estudar escondido. Neste setênio já lia os clássicos em grego e latim.

Ainda enquanto estudante, aos 12 anos, o reitor o convida para lecionar grego em sua escola. Seus colegas também o tinham em alta consideração. Estudava muito e não fazia atividades físicas, o que o levava a adoecer freqüentemente.

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Jun 11

Marcelo Guerra, médico

Sou Médico, comecei a carreira como Psicanalista e depois enveredei pela Homeopatia, que permitiu um entendimento integral do ser humano, como corpo e mente juntos, e não como um ser formado de duas partes que estão sempre em luta. Através da Homeopatia, cheguei à Antroposofia, na qual a Terapia Biográfica é baseada, e aí encontrei respostas para a questão do sentido na vida do ser humano. Outras fontes que estudo para a compreensão do sentido são os textos de Viktor Frankl, Carl Gustav Jung, Leonardo Boff e Joseph Campbell, autores que trouxeram uma nova luz para a Psicoterapia. Endereços de Atendimento: Homeopatia, Acupuntura e Terapia Biográfica Praça Baltazar da Silveira, 20/ sala 104 (Clínica de Tratamento Natural) Centro - Teresópolis - RJ Tel: (21)2742-5940 Homeopatia e Acupuntura Praça Marcílio Dias, 56, Paissandu - Nova Friburgo - RJ Tel: (22)2523-9342 Terapia Biográfica Rua Ernesto Brasílio, 14, sala 408 - Centro - Nova Friburgo - RJ Tel: (22)8112-4983

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Jun 11

Nasci em 10 de abril de 1755, no eleitorado da Saxônia, uma das mais bonitas regiões da Alemanha. É uma das razões do meu grande amor pelas maravilhas da natureza.”



Há poucas informações relativas à primeira infância de Hahnemann, sendo a maior parte delas proveniente de sua autobiografia.

Nasceu em Meissen, em 10 de abril de 1755, pouco antes da meia-noite. Meissen fazia parte da Saxônia, na Alemanha ainda não unificada, região fronteiriça à Europa Eslava. Esta região tinha tradição metalúrgica e alquímica, devido às minas de prata, chumbo e zinco. Nesta região brota o rio Elba, e suas principais cidades são Meissen e Dresden. Foi também nesta região que Martinho Lutero iniciou a Reforma Protestante.

O menino Samuel foi levado à Igreja Luterana logo na manhã do dia 11 para ser batizado, pois era muito frágil e esperava-se o pior. A parteira apadrinhou-o, após um parto muito difícil. Hahnemann é o terceiro de cinco filhos, Charlotte (nascida em 1752), Karl Gerhard (1754), o próprio Samuel (1755), August (1757) e Benjamina (1759). Sua mãe é meiga e atenciosa. Seu pai tem um lema sempre repetido: “Agir e ser sem aparecer.” Sua mãe e seu pai assumem a educação dos filhos, ensinando-lhes a ler, escrever, calcular. Mostram-lhes as belezas da natureza nos arredores de Meissen. São criados sob os preceitos da religião luterana. Seu pai usa um método especial para educar os filhos. Leva os meninos para a fábrica e deixa as meninas com a mãe. Enquanto pinta, dá-lhes um ou dois pensamentos para que possam meditar sobre eles. Depois, recolhe suas reflexões e as comenta. Com isso, molda o espírito de independência e o sentido crítico das crianças. Sua saúde é muito frágil, e esta fragilidade o acompanhará por muitos anos.

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Jun 06

Avô paterno: Christoph Hahnemann, era pintor de porcelana, tinha um irmão chamado Christian Hahnemann. Viveu em Lauchstedt, na Saxônia, onde chegou em 1707. Era uma cidade muito pequena, com cerca de 1000 habitantes, de hábitos rurais, que servia como local de veraneio dos Duques da Saxônia. Eles eram pessoas destacadas na cidade. Ele teve sete filhos, 3 meninos e 4 meninas. Christoph e seu irmão, por serem pintores de porcelana e aquarelistas, mudaram-se para Meissen para trabalhar na Manufatura Real de Porcelana, como pintores decorativos. Esta foi a profissão também seguida pelo pai de Hahnemann.

Pai: Christian Gottfried Hahnemann, nasceu em Lauchstedt, em 24 de julho de 1720, onde viveu por 14 anos. Casou-se aos 28 anos com Johanna Eleonora Deeren, filha única do alfaiate da corte, em 1748, em Meissen, onde também era pintor de porcelana. Nove meses após casado, sua esposa morreu após dar a luz a gêmeas, sendo que uma nasceu morta e a outra morreu após nove meses. O pai de Hahnemann torna-se um homem fechado, carrancudo, viúvo aos 29 anos. Em 1750, casou-se novamente, com Johanna Christiana Spiess. Compra uma casa grande em Meissen e leva uma vida próspera. Escreveu um pequeno livro sobre aquarela. Também seu irmão mais novo era pintor de porcelana. Tinha um lema e o ensinou aos filhos: “Ser e agir sem ostentação.”

Mãe: Johanna Christiana Spiess, era filha única de um capitão que estava temporariamente prestando serviço em Meissen.

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Jun 04

Assista no link abaixo a matéria veiculada pela TV Gazeta, no último dia 21 de maio, sobre “Tratamento Homeopático conquista pacientes na rede pública, onde foi implantado”. A reportagem traz também uma entrevista com a Dra. Sandra Salles, da USP, e destaca as vantagens da Homeopatia para os usuários, os medicamentos que não agridem o organismo e a iniciativa do governo criando a PNPIC e abrindo para a população a opção de acesso no SUS.

http://www.tvgazeta.com.br/jornaldagazeta/video_destaques/2008/21maio08/21_mai_08_03.php

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Jun 03

A vida de Hahnemann comporta algumas peculiaridades que devem ser observadas antes de descrevê-la pormenorizadamente. Em primeiro lugar, Hahnemann viveu mais de 88 anos, o que era extremamente raro no século XVIII. Ele nasceu em 1755 e faleceu em 1843, tendo passado a maior parte deste tempo na Alemanha, que não era um país unificado, mas um amontoado de cidades-estado que freqüentemente enfrentavam-se em disputas de poder, e que depois foram todas dominadas por Napoleão e seu exército. Nos últimos anos de sua vida ele desfrutou da fama e expandiu o nome da Homeopatia em Paris, à época a cidade mais importante culturalmente no mundo, o farol para onde todas as mentes em busca de conhecimento e novidades voltavam-se avidamente.

Esta é a história de um homem que criou uma ciência de curar eficaz, rápida e segura, partindo unicamente de fatos, os quais ele observava atentamente para só depois deles extrair hipóteses e teorias. É a história de um homem obstinado, quase arrogante, que não se curvou ao senso comum nem para evitar a fome sua e de sua numerosa família. Um homem que defendeu arduamente o ideal de curar sem prejudicar, contra uma classe médica irada que não podia aceitar que este médico de origem humilde fosse ensinar-lhes uma nova arte e ciência de curar. Um homem que até seus últimos dias cuidou de aprimorar seu legado maior à Humanidade, a Homeopatia. Hoje a Homeopatia sobrevive e expande-se pelo mundo todo, mas nada disso teria ocorrido se seu visionário fundador tivesse sido mais complacente com seu pares da época. O ódio que os seus opositores lhe nutriram abertamente em vida, hoje foi amplamente sobrepujado pelo amor e gratidão de milhões de médicos homeopatas e pacientes beneficiados pela Homeopatia.

Eu sou grato em primeiro lugar por ser um médico homeopata e, em segundo lugar, por ter tido a oportunidade de fazer este estudo da vida deste grande mestre da humanidade, um homem muito à frente do seu tempo, talvez à frente até do nosso tempo, que captou a essência da matéria e a entregou a nós todos de forma metódica para que possamos perpetuar seu trabalho de trazer saúde verdadeira a nossos irmãos e irmãs que sofrem as mais diferentes mazelas do corpo e da alma. Em sua lápide ele mandou escrever: Non inutilis vixi (Não vivi em vão). Como se houvesse alguma dúvida… Muito obrigado, Christian Friedrich Samuel Hahnemann.

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Apr 30

A homeopatia é uma medicina integrativa, uma outra forma de compreensão do processo de enfermidade, e não se restringe a um tratamento elaborado com o uso de ervas.

As informações são do médico Paulo Rosenbaum, autor do livro “Homeopatia: Medicina sob Medida”

O doutor comenta que a homeopatia não abdica dos conhecimentos médicos e laboratoriais para realizar o tratamento. Segundo Rosenbaum, esta especialidade usa aspectos individuais do paciente para atingir o resultado, não visando somente o controle da doença, mas também a qualidade de vida do ser humano.

“As pessoas tem um idéia simplificada e descontextualizada demais do que é a homeopatia, porque não é só um tratamento baseado na natureza”, afirma Rosenbaum.

De acordo com o médico, as informações sobre homeopatia devem ser obtidas com quem realiza pesquisas dentro de instituições. “É fundamental que exista uma literatura de qualidade, que as pessoas possam acessar para compreender isto de uma forma correta, porque, muitas vezes, o que chega são distorções ou estereótipos”, explica Paulo Rosenbaum.

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Apr 16

Confira a seguir um trecho selecionados do livro “Homeopatia sob Medida”, da Publifolha. A homeopatia nasceu como um método alternativo aos procedimentos invasivos, como a sangria, utilizada até o fim do século 19. No Brasil a homeopatia foi reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina em 2002. Muito se fala do método, mas conhecer suas bases é fundamental para se submeter a tratamentos eficientes. Abaixo um pouco mais sobre o modelo de tratamento estabelecido pelo alemão Samuel Hahnemann, médico criador do método de tratamento homeopático no fim do século 18, que propõe os seguintes enfoques:

1º. A medicina deveria retomar um recurso já enunciado pela medicina hipocrática e praticamente abandonado: a aplicação da similitude. Ou seja, não se basear na aplicação de medicamentos contra os sintomas (contrariis contraris - a terapia dos contrários), muito comuns desde a tradição galênica (que durante um bom tempo também usou a lógica dos semelhantes), mas usá-los a partir de uma analogia com o que estes medicamentos provocavam em pessoas sãs: do latim similia similibus curentur = semelhantes curam semelhantes.

2º. A medicina é um conhecimento experimental. Para serem reconhecidos, os experimentos deveriam ser metódicos, e não acidentais baseados em observações isoladas. Eles deveriam ser induzidos e realizados com humanos, e não com animais. Uma das razões mais evidentes para isso é que só as pessoas podem descrever sintomas e sensações.

3º. A enfermidade não se limita a um só ponto. Por mais indícios de que seja apenas localizada, quando bem investigada revela-se complexa e contextual, enraizada a outros sintomas que podem ser antigos ou recentes. Ou seja, ela é sempre sistêmica. Para desmontá-la é necessário, portanto, desvendar o mapa completo do organismo afetado, assim como as circunstâncias sociais e ambientais.

4º. Por analogia, pressupõe-se que os medicamentos também tendem a agir de forma sistêmica. Uma prova disso é a lista de efeitos não esperados que muitos deles apresentam - os chamados efeitos colaterais.

5º. Cada pessoa apresenta sensibilidades e vulnerabilidades distintas. Por esta razão, nunca se saberá quantas doenças realmente existem no mundo, pois serão tão numerosas como a sua população.

6º. Para conhecer a enfermidade sistêmica e a ação global dos medicamentos é preciso prestar particular atenção à vitalidade da pessoa, ao estado geral do seu organismo. Isso envolve a análise permanente da relação medicamento-corpo-mente-meio.

7º. A homeopatia foi se transformando num conjunto de conhecimentos e práticas com consistência histórica e teórica.

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Apr 14

SÃO PAULO, 1 de abril de 2008 - Sintomas da dengue podem ser diminuídos com o auxílio da homeopatia, caso a doença seja diagnosticada precocemente. Quem afirma é o secretário de Saúde de São José do Rio Preto (SP), Arnaldo Almendro Mello.
“O preparado homeopático específico para a dengue encurta o período dos sintomas da doença. Principalmente na fase inicial, podemos observar que diminui muito a sintomatologia. Às vezes, a pessoa nem apresenta a sintomatologia”, afirmou.
O tratamento homeopático é uma das alternativas oferecidas nos postos de saúde do município. “Elas têm a opção de tratar pela homeopatia ou pela alopatia. E ainda associar os dois tipos de medicina, se assim desejarem. Aqueles que não crêem na homeopatia fazem o tratamento alopático somente”, informou.
A possibilidade de tratar a dengue com a homeopatia surgiu em 2007, quando houve na região de São José do Rio Preto 12 mil notificações e cerca de dez mil casos confirmados. “Nós tínhamos conhecimento de que a medicina cubana tratava a dengue com homeopatia e obtinha ótimos resultados. E ainda tínhamos a experiência de um pediatra homeopata da nossa cidade que tratava seus pacientes com sintomas de dengue com sucesso”, afirmou.
Arnaldo Mello ressaltou que os relatos que tinha do tratamento em Cuba era que seria possível diminuir consideravelmente as internações e os sintomas hemorrágicos da doença.
É obvio que em nenhum momento deixamos de fazer as ações de prevenção da dengue. A homeopatia é somente um recurso a mais. Só isso. Mas ela pode ter contribuído, mesmo porque neste ano estamos com um número absurdamente menor do que no ano passado. Por enquanto, somente 30 em todo o município”, informou.
Ele admitiu, contudo, não haver ainda estudos conclusivos sobre a eficácia da homeopatia nos casos de dengue. “Nós ainda estamos levantando dados das pessoas que utilizaram homeopatia para ver se a gente consegue chegar a um número. Isso não é fácil porque no caso da homeopatia, a metodologia cientifica é diferente da alopatia. Não segue a mesma metodologia. Acreditamos que, em alguns casos, o indivíduo pode nem apresentar sintomas, caso tenha feito tratamento precoce. Mas não temos dados ainda”, afirmou.
O secretário lembrou que, na época em que a homeopatia para tratamento da dengue foi oferecida nos serviços públicos de saúde, houve uma discussão grande entre o município e a Secretaria de Saúde do estado. “Eles não aceitavam esse tipo de intervenção da homeopatia na dengue. Chegamos a um embate jurídico para conseguir manter esse programa. Tivemos apoio do Ministério da Saúde e continuamos oferecendo”.
Diante da polêmica levantada pelo tratamento, os médicos relutaram em continuar prescrevendo o complexo homeopático. Arnaldo acrescentou que a resistência ao tratamento homeopático aumentou ainda mais quando foi anunciado que seria ampliado, e isso acabou causando confusão. Para ele, houve a falsa impressão de que a homeopatia somente conseguiria conter a epidemia da dengue.
A imprensa local acabou divulgando que era uma vacina homeopática. E não era nada disso, nós nunca usamos o termo vacina. O que afirmamos é que a homeopatia, caso seja adotada precocemente nos casos de suspeita de dengue, é capaz de reduzir seus sintomas“, concluiu.

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Mar 13

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Jan 30

Por Hylton Sarcinelli Luz em 22/1/2008

Certamente, a grande maioria dos cidadãos do mundo não leu nem lerá o editorial da revista científica The Lancet (Vol 366 August 27, 2005), uma vez que a publicação é principalmente dirigida aos médicos e pesquisadores interessados na área da saúde.

Trata-se do editorial intitulado “O fim da Homeopatia” que afirma, entre outras declarações negativas, que a Homeopatia não tem fundamentos científicos. Argumentações como essas são perigosas e necessitam ser esclarecidas, uma vez que foram revividas pelo colunista Rogério Tuma, da revista CartaCapital (n° 473, de 5/12/07), dirigida ao público leigo.

Ao requentar uma pauta de 2005 da Lancet, o colunista ignorou a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), editada em 2006 para o setor de saúde do Brasil, que integra a Homeopatia, Acupuntura e Fitoterapia às práticas do SUS. Também desconsiderou a informação pública e notória que, há mais de 30 anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que os países incluam a Homeopatia em suas políticas de saúde. Esta decisão representa tanto um marco mundial para as políticas públicas de saúde quanto à consolidação do processo democrático na saúde. Neste último aspecto, destacamos o respeito à liberdade de escolha terapêutica dos cidadãos, bem como o compromisso com mecanismos decisórios que têm origem na participação da sociedade.

Alto custo

O permanente questionamento acerca da cientificidade da Homeopatia, e dos efeitos que produz na saúde, decorre de diferenças existentes nas concepções de doença de cada medicina. Qualquer parâmetro de medida só faz sentido quando utilizado corretamente. O termômetro é um excelente instrumento para medir temperatura, mas absolutamente ineficaz para medir distâncias. Este último fato, constatável e consensual a todos, não o desqualifica como um instrumento útil.

Assim, a maneira diversa como a Homeopatia observa a saúde, razão de sua abordagem individualizada, voltada para as expressões da vitalidade e do sofrimento humano, implica obrigatoriamente parâmetros de observação e avaliação que são particulares e não estão contemplados nos protocolos científicos da medicina tecnológica.

Este fato não significa ausência de uma metodologia de investigação e procedimentos precisos de intervenção, os quais são avaliados por parâmetros justos, todos relacionados a uma concepção de saúde que lhe é própria e que a distingue de outras medicinas. O mesmo se dá com todas as Medicinas Tradicionais, cada uma com sua lógica própria que constitui uma racionalidade médica complexa, com seus próprios conceitos e parâmetros para orientar e avaliar a efetividade de seus procedimentos.

Tanto o editor da Lancet quanto o colunista da CartaCapital deixam claro, por meio de critérios duvidosos, que população erra quando escolhe aquilo que não se enquadra nos cânones científicos que defendem.

Incluir as Medicinas Tradicionais, também conhecidas como Medicinas Alternativas – ou, na nomenclatura adotada em nosso país, Medicinas Naturais – é investir para que a diversidade das práticas de saúde, que não dependem de importação de insumos e tecnologia de alto custo, possam contribuir para otimizar os recursos, sempre limitados, para ampliar a assistência.

Fosso social

Estima-se que o investimento anual total em Medicinas Naturais, em todo o mundo ocidental, nas áreas da pesquisa, formação de recursos humanos e promoção, não ultrapassa algumas centenas de milhares de dólares por ano. No entanto, em Medicina Tecnológica são investidos muitos bilhões de dólares para os mesmos fins.

Portanto, compete aos gestores públicos – e aos cidadãos que almejam por justiça social – se posicionarem a favor de medidas que estabeleçam como prioritário o investimento nas Medicinas Naturais, para que estas possam alcançar o nível de desenvolvimento necessário para suprir, juntamente com as demais formas de medicinas e práticas de saúde, as necessidades dos países e do mundo.

Será ainda possível conceber, como conduta em favor da humanidade, comportamentos que contrariam a liberdade de escolha das populações? É evidente, para todo o mundo que uma das causas da violência contemporânea é a justa revolta contra a progressiva ampliação do fosso social e da exclusão de direitos básicos que separam populações de uma mesma nação e de nações no mundo.

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Jan 14

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Numa ação coordenada pelo promotor de Justiça Carlos Varela, a Polícia Civil prendeu na noite de ontem o falso médico Leandro Conti Ribeiro, que estaria atendendo num consultório montado na rua Segismundo Mendes, 105, em pleno centro da cidade. Num trabalho de investigação da equipe da Delegacia de Combate ao Crime Organizado, o delegado Edson Moraes deu voz de prisão em flagrante ao estelionatário quando fazia consulta de pacientes, inclusive prescrevendo medicamentos homeopáticos, conforme informação prestada ao Jornal da Manhã pelo delegado Edson Morais. O representante do Ministério Público informou que a atuação de Leandro Ribeiro passou a ser investigada a partir de denúncias apresentadas àquela Promotoria. No trabalho de investigação, um policial teria tentado marcar uma consulta, sendo informado que teria de pagar R$ 400. Mas um “paciente” que acabou arrolado como testemunha teria declarado que pagou R$ 180. Conforme o delegado que presidiu a investigação, também foram localizados receituários em farmácias, prescritos pelo homem preso ontem. Outra providência da polícia foi consultar junto ao Conselho Federal de Medicina (CFM) e Conselho Regional de Medicina de Minas Gerais (CRM-MG), constatando que Leandro Conti não possui registro profissional para exercício da profissão de médico. Após receber voz de prisão, ele foi levado à delegacia de polícia, em ocorrência atendida pelo delegado Hércules Cardoso, que até o fechamento da edição ainda não tinha ratificado o flagrante. O promotor Carlos Valera fez questão de acompanhar toda movimentação da polícia, adiantando que o falso médico deve responder pelos crimes de propaganda enganosa e exercício ilegal de profissão e até mesmo por estelionato.

Na delegacia de polícia, o advogado Washington Luís Gomes da Silva atuou na defesa do suspeito, onde também foi procurado pela reportagem. O profissional declarou que seu cliente nunca se apresentou como médico, mas sim como terapeuta, devidamente legalizado. Também negou que o mesmo emita receituário de medicamento alopático, indicando apenas produtos da homeopatia. Demonstrando segurança, o mesmo advogado revelou ter havido outras ações contra seu cliente, a partir de 2003, garantindo que conseguiu o arquivamento de todas elas, sem que chegassem à ação penal. Por sua vez, o promotor Valera entende que só o profissional médico pode receitar medicamento, seja alopático ou homeopático, como declarou ao JM.

Fonte: www.jmonline.com.br/?canais,1,08,189

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Jan 09

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Dia da Mobilização e Ação Global
FSM 2008: ONG defende Homeopatia no Rio Com Vida


Crise ética na Medicina e a Homeopatia, movimentos sociais e a liberdade de opção nos cuidados da saúde vão esquentar o debate entre os médicos e o público na Tenda das Idéias

O Rio de Janeiro vai abrigar, no próximo dia 26 de janeiro, a versão local do Fórum Social Mundial 2008. Ao contrário de anos anteriores, o FSM não será centralizado - haverá eventos simultâneos nos mais diversos pontos do planeta, organizados pelos próprios participantes.


O Comitê Rio do FSM está convocando a população para a realização do Rio Com Vida, no Aterro do Flamengo. O Dia de Mobilização e Ação Global será marcado por debates, seminários, demonstrações de rua, passeatas, eventos culturais e shows em todo o mundo, em torno do tema ”Um outro mundo é possível”.


A ONG Homeopatia Ação Pelo Semelhante (www.semelhante.org.br) vai participar dessa iniciativa, divulgando a campanha nacional ”Homeopatia Direito de Todos”, na Tenda das Idéias, uma das
sete tendas que serão montadas no Aterro do Flamengo. A proposta é estimular debates públicos por meio de exposições dos médicos Gervásio D’Araújo (A crise ética da Medicina e a Homeopatia), Graciela Pagliaro (A Homeopatia e os Movimentos Sociais) e Hylton Luz ( Há liberdade de opção nos cuidados da saúde?).


Paralelamente, em um estande dentro da tenda,
e através de voluntários da campanha, presentes em todos os pontos do evento, serão colhidas assinaturas para o abaixo-assinado, que já conta com cerca de 50 mil adesões, com o objetivo de cobrar do Ministério da Saúde a efetivação da Portaria 971, de maio de 2006. A portaria institui a Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC), incluindo a Homeopatia, no Sistema Único de Saúde (SUS).

O abaixo-assinado pode ser acessado no link:

(http://www.semelhante.org.br/10_abaixoassinado_01_principal.asp).

Participe do Fórum Social Mundial sendo voluntário.

Inscreva-se pelo e-mail semelhante@semelhante.org.br

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