Archive for the ‘fitomedicina’ Category

Dec 03

Aspectos do uso terapêutico e do cultivo orgânico

Organização:

Dra. Eloísa C. Pimentel de Magalhães- Médica
Prof. Dr. Pedro Melillo de Magalhães- eng. Agrônomo- CPQBA-UNICAMP

05 de dezembro de 2009 (sábado)

PROGRAMA

Recepção e inscrições- 8:30- 9:00
1. O Caminho da Fitoterapia – 9:00 às 9:30 (Dra Eloísa)
- Histórico do uso, saber popular e medicina tradicional

- Potencial terapêutico e Conceitos fundamentais no uso de plantas medicinais

2. Da Planta ao Medicamento – 9:30 às 12:30 (eng.agrônomo)
- Noções de identificação botânica
- Bases para a produção sustentável de plantas medicinais
- Qualidade nas operações de cultivo orgânico e secagem- estudo de casos

- Demonstração de busca em sites específicos (on-line)

- Relato de experiências e de visitas a hortos e serviços no exterior (Bélgica, Inglaterra)

- Prática de observação de plantas medicinais
Almoço – 12:30 às 13:30

13:30 ÁS 14:00 -**VISITA EM HORTA DE PLANTAS MEDICINAIS**

3. Utilização Terapêutica – 14:30 às 18:00 (Dra Eloísa)
- Critérios de bom uso,  panorama atual e pesquisas recentes

- Fitoterapia em Serviço Público: experiência e estratégias de implantação

- Preparo de infusão, tinturas, xaropes e  cremes – vídeo
- Fitoterápicos mais utilizados nas patologias mais freqüentes

- Aplicações práticas e auto-cuidado- uso das plantas no dia-a dia
- Uso de plantas aromáticas na alimentação – temperos e especiarias

4. Avaliação e certificado- 18:00 às 18:30

O curso é apostilado

INVESTIMENTO   R$ 200,00

Desconto de 10% para estudantes e servidores públicos

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
Espaço Spiralis – Ecomercado Avis rara
Rua Rei Salomão, 295 – Sousas – Campinas

Fone: (19) 3258-8241 / 3258-9224
spiralis@avisrara.com.br http://www.avisrara.com.br

Realização: VIRTUDE DA PLANTA

virtudedaplanta@gmail.com http://virtudedaplanta.blogspot.com

Nov 04

Taraxacum

CRISTIANE SEGATTO

Quatro em cada dez americanos recorrem a algum tipo de terapia alternativa para cuidar da saúde. Um dos recursos mais procurados são os fitoterápicos, em forma de cápsulas ou chás. A informação faz parte de uma pesquisa divulgada pelo Centro Nacional de Medicina Complementar e Alternativa (NCCAM). Esse é um órgão do governo americano que pretende regulamentar o setor e submeter as terapias a estudos científicos.

É um esforço para lançar luzes numa área cheia de crenças infundadas. E também para comprovar e reconhecer os benefícios de práticas tradicionais que podem melhorar a qualidade de vida da população. Vinte e oito prestigiadas universidades, como Harvard, Columbia e Duke, participam dessa iniciativa.

Até recentemente, o casamento entre os tratamentos convencionais e as terapias alternativas parecia impossível. Havia radicais dos dois lados. O que se vê hoje nos Estados Unidos é uma tentativa de harmonizar as duas áreas. Esse esforço deu origem a um novo campo que tem sido chamado de medicina integrativa.

Há um movimento semelhante no Brasil – ainda que menos organizado. Não se sabe, por exemplo, quantos brasileiros consomem chazinhos e outras formas de fitoterapia ao mesmo tempo em que se tratam com medicamentos alopáticos. Não estranharia se uma pesquisa demonstrasse que mais da metade da população faz isso.

Temos no Brasil o costume de achar que tudo o que é natural é necessariamente benéfico. Sobre o hábito de tomar chazinhos da vovó para enfrentar os mais diversos incômodos, há um ditado bastante conhecido: “Se não fizer bem, mal não faz”. Essa ideia está arraigada na cultura nacional, mas é totalmente equivocada.

“É um erro pensar dessa forma. A natureza tem venenos poderosos”, diz o pesquisador João Ernesto de Carvalho, do Centro Pluridisciplinar de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Ele é especialista em Farmacologia e Toxicologia.

Carvalho faz um importante alerta: “Quase 100% das escolas médicas não tem a disciplina de fitoterapia”, diz. “Os médicos desconhecem as plantas medicinais e como elas podem interferir na ação dos remédios que eles receitam”, afirma.

Esse é um grande problema. As plantas medicinais interferem na forma como os remédios convencionais agem no organismo. Podem inibir ou exacerbar a ação deles. Alteram o metabolismo dos medicamentos. Eles podem perder a eficácia ou se acumular no organismo.

Nem os médicos, nem os pacientes se dão conta disso. Quem toma uns chazinhos ou umas cápsulas naturais não conta ao médico. Acha que a informação é irrelevante ou teme ser ridicularizado.

Precisamos aprender que essa informação pode fazer toda diferença. Alguns exemplos de interações perigosas entre ervas e remédios:

* A pata-de-vaca (Bauhinia forticata) é uma planta popularmente usada contra o diabetes. O chá dessa erva pode causar hipoglicemia no diabético. Sem saber que esse efeito é provocado pelo chá, o médico pode achar que é necessário reduzir a dose dos remédios. Se isso for feito e a pessoa parar de tomar o chá, os níveis de açúcar no sangue podem subir. “Essa oscilação pode trazer sérios danos ao tratamento e à saúde do paciente”, diz Carvalho.

* Cápsulas de alho (Allium sativum) têm efeito antihipertensivo, antitrombótico e antioxidante. São usadas para prevenir doenças cardiovasculares. Mas não devem ser consumidas por pessoas que tomam anticoagulantes orais e aspirina. Uma outra interação muito perigosa: cápsulas de alho podem reduzir a atividade dos antivirais usados no tratamento da aids.

* A erva-de-são-joão (Hypericum perforatum) costuma ser usada para ajudar a combater a depressão. Muitos pacientes de aids que sofrem de depressão costumam tomar chás dessa erva. Mas atenção: ela também reduz a concentração das drogas anti-HIV no sangue. O tratamento perde eficácia. É ou não é um assunto sério?

* O chá verde (Camellia sinensis) é usado como antioxidante e para ajudar a reduzir os níveis de colesterol. Mas não deve ser usado junto com drogas vasodilatadoras coronarianas ou com a teofilina, um broncodilatador pulmonar.

* O gengibre (Zingiber officinale) ajuda a reduzir náuseas e cólicas. Também estimula a circulação e a digestão. Mas pode provocar fortes reações gástricas. Também não deve ser usado junto com remédios anticoagulantes.

* O suco da toranja (Citrus x paradisi), também chamada de grapefruit, contém uma substância que inibe o metabolismo de remédios contra a hipertensão. Quem tem o costume de tomar esse suco frequentemente (o que é comum nos Estados Unidos) corre o risco de sofrer uma crise de hipertensão. E, provavelmente, vai culpar os remédios pela falha.

Esses são exemplos de algumas interações comprovadas pela ciência. Pode ser que existam muitas outras. O desconhecimento é geral. Carvalho acredita que a situação pode se agravar nos próximos meses. Em 2010, o Ministério da Saúde pretende lançar a Relação Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (Renafito). A ideia é estimular o uso desses produtos no SUS.

“Se a população e os médicos não forem muito bem orientados sobre o uso desses recursos naturais, é possível que muita gente venha a enfrentar problemas”, afirma Carvalho.

O Ministério da Saúde divulgou uma lista de 71 plantas que considera útil no tratamento de doenças. Agora está na fase de recolher evidências científicas da segurança e da eficácia dessas plantas. A divulgação da lista definitiva está prevista para julho.

“Vamos oferecer um curso aos médicos do SUS para que eles saibam quando e como adotar plantas e fitoterápicos”, diz Katia Torres, consultora do departamento de assistência farmacêutica e insumos estratégicos do Ministério da Saúde.

Os brasileiros – médicos e pacientes – precisam passar por uma mudança cultural, aprender a encarar as ervas de uma outra forma. Não devemos negar o valor dos recursos naturais nem desprezar o conhecimento tradicional dos indígenas e de outros grupos que nos ensinaram a combater tantos males. Precisamos, porém, reconhecer que o que é natural também pode fazer mal.

Até a Segunda Guerra Mundial, a maioria dos remédios era derivada de substâncias encontradas na natureza. Com o surgimento da síntese química, a forma como lidamos com os remédios mudou. É mais fácil observar e comprovar os efeitos colaterais dos medicamentos criados em laboratório. “Foi daí que surgiu a ideia de que os remédios sintéticos são uma coisa perigosa, cheia de efeitos indesejados”, diz Carvalho.

Esses efeitos colaterais existem e são muitos. Mas as plantas não são necessariamente inocentes ou inócuas. Elas também podem produzir graves efeitos indesejados. A diferença é que eles são desconhecidos ou desprezados. Posso dar um conselho? Se você é adepto do chazinho ou das cápsulas naturais não esconda esse fato de seu médico. Ele é muito relevante.

Fonte: Revista Época

Oct 29

Aspectos do uso terapêutico e do cultivo orgânico

Organização:

Dra. Eloísa C. Pimentel de Magalhães- Médica
Prof. Dr. Pedro Melillo de Magalhães- eng. Agrônomo- CPQBA-UNICAMP

5 de dezembro de 2009 (sábado)

PROGRAMA

Recepção e inscrições- 8:30- 9:00
1. O Caminho da Fitoterapia – 9:00 às 9:30 (Dra Eloísa)
- Histórico do uso, saber popular e medicina tradicional

- Potencial terapêutico e Conceitos fundamentais no uso de plantas medicinais

2. Da Planta ao Medicamento – 9:30 às 12:30 (eng.agrônomo)
- Noções de identificação botânica
- Bases para a produção sustentável de plantas medicinais
- Qualidade nas operações de cultivo orgânico e secagem- estudo de casos

- Demonstração de busca em sites específicos (on-line)
- Prática de observação de plantas medicinais

Visita à horta de plantas medicinais

Almoço – 12:30 às 14:00

3. Utilização Terapêutica – 14:00 às 18:00 (Dra Eloísa)
- Critérios de bom uso, panorama atual e pesquisas recentes

- Fitoterapia em Serviço Público: experiência e estratégias de implantação

- Preparo de infusão, tinturas, xaropes e cremes – vídeo
- Fitoterápicos mais utilizados nas patologias mais freqüentes

- Aplicações práticas e auto-cuidado- uso das plantas no dia-a dia
- Uso de plantas aromáticas na alimentação – temperos e especiarias

4. Avaliação e certificado- 18:00 às 18:30

O curso é apostilado

INSCRIÇÕES ANTECIPADAS

INVESTIMENTO
R$ 180,00 até 18/11 e R$ 200,00 após
Desconto de 10% para estudantes e servidores públicos

INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES:
Espaço Spiralis – Ecomercado Avis rara
Rua Rei Salomão, 295 – Sousas – Campinas Fone: (19) 3258-8241 / 3258-9224
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Realização: VIRTUDE DA PLANTA

Mar 17

alfazema
Sinônimos: Lavandula vera, Lavandula officialis, alfazema do mato: Excitante   e antiespasmódica. Na falta de regras, promove ou restabelece o fluxo  menstrual. Usa-se o chá das folhas para expelir gases intestinais. Para   asma, afecções do fígado e baço, nervosismo, dor de cabeça, neurose   cardíaca, flatulência, tosses catarrais, feridas, abcessos, acne,  reumatismo, gota. Sua essência combate piolhos e outros parasitas. A infusão  das sementes serve para digestões difíceis.

Mar 09

aroeira

BRASÍLIA – Alcachofra para ajudar na digestão, aroeira da praia para combater inflamação vaginal e unha-de-gato para dores nas articulações. A sabedoria popular conhece há muito tempo o poder das plantas, que começa a ser comprovado cientificamente. Por isso, o Ministério da Saúde elaborou uma lista com 71 plantas que poderão gerar produtos para serem usados pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O objetivo da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (Renisus) é orientar estudos que possam subsidiar a elaboração da relação de fitoterápicos disponíveis para uso da população, com segurança e eficácia para o tratamento de determinadas doenças. A relação deverá ser revisada e atualizada periodicamente.

A partir de 2009, o SUS pretende ampliar a lista de medicamentos fitoterápicos disponíveis na assistência farmacêutica básica em todo o país. Atualmente, são oferecidos fitoterápicos derivados de espinheira santa, para gastrites e úlceras, e de guaco, para tosses e gripes.

Os fitoterápicos são os medicamentos obtidos exclusivamente a partir de matérias-primas ativas vegetais. Os medicamentos fitoterápicos utilizados pelo SUS são aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e considerados seguros e eficazes para a população.

O Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos, instituído em dezembro de 2008, tem como objetivo inserir, com segurança, eficácia e qualidade, plantas medicinais, fitoterápicos e serviços relacionados à Fitoterapia no SUS. O programa busca também promover e reconhecer as práticas populares e tradicionais de uso de plantas medicinais e remédios caseiros.

Fonte: O Globo

Jun 11

Marcelo Guerra, médico

Sou Médico, comecei a carreira como Psicanalista e depois enveredei pela Homeopatia, que permitiu um entendimento integral do ser humano, como corpo e mente juntos, e não como um ser formado de duas partes que estão sempre em luta. Através da Homeopatia, cheguei à Antroposofia, na qual a Terapia Biográfica é baseada, e aí encontrei respostas para a questão do sentido na vida do ser humano. Outras fontes que estudo para a compreensão do sentido são os textos de Viktor Frankl, Carl Gustav Jung, Leonardo Boff e Joseph Campbell, autores que trouxeram uma nova luz para a Psicoterapia. Endereços de Atendimento: Homeopatia, Acupuntura e Terapia Biográfica Praça Baltazar da Silveira, 20/ sala 104 (Clínica de Tratamento Natural) Centro – Teresópolis – RJ Tel: (21)2742-5940 Homeopatia e Acupuntura Praça Marcílio Dias, 56, Paissandu – Nova Friburgo – RJ Tel: (22)2523-9342 Terapia Biográfica Rua Ernesto Brasílio, 14, sala 408 – Centro – Nova Friburgo – RJ Tel: (22)8112-4983

Dec 04

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Deu na Voz da Serra, jornal friburguense, na coluna de David Massena:

FEIRA I
A colônia alemã realiza a sua Feira de Advento.
Apresentando artesanato e culinária natalina, como manda a tradição na Alemanha.
O evento vai acontecer na Praça das Colônias e ganha a adesão de outras etnias.
E isso, certamente, tornará o evento ainda mais interessante.

FEIRA II
A Feira do Advento vai acontecer neste domingo, 2, das 9h às 18 horas.
E, além das delícias gastronômicas e o artesanato, vai propor debates e palestras como o uso da homeopatia com Marcelo Guerra.
Também haverá a apresentação do Grupo de Danças Típicas Alemãs Senfkorn; do Coral da Escola Municipal Galdinópolis; danças folclóricas portuguesas e oficina de fitoterapia.

Nov 14

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>> Daí a necessidade de consultar um médico para prescrever os fitoterápicos.

Maria Vianna, especial para O Globo Online

RIO – Chá verde para emagrecer, cápsulas de equinácea para resfriados, comprimidos de vitamina A para melhorar a visão, tintura de camomila para ter um sono tranqüilo… Atire a primeira pedra quem nunca se animou com as promessas dos suplementos naturais e dos complexos vitamínicos. Bem dosados, eles podem trazer benefícios para a saúde, atuando como coadjuvantes no tratamento de doenças leves. Em grandes quantidades, no entanto, os suplementos naturais podem ser verdadeiras bombas para o organismo, principalmente quando combinados com certos alimentos ou medicamentos.

O ideal é procurar orientação de um especialista antes de ser seduzido pelas promessas dos frascos nas prateleiras. É o que afirma a médica Jaqueline Renault, especialista em terapia ortomolecular, que lembra que só porque os suplementos são naturais não quer dizer que não tenham contra-indicações. – Alguns não podem ser tomados por longos períodos, outros são totalmente contra-indicados para gestantes e mulheres que estão amamentando. Até as vitaminas, que parecem inofensivas, podem causar hipervitaminose, intoxicação, náuseas e vômitos – explica Jaqueline. Tinturas, cápsulas, pós e até chás totalmente naturais podem sobrecarregar o fígado, órgão responsável por metabolizar todas as substâncias que entram no corpo pela boca. Para a médica, um dos equívocos mais comuns é das pessoas errarem no próprio diagnóstico e tomarem suplementos que nada têm a ver com seus sintomas, às vezes até piorando o quadro inicial. Além disso, muitos suplementos naturais interferem com medicamentos sintéticos, fazendo com que eles percam a eficácia ou se tornem mais tóxicos. É o caso da erva de São João, que anula os efeitos dos anticoncepcionais orais e altera a ação dos antidepressivos, e do ginseng e da equinácea, que podem interferir na coagulação do sangue. – Cada individuo é único em suas necessidades. O suplemento pode ajudar ou atrapalhar, mas só quem pode definir isso é um especialista, que vai indicar a fórmula e a dosagem corretas – avalia Jaqueline Renault. Confira algumas combinações explosivas: – Erva de São João e anticoncepcionais – A erva diminui a capacidade do corpo de absorver os hormônios sintéticos e aumenta o risco da gravidez. – Equinácea e remédios para artrite – Extrato vegetal muito usado em casos de gripe, a equinácea, em conjunto com remédios para artrite, aumenta o risco de inflamações no fígado. – Cápsulas de alho e aspirina – Podem aumentar sangramentos e dificultar a cicatrização. – Ginko biloba e procedimentos cirúrgicos – A substância natural usada para dar mais energia também interfere na capacidade de coagulação do sangue. – Fucus e remédios para tireóide – O suplemento à base de algas marinhas também atua na tireóide. Combinado com a medicação, pode desequilibrar ainda mais a glândula e, em casos extremos, leva-la à exaustão. – Ácido Linoleico Conjugado (CLA) e alimentos ricos em gordura – Usado por atletas para aumentar a massa muscular e diminuir a gordura corporal, o CLA pode causar enjôos, dores no estômago, dor de cabeça e acne. – Todos os suplementos naturais e/ou complexos vitamínicos e cirurgias – Os suplementos naturais podem interferir na absorção dos anestésicos, além de alterar os processos de coagulação e cicatrização. Não deixe de avisar um médico se você toma suplementos e vai ser operado.

Nov 03

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No dia 30/10/2007 foi divulgada a notícia de que cientistas britânicos estão estudando a composição química dos fitoterápicos (remédios à base de plantas) chineses. A notícia foi saudada como uma grande revelação, como um aval para a sua utilização.

Ora, uma terapêutica em uso há mais de 2.000 anos, com sucesso no tratamento de bilhões de pessoas de precisa do aval de quem, cara pálida?

A mídia tende a confundir ciência com medicina. Isto é um engano! A medicina é uma arte e, como tal, vale-se de conhecimentos científicos,diferentes técnicas e conhecimentos acumulados pela prática de grandes médicos através da história e transmitidos de geração para geração.

O ser humano é por demais complexo para enquadrar-se ao saber científico sistematizado que, na história da humanidade, ainda engatinha. Muito do que se afirma científico hoje é baseado em hipóteses, que são apresentadas ao público leigo como verdades científicas. Daí a constante mudança de posições da ciência, pois as hipóteses, uma vez testadas em milhões de pacientes, muitas vezes mostram-se inúteis ou perigosas (lembra-so do Vioxx?).

A busca aumentada por medicinas alternativas na atualidade é também fruto da pretensa “cientificidade” da medicina alopática. O uso de tecnologias cada vez mais sofisticadas e o tratamento impessoal que os médicos alopatas dispensam aos seus pacientes, geraram o desejo de uma atmosfera mais humana e compreensiva por parte dos médicos. E este desejo encontrou ressonância nas medicinas alternativas, como homeopatia, acupuntura, terapia floral, etc.

Um problema sério entre as medicinas alternativas é o despreparo de muitos profissionais, que acreditam poder resolver tudo com sua intuição. Várias modalidades exigem formação adequada, e você precisa certificar-se de que o profissional que você pretende consultar é habilitado por uma instituição qualificada.

Portanto, lembre-se: a MEDICINA é ARTE, mas o artista tem que estar realmente preparado!

Oct 15

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A Homeopatia é uma das modalidades de tratamento mais eficazes no tratamento da Fibromialgia, e seu efeito é muito aumentado quando associada à Acupuntura. Na maioria dos casos de Fibromialgia há uma história de traumas e sofrimentos emocionais persistentes, e muitos autores consideram esta doença uma parte de uma doença maior, a Depressão. Assim, a Homeopatia agiria exatamente sobre a causa, que é a Depressão, reduzindo os sintomas e melhorando o humor, trazendo bem estar para o paciente. A Fitoterapia, tratamento com plantas medicinais, também tem mostrado eficácia, tendo algumas plantas atingido grande sucesso, como a erva-baleeira, embora precisem de mais estudos para comprovar sua eficácia.

Sep 18

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Já se fala hoje em medicina/" title="View all posts filed under fitomedicina">fitomedicina, uma tendência para resgatar o conhecimento das plantas, herdado de nossas avós, e validá-lo com o olhar da ciência.
Texto: Kátia Stringueto
Ilustração: Luiza Ruberti
Vai chegar um tempo em que, na consulta, iremos discutir com tranqüilidade com o médico sobre a possibilidade de tomar ginseng e gingko biloba ou chá de espinheira-santa para atenuar diferentes males. E talvez saiamos do encontro com uma pomada de unha-de-gato com a mesma sensação de segurança de quando um medicamento alopático é prescrito para as inflamações tópicas. Pois observa-se um olhar mais respeitoso para a fitoterapia.
Na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), por exemplo, terá início em agosto a segunda turma de médicos com o propósito de estudar as virtudes das plantas. É uma parceria com a Sociedade Brasileira de Fitomedicina (Sobrafito). A primeira turma aconteceu em 2006 e reuniu 30 especialistas – clínicos gerais, ginecologistas, homeopatas, otorrinolaringologistas, cardiologistas, pediatras, pneumologistas e neurologistas. Todos convencidos de que essa é uma opção de tratamento que precisa ser resgatada e integrada ao que já fazem.
Por que agora? O clínico geral João Bosco, professor adjunto da Faculdade de Medicina de Rio Preto, enumera três motivos: “As pessoas estão mais preocupadas com uma vida saudável e isso inclui a escolha por medicamentos menos agressivos. Os gastos com a produção de remédios sintéticos estão altos. E a indústria farmacêutica percebeu que comunidades como a de índios e caiçaras têm muito contato com a natureza e detêm um grande conhecimento sobre plantas”.
Custa bem menos pesquisar quando há indícios de que a substância pode funcionar. Segundo o homeopata Luiz Sérgio Passos Alves, professor da Faculdade de Medicina de Santos, “as plantas escolhidas aleatoriamente tem 0,013% de chance de se tornar um fitoterápico comercializável, e as selecionadas com base no conhecimento popular aumentam a chance para 4,8%, 380 vezes mais”.
Novo Manual
A mentalidade do médico brasileiro também está mudando, como registra o otorrinolaringologista Marcos Roberto Nogueira, de São Paulo. Ele integrou o primeiro curso de pós-graduação em medicina/" title="View all posts filed under fitomedicina">fitomedicina Unifesp e está envolvido em um projeto que pretende aprontar, até o início de 2008, um manual de prescrição de fotomedicamentos. O livro terá a chancela da sidade e fornecerá informações sobre cerca de 80 plantas – além do princípio ativo, constarão o nome do remédio fitoterápico, a dose recomendada, os prováveis efeitos colaterais e os estudos clínicos comprovando a ação terapêutica. Será a garantia de que os especialistas precisam. Uma pesquisa recente perguntou aos médicos se eles prescreveriam fitomedicamentos e 80% deles responderam que sim desde que tivessem garantias.
Talvez essa seja a maior diferença entre a fitoterapia, como a conhecemos, e a medicina/" title="View all posts filed under fitomedicina">fitomedicina, como os médicos preferem chamar: o conhecimento empírico e o científico. Para substituir um remédio eficaz por um fitoterápico, é preciso a certeza de que esse último funciona.
O lançamento de uma pomada à base de erva-baleeira ilustra a situação. “É um antiinflamatório mais eficaz que seu similar sintético e, em pouco tempo, se tornou um líder de vendas”, informa Nogueira.
Para o consumidor, a questão ganha relevância quanto mais séria é a doença. “Se você tem má digestão, não importa se vai usar uma xícara ou meia de chá de camomila. Agora, se o problema for úlcera e o médico receitar espinheira-santa, precisará ter a segurança sobre uma dose eficaz”, diz Bosco. E compara: “Imagine um antibiótico fitoterápico. A dosagem deve ser obedecida com o mesmo rigor das substâncias alopáticas”.
Diálogo Aberto
O fitomedicamento pode ser mais barato, acessível e apresentar menos efeitos colaterais. Os estudos pretendem ainda afinar outra história: “A pessoa continuará a tomar seu chá, mas de forma mais respaldada”, acredita Nogueira.
A fitoterapia moderna tenta recuperar o diálogo entre paciente e médico, incorporar saberes de cada cultura e disseminar o conhecimento adquirido para outras regiões.
Bosco continua: “Investir na fitoterapia significa ainda ajudar o desenvolvimento da biodiversidade de diversos países – pobres, inclusive. É uma possibilidade de renda poder exportar esse know-how, em vez de importar”. Em síntese, o que os especialistas demonstram é que não existe uma fitoterapia – existem várias. A fitoterapia de autocuidado (a chamada de “atenção primária”, como acontece nos programas de saúde municipais e estaduais) e a fitoterapia de ponta, que pode se tornar um grande produto brasileiro de exportação. É quando todos gan ham.
Experiência bem-sucedida
Há cerca de dez anos, o médico Luiz Sérgio Passos Alves, de Santos, foi convidado para ser voluntário no abrigo Vovó Benedita, uma instituição que reúne crianças para a adoção. Num sobrado de 6 x 25 m, vivem 56 crianças e adolescentes pesando entre 1,5 e 70 kg.
“Por falta de espaço, cada berço comporta três bebês na vertical e o resto é quadriliche. Imagine como uma doença se dissemina nesse meio”, diz. Homeopatas, ele e a mulher ficaram incumbidos de reduzir o número de internações, o uso indiscriminado de antibióticos e o custo com medicamento. “Achamos que só a homeopatia não daria conta e começamos a estudar fito”, diz. “Com a ajuda de Deus, da homeopatia, muita fitoterapia (xaropes à base de guaco, chá de cebola para o ouvido, chá-mate ou verde para reverter a diarréia) e uma enorme consciência solidária, o abrigo se tornou uma referência em saúde pelos baixos índices de internação (duas ao ano) e pelo uso coerente de medicamentos.”
No momento, os médicos concluem uma parceria com a Universidade Santa Cecília, que produzirá gratuitamente os medicamentos utilizados no abrigo – pomada de calêndula para ferimentos, de camomila para assaduras e outros.
Junho de 2007