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	<title>Saúde Alternativa &#187; doença</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>Recomendações da OMS sobre a gripe suína</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2009/05/14/recomendacoes-da-oms-sobre-a-gripe-suina/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 18:09:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[gripe]]></category>
		<category><![CDATA[gripe suína]]></category>

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		<description><![CDATA[
GENEBRA &#8211; A maior parte dos pacientes contaminados com o H1N1 não precisa ser tratada com a terapia antiviral para se recuperar, mas continua sendo importante que seja desenvolvida uma vacina contra o vírus, pois há um risco de que ele venha a apresentar resistência ao medicamento, disse um especialista da Organização Mundial da Saúde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-556" title="020564022-fmm00" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2009/05/020564022-fmm00.jpg" alt="020564022-fmm00" width="595" height="424" /><br />
GENEBRA &#8211; A maior p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dos pacientes contaminados com o H1N1 não precisa ser tratada com a terapia antiviral para se recuperar, mas continua sendo importante que seja desenvolvida uma <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> contra o vírus, pois há um risco de que ele venha a apresentar resistência ao medicamento, disse um especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira, 12.</p>
<p>Nikki Shindo, autoridade médica no programa global contra a gripe da OMS, disse que a agência da ONU publicará em breve um novo guia sobre como tratar pacientes que tenham o vírus, que já causou muitos sintomas suaves fora do México.</p>
<p>Dado que a maior p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dos pacientes podem se recuperar com descanso e hidratação, Shindo disse que não parece ser necessário tratar todas as pessoas infectadas com Tamiflu, Relenza ou antivirais semelhantes.</p>
<p>Pode ser mais prudente guardar o medicamento para mulheres grávidas e pacientes que já estejam com a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> debilitada (como nos casos de pessoas que apresentem <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s cardiovasculares ou diabete), disse.</p>
<p>&#8220;Nós vamos recomendar que se considere o uso de antivirais para grupos de alto risco&#8221;, disse Shindo, enquanto concordou que possa ser devido ao uso dos <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> que o ritmo de contaminação caiu na Europa e no resto do mundo, tendo em vista que ainda se conhece muito pouco sobre a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. No entanto, comparações entre regiões podem ser difíceis devido à falta de estudos comparativos.</p>
<p>Auge</p>
<p>Autoridades de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> disseram nesta terça-feira, 12, que, apesar do crescente número de <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a>s devido à gripe suína, o pior do surto da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> já passou. Além disso, cientistas afirmaram que os números oficiais representam apenas uma fração das centenas de milhares de pessoas que adoeceram pelo mundo.</p>
<p>O ministro de Saúde mexicano, José Angel Córdova, afirmou nesta terça-feira que o número de mortos no país pela influenza A (H1N1) subiu para 58. No dia anterior, o governo do México registrava 56 <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a>s. Córdova disse, em entrevista coletiva, que já foram confirmados 2.282 casos da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. Mais de 8 mil testes para detecção do vírus no país foram realizados.</p>
<p>O ministro garantiu que a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> continua a perder força, desde seu pico em 26 de abril. Córdova disse que o índice de mortalidade do vírus está caindo, conforme mais casos são confirmados. O índice, que estava em 2,7% na segunda-feira, caiu para 2,5% nesta terça-feira.</p>
<p>Córdova disse que a <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> mais recente ocorreu no dia 7 e que 93% das vítimas do vírus começaram a apresentar os sintomas antes de 23 de abril. Nessa data, o governo recebeu a confirmação da presença no país de uma nova variedade de influenza.</p>
<p>Segundo Córdova, 92% das pessoas que foram infectadas ou <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a>am no México apresentavam sintomas &#8220;antes que soubéssemos que estávamos lutando contra um novo germe&#8221;, e que se soubesse como tratá-lo corretamente, acrescentou.<br />
Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO – SP</p>
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		<title>Ingrediente industrial comum pode proteger contra Aids</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2009/03/05/ingrediente-industrial-comum-pode-proteger-contra-aids/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 10:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>

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		<description><![CDATA[REUTERS
WASHINGTON &#8211; Um ingrediente barato, usado em sorvetes e cosméticos e presente no leite materno, ajuda a proteger macacas contra a infecção por um vírus similar ao da Aids, e pode funcionar para proteger mulheres contra a doença, disseram pesquisadores na quarta-feira.  O monolaurato de glicerol (GML) parece conter inflamações e afastar as células [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>REUTERS</p>
<p>WASHINGTON &#8211; Um ingrediente barato, usado em sorvetes e cosméticos e presente no <a href="/category/leite-materno/" title="View all posts filed under leite materno">leite materno</a>, ajuda a proteger macacas contra a infecção por um vírus similar ao da Aids, e pode funcionar para proteger mulheres contra a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, disseram pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es na quarta-feira.  O monolaurato de glicerol (GML) parece conter inflamações e afastar as células que o vírus da Aids costuma atacar, segundo os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es.  Embora não represente 100 por cento de proteção, pode reduzir muito o risco de contaminação entre mulheres. O produto poderia ser usado discretamente e sem reduzir as chances de gravidez, ao custo de poucos centavos por aplicação, de acordo com o artigo publicado na revista Nature por Ashley Haase e Pat Schlievert, da Universidade de Minnesota.  &#8211; Há anos as pessoas usam o composto como agente emulsifica<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> em uma variedade de alimentos. Ele está no <a href="/category/leite-materno/" title="View all posts filed under leite materno">leite materno</a> &#8211; disse Schlievert a jornalistas por telefone.  O GML está sendo considerado como um aditivo em absorventes porque interfere nas bactérias, particularmente aquelas que podem provocar uma infecção potencialmente fatal, chamada síndrome do choque tóxico.  Se for demonstrado que ele funciona com segurança em mulheres, o GML pode ser o primeiro caminho fácil para um microbicida &#8211; um gel ou creme que as mulheres pudessem usar na vagina para se proteger contra a transmissão do vírus HIV.  O vírus contamina 33 milhões de pessoas no mundo, principalmente na África, e já matou 25 milhões. As principais formas de transmissão são pelo contato sexual, pelo sangue e pelo <a href="/category/leite-materno/" title="View all posts filed under leite materno">leite materno</a>.  Especialistas dizem que as mulheres casadas estão particularmente vulneráveis porque muitas vezes seus maridos adúlteros se recusam a usar preservativos, ou o casal está tentando ter filhos. Por isso, novas formas de <a href="/category/prevencao/" title="View all posts filed under prevenção">prevenção</a> precisam ser seguras e íntimas.  Um microbicida também pode ajudar a proteger homens em relações homossexuais.  A equipe de Haase e Schlievert aplicou o GML, misturado ao gel KY, em vaginas de macacas submetidas ao vírus SIV, versão símia do HIV.  Quatro de cinco macacas não foram contaminadas, e os exames mostram que o GML afetou a reação imunológica.  O HIV é especialmente difícil de combater porque afeta todas as células do sistema imunológico, a defesa do organismo contra um vírus. Quando o HIV infecta uma área como a vagina, as células CD4-T correm em defesa. O corpo dispara sinais químicos chamados citoquinas para trazer mais células T. O HIV pode então contaminar todas elas e se espalhar.  O GML parece impedir a citoquina de pedir ajuda e impede que tantas células-T cheguem à área, disseram Haase e Schlievert. Isso por sua vez reduz a chance de o HIV se instalar.</p>
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		<title>Fumaça dos incensos aumenta o risco de câncer do trato respiratório</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/12/10/fumaca-dos-incensos-aumenta-o-risco-de-cancer-do-trato-respiratorio/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 17:35:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[câncer]]></category>

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		<description><![CDATA[
Autora: Roxanne  Nelson
Publicado em  29/08/2008
De acordo com um estudo publicado on line na  revista Cancer, a exposição prolongada à fumaça de incensos está  associada a um risco maior de desenvolvimento de carcinoma de células escamosas  do trato respiratório. Essa associação pareceu ser dependente da dose, e os  maiores riscos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/12/incenso.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-385" title="incenso" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/12/incenso.jpg" alt="" width="203" height="300" /></a></p>
<p><span>Autora: Roxanne  Nelson</span><br />
<span>Publicado em  29/08/2008</span></p>
<p><span><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">De acordo com um estudo publicado <em>on line</em> na  revista <em>Cancer</em>, a exposição prolongada à fumaça de incensos está  associada a um risco maior de <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> de carcinoma de células escamosas  do trato respiratório. Essa associação pareceu ser dependente da dose, e os  maiores riscos foram verificados entre os indivíduos expostos por mais  tempo.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">De acordo com o Dr. Jeppe T. Friborg, do <em>Statens  Serum Institut</em> de Copenhaguen, Dinamarca, e seus colabora<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es, este foi o  primeiro estudo prospectivo desenvolvido para determinar a associação entre os  incensos e o risco de câncer. “Os resultados indicam haver uma relação entre a  exposição por um longo período de tempo e os carcinomas de células escamosas do  trato respiratório”.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Quando comparados com os indivíduos que não faziam  uso de incensos, aqueles que eram expostos diariamente e por mais de 40 anos  apresentavam um risco 70% maior de apresentar <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> maligna do trato  respiratório.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">A queima de incenso é muito comum em muitas p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>s  da Ásia e da Índia, sendo utilizado em templos como p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> de muitos rituais e  cerimônias religiosas. Além disso, é um hábito que faz p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> do cotidiano no  sudeste asiático: aproximadamente metade da população desta região queima  incenso diariamente. A exposição habitual à fumaça de incensos não se limita  apenas às populações da Ásia, e cada vez mais vem ocorrendo nos Estados Unidos e  em outras nações ocidentais.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">O incenso utilizado nos países asiáticos geralmente  consiste em uma combinação entre plantas aromáticas (como sândalo e jasmim) e  óleos essenciais. Isso gera uma mistura combustível que, quando queimada, exala  uma fumaça com aroma, além de ser um grande produtor de partículas atmosféricas.  Um grande número de fatores carcinogênicos pode ser liberado na fumaça do  incenso, como os hidrocarbonetos aromáticos, carbonilos e benzeno.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es observaram que estudos anteriores  haviam investigado a associação entre câncer de pulmão e a exposição ao incenso,  mas os resultados foram pouco consistentes. Outros trabalhos haviam relatado uma  relação entre a fumaça do incenso e alguns tumores, como a leucemia na infância  e tumores cerebrais.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">O Dr. Friborg e seus colabora<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es examinaram a  relação entre o uso de incenso e o risco de surgimento de carcinomas do trato  respiratório através deste estudo prospectivo de coorte. Entre 1993 e 1998, um  total de 61.320 homens e mulheres chineses foram selecionados em Cingapura e  acompanhados até o final do ano de 2005.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">A idade variou entre 45 e 74 anos e todos os  participantes não apresentavam câncer no início do estudo. Uma entrevista  abrangente sobre as condições de vida, hábitos alimentares e fatores  relacionados com o estilo de vida foi realizada no início do estudo e a coorte  foi comparada com dados de base populacional. O modelo de riscos proporcionais  de Cox foi utilizado para estimar o risco relativo das neoplasias relacionadas  com o uso de incenso.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Ao término do período estudado, foram  diagnosticados 1.146 casos de câncer do trato respiratório entre os indivíduos  que faziam p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da coorte: 10 de cavidade <a href="/category/nasa/" title="View all posts filed under nasa">nasa</a>l/para<a href="/category/nasa/" title="View all posts filed under nasa">nasa</a>l, 20 de língua, 29 de  boca, 12 de orofaringe, 14 da hipofaringe, 1 faríngeo não especificado, 175 de  nasofaringe, 64 de laringe e 821 de pulmão. As neoplasias de nasofaringe eram  carcinomas primários indiferenciados (89%), enquanto os demais do trato  respiratório superior, que não acometiam a nasofaringe, eram predominantemente  de células escamosas (88%).</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Entre as neoplasias de pulmão, os adenocarcinomas  eram mais freqüentes (42% dos casos) do que os carcinomas de células escamosas  (24% dos pacientes).</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Cerca de ¾ da coorte queimou incenso durante o  período estudado (77,5% dos homens e 76,5% das mulheres). Entre esses usuários  regulares, 92,7% o faziam diariamente e 83,9% vinham fazendo uso há mais de 40  anos.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">Os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es verificaram que a queima de  incenso não esteve associada a um aumento do risco de câncer de pulmão, nem dos  que acometem a nasofaringe. Entretanto, a exposição a essa fumaça esteve  associada a um risco maior de carcinoma em outros sítios do trato respiratório  (que não a nasofaringe), sendo essa relação aparentemente dependente da dose.  Comparado com aqueles que não o utilizam, os indivíduos que queimam incenso por  mais de 40 anos têm um risco aumentado em 70% de câncer do trato respiratório  superior fora da nasofaringe. Essa diferença foi estatisticamente  significativa.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">A intensidade do uso também aumentou o risco de  câncer. Ele era maior do que o dobro quando o uso do incenso era diário ou  contínuo ao longo do dia.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">De acordo com os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es, os resultados deste  trabalho estão em concordância com vários outros estudos que identificaram  agentes carcinogênicos na fumaça do incenso. Os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es enfatizaram que  “este estudo traz importantes conseqüências para a <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> pública devido à  exposição disseminada e, muitas vezes involuntária, à fumaça de incensos. Além  de iniciativas para reduzir a exposição à fumaça do incenso, os próximos estudos  deverão identificar os tipos de incenso menos danosos”.</span></p>
<p><span style="font-family: Verdana; font-size: x-small;">O estudo foi financiado com doações do <em>National  Cancer Institute</em>.</p>
<p></span></p>
<div>
Cancer.</div>
<div>
Informação sobre a autora: Roxanne Nelson é jornalista  da equipe do Medscape Hematology-Oncology. Declaração de conflito de interesses:  A autora declara não possuir conflito de interesses</div>
<p></span></span></p>
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		<title>Doença do beijo na boca</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/12/08/doenca-do-beijo-na-boca/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 15:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[beijo na boca]]></category>
		<category><![CDATA[mononucleose]]></category>

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		<description><![CDATA[

DÉBORA YURI
colaboração para a Folha de S.Paulo
&#8220;Não sei se eu vou beijar menos meninas agora, porque você só pega essa doença uma vez na vida, mas ela é muito ruim, horrível&#8221;, diz Alexandre Turoni Zaparoli, 14, que saiu do consultório médico com o seguinte diagnóstico: &#8220;doença do beijo&#8221;.
Trata-se do nome popular da mononucleose infecciosa, doença [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="articleBy">
<p><a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/12/beijo_na_boca.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-379" title="beijo_na_boca" src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2008/12/beijo_na_boca.jpg" alt="" /></a></p>
<p><strong>DÉBORA YURI</strong><br />
colaboração para a <strong>Folha de S.Paulo</strong></div>
<p>&#8220;Não sei se eu vou beijar menos meninas agora, porque você só pega essa <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> uma vez na vida, mas ela é muito ruim, horrível&#8221;, diz Alexandre Turoni Zaparoli, 14, que saiu do consultório médico com o seguinte diagnóstico: &#8220;<a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> do beijo&#8221;.</p>
<p>Trata-se do nome popular da mononucleose infecciosa, <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> transmitida pelo vírus Epstein-Barr, que afeta principalmente <a href="/category/adolescente/" title="View all posts filed under adolescente">adolescente</a>s e adultos de até 30 anos. &#8220;Ela ocorre mais nessas faixas etárias porque, depois, quem tinha de pegá-la já pegou. É difícil passar por todas essas fases sem ter contato nenhum com o vírus&#8221;, explica o infectologista Claudio Sergio Pannuti, professor da Faculdade de Medicina da USP.</p>
<p>A mononucleose ganhou a alcunha de &#8220;<a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> do beijo&#8221; décadas atrás, quando uma epidemia tomou conta de uma universidade norte-americana após um piquenique &#8211;muitos alunos ficaram, e o vírus se espalhou pelo campus.</p>
<p>&#8220;A transmissão se dá pela saliva, principalmente pela troca durante um beijo na boca. Muitos não manifestam os sintomas nunca, mas o vírus fica no organismo. A pessoa sara, mas continua excretando o vírus&#8221;, continua Pannuti. &#8220;A boca sempre tem os seus vírus. É preciso ver o custo-benefício de cada uma&#8221;, brinca ele.</p>
<p>Alexandre Zaparoli ficou dez dias afastado do colégio, com febre de quase 39 graus. &#8220;Beijei umas três meninas, teve a viagem de formatura. Eu não sabia que existia a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> do beijo. Sinto muita <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> de cabeça e em cima dos olhos&#8221;, diz.</p>
<p>Além das <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es, a mononucleose tem sintomas como febre, <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> de garganta, mal-estar e fadiga &#8211;o que gera muitos diagnósticos equivocados. Muita gente nem chega a saber que teve a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> do beijo.</p>
<p>&#8220;É fácil confundir com amigdalite, por exemplo, mas, se o médico tem a hipótese na cabeça, pede exames que comprovam a mononucleose. A fase aguda dura uma ou duas semanas&#8221;, diz Regina Succi, professora de pediatria e <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s infecciosas da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).</p>
<p><strong>&#8220;Você andou beijando?&#8221;</strong></p>
<p>Um exame de sangue detecta aumento dos linfócitos, um tipo de célula, que ficam alterados. Outra pista, além da pergunta &#8220;Você andou beijando na boca?&#8221;, é o inchaço de gânglios.</p>
<p>O contágio costuma acontecer na fase inicial da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, enquanto o vírus está incubado. Esse período de incubação dura, em média, duas semanas. Respirar no mesmo ambiente fechado e colocar a mão na boca e, depois, em algum objeto são outras formas de transmitir o vírus, da família do herpes.</p>
<p>Entre um grupo especial de pacientes, os imunodeprimidos &#8211;transplantados ou HIV positivos, por exemplo&#8211;, a mononucleose pode evoluir para tumores malignos &#8211;há <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>s sendo testadas. A maioria dos infectados, entretanto, apenas fica de cama por alguns dias, tentando descobrir com quem trocou o tal do &#8220;beijo fatal&#8221;.</p>
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		<title>Acupuntura é eficaz no alívio da dor e da fadiga em pessoas com câncer</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/06/04/acupuntura-e-eficaz-no-alivio-da-dor-e-da-fadiga-em-pessoas-com-cancer/</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 14:16:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[acupuntura]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>

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		<description><![CDATA[Maria Vianna &#8211; O Globo Online*
CHICAGO &#8211; Sessões regulares de acupuntura durante o tratamento contra o câncer ajudam a aliviar sintomas como a dor, a fadiga e a boca seca, ou xerostomia, comuns em pacientes que se submetem a quimioterapia e radioterapia. É o que afirma o oncologista David Pfister, um dos coordenadores do Memorial [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maria Vianna &#8211; O Globo Online*</p>
<p>CHICAGO &#8211; Sessões regulares de <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a> durante o tratamento contra o câncer ajudam a aliviar sintomas como a <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>, a fadiga e a boca seca, ou xerostomia, comuns em pacientes que se submetem a quimioterapia e radioterapia. É o que afirma o oncologista David Pfister, um dos coordena<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, no congresso anual da Sociedade Americana de Oncologia Clinica, em Chicago. Estudos anteriores já apontavam que a técnica oriental ajudava a controlar reações adversas como náusea e vômitos.  O médico, que acompanhou um grupo de pacientes que havia feito cirurgia para a retirada de tumores e que se submeteu a quimioterapia durante três meses, chegou à conclusão de que a aplicação das agulhas em pontos específicos do corpo como os dedos indica<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es, a testa e as pernas, é mais eficaz do que antiiflamatórios, analgésicos e fisioterapia na hora de aliviar a <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> dos pacientes.  &#8212; A qualidade de vida e o bem-estar do paciente são duas coisas difíceis de julgar, já que elas são individuais e subjetivas, mas nós, como médicos, devemos indicar todo tipo de tratamento adjuvante que possa aliviar a <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> do paciente com câncer. Embora os <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a> sejam indiscutivelmente úteis, eles ainda não são totalmente eficazes na hora de aliviar o desconforto do paciente durante a quimioterapia e a radioterapia, principalmente no caso da boca seca &#8211; explica Pfister.  O grupo submetido a sessões de <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a> teve uma melhora nos sintomas de <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> e boca seca 39% maior do que o grupo que fez o tratamento convencional com medicamentos e sessões de fisioterapia.</p>
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		<title>Mulher internada em estado grave em SP teria contraído febre amarela vacinal</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/01/31/mulher-internada-em-estado-grave-em-sp-teria-contraido-febre-amarela-vacinal/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Jan 2008 11:39:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[febre amarela]]></category>

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		<description><![CDATA[&#62;&#62; É a histeria coletiva&#8230; Quem não vai viajar para áreas de risco não precisa tomar a vacina.
GlobonewsTV e O Globo Online
SÃO PAULO &#8211; Uma mulher está internada em estado grave na UTI do Hospital Geral de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, com suspeita de ter contraído a febre amarela vacinal. Marizete [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&gt;&gt; É a histeria coletiva&#8230; Quem não vai viajar para áreas de risco não precisa tomar a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>.</p>
<p><cite>GlobonewsTV e O Globo Online</cite></p>
<p>SÃO PAULO &#8211; Uma mulher está internada em estado grave na UTI do Hospital Geral de São Mateus, na Zona Leste de São Paulo, com <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peita de ter contraído a febre amarela <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>l. Marizete Borges, que trabalha como encarregada de enfermagem no hospital, está sedada e respira com ajuda de aparelhos. ( <a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2008/01/10/leitores_tiram_suas_duvidas_sobre_vacinacao_transmissao_da_febre_amarela-327953480.asp" target="_self">Leitores tiram dúvidas sobre a febre amarela</a>  )</p>
<p>Marizete tomou a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> contra a febre amarela no último dia 17 numa únidade básica de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> de São Mateus. Ela não ia viajar para nenhuma área de risco, mas optou por tomar a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>. Uma amostra de sangue dela foi coletada e encaminhada ao Instituto Adolf Lutz para confirmar se ela desenvolveu mesmo a febre amarela <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>l. ( <a href="http://oglobo.globo.com/pais/mat/2008/01/11/secretario_de_saude_do_df_alerta_para_risco_de_revacinacao_contra_febre_amarela-327976512.asp" target="_self">Leia Mais: Especialistas alertam para o perigo da revacinação</a>  )</p>
<p>Firmino Hag, diretor da UTI do hospital, explicou que ela teve uma reação forte por já se tratar de outra <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, o Lupus Eritematoso Sistémico, uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> inflamatória que induz uma produção inadequada de anticorpos e provoca lesões de tecidos e alterações nas células sanguíneas. Além disso, ela fazia uso de medicamentos que alteram a defesa do sistema imunológico.</p>
<p>- A dona Marizete tinha uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> pré-existente que altera todo o sistema imunológico do organismo. Além disso, ela fazia uso de medicações específicas que quebravam o sistema de defesa dela. E a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>ção se tornou um caráter agressivo para o organismo dela. Daí a manifestação clínica da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> &#8211; explicou.</p>
<p>Marizete é um dos 43 casos tratados pelo Ministério da Saúde como <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peitos de terem reações adversas à <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>. Além dela, mais 18 pessoas estão hospitalizadas, conforme boletim divulgado na tarde de terça-feira. ( <a href="javascript:NewWindow('/pais/info/febre/','pop_pais',780,640,'yes','no');" target="_self">Saiba como evitar a doença</a>  )</p>
<p><strong>Vacina pode causar mais de 400 efeitos adversos</strong>Na segunda-feira, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, já havia alertado para os perigos de reações adversas causadas pela aplicação errada da <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>. Muitos casos de pessoas internadas se devem a superdosagem. Há duas semanas, um jovem chegou a ser internado em Brasília com um quadro de hepatite por ter tomado três doses da <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> em dois dias.</p>
<p>- Apenas as pessoas que irão trabalhar ou vão a lazer para as Regiões Norte e Centro-Oeste, além de algumas áreas de Maranhão, Piauí, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e São Paulo devem se <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>r. Essa é uma <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> muito eficaz, de vírus atenuado, que pode causar reações alérgicas. Não tem sentido as pessoas se submeterem a um medicamento se não precisam. Isso significa assumir um risco desnecessário &#8211; disse na ocasião.</p>
<p>A <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> é válida por 10 anos, mas pode causar reações. Levantamentos retrospectivos sobre a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> mostram mais de 400 efeitos adversos pós-<a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>l (EAPV). São listados sintomas como febre acima de 39 graus, vômito, enrijecimento dos músculos, alergia e problemas neurológicos. Segundo os especialistas, quando tomada em seu devido tempo, os efeitos adversos são mínimos.</p>
<p>Devem tomar a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> as pessoas que vivem ou vão viajar para as áreas consideradas de risco. Quem tomou depois de 1999, não precisa tomar uma nova dose.</p>
<p>Não podem tomar a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> mulheres grávidas, bebês com menos de seis meses de idade, alérgicos a ovo e pacientes com baixa imunidade por problemas de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>.</p>
<p>No último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde, foram confirmados 19 casos de pessoas que contraíram a febre amarela. Dez pessoas <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a>am e outras nove se recuperaram. Outros 19 casos <a href="/category/sus/" title="View all posts filed under sus">sus</a>peitos foram descartados e ainda restam seis em investigação.</p>
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		<title>Vacina contra febre amarela tem contra-indicações</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2008/01/18/vacina-contra-febre-amarela-tem-contra-indicacoes/</link>
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		<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 14:04:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[vacina]]></category>
		<category><![CDATA[febre amarela]]></category>

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		<description><![CDATA[ A vacina contra a febre amarela não é indicada para mulheres gestantes, bebês com menos de 6 meses de vida, pessoas com alergia grave ao ovo e pessoas com o sistema imunológico comprometido. Nestes casos, as pessoas devem se proteger da doença de outras formas.
De acordo com o infectologista Evandro Baldacci, do Instituto da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> A <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> contra a febre amarela não é indicada para mulheres gestantes, bebês com menos de 6 meses de vida, pessoas com alergia grave ao ovo e pessoas com o sistema imunológico comprometido. Nestes casos, as pessoas devem se proteger da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> de outras formas.</p>
<p>De acordo com o infectologista Evandro Baldacci, do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo, as dificuldades são resultado do método de fabricação da <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>. O vírus vivo da febre amarela é cultivado em ovos embrionados de galinha. &#8220;Além de provocar a reação imunológica ao vírus, a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> pode conter resíduos de proteínas do ovo&#8221;, afirma o médico.</p>
<p>As reações alérgicas simples, como dificuldades digestivas e manchas na pele, no entanto, não são proibitivas. &#8220;Quando a alergia a alguma substância da <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> é comprovada, os riscos da reação e da pessoa contrair a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> são avaliados caso a caso&#8221;, afirma Baldacci.</p>
<p>&#8220;Se o sistema imunológico não estiver pronto para reagir ao vírus e proteger a pessoa da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, não indicamos a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>&#8221;, afirma Gustavo Johanson, imunologista da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Os fetos, os bebês com menos de 6 meses, pessoas com imunodeficiências resultante de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s (Aids e neoplasias) ou de terapêutica (uso de corticóides, quimioterapia, radioterapia) estão nessa situação, explica o médico.</p>
<p>Johanson especifica que existem exames para avaliar objetivamente o sistema imunológico. &#8220;Se a contagem de linfócitos CD4 for baixa, não fazemos a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>ção&#8221;, completa.</p>
<p><strong>Vacinação indevida</strong></p>
<p>Segundo Johanson, os riscos de haver uma <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>ção indevida são bem menores hoje em dia. &#8220;Os postos de <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>ção realizam uma triagem que avalia as possíveis situações de contra-indicação&#8221;, afirma o médico.</p>
<p>Muitas pessoas têm procurado os postos de <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>ção para se proteger contra a febre amarela. O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, afirma que o país não vive uma epidemia da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, e, portanto, a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>ção é indicada apenas para pessoas que vivem ou viajam para áreas florestais, onde vive o mosquito transmissor da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>.</p>
<p>O vírus da febre amarela circula nas regiões Norte e Centro Oeste, em Minas Gerais e Maranhão. Também são consideradas áreas de transição e risco potencial o oeste do Piauí, oeste de São Paulo, oeste do Paraná, oeste de Santa Catarina, sul da Bahia e sul do Espírito Santo.</p>
<p><strong>Outras proteções</strong></p>
<p>&#8220;A melhor forma para uma pessoa sem <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> evitar a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> é ficar longe da regiões endêmicas do mosquito&#8221;, defende Baldacci.</p>
<p>Quem não pode tomar a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> deve recorrer a outros métodos de proteção, segundo os especialistas. Johanson recomenda repelente e o mínimo possível de exposição do corpo.</p>
<p>Para viagens internacionais que exigem a <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>ção contra febre amarela, a Anvisa lembra que é necessário o CIV (Certificado Internacional de Vacinação), conhecido como guia amarela. O documento pode ser retirado em <a href="http://www.anvisa.gov.br/paf/viajantes/unidades_vacinacao_anvisa.htm" target="_blank">postos da agência</a>, que também oferecem a imunização. A <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a> pode ser tomada em qualquer posto e a guia, retirada com a c<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>ira comum de <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>ção.</p>
<p>Quem não pode tomá-la, segundo a Anvisa, deve apresentar, nos postos da agência, um atestado médico comprovando a impossibilidade da imunização. O viajante recebe, então, um certificado de isenção da <a href="/category/vacina/" title="View all posts filed under vacina">vacina</a>, que está previsto no regulamento sanitário internacional.</p>
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		<title>Desaparecimento de micróbios que habitam o corpo humano causa doenças</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/10/30/desaparecimento-de-microbios-que-habitam-o-corpo-humano-causa-doencas/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 17:47:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[homeopatia]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[medicina preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[bactérias]]></category>
		<category><![CDATA[ecologia]]></category>
		<category><![CDATA[micróbios]]></category>
		<category><![CDATA[microrganismos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#62;&#62; Isto é exatamente o que os homeopatas estão dizendo há duzentos anos. Não adianta acabar com as bactérias, temos que tornar o nosso corpo imune a elas. E um dado estatístico: nosso corpo abriga mais células de microrganismos do que nossas próprias células, ou seja, somos um habitat complexo que não pode ser restringido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&gt;&gt; Isto é exatamente o que os homeopatas estão dizendo há duzentos anos. Não adianta acabar com as bactérias, temos que tornar o nosso corpo imune a elas. E um dado estatístico: nosso corpo abriga mais células de microrganismos do que nossas próprias células, ou seja, somos um habitat complexo que não pode ser restringido apenas pelo DNA das células. É preciso uma nova maneira de entender as <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s para que possamos ter realmente uma melhor <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a>.</p>
<p align="center">
<a href="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2007/10/microbes.jpg" title="microbes.jpg"><img src="http://saudealternativa.org/wp-content/uploads/2007/10/microbes.jpg" alt="microbes.jpg" /></a></p>
<p>Marília Martins, em O Globo</p>
<p>A crise ambiental da Terra não se restringe à natureza. Também no universo microscópico, dentro do corpo humano, há espécies ameaçadas de extinção por uma dramática e acelerada transformação do meio ambiente, e entre elas estão microrganismos que podem ser essenciais à vida humana. Quem faz o alerta é o pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> americano Martin Blaser, chefe do Departamento de Medicina da Universidade de Nova York (NYU, na sigla em inglês). Em suas pesquisas, ele revela um panorama impressionante da evolução das espécies no universo microscópico e do equilíbrio precário entre o organismo humano e os seres que nele vivem e que são essenciais à Humanidade.</p>
<p>- Se nós extinguíssemos todos os vírus e as bactérias hoje existentes, nós <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a>íamos também. A espécie humana desapareceria com eles &#8211; diz Blaser.</p>
<p>Defesas naturais estão em risco</p>
<p>O estudo de Blaser é muito maior do que um simples recenseamento dos micróbios que habitam o nosso organismo. A hipótese da equipe de pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es do departamento de <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a> da universidade é a de que as transformações do meio ambiente microscópico são tão poderosas que espécies inteiras de micróbios estão desaparecendo e, por incrível que pareça, essa não é uma boa notícia para os seres humanos.</p>
<p>Um exemplo é o da bactéria Helycobacter pylori, apontada como uma das causas de úlcera e de câncer de estômago, que se encontra atualmente em acelerado processo de extinção. Esta deveria ser uma ótima notícia para nós, seres humanos, que<br />
temos estômago. Mas não é. Por quê?</p>
<p>- A presença dessa bactéria no organismo fez com que a espécie humana desenvolvesse uma série de antígenos que protegem as camadas interiores do estômago. Esses antígenos são transmitidos de uma geração para outra. Com o desaparecimento da bactéria, porém, estão sumindo também os antígenos. O resultado é que o organismo humano, para defender o estômago, agora mais desprotegido e vulnerável a ataques, tende a antecipar o processo digestivo para o órgão anterior ao estômago, o esôfago. Por isto, vemos hoje que, ao declínio dos casos de câncer de estômago, corresponde um<br />
aumento dos pacientes de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s do esôfago, inclusive câncer. Com um agravante: o câncer de estômago costuma aparecer em idade avançada, em pacientes acima dos 50 anos. Já as <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s graves de esôfago surgem em qualquer idade, até em <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s &#8211; frisa Blaser.</p>
<p>No fim das contas, a extinção de uma bactéria perigosa está levando a uma troca de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s, que pode ser altamente desvantajosa para a espécie humana, na medida que ataca indivíduos mais <a href="/category/jovens/" title="View all posts filed under jovens">jovens</a>. Outra importante mudança no espectro dos microrganismos que hoje são mais perigosos para a espécie humana está relacionada às <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s auto-imunes, cada vez mais comuns, como o diabetes. São <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s em que a autodefesa do organismo falha e agentes externos se valem da fragilidade do sistema imunológico.</p>
<p>Para os pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es da equipe de Blaser, as <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s auto-imunes se tornaram mais comuns por causa da crescente higienização do espaço urbano e do uso indiscriminado de antibióticos, que eliminou boa p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> dos agentes infecciosos que atacavam o homem.</p>
<p>- A ociosidade do sistema imunológico pode ter levado à sua maior fragilidade. O resultado deste processo, outra vez, não foi a redução do número de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s e sim a mudança do espectro de males que assombram a espécie humana &#8211; comenta Guillermo Perez-Perez, um dos pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es assistentes da equipe da NYU.</p>
<p>Além de fazer estudos sobre bactérias relacionadas ao processo digestivo como a Helycobacter pylori e a Campylobacter, relacionada com a gastroenterite, a equipe de Blaser se dedica aos microrganismos que atacam a pele. Blaser fez um estudo famoso sobre o risco de contágio pelo Bacillus anthracis, agente da <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> infecciosa, que começa na pele, conhecida pelo<br />
nome de antraz. O bacilo foi enviado num envelope para o escritório de um político do Congresso americano, e Blaser foi mobilizado para fazer uma previsão dos riscos de contaminação. O pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> chegou a uma fórmula matemática para determinar a velocidade do contágio e mostrou que até cinco mil pessoas poderiam contrair a <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> a partir de um único envelope. Isto levou a polícia americana a estabelecer uma série de precauções no tratamento da correspondência do Congresso.</p>
<p>A equipe de Blaser, que tem o ambicioso projeto de mapear as bactérias que habitam o corpo humano, fez uma experiência recente para fazer um primeiro recenseamento de microrganismos encontrados na pele humana. O resultado foi mpressionante: em amostras coletadas numa porção do antebraço de seis indivíduos sadios foram achadas 182 espécies, pertencentes a 91 gêneros e cerca de 8% eram desconhecidas dos cientistas. Alguns meses depois, foram coletadas novas amostras e novas espécies foram descobertas, que não tinham sido registradas anteriormente. Isto mostrou que na pele humana há bactérias residentes e outras que estão ali apenas de passagem.</p>
<p>- Estimamos que há no corpo humano algo entre 3 mil e 10 mil espécies de bactérias como residentes fixas. Em média, um bom zoológico tem entre cem e 200 espécies. Então nós já sabemos que, somente em nosso antebraço, temos a mesma quantidade de espécies bactérias que um bom zôo &#8211; diz Blaser.</p>
<p>O primeiro recenseamento limitou-se a indivíduos sadios, mas Blaser acredita que o número pode ser maior no caso de pessoas doentes:</p>
<p>- Nossa hipótese é que vamos descobrir espécies diferentes na pele de pessoas com <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s como psoríase ou eczema. Encontrar bactérias que sirvam de marca<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es para determinadas <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s poderia levar à elaboração de métodos de diagnóstico e quem sabe até ao <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a> de novas <a href="/category/drogas/" title="View all posts filed under drogas">drogas</a> &#8211; avalia o pesquisa<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>.</p>
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		<title>Estudo defende estilo de vida sadio para evitar doenças cardiovasculares</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 15:55:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
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 NOVA ORLEANS, EUA (AFP) &#8211; Os riscos concretos de desenvolver uma doença cardiovascular são praticamente eliminados com um estilo de vida sadio incluindo um regime rico em fibras e ácidos graxos, exercícios, um café-da-manhã regular e um peso estável, segundo estudo japonês divulgado nesta terça-feira.
Apresentado durante a Conferência anual sobre a obesidade em Nova [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/isgemtz32231007201616photo00.jpg" title="isgemtz32231007201616photo00.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/isgemtz32231007201616photo00.jpg" alt="isgemtz32231007201616photo00.jpg" /></a></p>
<p> NOVA ORLEANS, EUA (AFP) &#8211; Os riscos concretos de desenvolver uma <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> cardiovascular são praticamente eliminados com um estilo de vida sadio incluindo um regime rico em fibras e ácidos graxos, exercícios, um café-da-manhã regular e um peso estável, segundo estudo japonês divulgado nesta terça-feira.<br />
Apresentado durante a Conferência anual sobre a <a href="http://saudealternativa.org/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> em Nova Orleans (sul dos EUA), o estudo foi realizado com 1.909 homens japoneses num período de três anos e consistiu em observar a ocorrência da “síndrome metabólica”, uma conjunção de vários sintomas que podem levar a <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>s cardiovasculares.Os sintomas são pressão <a href="http://saudealternativa.org/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>rial elevada, assim como uma taxa também elevada de triglicerídios, uma taxa baixa de bom <a href="http://saudealternativa.org/category/colesterol/" title="View all posts filed under colesterol">colesterol</a>, glicemia e <a href="http://saudealternativa.org/category/obesidade/" title="View all posts filed under obesidade">obesidade</a> abdominal. Pelo menos três desses sintomas associados constituem a “síndrome metabólica”.</p>
<p>O estudo do médico Hiroshi Yatsuya, da universidade de Nagoya, no Japão, mostrou que um regime e um estilo de vida sadios podem reduzir os riscos de apresentar uma síndrome metabólica de 71% a 92%.</p>
<p>“Se todos tivessem esse estilo de vida, 84% das síndromes metabólicas e da probabilidade de desenvolver uma <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> cardiovascular poderiam ser evitados”, afirmou Hiroshi Yatsuya.</p>
<p>O estilo de vida que ele considera “ideal” inclui seis elementos: o regime alimentar, a maneira de comer, a atividade física três vezes por semana, o corte de álcool e de cigarros e a manutenção de um peso estável.</p>
<p>O regime alimentar deve ser rico em fibras, em ácidos graxos e ômega-3. Os bons costumes alimentares incluem tomar um bom café-da-manhã, nunca comer demais e evitar a <a href="http://saudealternativa.org/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> muito salgada.</p>
<p>“É um estilo de vida difícil de manter, mas é totalmente possível”, comentou o cientista à AFP.</p>
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		<title>Atividade física melhora qualidade de vida em mulheres com fibromialgia</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 15:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[dor]]></category>
		<category><![CDATA[fibromialgia]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[ginástica]]></category>

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Maria Vianna, especial para O Globo Online
RIO &#8211; Um estudo realizado na Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo comprovou que
uma rotina de exercícios físicos ajuda a elevar a qualidade de vida em mulheres com fibromialgia. A doença, que atinge quatro milhões de brasileiras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/sapatilha_tai_chi_chuan.jpg" title="sapatilha_tai_chi_chuan.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/sapatilha_tai_chi_chuan.jpg" alt="sapatilha_tai_chi_chuan.jpg" /></a></p>
<p>Maria Vianna, especial para O Globo Online<br />
RIO &#8211; Um estudo realizado na Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo comprovou que<br />
uma rotina de exercícios físicos ajuda a elevar a qualidade de vida em mulheres com <a href="http://saudealternativa.org/category/fibromialgia/" title="View all posts filed under fibromialgia">fibromialgia</a>. A <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, que atinge quatro milhões de brasileiras, é caracterizada por<br />
<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es no corpo, fadiga incapacitante e distúrbios de <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>.<br />
As pacientes que participaram da pesquisa da USP tinham em média 46 anos, e durante o programa não puderam tomar nenhum tipo de medicamento. As mulheres foram<br />
submetidas a testes periódicos de esforço cardiopulmonar, avaliação da <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> pela escala analógica visual e por dolorimetria, aparelho que mede a intensidade da <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>.<br />
- Houve uma piora da <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> nos três primeiros meses, mas após esse período a recuperação foi significativa, com melhora da<br />
capacidade funcional e da qualidade de vida. Já sabíamos que o condicionamento físico é benéfico para pacientes com<br />
<a href="http://saudealternativa.org/category/fibromialgia/" title="View all posts filed under fibromialgia">fibromialgia</a>, mas não havia um estudo que definia como deveria ser a freqüência, intensidade e duração ideal dos treinos<br />
- destaca a cardiologista Lívia Maria dos Santos Sabbag, uma das coordena<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>as do estudo.<br />
Segundo o estudo, o ideal é praticar exercícios como caminhada, <a href="http://saudealternativa.org/category/bicicleta/" title="View all posts filed under bicicleta">bicicleta</a> ou natação durante uma hora, três vezes por<br />
semana, por no mínimo seis meses. A médica sugere o acompanhamento de um fisioterapeuta ou profissional de educação<br />
física que conheça o assunto, já que a <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> pode ser difícil de suportar no início.<br />
A <a href="http://saudealternativa.org/category/fibromialgia/" title="View all posts filed under fibromialgia">fibromialgia</a> acontece na proporção de 20 mulheres para cada homem e está associada a baixos níveis de serotonina no<br />
organismo. A <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> pode se manifestar em qualquer idade, mas é mais comum em pessoas com idades entre 40 e 60<br />
anos. Alguns médicos acreditam que a <a href="http://saudealternativa.org/category/fibromialgia/" title="View all posts filed under fibromialgia">fibromialgia</a> predomina em mulheres com um grau elevado de ansiedade e<br />
perfeccionismo. Tensão e e<a href="http://saudealternativa.org/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e prolongado podem incentivar o aparecimento da <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. Embora sem cura, os sintomas<br />
podem ser controlados com medicamentos, <a href="http://saudealternativa.org/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a>, massagens, <a href="http://saudealternativa.org/category/psicoterapia/" title="View all posts filed under psicoterapia">psicoterapia</a> e mudanças no estilo de vida.</p>
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