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	<title>Saúde Alternativa &#187; depressão</title>
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	<description>Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!</description>
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		<title>Aprendendo com o Destino &#8211; Oficina Biográfica</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 17:40:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>marceloguerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[                          
“Destino?
Agulha  no palheiro
onde  o homem se procura
O  tempo inteiro”
Lindolfo  Bell
Cada um de nós nasce com um destino, não como um livro previamente escrito em que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center">             <!--  		@page { margin: 2cm }  		P { margin-bottom: 0.21cm }  	-->             <img src="http://marceloguerra.com.br/01.jpg" height="480" width="640" /></p>
<p>“Destino?</p>
<p>Agulha  no palheiro</p>
<p>onde  o homem se procura</p>
<p>O  tempo inteiro”</p>
<p>Lindolfo  Bell</p>
<p class="style3">Cada um de nós nasce com um <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a>, não como um livro previamente escrito em que cada ato nosso está previsto, mas como uma missão a nós confiada. Isto faz com que a vida tenha um<a href="http://marceloguerra.com.br/sentido.html"> sentido</a> e, muitas vezes, sofremos com angústia ou <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> por não percebê-lo claramente. Os fatos de nossas vidas estão aí para que encontremos o Fio do Destino que, junto com o nosso livre arbítrio, tece os acontecimentos tanto no nosso mundo interior quanto na nossa vida nas comunidades em que vivemos.</p>
<p class="style3"> Esta oficina tem o objetivo de buscar o fio do <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> de cada um, desembaraçá-lo, tecê-lo de forma diferente, mais confortável, mais de acordo com o<a href="http://marceloguerra.com.br/sentido.html"> sentido</a> que queremos dar para nossas vidas. Para isso trabalharemos com fatos de nossas próprias vidas. Este trabalho será feito com palavras e <a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a>, como modelagem em argila, desenho, contos de fadas, teatro, dança, etc. Ninguém precisa ser artista para participar, é claro.</p>
<p class="style3"> Muitas das questões que nos colocamos hoje são percebidas de modo diferente quando as situamos no contexto mais amplo da vida toda. A troca de experiências de vida num grupo é enriquece<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a e suaviza os sentimentos ligados a essas experiências.</p>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="3" width="90%">
<tr>
<td><img src="http://marceloguerra.com.br/modelando.jpg" height="292" width="389" /></td>
<td>Através de modelagens em argila de fatos da própria vida, procuramos estabelecer um contato com lembranças que trarão luz à situação que vivemos agora.</p>
<p>(fotos do <a href="http://marceloguerra.com.br/tecendo.html">Curso Tecendo o Fio do Destino</a>, realizado na Escola do Vale, em Duas Barras)</td>
</tr>
<tr>
<td>O compartilhamento de experiências permite a reflexão sobre nosssas <a href="/category/vivencia/" title="View all posts filed under vivência">vivência</a>s através da luz lançada pela biografia do outro. É pela reflexão que podemos estabelecer um plano próprio de ação para mudarmos as nossas histórias.</td>
<td><img src="http://marceloguerra.com.br/compartilhando.jpg" height="292" width="389" /></td>
</tr>
</table>
<p class="style3">&nbsp;</p>
<p class="style3">A Oficina Biográfica será coordenada por Marcelo Guerra, Médico  Homeopata, Terapeuta Biográfico em formação.  Acontecerá no <a href="http://www.morgenlicht.com.br/">Centro de Convivência Morgenlicht</a>, localizado em Barra Alegre (Bom Jardim, RJ) de 31 de julho a 3 de agosto de 2008 em ritmo de imersão. As atividades serão realizadas no amplo deck com vista para as belíssimas montanhas da região, e no salão de trabalho octogonal que proporcionam um ambiente acolhedor e prazeroso para o trabalho interior que é a tônica desta Oficina Biográfica. O investimento será de R.050,00 para os inscritos até 30 de junho; R.200,00 para os inscritos em julho. O valor total pode ser dividido em até quatro cheques, sendo que a 1ª parcela será paga no ato da inscrição. As vagas são limitadas e as inscrições e mais informações podem ser obtidas pelo telefone (22) 8112-4983 ou pelo e-mail <a href="mailto:marceloguerra@terapiabiografica.com.br">marceloguerra@terapiabiografica.com.br</a></p>
<p class="style3">O investimento inclui:</p>
<ul>
<li class="style7">Translado de ida e volta do Rio de Janeiro e Niterói para o local</li>
<li class="style7">Hospedagem em apartamentos duplos ou triplos;</li>
<li class="style7">Café da manhã, Almoço, Jantar da <a href="http://www.morgenlicht.com.br/site07/portugues/alimentacao/01/index.htm">Cozinha Vibracional</a> (preparados com vegetais colhidos na horta orgânica, carnes brancas e latícinios e produtos da região) e 2 Coffee Breaks;</li>
<li class="style7">A participação nas oficinas;</li>
<li class="style7">Material para uso nas oficinas;</li>
<li class="style7">Duas sessões de <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a>;</li>
<li class="style7">Fricções terapêuticas;</li>
<li class="style7">Atividades de integração do grupo;</li>
<li class="style7">Conhecer gente interessante (isto não tem preço!)</li>
<li class="style7">Você só precisa arrumar as roupas na mala e abrir sua caixa de lembranças&#8230;</li>
</ul>
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		<item>
		<title>O que é Terapia Biográfica &#8211; 2ª parte</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/10/29/o-que-e-terapia-biografica-2%c2%aa-parte/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 20:15:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/NZct9lNVN5E&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/NZct9lNVN5E&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>O que é Terapia Biográfica &#8211; 1ª parte</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/10/29/o-que-e-terapia-biografica-1%c2%aa-parte/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 20:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zSc__zbuWZs&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/zSc__zbuWZs&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object></p>
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		<title>Atividade física melhora qualidade de vida em mulheres com fibromialgia</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/10/29/atividade-fisica-melhora-qualidade-de-vida-em-mulheres-com-fibromialgia/</link>
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		<pubDate>Mon, 29 Oct 2007 15:45:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Maria Vianna, especial para O Globo Online
RIO &#8211; Um estudo realizado na Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo comprovou que
uma rotina de exercícios físicos ajuda a elevar a qualidade de vida em mulheres com fibromialgia. A doença, que atinge quatro milhões de brasileiras, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/sapatilha_tai_chi_chuan.jpg" title="sapatilha_tai_chi_chuan.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/sapatilha_tai_chi_chuan.jpg" alt="sapatilha_tai_chi_chuan.jpg" /></a></p>
<p>Maria Vianna, especial para O Globo Online<br />
RIO &#8211; Um estudo realizado na Divisão de Medicina de Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo comprovou que<br />
uma rotina de exercícios físicos ajuda a elevar a qualidade de vida em mulheres com <a href="http://saudealternativa.org/category/fibromialgia/" title="View all posts filed under fibromialgia">fibromialgia</a>. A <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, que atinge quatro milhões de brasileiras, é caracterizada por<br />
<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>es no corpo, fadiga incapacitante e distúrbios de <a href="http://saudealternativa.org/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>.<br />
As pacientes que participaram da pesquisa da USP tinham em média 46 anos, e durante o programa não puderam tomar nenhum tipo de medicamento. As mulheres foram<br />
submetidas a testes periódicos de esforço cardiopulmonar, avaliação da <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> pela escala analógica visual e por dolorimetria, aparelho que mede a intensidade da <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>.<br />
- Houve uma piora da <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> nos três primeiros meses, mas após esse período a recuperação foi significativa, com melhora da<br />
capacidade funcional e da qualidade de vida. Já sabíamos que o condicionamento físico é benéfico para pacientes com<br />
<a href="http://saudealternativa.org/category/fibromialgia/" title="View all posts filed under fibromialgia">fibromialgia</a>, mas não havia um estudo que definia como deveria ser a freqüência, intensidade e duração ideal dos treinos<br />
- destaca a cardiologista Lívia Maria dos Santos Sabbag, uma das coordena<a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>as do estudo.<br />
Segundo o estudo, o ideal é praticar exercícios como caminhada, <a href="http://saudealternativa.org/category/bicicleta/" title="View all posts filed under bicicleta">bicicleta</a> ou natação durante uma hora, três vezes por<br />
semana, por no mínimo seis meses. A médica sugere o acompanhamento de um fisioterapeuta ou profissional de educação<br />
física que conheça o assunto, já que a <a href="http://saudealternativa.org/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> pode ser difícil de suportar no início.<br />
A <a href="http://saudealternativa.org/category/fibromialgia/" title="View all posts filed under fibromialgia">fibromialgia</a> acontece na proporção de 20 mulheres para cada homem e está associada a baixos níveis de serotonina no<br />
organismo. A <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> pode se manifestar em qualquer idade, mas é mais comum em pessoas com idades entre 40 e 60<br />
anos. Alguns médicos acreditam que a <a href="http://saudealternativa.org/category/fibromialgia/" title="View all posts filed under fibromialgia">fibromialgia</a> predomina em mulheres com um grau elevado de ansiedade e<br />
perfeccionismo. Tensão e e<a href="http://saudealternativa.org/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e prolongado podem incentivar o aparecimento da <a href="http://saudealternativa.org/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. Embora sem cura, os sintomas<br />
podem ser controlados com medicamentos, <a href="http://saudealternativa.org/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a>, massagens, <a href="http://saudealternativa.org/category/psicoterapia/" title="View all posts filed under psicoterapia">psicoterapia</a> e mudanças no estilo de vida.</p>
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		<title>Homeopatia e Fibromialgia</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/10/15/homeopatia-e-fibromialgia/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Oct 2007 11:40:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
A Homeopatia é uma das modalidades de tratamento mais eficazes no tratamento da Fibromialgia, e seu efeito é muito aumentado quando associada à Acupuntura. Na maioria dos casos de Fibromialgia há uma história de traumas e sofrimentos emocionais persistentes, e muitos autores consideram esta doença uma parte de uma doença maior, a Depressão. Assim, a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><a href="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/frida-01.jpg" title="frida-01.jpg"><img src="http://saudealternativa.wordpress.com/files/2007/10/frida-01.jpg" alt="frida-01.jpg" /></a></p>
<p>A Homeopatia é uma das modalidades de tratamento mais eficazes no tratamento da Fibromialgia, e seu efeito é muito aumentado quando associada à Acupuntura. Na maioria dos casos de Fibromialgia há uma história de traumas e sofrimentos emocionais persistentes, e muitos autores consideram esta <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> uma p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> de uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> maior, a Depressão. Assim, a Homeopatia agiria exatamente sobre a causa, que é a Depressão, reduzindo os sintomas e melhorando o humor, trazendo bem estar para o paciente. A Fitoterapia, tratamento com plantas <a href="/category/medicina/" title="View all posts filed under medicina">medicina</a>is, também tem mostrado eficácia, tendo algumas plantas atingido grande sucesso, como a erva-baleeira, embora precisem de mais estudos para comprovar sua eficácia.<br />
<!--adsense--></p>
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		<title>&#8220;Tristeza não é doença&#8221;</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/09/11/tristeza-nao-e-doenca/</link>
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		<pubDate>Tue, 11 Sep 2007 20:46:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#62;&#62; Esta semana, a Revista Época publicou uma entrevista que  reflete um comentário que fiz há algum tempo no blog Encanto, da Elisabete Cunha.
Sociólogo americano diz que a psiquiatria transformou um sentimento normal em um problema médico
por SUZANE FRUTUOSO
&#160;

Ficar triste dói. o sentimento pode ser passageiro ou durar muito tempo. Mesmo nesses casos, não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="materiaSubtitulo">&gt;&gt; Esta semana, a Revista Época publicou uma entrevista que  reflete um comentário que fiz há algum tempo no <a href="http://elisabetecunha.wordpress.com/2007/07/12/depressao-e-frescura/">blog Encanto, da Elisabete Cunha</a>.</p>
<p class="materiaSubtitulo">Sociólogo americano diz que a psiquiatria transformou um sentimento normal em um problema médico</p>
<p class="materiaAutor">por SUZANE FRUTUOSO</p>
<p class="materiaAutor">&nbsp;</p>
<p style="text-align:center;"><img src="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/foto/0,,11485571,00.jpg" height="400" width="280" /></p>
<p>Ficar triste dói. o sentimento pode ser passageiro ou durar muito tempo. Mesmo nesses casos, não significa que ele só possa ser superado com <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a>, diz o sociólogo americano Allan V. Horwitz. O livro que lançou nos Estados Unidos em julho, The Loss of Sadness: how Psychiatry Transformed Normal Sorrow into Depressive Disorder (A Perda da Tristeza: como a Psiquiatria Transformou a Tristeza Comum em Desordem Depressiva), em parceria com o psiquiatra Jerome Wakefield, é uma tentativa de alertar sobre o que considera um excesso de diagnósticos de <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>.</p>
<p><strong>ÉPOCA – O que significa a “perda da tristeza” que dá nome ao livro? </strong></p>
<p><strong>Allan V. Horwitz</strong> – Tristeza é a resposta normal a perdas que sofremos na vida. Agora se tornou comum chamá-la de “<a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>”. Algo normal foi transformado em <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>. A cultura dos antidepressivos transformou em <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> dificuldades que fazem p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da vida.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Segundo calcula a Organização Mundial da Saúde (OMS), 121 milhões de pessoas no mundo sofrem de <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>. O que o senhor acha desse número? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – É uma estimativa muito elevada. A OMS usa os sintomas da tristeza, que até podem ser os mesmos da <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>, sem considerar o contexto do acontecimento que deixou a pessoa triste. Incluem na mesma estatística quem sente uma tristeza normal e quem realmente é depressivo.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Que sintomas caracterizam a tristeza e a <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Segundo o manual de diagnósticos da psiquiatria (DSM-4), se cinco sintomas de uma lista de nove durarem mais de duas semanas, os médicos dizem que há <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>. São eles: perda do humor; perda de interesse por atividades prazerosas; ganho de peso ou perda de apetite; <a href="/category/insonia/" title="View all posts filed under insônia">insônia</a> ou excesso de <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>; agitação ou apatia; cansaço; sentimento de culpa e baixa auto-estima; dificuldade de concentração e de decisão; pensamentos recorrentes sobre <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> ou tentativa de suicídio.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Então, qual é a diferença entre tristeza e <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> –Ficamos naturalmente tristes pelas perdas do dia-a-dia, como de um <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>oso, de um emprego, de uma notícia de que seu estado de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> não é bom. Ou quando há condições e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>antes – como a pobreza – ou relações sociais em que se sofrem abusos, como os de poder. São situações ruins, mas sofrê-las não significa que algo esteja errado. É diferente da <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>, que surge sem razão específica. Não precisa ter acontecido algo terrível para surgir a <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>, que tem características biológicas. Ainda assim, a maior diferença não é o que acontece no cérebro. É o que ocorre dentro do contexto social. É dar à tristeza o ar de <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Depois de quanto tempo a tristeza passa a ser um quadro preocupante? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Não existe uma linha divisória definida. Podemos dizer que se uma tristeza dura mais de dois meses algo pode estar errado. Mas não significa que não tenha solução. O que importa é que estão tratando quem levou um fora do n<a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>ado e não consegue se concentrar, <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mir ou comer direito da mesma maneira que a alguém com sintomas que persistem por longos períodos. Ficar na fossa quando um n<a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>o acaba é a resposta natural a um e<a href="/category/stress/" title="View all posts filed under stress">stress</a>e, e não um distúrbio mental.</p>
<p><strong>ÉPOCA – A tristeza pode ser boa? O que podemos aprender com ela? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Uma situação dolorosa nunca é boa. A tristeza que envolve a perda pela <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> de alguém que foi importante para nós é dura e custa a passar. Por outro lado, a perda do emprego e o fim de um <a href="/category/relacionamento/" title="View all posts filed under relacionamento">relacionamento</a> <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>oso são circunstâncias que nos fazem parar para pensar. Revemos defeitos, analisamos conseqüências de nossos atos. Isso ajuda a encontrar equilíbrio na hora de começar de novo. A pessoa ganha maturidade.</p>
<p><strong>ÉPOCA – O sentimento de perda provocado pela <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> de alguém que amamos é <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a>? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Não. É uma situação pesada. Mas a perda pela <a href="/category/morte/" title="View all posts filed under morte">morte</a> também faz p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da vida. Todos vamos perder pessoas queridas, e todos vamos <a href="/category/morrer/" title="View all posts filed under morrer">morrer</a>.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Como superar as fases mais complicadas? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – O melhor a fazer é conversar com pessoas próximas. Falar com amigos e parentes. Procurar o apoio de quem nos conhece é o remédio ideal. A terapia também pode ajudar. Especialmente nos casos em que a tristeza se prolonga.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Desde quando a tristeza passou a ser medicada como <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Desde 1980, quando a Associação Americana de Psiquiatria lançou uma nova versão do manual de diagnósticos, que hoje está na quarta versão. O diagnóstico para distúrbios mentais se tornou generalista. Se alguém apresentar cinco sintomas daquela lista, é depressivo. Mas os médicos não se preocupam em questionar as circunstâncias.</p>
<p><strong>ÉPOCA – Qual é a responsabilidade dos médicos nesse cenário? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Os médicos deixaram de considerar em que contexto esses sintomas surgem. Sei que no fundo é difícil para eles investigar as causas da tristeza, porque gastam no máximo 15 minutos com um paciente. É um contato muito breve – e fica mais fácil receitar uma pílula. Nem sempre é o que acreditam ser o melhor. Mas eles são pressionados pelo sistema de <a href="/category/saude/" title="View all posts filed under saúde">saúde</a> – especialmente nos Estados Unidos – a não se prolongar em consultas. Os médicos estão falhando. Mas existem razões para essa falha.</p>
<p><strong>ÉPOCA – E o paciente? Tem culpa? </strong></p>
<p><strong>Horwitz </strong>– Sim. Os médicos também cedem àquilo que o paciente deseja. Eles receitam o que o paciente pede quando chega ao consultório. Se não há evidências de que o paciente realmente sofre de algum transtorno, é uma atitude irresponsável.</p>
<p><strong>ÉPOCA – O que é mais grave: tomar antidepressivos sem precisar ou ter uma <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> não tratada? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – Alguém com <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> realmente precisa de tratamento. A intenção de nosso livro não é dizer que pessoas com problemas reais não devam ser tratadas da forma adequada, com <a href="/category/remedios/" title="View all posts filed under remédios">remédios</a>. Mas nos últimos anos ficou claro que consumir antidepressivos sem necessidade é um perigo. As duas situações são alarmantes.</p>
<p><strong>ÉPOCA – A indústria farmacêutica colaborou para essa cultura de tratar a tristeza com medicamentos? </strong></p>
<p><strong>Horwitz</strong> – A indústria farmacêutica ganha muito dinheiro com antidepressivos. Promove esses produtos com anúncios mostrando pessoas felizes, que superaram seus problemas ao engolir uma pílula. É uma cena comum apresentada na publicidade. São casais, pais e filhos em situações do cotidiano, da família, do trabalho, que estão bem graças a um remédio. É um marketing poderoso e perigoso.</p>
<p>&gt;&gt; A Revista, na sua versão online, discute este tema em seu <a href="/category/blog/" title="View all posts filed under blog">blog</a>:</p>
<p>http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=388005</p>
<p>http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=388006</p>
<p>http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=391483</p>
<p>http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=391815</p>
<p>http://adm.globolog.globo.com/globolog/publicacao/permalink.do?postId=391994</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Jornada de Inverno</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/05/10/jornada-de-inverno/</link>
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		<pubDate>Thu, 10 May 2007 08:34:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[antroposofia]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[psicoterapia]]></category>
		<category><![CDATA[stress]]></category>
		<category><![CDATA[terapia biográfica]]></category>
		<category><![CDATA[terapia de grupo]]></category>
		<category><![CDATA[vivência]]></category>

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		<description><![CDATA[

INSCRIÇÕES ENCERRADAS
 O inverno é época de recolhimento, em que alguns animais hibernam, em que toda a natureza parece mover-se mais lentamente. É tempo de preparação para um novo ciclo de crescimento. Tempo de olhar para dentro de si. Esta Jornada tem este objetivo: rever situações de nossas vidas, entender o sentido delas, captar o fio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left"><a href="http://saudealternativa.files.wordpress.com/2007/05/monnerat-1.jpg" title="monnerat-1.jpg"></a></p>
<p align="center"><a href="http://saudealternativa.files.wordpress.com/2007/05/picassopeopledancing.jpg" title="picassopeopledancing.jpg"><img src="http://saudealternativa.files.wordpress.com/2007/05/picassopeopledancing.jpg" alt="picassopeopledancing.jpg" /></a></p>
<p align="center">INSCRIÇÕES ENCERRADAS</p>
<p align="left"> O inverno é época de recolhimento, em que alguns animais hibernam, em que toda a natureza parece mover-se mais lentamente. É tempo de preparação para um novo ciclo de crescimento. Tempo de olhar para dentro de si. Esta Jornada tem este objetivo: rever situações de nossas vidas, entender o sentido delas, captar o fio do <a href="/category/destino/" title="View all posts filed under destino">destino</a> que as conecta e preparam para uma nova Primavera em nossas vidas.</p>
<p class="western">Nesta Jornada serão desenvolvidas técnicas da Antroposofia, mais precisamente da <a href="http://terapiabiografica.wordpress.com/">Terapia Biográfica </a>e atividades artísticas que permitem uma melhor compreensão de nossos movimentos internos, com isso possibilitando mudanças em nossas vidas, deixando para trás padrões repetitivos de <a href="/category/comportamento/" title="View all posts filed under comportamento">comportamento</a>.</p>
<p class="western">O facilita<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a> será <a href="http://marceloguerra.wordpress.com/2007/01/01/o-que-e-onde-estudei/">Marcelo Guerra</a>. O evento acontecerá em Monnerat, uma pequena cidade no interior do Estado do Rio de janeiro, próxima a Nova Friburgo, numa casa acolhe<a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>a. A data será de 7 a 10 de junho (quinta-feira às 19h até domingo às 17h). Os participantes <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mirão na própria casa onde serão desenvolvidas as atividades, e as refeições também serão todas realizadas no local. O investimento será de R$540,00, que podem ser divididos em 3 pagamentos de R$180,00, sendo que o primeiro pagamento deverá ser realizado até o dia 31 de maio.</p>
<p class="western">Inscrições e informações pelo e-mail <a href="mailto:marceloguerra@gmail.com">marceloguerra@gmail.com</a> ou pelo telefone (22)9254-4866.</p>
<p class="western">P.S.</p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western"><font color="#663399"><font face="Arial">COMO CHEGAR A MONNERAT:</font></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western">&nbsp;</p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western"><font color="#663399"><font face="Arial, Helvetica, sans-serif"><a href="http://www.autoviacao1001.com.br/pt/">ÔNIBUS 1001 DIRETO, SAINDO DO RIO DE JANEIRO E NITERÓI </a>(saídas do Rio às 13:10h, 15:10h, 18:20h, 20:30h; e os mesmos ônibus param na Rodoviária de Niterói e saem 30 minutos depois de cada horário, ou seja, 13:40h, 15:40h, 18:50h, 21h). É possível também tomar um ônibus até Nova Friburgo e outro a partir de lá. O tempo de viagem é de cerca de 3h e 40 minutos de ônibus, geralmente menos.Para quem vai de carro, é só pegar a estrada RJ-116 (Niterói-Friburgo) e seguir direto. Após passar por Nova Friburgo, continuar na mesma estrada por aproximadamente 30 minutos. Monnerat fica no km 117 desta estrada.</font></font></p>
<p style="margin-bottom:0;" class="western"><font color="#663399" face="Arial"><strong>Comentários de quem já participou:</strong> </font></p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom:0;" class="western"><font size="2" face="Arial">Decidi participar da <a href="/category/terapia-biografica/" title="View all posts filed under terapia biográfica">terapia biográfica</a> por um acaso, pois já fazia terapia individual. Durante os dias que passei, consegui perceber os ciclos que se repetiam em minha vida, e a me aceitar com falhas, e respeitar as outras pessoas. Tudo isso de uma forma muito descontraída e com muitos mimos ( <a href="/category/acupuntura/" title="View all posts filed under acupuntura">acupuntura</a>, massagens), e ao mesmo tempo vivendo um turbilhão de emoções. Saí de lá com novas expectativas e forças, acreditando em mim e na possibilidade de mudar o presente e quebrar o ciclo. Acredito que ainda me surpreenderei muito, pois a cada dia que passa vêm novas conclusões. Sem contar a <a href="/category/amizade/" title="View all posts filed under amizade">amizade</a> que fizemos e o carinho que cada um tratou o outro, e que ainda permanece. Hoje em dia decidi parar com a terapia individual, pois descobri que sozinha sou capaz de mudar o rumo de minha vida. Acho que em palavras seria impossível descrever o quanto esta <a href="/category/vivencia/" title="View all posts filed under vivência">vivência</a> me fez bem, e posso dizer que isto foi possível não só pela entrega de nós pacientes, como também do terapeuta. O Marcelo abriu sua &#8220;caixinha de brinquedos&#8221; e nos ensinou de uma maneira leve e espontânea, assim como nos contos de fadas (que ele leu bastante para nós), a reinventar o presente, e ainda, no final nos presenteou com um &#8220;bambuzinho mágico&#8221; para ajudar a nos conduzirmos por novos caminhos. Gostaria que, assim como eu, outras pessoas se redescubram e através desta terapia encontrem uma nova maneira de viver e se surpreender com a beleza da vida. Ah, não poderia esquecer de comentar que o lugar é lindo e a natureza é esplêndida, e também de dizer que o único problema foram os quilos que a Glorinha (cozinheira) nos fez ganhar&#8230;rsrsrs.<br />
(Graziela Damante, participante da Vivência de maio de 2006)</font></li>
<li>
<p style="margin-bottom:0;" class="western"><font size="2" face="Arial">Fui para a terapia muito tranqüila e sem grandes expectativas, não imaginei que três dias trabalhando com argila, entre outras atividades, fosse mexer comigo. Mas mexeu.<br />
Ainda não dá para avaliar tudo, mas de imediato &#8211; eu que julgava me conhecer tão bem &#8211; tive várias surpresas e cheguei a conclusões, com a ajuda do grupo, a respeito da minha vida, do meu jeito de ser, como sempre encarei meus problemas e minha relação com as pessoas que fizeram e fazem p<a href="/category/arte/" title="View all posts filed under arte">arte</a> da minha vida.<br />
Marcelo soube conduzir de maneira agradável, com calma e clareza. O lugar em que acontece a terapia colabora muito porque ficamos em contato com a natureza e o lugar transmite uma paz, sem contar que dá para fazer caminhadas para espairecer. Isso para não falar da <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> caseira (da Glorinha) que apelidamos de &#8220;sistema de confinamento&#8221;, que nos faz lembrar a <a href="/category/comida/" title="View all posts filed under comida">comida</a> da mamãe.<br />
A vontade que fica é de repetir daqui a um tempo e torcer para que várias pessoas façam e se surpreendam assim como eu.<br />
(Vanessa Fredel, participante da Vivência de maio de 2006) <!--"''"--></font></li>
</ul>
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		<title>Podem o amor e o sexo ser nocivos à vida de alguém?</title>
		<link>http://saudealternativa.org/2007/03/29/podem-o-amor-e-o-sexo-serem-nocivos-a-vida-de-alguem/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Mar 2007 11:57:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[biográfico]]></category>
		<category><![CDATA[compulsão]]></category>
		<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
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		<description><![CDATA[Por mais surpreendente que possa parecer, a resposta é SIM. A partir do momento em que alguém age COMPULSIVAMENTE em busca de romance, paixões, relações sexuais (hetero ou homossexuais; com uma, duas, ou muitas pessoas, das mais diversas maneiras), isso se torna uma doença, que passa a controlar a vida desta pessoa, que coloca essas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">Por mais surpreendente que possa parecer, a resposta é SIM. A partir do momento em que alguém age <u>COMPULSIVAMENTE</u> em busca de romance, paixões, relações sexuais (hetero ou homossexuais; com uma, duas, ou muitas pessoas, das mais diversas maneiras), isso se torna uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, que passa a controlar a vida desta pessoa, que coloca essas práticas <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a>osas ou sexuais como centro de sua vida. Assim, há um prejuízo mais ou menos evidente dos demais aspectos de sua vida, como a vida em família, o trabalho, as <a href="/category/amizade/" title="View all posts filed under amizade">amizade</a>s, interesses culturais, artísticos e religiosos, etc. Vale ressaltar que o que torna qualquer dessas práticas prejudicial é o caráter COMPULSIVO delas e não as práticas em si, ou seja, o fato de alguém se apaixonar por outra pessoa não é uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a>, mas a necessidade de só se sentir bem quando se está apaixonado, buscando inesgotavelmente novas pessoas para se apaixonar é uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> e causa um sofrimento enorme, uma angústia constante, com a sensação de fracasso recorrente. Este é apenas um dos exemplos da COMPULSÃO por <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> e <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a> que,  por envolver um sentimento e uma atividade vitais à vida de qualquer pessoa, é uma DOENÇA que exige um tratamento intensivo, já que a cura não se constitui em se afastar do objeto de sua COMPULSÃO, como seria o caso se fosse por <a href="/category/fumar/" title="View all posts filed under fumar">fumar</a>, por exemplo, em que a pessoa deveria afastar-se definitivamente dos cigarros, para que essa COMPULSÃO não fosse deflagrada. No caso de <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> e <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a>, a vida sem eles tornar-se-ia vazia e sem sal! Por isso, o tratamento visa rastrear a <a href="http://terapiabiografica.wordpress.com/">BIOGRAFIA</a> da pessoa que sofre dessa COMPULSÃO, em busca de um entendimento de sua causa, que pode ter diversas origens, para que possamos amar e viver o <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a> em plenitude, sem que sejamos escravizados. Aliás, esta é uma <a href="/category/doenca/" title="View all posts filed under doença">doença</a> multifatorial, ou seja, é o resultado de influências diversas: uma pessoa predisposta geneticamente que sofre os efeitos de experiências vividas em seu <a href="/category/desenvolvimento/" title="View all posts filed under desenvolvimento">desenvolvimento</a>, e/ou de influências dos meios de comunicação que nos bombardeiam diariamente com noções falsas e glamurosas a respeito de <a href="/category/amor/" title="View all posts filed under amor">amor</a> e <a href="/category/sexo/" title="View all posts filed under sexo">sexo</a>.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;" align="justify">	Através de um novo entendimento de nossas vidas e de nossos sentimentos, de ações concretas, e de VONTADE, essa COMPULSÃO pode ser compreendida e controlada, nos liberando para vivermos em plenitude, descobrindo novos prazeres e significados em cada ato, cada gesto, cada momento. Passamos a não ser mais escravos de uma COMPULSÃO, mas donos de nossa própria VONTADE, exercendo o livre arbítrio, enfim.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sono e Depressão em Crianças</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jan 2007 19:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcelo Guerra</dc:creator>
				<category><![CDATA[depressão]]></category>
		<category><![CDATA[insônia]]></category>
		<category><![CDATA[sono]]></category>

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		<description><![CDATA[Um estudo publicado na revista SLEEP, especializada em distúrbios do sono, em 1º de janeiro, afirma que crianças que dormem pouco ou demais têm mais sintomas de depressão e/ou de ansiedade. O estudo foi realizado na Universidade de Pittsburgh com 553 crianças deprimidas, das quais 72,7% apresentavam distúrbios do sono!!! O distúrbio mais comum era [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo publicado na revista SLEEP, especializada em distúrbios do <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>, em 1º de janeiro, afirma que <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s que <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>mem pouco ou demais têm mais sintomas de <a href="/category/depressao/" title="View all posts filed under depressão">depressão</a> e/ou de ansiedade. O estudo foi realizado na Universidade de Pittsburgh com 553 <a href="/category/crianca/" title="View all posts filed under criança">criança</a>s deprimidas, das quais 72,7% apresentavam distúrbios do <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>!!! O distúrbio mais comum era <a href="/category/insonia/" title="View all posts filed under insônia">insônia</a>, enquanto o mais grave era a associação de <a href="/category/insonia/" title="View all posts filed under insônia">insônia</a> à noite e <a href="/category/sono/" title="View all posts filed under sono">sono</a>lência durante o dia. Observe como seu filho <a href="/category/dor/" title="View all posts filed under dor">dor</a>me, isso pode significar muito.</p>
<p>Fonte: http://www.sciencedaily.com/releases/2007/01/070101104155.htm</p>
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