INSCRIÇÕES ENCERRADAS
O inverno é época de recolhimento, em que alguns animais hibernam, em que toda a natureza parece mover-se mais lentamente. É tempo de preparação para um novo ciclo de crescimento. Tempo de olhar para dentro de si. Esta Jornada tem este objetivo: rever situações de nossas vidas, entender o sentido delas, captar o fio do destino que as conecta e preparam para uma nova Primavera em nossas vidas.
Nesta Jornada serão desenvolvidas técnicas da Antroposofia, mais precisamente da Terapia Biográfica e atividades artísticas que permitem uma melhor compreensão de nossos movimentos internos, com isso possibilitando mudanças em nossas vidas, deixando para trás padrões repetitivos de comportamento.
O facilitador será Marcelo Guerra. O evento acontecerá em Monnerat, uma pequena cidade no interior do Estado do Rio de janeiro, próxima a Nova Friburgo, numa casa acolhedora. A data será de 7 a 10 de junho (quinta-feira às 19h até domingo às 17h). Os participantes dormirão na própria casa onde serão desenvolvidas as atividades, e as refeições também serão todas realizadas no local. O investimento será de R$540,00, que podem ser divididos em 3 pagamentos de R$180,00, sendo que o primeiro pagamento deverá ser realizado até o dia 31 de maio.
Inscrições e informações pelo e-mail marceloguerra@gmail.com ou pelo telefone (22)9254-4866.
P.S.
COMO CHEGAR A MONNERAT:
ÔNIBUS 1001 DIRETO, SAINDO DO RIO DE JANEIRO E NITERÓI (saídas do Rio às 13:10h, 15:10h, 18:20h, 20:30h; e os mesmos ônibus param na Rodoviária de Niterói e saem 30 minutos depois de cada horário, ou seja, 13:40h, 15:40h, 18:50h, 21h). É possível também tomar um ônibus até Nova Friburgo e outro a partir de lá. O tempo de viagem é de cerca de 3h e 40 minutos de ônibus, geralmente menos.Para quem vai de carro, é só pegar a estrada RJ-116 (Niterói-Friburgo) e seguir direto. Após passar por Nova Friburgo, continuar na mesma estrada por aproximadamente 30 minutos. Monnerat fica no km 117 desta estrada.
Comentários de quem já participou:
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Decidi participar da terapia biográfica por um acaso, pois já fazia terapia individual. Durante os dias que passei, consegui perceber os ciclos que se repetiam em minha vida, e a me aceitar com falhas, e respeitar as outras pessoas. Tudo isso de uma forma muito descontraída e com muitos mimos ( acupuntura, massagens), e ao mesmo tempo vivendo um turbilhão de emoções. Saí de lá com novas expectativas e forças, acreditando em mim e na possibilidade de mudar o presente e quebrar o ciclo. Acredito que ainda me surpreenderei muito, pois a cada dia que passa vêm novas conclusões. Sem contar a amizade que fizemos e o carinho que cada um tratou o outro, e que ainda permanece. Hoje em dia decidi parar com a terapia individual, pois descobri que sozinha sou capaz de mudar o rumo de minha vida. Acho que em palavras seria impossível descrever o quanto esta vivência me fez bem, e posso dizer que isto foi possível não só pela entrega de nós pacientes, como também do terapeuta. O Marcelo abriu sua “caixinha de brinquedos” e nos ensinou de uma maneira leve e espontânea, assim como nos contos de fadas (que ele leu bastante para nós), a reinventar o presente, e ainda, no final nos presenteou com um “bambuzinho mágico” para ajudar a nos conduzirmos por novos caminhos. Gostaria que, assim como eu, outras pessoas se redescubram e através desta terapia encontrem uma nova maneira de viver e se surpreender com a beleza da vida. Ah, não poderia esquecer de comentar que o lugar é lindo e a natureza é esplêndida, e também de dizer que o único problema foram os quilos que a Glorinha (cozinheira) nos fez ganhar…rsrsrs.
(Graziela Damante, participante da Vivência de maio de 2006) -
Fui para a terapia muito tranqüila e sem grandes expectativas, não imaginei que três dias trabalhando com argila, entre outras atividades, fosse mexer comigo. Mas mexeu.
Ainda não dá para avaliar tudo, mas de imediato – eu que julgava me conhecer tão bem – tive várias surpresas e cheguei a conclusões, com a ajuda do grupo, a respeito da minha vida, do meu jeito de ser, como sempre encarei meus problemas e minha relação com as pessoas que fizeram e fazem parte da minha vida.
Marcelo soube conduzir de maneira agradável, com calma e clareza. O lugar em que acontece a terapia colabora muito porque ficamos em contato com a natureza e o lugar transmite uma paz, sem contar que dá para fazer caminhadas para espairecer. Isso para não falar da comida caseira (da Glorinha) que apelidamos de “sistema de confinamento”, que nos faz lembrar a comida da mamãe.
A vontade que fica é de repetir daqui a um tempo e torcer para que várias pessoas façam e se surpreendam assim como eu.
(Vanessa Fredel, participante da Vivência de maio de 2006)






