O fim dos clínicos gerais?

>> Os médicos homeopatas mantêm o cuidado e o respeito para com o paciente, são os herdeiros dessa cultura médica de buscar a qualidade no contato com o paciente para poder cuidar dele com eficiência!

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RIO – O clínico geral Fábio Miranda, de 54 anos, mantém um consultório particular há 30 anos. Atende de cinco a seis pessoas por dia, passando, pelo menos, 45 minutos com cada uma delas. Quando se trata da primeira consulta, o atendimento pode ultrapassar os 60 minutos, entre a conversa e o exame físico. Certa vez, num desses casos, o médico foi interpelado por uma paciente visivelmente nervosa: “Doutor, eu estou ficando muito preocupada, eu estou com alguma coisa grave? Nunca ninguém me examinou tanto, me perguntou tanta coisa.”

O que era normal umas décadas atrás hoje é visto como exceção total à regra. Não há números – o Conselho Federal de Medicina não registra os médicos por especialidade -, mas é generalizada a percepção de que o clínico geral é uma espécie em extinção hoje na expandida classe média nacional com acesso a planos de saúde. Nesta nova realidade, reinam as especialidades médicas e as consultas mais curtas. A relação entre médico e paciente, antes cultivada em consultas mais longas e sempre com o mesmo sujeito, que te acompanhava por toda a vida, se perdeu em meio à diversidade de profissionais – um modelo de atendimento importado dos EUA.

Os chamados médicos de família hoje, no Brasil, não são poucos, mas trabalham basicamente para o governo, no atendimento de comunidades carentes: são 32 mil profissionais.

– A cultura (do médico de família) se perdeu (na classe média) – afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Gustavo Gusso. – Mesmo que o plano ofereça, as pessoas não valorizam, não têm tanta confiança, preferem ir no especialista, acham que esses caras são ótimos e que o médico de família é para os pobres. Pobres dos ricos brasileiros. Aqui não há uma relação histórica. Na Inglaterra, por exemplo, a pessoa vai ao seu médico de família desde que nasceu. Em vários países da Europa não se consegue ir a um dermatologista sem passar antes por um médico de família.

O modelo de atendimento brasileiro, no entanto, segue o americano, onde o fenômeno da proliferação das especialidades e da extinção do clínico se repete. O número desses profissionais caiu de 44% do total de médicos em 1986 para 18% em 2008, segundo dados da Sociedade Americana dos Médicos de Família. Ronald Sroka, de 62 anos, 32 deles de consultório, é um dos remanescentes:

– Não vai sobrar nenhum de nós – lamentou, em entrevista ao “New York Times”.

Para a maioria dos especialistas ouvidos, no entanto, quem sai perdendo é o paciente. Faz sucesso na internet, sendo replicado em redes sociais, um texto assinado pela médica Tatiana Bruscky sob o título “Onde andará o meu doutor?”, em que ela toma as dores dos pacientes: “Por favor, me olhe, ouça a minha história! Preciso que o senhor me escute, ausculte e examine! Estou sentindo falta de dizer até aquele 33! Não me abandone assim de uma vez! Procure os sinais da minha doença e cultive a minha esperança! Alimente a minha mente e o meu coração… Me dê, ao menos, uma explicação!”

Em geral, os médicos de planos de saúde passam pouco tempo com seus pacientes (eles recebem, em média, menos de R$ 50 por consulta) e tentam cobrir a falta de conversa com pedidos de exames.

Na análise do diretor da Clínica São Vicente, Luiz Roberto Londres, autor do livro “Sintomas de uma época – quando o ser humano se torna um objeto”, no entanto, a conversa mais aprofundada entre médico e paciente pode levar ao diagnóstico em 90% dos casos, sem necessidade de exame algum.

– Muitos problemas que são percebidos como doença são, na verdade, sintomas ou repercussões do meio – analisa Londres. – Conversando com a pessoa, o médico percebe, por exemplo, se há um problema no emprego, na família, nas finanças, ao qual o sujeito está reagindo com sintomas. Essa quantidade de exames que é pedida hoje é por falta de conversa. A mesma coisa com a quantidade de medicamentos. Repito: a maior parte dos pacientes não tem doença física.

O especialista, nessas horas, atrapalha ainda mais, uma vez que ele não é treinado para lidar com o que se chama de “sintomatologia vaga”, mas sim com áreas muito específicas.

– Hoje em dia, boa parte das pessoas acha que o clínico não resolve o problema, que é uma perda de tempo e dinheiro, que o melhor é ir direto no especialista – afirma Fábio Miranda. – A verdade é que é o contrário. Se o cara for bom, ele vai resolver de 70% a 80% dos problemas. E vai resolver logo na primeira consulta, com diagnóstico. Se for no especialista, vai demorar mais. E isso se cair no especialista certo.

Gustavo Gusso frisa que o treinamento do médico de família é justamente para lidar com as queixas mais variadas.

– É o sujeito que acorda “meio mal”, “tonto”, “com um pouco de dor de cabeça” ou “sentiu a vista escurecer”. Queixas assim que não fazem muito sentido – diz Gusso. – O médico de família é treinado para isso, o dia inteiro atendemos pessoas assim; diferente do especialista.

Além do mais, aponta Gusso, não é viável imaginar um sistema de saúde em que cada indivíduo disponha de um gama de especialistas.

– Não é razoável cada um ter o seu cardiologista, o seu ortopedista, o seu dermatologista; e cada um deles pedir um monte de exames, não examinar nada. Não dá para transformar a medicina num shopping center.

Fonte: O Globo

A mentira da falta de Vitamina D

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A vitamina D é produzida a partir do colesterol na pele, onde fica armazenada na forma inativa. Os raios solares que atingem a pele ativam a vitamina D, que vai agir principalmente no metabolismo dos ossos, tornando-os fortes. Em países cujo inverno é longo e muito escuro, a deficiência de vitamina D é observada e precisa ser combatida pela ingestão da vitamina. No Brasil, pelo contrário, a incidência de raios solares é muito alta e os casos de VERDADEIRA deficiência de vitamina D são muito raros, sendo observados em pessoas que vivem confinadas, com muito pouca exposição ao sol. Existe o mito de que o uso de protetores solares pode impedir a formação da vitamina D na pele, mas isto já foi desmentido por diversos estudos.

De alguns anos para cá, todas as pessoas que fazem exame para dosar a vitamina D descobrem que estão com “falta de vitamina D”. Independente de idade, todos estão com deficiência e precisam tomar essa vitamina para repor. Esquisito isso, não é? Pois bem, diante dessa onda, o Instituto de Medicina nos Estados Unidos fez uma pesquisa e constatou o abuso da indústria farmacêutica aliado à mídia. Segundo esse estudo, os índices considerados normais para a vitamina D e o cálcio estão muito acima do que o nosso organismo realmente precisa. E mais, há um risco de sobrecarregar os rins com o excesso de vitamina D e cálcio ingeridos, o que poderia levar à produção de cálculos renais ou até mesmo insuficiência renal crônica, com consequente necessidade de submeter-se a hemodiálises frequentes. este consumo excessivo também poderia causar alterações crônicas no coração.

Não se iluda, somente a indústria farmacêutica, ávida como sempre para descobrir novas formas de tirar seu dinheiro, se beneficia com essa nova moda. Quer vitamina D? Vá passear na rua.

Para saber mais sobre o assunto:

Artigo mostrando que o uso de protetores solares não afeta a produção e ativação da vitamina D

Outro artigo relacionando protetores solares e vitamina D

Artigo mostrando o uso DESNECESSÁRIO de vitamina D nos Estados Unidos

Workshop Biográfico em São Paulo

Little Girls Playing in the Leaves

Dentro de cada um de nós vive ainda um pedaço da nossa infância, nossa Criança Interior. Essa Criança Interior participa da nossa percepção e apreciação do mundo, daquilo que vivenciamos e sentimos, e é indispensável que ela esteja saudável para que possamos ser adultos completos!

Muitas vezes não recebemos os cuidados e atenção que precisávamos quando crianças para podermos nos desenvolver de forma plena. Não poucas vezes sofremos abusos quando crianças, sejam físicos, sexuais ou com palavras. Ouvimos ofensas daqueles que deveriam nos proteger e cuidar. Palavras duras, como “você é muito preguiçoso”, “você não consegue aprender nada”, “você só faz besteira”, “você não presta mesmo”. Tudo soa como profecias que precisamos cumprir em nossas vidas, e assim vamos agindo para confirmar as palavras daqueles que amamos tanto.

Ainda podemos libertar essa Criança Interior dessa dor que não foi expressa e que fica fazendo pirraça ou agindo de acordo com as ofensas que interiorizou desde criança, coisas que não cabem mais na vida de um adulto sadio, e atravancam nossos relacionamentos, nossa vida profissional e, principalmente, nossa auto-estima!

Nesta vivência, buscaremos identificar os pontos de nossa infância que influenciam nossas atitudes de hoje, para que possamos trabalhá-los em grupo, buscando entendê-los e transformar a dor em criatividade que nos permita viver uma vida mais de acordo com  o que sonhamos e não com o que nos (mal) profetizaram.

O objetivo desse trabalho é buscar na infância os instrumentos que possam nos ajudar a resolver questões pela quais passamos HOJE. É um trabalho indicado para pessoas que estão passando por algum problema e desejam resolvê-lo de forma consistente, lançando mão de suas potencialidade.

Este trabalho será realizado em grupo, com interações entre os participantes, que serão incentivados a produzir artisticamente a partir de suas histórias, e movimentos.

Venha com uma roupa confortável, traga fotos suas de quando criança, brinquedos que você ainda tenha, bichinhos de pelúcia.

Coordenação: Marcelo Guerra, Médico Homeopata, Acupunturista e Terapeuta Biográfico.

Local: Rua Capitão Calman de Moricz Tecso, 44, Alto da Boa Vista, São Paulo.

Data: 29 e 30 de junho de 2013. (Sábado, dia 29, de 8h às 19h; Domingo, dia 30, de 8h às 13h.

Custo: R$600,00 (incluindo o custo de material. Este preço pode ser dividido em 2 parcelas, uma no ato da inscrição e outra no dia 29 de junho).

Inscrições pelo e-mail marceloguerra@terapiabiografica.com.br.

O mínimo de participantes será de 4 pessoas e o máximo, 6. Se não houver o mínimo de inscritos até o dia 16 de junho de 2013, o workshop poderá ser adiado.

Clique aqui para inscrever-se agora.

 

 

Grupo de Terapia Biográfica em São Paulo – 2013

biography2 Você passa a vida buscando um sentido para ela (a vida). Na maior parte do tempo, essa busca é fora, seja aderindo e vestindo a camisa de uma ideologia, comprando, jogando em outra pessoa a responsabilidade pela sua felicidade, e por aí vai. Geralmente quando você olha para dentro de si, esse olhar vai carregado de julgamento, ou admirando-se muito ou recriminando-se como se fosse o pior dos seres humanos que anda sobre a Terra. Este é um convite para fazer parte de um grupo de Terapia Biográfica que vou coordenar na cidade de São Paulo. O objetivo deste grupo é olhar, junto com os outros participantes, para a própria história, de forma clara e objetiva, sem julgamentos pré-concebidos, para chegar a uma imagem mais nítida de qual o propósito da sua vida em determinados temas. Este grupo vai funcionar de forma contínua por 4 meses, em que teremos um grupo de discussão só para nós na internet, onde trocaremos mensagens e arquivos, indicações de sites, de livros, filmes, atividades. Você organizará um caderno com fatos da sua vida junto com fotos e lembranças para tornar sua biografia algo vivo diante de você. E dois sábados por mês teremos um encontro presencial, de 14h às 18h, onde você poderá fazer atividades vivenciais como pintura em aquarela, modelagem em argila, danças circulares e contos de fadas, que ampliarão a compreensão do tema do mês, coroando as discussões com o contato real com o grupo. Para cada tema, teremos um filme para discutir (que assistiremos cada um em sua casa) e alguns textos e músicas para alimentar a discussão. Os temas que iremos abordar são:

  • Infância e família
  • Amizades
  • Adolescência e sexualidade
  • Amor e relacionamentos

Para participar é necessário ter mais de 21 anos, ter acesso a um computador com conexão à internet e ter vontade de olhar para a própria biografia como quem olha para algo sagrado, que guarda as possíveis respostas para seus conflitos e indecisões. O grupo, uma vez formado, será o mesmo até o fim do 4° encontro, por isso é importante refletir sobre seu real desejo de participar deste trabalho e evitar inscrever-se pelo impulso. O custo será de R$400,00 mensais, a 1ª parcela será paga através de depósito no Banco do Brasil ag. 0107-4 conta 20222-3 e as demais serão pagas no 1° encontro, com cheques pré-datados, que não serão devolvidos em caso de desistência. O mínimo de participantes será de 4 pessoas e o máximo, 8. Se não houver o mínimo de inscritos até o 1° encontro presencial, o início poderá ser adiado. Os encontros presenciais serão à Rua Aníbal Benévolo, 51,  Santana, São Paulo.

(O local conta com vários estacionamentos pagos nas redondezas)

O meu e-mail é marceloguerra@terapiabiografica.com.br . As datas dos encontros presenciais são as seguintes:

  • 9 e 23 de março de 2013;
  • 13 e 27 de abril de 2013;
  • 11 e 25 de maio de 2013;
  • 8 e 22 de junho de 2013.

Espero que estejamos juntos nos próximos 4 meses! Um abraço, Marcelo Guerra

Clique aqui para fazer sua inscrição.

APOIO: Farmácia HN Cristiano Homeopatia HNCristiano

Grupo de Estudos: “Observação e Sentido”

Uma visão abrangente da vida

No trabalho terapêutico, na educação e na gestão de pessoas a Observação e o Sentido são os dois pilares. A Observação busca no exterior o que o Sentido vai elaborar no interior. Neste grupo de estudos iremos abordar os conceitos que permitirão que você desenvolva sua capacidade de observar de forma a obter sentido nas diferentes situações encontradas em sua vida e em seu trabalho. A base do trabalho é a metodologia científica desenvolvida por Goethe, que parte dos fatos e fenômenos observados para uma compreensão abrangente, em que o pensar e o sentir, a ciência e a arte, se fundem para revelar um sentido que poderia passar despercebido.

O objetivo do grupo de estudos é desenvolver a observação dos fenômenos para aplicação em seu trabalho e em sua própria vida. Nestes quatro meses a ênfase será nos processos do reino vegetal, que servirão como suporte e metáfora para os processos de vitalidade de seres humanos individuais e grupos.

Público Alvo: Profissionais e estudantes dos últimos períodos de Psicologia, Medicina, Farmácia, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Serviço Social, Pedagogia e todas as demais carreiras da Educação, Profissionais de RH.

Coordenação:

Marcelo Guerra
Médico Homeopata, Acupunturista e Terapeuta Biográfico, participou do Treinamento em Goetheanismo ministrado pela Clara Passchier na Associação Sagres. Foi um dos coordenadores do Curso DAO – Observação e Sentido, em Juiz de Fora (2010).

Local:

Rua Aníbal Benévolo, 51,  Santana, São Paulo

Datas:

  • 9 e 23 de março de 2013;
  • 13 e 27 de abril de 2013;
  • 11 e 25 de maio de 2013;
  • 8 e 22 de junho de 2013.

Os encontros serão de 8h às 12h.

O grupo, uma vez formado, será o mesmo até o fim do 4° encontro, por isso é importante refletir sobre seu real desejo de participar deste trabalho e evitar inscrever-se pelo impulso. O custo será de R$400,00 mensais, a 1ª parcela será paga através de depósito no Banco do Brasil ag. 0107-4 conta 20222-3 e as demais serão pagas no 1° encontro, com cheques pré-datados, que não serão devolvidos em caso de desistência. O mínimo de participantes será de 4 pessoas e o máximo, 8. Se não houver o mínimo de inscritos até o 1° encontro presencial, o início poderá ser adiado.

Escreva para marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações.

Clique aqui para fazer sua inscrição.

APOIO: Farmácia HN Cristiano Homeopatia HNCristiano

 

Workshop de Autodesenvolvimento: Minha Criança Interior

Dentro de cada um de nós vive ainda um pedaço da nossa infância, nossa Criança Interior. Essa Criança Interior participa da nossa percepção e apreciação do mundo, daquilo que vivenciamos e sentimos, e é indispensável que ela esteja saudável para que possamos ser adultos completos!

Muitas vezes não recebemos os cuidados e atenção que precisávamos quando crianças para podermos nos desenvolver de forma plena. Não poucas vezes sofremos abusos quando crianças, sejam físicos, sexuais ou com palavras. Ouvimos ofensas daqueles que deveriam nos proteger e cuidar. Palavras duras, como “você é muito preguiçoso”, “você não consegue aprender nada”, “você só faz besteira”, “você não presta mesmo”. Tudo soa como profecias que precisamos cumprir em nossas vidas, e assim vamos agindo para confirmar as palavras daqueles que amamos tanto.

Ainda podemos libertar essa Criança Interior dessa dor que não foi expressa e que fica fazendo pirraça ou agindo de acordo com as ofensas que interiorizou desde criança, coisas que não cabem mais na vida de um adulto sadio, e atravancam nossos relacionamentos, nossa vida profissional e, principalmente, nossa auto-estima!

Nesta vivência, buscaremos identificar os pontos de nossa infância que influenciam nossas atitudes de hoje, para que possamos trabalhá-los em grupo, buscando entendê-los e transformar a dor em criatividade que nos permita viver uma vida mais de acordo com  o que sonhamos e não com o que nos (mal) profetizaram.

Este trabalho será realizado em grupo, com interações entre os participantes, que serão incentivados a produzir artisticamente a partir de suas histórias, e movimentos.

Venha com uma roupa confortável, traga fotos suas de quando criança, brinquedos que você ainda tenha, bichinhos de pelúcia.

Será servido almoço e, nos intervalos da manhã e da tarde, chá e café com biscoitinhos e frutas.

Coordenação: Marcelo Guerra, Médico Homeopata, Acupunturista e Terapeuta Biográfico.

Local: Rua Ville de Fribourg, 331, Braunes, Nova Friburgo – RJ

Data: de 9 a 11 de novembro. (Sexta, dia 9, de 19 às 22h; Sábado, dia 10, de 9h às 17h; Domingo, dia 11, de 9h às 14h.

Custo: R$500,00 (incluindo o custo de material e a alimentação referida acima. Este preço pode ser dividido em 2 parcelas, uma no ato da inscrição e outra no dia 9 de novembro).

Inscrições pelo e-mail marceloguerra@terapiabiografica.com.br ou pelo telefone (22)3066-1564.

Sugestões de hospedagem:


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Homeopatia para plantas e meio ambiente


Aplicação dessa técnica à agricultura acena com recuperação de plantas e ambiente

A homeopatia é conhecida como tratamento alternativo para os seres humanos, mas poucos conhecem sua utilização em animais, plantas, solos e água. Essa técnica é alvo de críticas quanto aos resultados e eficácia. Uma delas diz respeito ao “efeito placebo” de seus remédios, que não contém nenhum traço da matéria-prima utilizada em sua confecção. Para responder a essa abordagem é necessário um esclarecimento: a homeopatia não se relaciona com a química, mas com a física quântica, pois trabalha com energia, não com elementos químicos que podem ser qualificados e quantificados.

A aplicação da técnica homeopática à agricultura não é recente, como a maioria das pessoas podem considerar. Um dos primeiros estudos feitos nessa área remonta à década de 20, com pesquisas em plantas realizadas pelo casal Eugen e Lili Kolisko, baseadas nas teorias de Rudolf Steiner para agricultura biodinâmica. Desde então muitas pesquisas tem sido feitas em países como Franca, Índia, Alemanha, Suíça, Inglaterra, México, Cuba, Itália, África do Sul e Brasil. Aqui a Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, é pioneira nessa área.

Não é preciso ser especialista em saúde ou em meio ambiente para perceber que o método convencional de tratamento de pragas e enfermidades na agricultura gera um desequilíbrio no ecossistema e, consequentemente, no ser humano. Agentes patogênicos e pragas vão adquirindo, com o tempo, resistência aos agrotóxicos – que, por estratégia de mercado, passaram a ser chamados de “defensores agrícolas”. Assim, a quantidade e a agressividade desses produtos químicos tem ser aumentadas para contornar essa situação, provocando um efeito cascata desastroso: o solo se torna mais pobre e diminui sua produção; trabalhadores rurais ficam gravemente doentes pelo manuseio constante desses produtos tóxicos; as águas, incluindo as subterrâneas, são contaminadas; e os seres que dependem dos frutos da terra recebem toda essa carga de veneno, desencadeando uma série de problemas de saúde.

Com exceção das indústrias de agrotóxico e fertilizantes químicos, quem mais se beneficia com a prática desses tratamentos convencionais?

Se Hipócrates pudesse reavaliar o seu principio dos contrários, representado pela alopatia, e suas posteriores conseqüências nos seres vivos e no meio ambiente, ele o excluiria suas considerações. Já a homeopatia como técnica sustentável, economicamente viável e ecologicamente correta torna-se imprescindível ao equilíbrio do planeta e à saúde de todos os seres que nele vivem.

Autora: Nina Ximenes, bióloga, é pós-graduada em educação ambiental.

Fonte: Scientific American Brasil, abril/2012

Amamentação depende apenas da fome do bebê

29/03/2012 – A atriz Carolinie Figueiredo esteve com a filha Bruna Luz, de 4 meses, num shopping na Zona Oeste do Rio, na última terça-feira. Enquanto andava, Carolinie amamentava a pequena no colo. O passeio das duas trouxe à tona uma velha dúvida das mães de primeira viagem: afinal, é necessário um local especial e calmo para amamentar? Os médicos respondem:

— Se a criança está com fome, tem que amamentar. Se a mãe está confortável e o bebê também, o local não faz diferença. Não há contraindicação clínica. Agora, se há um local próximo mais calmo, mais tranquilo, é melhor — afirmou Luciano Santiago, presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediadria (SBP).

A médica Ana Paula Joras Jundi, pediatra neonatalogista da Clínica Samci, lembra que a posição da criança na hora da amamentação deve ser conferida.

— Não importa onde se esteja, é preciso ter certeza de que a posição está correta. Ou seja, barriga da mãe encostada na barriga do filho e boca da criança na aréola do peito e não somente no bico. O ideaAl é sentar e curtir o momento. Mas não há contraindicações — afirmou a pediatra.

Pelo Twitter, a atriz defendeu a amamentação em público. “Amamentar é a melhor opção do mundo, pra mim e pra BL. Não tenho nenhum constrangimento em amamentar em qualquer lugar”, escreveu no microblog.

Outras dicas

Primeira: A primeira mamada deve ser ainda na sala de parto, na primeira hora de vida, segundo orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria (www.conversandocomopediatra.com.br).

Posição: O bebê deve estar de frente para a mãe, com a boca bem aberta para abocanhar o mamilo e a parte da aréola.

Apoio: O pós-parto pode trazer tristeza e cansaço à mulher, deixando-a insegura em relação a sua própria amamentação. O apoio e o incentivo do pai são essenciais para que a mãe se reestruture, se reorganize e se sinta capaz de amamentar.

Insegurança: Se estiver com receio ou sentindo-se insegura sobre a amamentação , a gestante pode procurar fazer um curso de aleitamento materno que geralmente é oferecido na unidades de saúde.

Fonte: Jornal  Extra 29/03/2012

Workshop terapêutico: Panorama Biográfico em Bocaina, SP

Você passa a vida buscando um sentido para ela (a vida). Na maior parte do tempo, essa busca é fora, seja aderindo e vestindo a camisa de uma ideologia, comprando, jogando em outra pessoa a responsabilidade pela sua felicidade, e por aí vai. Geralmente quando você olha para dentro de si, esse olhar vai carregado de julgamento, ou admirando-se muito ou recriminando-se como se fosse o pior dos seres humanos que anda sobre a Terra.

Nossas buscas mais essenciais, como viver um relacionamento com amor ou trabalhar dentro de nossas habilidades e vocação, podem ser mascaradas pela zona de conforto, causando um descontentamento constante, que envenena nossas vidas e nos torna amargos, sem brilho nos olhos. Viver alijado de sentido opacifica o olhar, o sorriso, e deixa o coração enevoado!

Este é um convite para encontrar a si mesmo, buscando o sentido através de fatos da sua própria história. Acontecerá de 29 de março a 1º de abril de 2012, no Hotel SPA Fazenda Santa Teresa, em Bocaina (SP).

Coordenação:

  • Marcelo Guerra, médico homeopata, acupunturista e terapeuta biográfico.
  • Antonélla Aggio, psicóloga, especializada em Educação Terapêutica e Terapia Social, em formação para terapeuta biográfica;

Preço: R$1.400,00 , incluindo o trabalho em si, acomodações em apartamentos duplos e a alimentação no período do workshop. (Existe a possibilidade de hospedagem em apartamentos individuais, com acréscimo no preço). Para a inscrição será cobrado um sinal de R$200,00 que serão descontados do valor total do workshop. O restante poderá ser pago durante o evento, com até 4 cheques pré-datados.

Informações pelos e-mails marceloguerra@terapiabiografica.com.br ou antonellaaggio@gmail.com .

As inscrições são limitadas porque trabalharemos com um grupo máximo de 10 pessoas, por isso não deixe para a última hora.

Reservamo-nos o direito de cancelar o workshop se não houver o mínimo de 5 inscritos. Neste caso, devolveremos o sinal. 

Faça sua inscrição online, clicando aqui.

Homeopatia e Florais

Marcelo Guerra

Em 21 de novembro é comemorado o Dia da Homeopatia. Em comemoração à data, resolvemos esclarecer uma dúvida comum: o que a Homeopatia e os Florais têm em comum e o que os difere?

A Medicina Homeopática e a Terapia Floral são semelhantes em um ponto: trabalham com medicamentos energéticos. Esses medicamentos têm a sua ação baseada na energia desprendida durante o processo de preparação, diferente da Medicina Alopática cujos remédios dependem de sua quantidade de matéria para exercer efeito. Apesar dessa semelhança, há muitas diferenças entre essas práticas de tratamento.

A Medicina Homeopática foi fundada pelo médico alemão Samuel Hahnemann no século 18, que descobriu e alicerçou essa nova ciência na Lei da Similitude, em que doenças semelhantes curam doenças semelhantes, pois ele descobriu que determinadas substâncias causavam, quando tomadas, uma doença artificial no doente, que fazia o corpo curar a doença verdadeira.

A Terapia Floral foi fundada pelo médico inglês Edward Bach, após uma carreira bem sucedida como médico homeopata. Dentro de um importante hospital homeopático, ele desenvolveu novos medicamentos homeopáticos baseados em bactérias, os Nosódios de Bach. Com o tempo, começou a preparar remédios à base de flores, seguindo a mesma farmacotécnica homeopática. Observava o comportamento das pessoas e percebeu que as flores poderiam ser aliadas no tratamento de tantos sofrimentos psíquicos e emocionais. Mudou-se para uma casa no campo no País de Gales, onde passou a preparar os remédios de flores com uma nova técnica, extraindo as propriedades energéticas delas a partir da exposição aos raios de sol. Nasceram assim os 38 Florais de Bach.

Com o sucesso dos remédios florais no tratamento de tantas pessoas com os mais diversos sofrimentos emocionais, surgiram outros sistemas de remédios florais, como o Californiano, de Minas, do Alasca, da Austrália, de Saint-Germain.

O objetivo da Terapia Floral é o equilíbrio emocional do paciente. Isso é conseguido focando na personalidade do paciente, em vez de na doença que ele apresenta. A doença é vista como um desequilíbrio entre a missão de vida que portamos no nosso Eu e a nossa prática cotidiana, fruto de nosso Ego, sendo um sinal de alerta para retornarmos ao que é essencial em nossas vidas. As essências florais são agentes que promovem esse reequilíbrio entre o Eu e o Ego, trazendo serenidade para o paciente.

LEI DA SIMILITUDE E LEI DA ASSINATURA

A escolha dos remédios pelo profissional se dá de forma diferente dos homeopáticos, já que eles não passam pela experimentação em pessoas saudáveis, não seguindo portanto a Lei da Similitude, base da Homeopatia. Os remédios florais foram classificados principalmente segundo a Lei da Assinatura, que prevê sua ação de acordo com sua forma e características de vida, comparando-as com os problemas emocionais vividos pelas pessoas. Na Homeopatia tanto os sintomas emocionais quanto os físicos, além das alterações corporais, são fundamentais na proposta terapêutica, enquanto na Terapia Floral os sintomas emocionais constituem o foco para a escolha dos remédios.

A preparação dos remédios homeopáticos segue um padrão técnico de diluição e sucussões repetidas, por meio dos quais são produzidos em diferentes graus de potência. Os remédios florais são preparados pela exposição aos rais solares ou fervura em água mineral, e são encontrados numa mesma potência sempre.

DIFERENTES, MAS COMPLEMENTARES

Os franceses chamam a Homeopatia e a Terapia Floral de “Medicinas Doces”, pela ausência de efeitos adversos que provocam no paciente e pela característica energética de seus remédios, contudo são métodos bem diferentes quanto à forma de preparo de remédios e à forma de prescrição dos mesmos. Essas diferenças, contudo, não impedem a associação de ambas as formas terapêuticas, podendo ser complementares.

Originalmente postado na Revista Personare