Grupo de Terapia Biográfica em São Paulo – 2013

biography2 Você passa a vida buscando um sentido para ela (a vida). Na maior parte do tempo, essa busca é fora, seja aderindo e vestindo a camisa de uma ideologia, comprando, jogando em outra pessoa a responsabilidade pela sua felicidade, e por aí vai. Geralmente quando você olha para dentro de si, esse olhar vai carregado de julgamento, ou admirando-se muito ou recriminando-se como se fosse o pior dos seres humanos que anda sobre a Terra. Este é um convite para fazer parte de um grupo de Terapia Biográfica que vou coordenar na cidade de São Paulo. O objetivo deste grupo é olhar, junto com os outros participantes, para a própria história, de forma clara e objetiva, sem julgamentos pré-concebidos, para chegar a uma imagem mais nítida de qual o propósito da sua vida em determinados temas. Este grupo vai funcionar de forma contínua por 4 meses, em que teremos um grupo de discussão só para nós na internet, onde trocaremos mensagens e arquivos, indicações de sites, de livros, filmes, atividades. Você organizará um caderno com fatos da sua vida junto com fotos e lembranças para tornar sua biografia algo vivo diante de você. E dois sábados por mês teremos um encontro presencial, de 14h às 18h, onde você poderá fazer atividades vivenciais como pintura em aquarela, modelagem em argila, danças circulares e contos de fadas, que ampliarão a compreensão do tema do mês, coroando as discussões com o contato real com o grupo. Para cada tema, teremos um filme para discutir (que assistiremos cada um em sua casa) e alguns textos e músicas para alimentar a discussão. Os temas que iremos abordar são:

  • Infância e família
  • Amizades
  • Adolescência e sexualidade
  • Amor e relacionamentos

Para participar é necessário ter mais de 21 anos, ter acesso a um computador com conexão à internet e ter vontade de olhar para a própria biografia como quem olha para algo sagrado, que guarda as possíveis respostas para seus conflitos e indecisões. O grupo, uma vez formado, será o mesmo até o fim do 4° encontro, por isso é importante refletir sobre seu real desejo de participar deste trabalho e evitar inscrever-se pelo impulso. O custo será de R$400,00 mensais, a 1ª parcela será paga através de depósito no Banco do Brasil ag. 0107-4 conta 20222-3 e as demais serão pagas no 1° encontro, com cheques pré-datados, que não serão devolvidos em caso de desistência. O mínimo de participantes será de 4 pessoas e o máximo, 8. Se não houver o mínimo de inscritos até o 1° encontro presencial, o início poderá ser adiado. Os encontros presenciais serão à Rua Aníbal Benévolo, 51,  Santana, São Paulo.

(O local conta com vários estacionamentos pagos nas redondezas)

O meu e-mail é marceloguerra@terapiabiografica.com.br . As datas dos encontros presenciais são as seguintes:

  • 9 e 23 de março de 2013;
  • 13 e 27 de abril de 2013;
  • 11 e 25 de maio de 2013;
  • 8 e 22 de junho de 2013.

Espero que estejamos juntos nos próximos 4 meses! Um abraço, Marcelo Guerra

Clique aqui para fazer sua inscrição.

APOIO: Farmácia HN Cristiano Homeopatia HNCristiano

Grupo de Estudos: “Observação e Sentido”

Uma visão abrangente da vida

No trabalho terapêutico, na educação e na gestão de pessoas a Observação e o Sentido são os dois pilares. A Observação busca no exterior o que o Sentido vai elaborar no interior. Neste grupo de estudos iremos abordar os conceitos que permitirão que você desenvolva sua capacidade de observar de forma a obter sentido nas diferentes situações encontradas em sua vida e em seu trabalho. A base do trabalho é a metodologia científica desenvolvida por Goethe, que parte dos fatos e fenômenos observados para uma compreensão abrangente, em que o pensar e o sentir, a ciência e a arte, se fundem para revelar um sentido que poderia passar despercebido.

O objetivo do grupo de estudos é desenvolver a observação dos fenômenos para aplicação em seu trabalho e em sua própria vida. Nestes quatro meses a ênfase será nos processos do reino vegetal, que servirão como suporte e metáfora para os processos de vitalidade de seres humanos individuais e grupos.

Público Alvo: Profissionais e estudantes dos últimos períodos de Psicologia, Medicina, Farmácia, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Serviço Social, Pedagogia e todas as demais carreiras da Educação, Profissionais de RH.

Coordenação:

Marcelo Guerra
Médico Homeopata, Acupunturista e Terapeuta Biográfico, participou do Treinamento em Goetheanismo ministrado pela Clara Passchier na Associação Sagres. Foi um dos coordenadores do Curso DAO – Observação e Sentido, em Juiz de Fora (2010).

Local:

Rua Aníbal Benévolo, 51,  Santana, São Paulo

Datas:

  • 9 e 23 de março de 2013;
  • 13 e 27 de abril de 2013;
  • 11 e 25 de maio de 2013;
  • 8 e 22 de junho de 2013.

Os encontros serão de 8h às 12h.

O grupo, uma vez formado, será o mesmo até o fim do 4° encontro, por isso é importante refletir sobre seu real desejo de participar deste trabalho e evitar inscrever-se pelo impulso. O custo será de R$400,00 mensais, a 1ª parcela será paga através de depósito no Banco do Brasil ag. 0107-4 conta 20222-3 e as demais serão pagas no 1° encontro, com cheques pré-datados, que não serão devolvidos em caso de desistência. O mínimo de participantes será de 4 pessoas e o máximo, 8. Se não houver o mínimo de inscritos até o 1° encontro presencial, o início poderá ser adiado.

Escreva para marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações.

Clique aqui para fazer sua inscrição.

APOIO: Farmácia HN Cristiano Homeopatia HNCristiano

 

Workshop de Autodesenvolvimento: Minha Criança Interior

Dentro de cada um de nós vive ainda um pedaço da nossa infância, nossa Criança Interior. Essa Criança Interior participa da nossa percepção e apreciação do mundo, daquilo que vivenciamos e sentimos, e é indispensável que ela esteja saudável para que possamos ser adultos completos!

Muitas vezes não recebemos os cuidados e atenção que precisávamos quando crianças para podermos nos desenvolver de forma plena. Não poucas vezes sofremos abusos quando crianças, sejam físicos, sexuais ou com palavras. Ouvimos ofensas daqueles que deveriam nos proteger e cuidar. Palavras duras, como “você é muito preguiçoso”, “você não consegue aprender nada”, “você só faz besteira”, “você não presta mesmo”. Tudo soa como profecias que precisamos cumprir em nossas vidas, e assim vamos agindo para confirmar as palavras daqueles que amamos tanto.

Ainda podemos libertar essa Criança Interior dessa dor que não foi expressa e que fica fazendo pirraça ou agindo de acordo com as ofensas que interiorizou desde criança, coisas que não cabem mais na vida de um adulto sadio, e atravancam nossos relacionamentos, nossa vida profissional e, principalmente, nossa auto-estima!

Nesta vivência, buscaremos identificar os pontos de nossa infância que influenciam nossas atitudes de hoje, para que possamos trabalhá-los em grupo, buscando entendê-los e transformar a dor em criatividade que nos permita viver uma vida mais de acordo com  o que sonhamos e não com o que nos (mal) profetizaram.

Este trabalho será realizado em grupo, com interações entre os participantes, que serão incentivados a produzir artisticamente a partir de suas histórias, e movimentos.

Venha com uma roupa confortável, traga fotos suas de quando criança, brinquedos que você ainda tenha, bichinhos de pelúcia.

Será servido almoço e, nos intervalos da manhã e da tarde, chá e café com biscoitinhos e frutas.

Coordenação: Marcelo Guerra, Médico Homeopata, Acupunturista e Terapeuta Biográfico.

Local: Rua Ville de Fribourg, 331, Braunes, Nova Friburgo – RJ

Data: de 9 a 11 de novembro. (Sexta, dia 9, de 19 às 22h; Sábado, dia 10, de 9h às 17h; Domingo, dia 11, de 9h às 14h.

Custo: R$500,00 (incluindo o custo de material e a alimentação referida acima. Este preço pode ser dividido em 2 parcelas, uma no ato da inscrição e outra no dia 9 de novembro).

Inscrições pelo e-mail marceloguerra@terapiabiografica.com.br ou pelo telefone (22)3066-1564.

Sugestões de hospedagem:


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Homeopatia para plantas e meio ambiente


Aplicação dessa técnica à agricultura acena com recuperação de plantas e ambiente

A homeopatia é conhecida como tratamento alternativo para os seres humanos, mas poucos conhecem sua utilização em animais, plantas, solos e água. Essa técnica é alvo de críticas quanto aos resultados e eficácia. Uma delas diz respeito ao “efeito placebo” de seus remédios, que não contém nenhum traço da matéria-prima utilizada em sua confecção. Para responder a essa abordagem é necessário um esclarecimento: a homeopatia não se relaciona com a química, mas com a física quântica, pois trabalha com energia, não com elementos químicos que podem ser qualificados e quantificados.

A aplicação da técnica homeopática à agricultura não é recente, como a maioria das pessoas podem considerar. Um dos primeiros estudos feitos nessa área remonta à década de 20, com pesquisas em plantas realizadas pelo casal Eugen e Lili Kolisko, baseadas nas teorias de Rudolf Steiner para agricultura biodinâmica. Desde então muitas pesquisas tem sido feitas em países como Franca, Índia, Alemanha, Suíça, Inglaterra, México, Cuba, Itália, África do Sul e Brasil. Aqui a Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, é pioneira nessa área.

Não é preciso ser especialista em saúde ou em meio ambiente para perceber que o método convencional de tratamento de pragas e enfermidades na agricultura gera um desequilíbrio no ecossistema e, consequentemente, no ser humano. Agentes patogênicos e pragas vão adquirindo, com o tempo, resistência aos agrotóxicos – que, por estratégia de mercado, passaram a ser chamados de “defensores agrícolas”. Assim, a quantidade e a agressividade desses produtos químicos tem ser aumentadas para contornar essa situação, provocando um efeito cascata desastroso: o solo se torna mais pobre e diminui sua produção; trabalhadores rurais ficam gravemente doentes pelo manuseio constante desses produtos tóxicos; as águas, incluindo as subterrâneas, são contaminadas; e os seres que dependem dos frutos da terra recebem toda essa carga de veneno, desencadeando uma série de problemas de saúde.

Com exceção das indústrias de agrotóxico e fertilizantes químicos, quem mais se beneficia com a prática desses tratamentos convencionais?

Se Hipócrates pudesse reavaliar o seu principio dos contrários, representado pela alopatia, e suas posteriores conseqüências nos seres vivos e no meio ambiente, ele o excluiria suas considerações. Já a homeopatia como técnica sustentável, economicamente viável e ecologicamente correta torna-se imprescindível ao equilíbrio do planeta e à saúde de todos os seres que nele vivem.

Autora: Nina Ximenes, bióloga, é pós-graduada em educação ambiental.

Fonte: Scientific American Brasil, abril/2012

Amamentação depende apenas da fome do bebê

29/03/2012 – A atriz Carolinie Figueiredo esteve com a filha Bruna Luz, de 4 meses, num shopping na Zona Oeste do Rio, na última terça-feira. Enquanto andava, Carolinie amamentava a pequena no colo. O passeio das duas trouxe à tona uma velha dúvida das mães de primeira viagem: afinal, é necessário um local especial e calmo para amamentar? Os médicos respondem:

— Se a criança está com fome, tem que amamentar. Se a mãe está confortável e o bebê também, o local não faz diferença. Não há contraindicação clínica. Agora, se há um local próximo mais calmo, mais tranquilo, é melhor — afirmou Luciano Santiago, presidente do Departamento de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediadria (SBP).

A médica Ana Paula Joras Jundi, pediatra neonatalogista da Clínica Samci, lembra que a posição da criança na hora da amamentação deve ser conferida.

— Não importa onde se esteja, é preciso ter certeza de que a posição está correta. Ou seja, barriga da mãe encostada na barriga do filho e boca da criança na aréola do peito e não somente no bico. O ideaAl é sentar e curtir o momento. Mas não há contraindicações — afirmou a pediatra.

Pelo Twitter, a atriz defendeu a amamentação em público. “Amamentar é a melhor opção do mundo, pra mim e pra BL. Não tenho nenhum constrangimento em amamentar em qualquer lugar”, escreveu no microblog.

Outras dicas

Primeira: A primeira mamada deve ser ainda na sala de parto, na primeira hora de vida, segundo orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria (www.conversandocomopediatra.com.br).

Posição: O bebê deve estar de frente para a mãe, com a boca bem aberta para abocanhar o mamilo e a parte da aréola.

Apoio: O pós-parto pode trazer tristeza e cansaço à mulher, deixando-a insegura em relação a sua própria amamentação. O apoio e o incentivo do pai são essenciais para que a mãe se reestruture, se reorganize e se sinta capaz de amamentar.

Insegurança: Se estiver com receio ou sentindo-se insegura sobre a amamentação , a gestante pode procurar fazer um curso de aleitamento materno que geralmente é oferecido na unidades de saúde.

Fonte: Jornal  Extra 29/03/2012

Workshop terapêutico: Panorama Biográfico em Bocaina, SP

Você passa a vida buscando um sentido para ela (a vida). Na maior parte do tempo, essa busca é fora, seja aderindo e vestindo a camisa de uma ideologia, comprando, jogando em outra pessoa a responsabilidade pela sua felicidade, e por aí vai. Geralmente quando você olha para dentro de si, esse olhar vai carregado de julgamento, ou admirando-se muito ou recriminando-se como se fosse o pior dos seres humanos que anda sobre a Terra.

Nossas buscas mais essenciais, como viver um relacionamento com amor ou trabalhar dentro de nossas habilidades e vocação, podem ser mascaradas pela zona de conforto, causando um descontentamento constante, que envenena nossas vidas e nos torna amargos, sem brilho nos olhos. Viver alijado de sentido opacifica o olhar, o sorriso, e deixa o coração enevoado!

Este é um convite para encontrar a si mesmo, buscando o sentido através de fatos da sua própria história. Acontecerá de 29 de março a 1º de abril de 2012, no Hotel SPA Fazenda Santa Teresa, em Bocaina (SP).

Coordenação:

  • Marcelo Guerra, médico homeopata, acupunturista e terapeuta biográfico.
  • Antonélla Aggio, psicóloga, especializada em Educação Terapêutica e Terapia Social, em formação para terapeuta biográfica;

Preço: R$1.400,00 , incluindo o trabalho em si, acomodações em apartamentos duplos e a alimentação no período do workshop. (Existe a possibilidade de hospedagem em apartamentos individuais, com acréscimo no preço). Para a inscrição será cobrado um sinal de R$200,00 que serão descontados do valor total do workshop. O restante poderá ser pago durante o evento, com até 4 cheques pré-datados.

Informações pelos e-mails marceloguerra@terapiabiografica.com.br ou antonellaaggio@gmail.com .

As inscrições são limitadas porque trabalharemos com um grupo máximo de 10 pessoas, por isso não deixe para a última hora.

Reservamo-nos o direito de cancelar o workshop se não houver o mínimo de 5 inscritos. Neste caso, devolveremos o sinal. 

Faça sua inscrição online, clicando aqui.

Homeopatia e Florais

Marcelo Guerra

Em 21 de novembro é comemorado o Dia da Homeopatia. Em comemoração à data, resolvemos esclarecer uma dúvida comum: o que a Homeopatia e os Florais têm em comum e o que os difere?

A Medicina Homeopática e a Terapia Floral são semelhantes em um ponto: trabalham com medicamentos energéticos. Esses medicamentos têm a sua ação baseada na energia desprendida durante o processo de preparação, diferente da Medicina Alopática cujos remédios dependem de sua quantidade de matéria para exercer efeito. Apesar dessa semelhança, há muitas diferenças entre essas práticas de tratamento.

A Medicina Homeopática foi fundada pelo médico alemão Samuel Hahnemann no século 18, que descobriu e alicerçou essa nova ciência na Lei da Similitude, em que doenças semelhantes curam doenças semelhantes, pois ele descobriu que determinadas substâncias causavam, quando tomadas, uma doença artificial no doente, que fazia o corpo curar a doença verdadeira.

A Terapia Floral foi fundada pelo médico inglês Edward Bach, após uma carreira bem sucedida como médico homeopata. Dentro de um importante hospital homeopático, ele desenvolveu novos medicamentos homeopáticos baseados em bactérias, os Nosódios de Bach. Com o tempo, começou a preparar remédios à base de flores, seguindo a mesma farmacotécnica homeopática. Observava o comportamento das pessoas e percebeu que as flores poderiam ser aliadas no tratamento de tantos sofrimentos psíquicos e emocionais. Mudou-se para uma casa no campo no País de Gales, onde passou a preparar os remédios de flores com uma nova técnica, extraindo as propriedades energéticas delas a partir da exposição aos raios de sol. Nasceram assim os 38 Florais de Bach.

Com o sucesso dos remédios florais no tratamento de tantas pessoas com os mais diversos sofrimentos emocionais, surgiram outros sistemas de remédios florais, como o Californiano, de Minas, do Alasca, da Austrália, de Saint-Germain.

O objetivo da Terapia Floral é o equilíbrio emocional do paciente. Isso é conseguido focando na personalidade do paciente, em vez de na doença que ele apresenta. A doença é vista como um desequilíbrio entre a missão de vida que portamos no nosso Eu e a nossa prática cotidiana, fruto de nosso Ego, sendo um sinal de alerta para retornarmos ao que é essencial em nossas vidas. As essências florais são agentes que promovem esse reequilíbrio entre o Eu e o Ego, trazendo serenidade para o paciente.

LEI DA SIMILITUDE E LEI DA ASSINATURA

A escolha dos remédios pelo profissional se dá de forma diferente dos homeopáticos, já que eles não passam pela experimentação em pessoas saudáveis, não seguindo portanto a Lei da Similitude, base da Homeopatia. Os remédios florais foram classificados principalmente segundo a Lei da Assinatura, que prevê sua ação de acordo com sua forma e características de vida, comparando-as com os problemas emocionais vividos pelas pessoas. Na Homeopatia tanto os sintomas emocionais quanto os físicos, além das alterações corporais, são fundamentais na proposta terapêutica, enquanto na Terapia Floral os sintomas emocionais constituem o foco para a escolha dos remédios.

A preparação dos remédios homeopáticos segue um padrão técnico de diluição e sucussões repetidas, por meio dos quais são produzidos em diferentes graus de potência. Os remédios florais são preparados pela exposição aos rais solares ou fervura em água mineral, e são encontrados numa mesma potência sempre.

DIFERENTES, MAS COMPLEMENTARES

Os franceses chamam a Homeopatia e a Terapia Floral de “Medicinas Doces”, pela ausência de efeitos adversos que provocam no paciente e pela característica energética de seus remédios, contudo são métodos bem diferentes quanto à forma de preparo de remédios e à forma de prescrição dos mesmos. Essas diferenças, contudo, não impedem a associação de ambas as formas terapêuticas, podendo ser complementares.

Originalmente postado na Revista Personare

O Alho e suas propriedades medicinais

Por ser rico numa substância chamada alicina, que é um óleo essencial, que proporciona o aroma característico do alho, o alho é capaz de regular o apetite. O cheiro da alicina e também a ingestão do alho estimulam o centro da saciedade no hipotálamo, o que faz diminuir o apetite. O alho também aumenta o ritmo do metabolismo, o que ajuda a queimar calorias. O alho, se ingerido regularmente, numa quantidade de 1 dente por dia, reduz o mau colesterol (LDL e VLDL) e triglicerídeos.

O alho é também muito rico numa substância chamada Inulina, que é uma fibra vegetal, de sabor adocicado, e que tem a função de estocar energia nas plantas. As plantas que produzem inulina geralmente não produzem amido. O amido, quando digerido pelos seres humanos, é quebrado em moléculas de açúcar, enquanto a inulina costuma passar pelo nosso sistema digestivo quase sem ser digerido. A inulina aumenta a absorção de cálcio e magnésio pelo nosso organismo, e promove o crescimento de bactérias da flora intestinal. A inulina não aumenta a glicose do sangue nem os triglicerídeos. Como chega praticamente intacta ao intestino, a inulina presente no alho fermenta sob a ação das bactérias da flora intestinal, produzindo gases intestinais. Porém, este efeito indesejável é amplamente compensado pelas vantagens que o alho proporciona para a nossa saúde, como a melhora nas defecações em pessoas com prisão de ventre, o aumento na absorção do cálcio e magnésio para quem sofre de osteopenia ou osteoporose, o auxílio no controle dos níveis de açúcar no sangue para os diabéticos, e a redução de triglicerídeos e colesterol em pessoas que têm essas moléculas de gordura aumentadas no sangue. Para reduzir este efeito do alho, de produzir gases intestinais, basta comê-lo cozido. O cozimento do alho não destrói suas substâncias ativas de forma considerável.

O alho tem a capacidade de reduzir a pressão arterial devido a uma substância chamada dialil-sulfeto, que também tem sido apontada em estudos como responsável pela proteção contra o câncer que o consumo regular de alho proporciona. O alho também tem função antibiótica, matando bactérias que provocam doenças nos seres humanos. Ainda apresenta a função de evitar a formação de trombos no sangue, que poderiam provocar placas de aterosclerose nas artérias e acidentes vasculares cerebrais.

O alho pode ser comido como tempero da comida, pode ser tomado como chá, como cápsulas de alho, e como tintura de alho.

Como se pode ver, o alho, além de muito saboroso, faz muito mais pela nossa saúde do que afastar vampiros, como dito nas lendas.

Panorama Biográfico em Cristalina (GO)

Você passa a vida buscando um sentido para ela (a vida), bem com para temas mais específicos como seus relacionamentos (com cônjuges, filhos, amigos, chefes, sócios, funcionários etc), e profissão. Você pode fazer essa busca fora, seja aderindo e vestindo a camisa de uma ideologia, consumindo em excesso (vestimentas, eletrônicos, alimentos, entre outros) para preencher um vazio, ou ainda jogando em outra pessoa a responsabilidade pela sua felicidade, e por aí vai. E também pode buscar dentro e, quando volta esse olhar para dentro de si, esse olhar vai carregado de julgamento, ou admirando-se muito ou recriminando-se como se fosse o pior dos seres humanos que anda sobre a Terra.

Nossas buscas mais essenciais, como viver um relacionamento com amor ou trabalhar dentro de nossas habilidades e vocação, podem ser mascaradas pela zona de conforto, causando um descontentamento constante, que envenena nossas vidas e nos torna amargos, sem brilho nos olhos. Viver alijado de sentido opacifica o olhar, o sorriso, e deixa o coração enevoado!

Este é um convite para encontrar a si mesmo, buscando o sentido através de fatos da sua própria história. Acontecerá de 26 a 29 de janeiro de 2012, no Hotel Catavento, em Cristalina (GO).

Coordenação:

  • Marcelo Guerra, médico homeopata, acupunturista e terapeuta biográfico.
  • Antonélla Aggio, psicóloga, especializada em Terapia Social, em formação para terapeuta biográfica;

Preço: R$1.400,00 , incluindo o trabalho em si, acomodações em apartamentos duplos e a alimentação no período do workshop. Para a inscrição será cobrado um sinal de R$300,00 que serão descontados do valor total do workshop. O restante poderá ser pago durante o evento, com até 4 cheques pré-datados.

As inscrições são limitadas porque trabalharemos com um grupo máximo de 10 pessoas, por isso não deixe para a última hora.

Informações pelos e-mails marceloguerra@terapiabiografica.com.br ou antonellaaggio@gmail.com .

Reservamo-nos o direito de cancelar o workshop se não houver o mínimo de 5 inscritos. Neste caso, devolveremos o sinal.

 

 

Cursos de Biografia Pessoal em janeiro de 2012 – inscrições abertas

Podemos compreender as fases do desenvolvimento, fazendo uma comparação com as estações do ano. De zero até mais ou menos 21 anos, vivemos a primavera. Fase em que crescemos e vamos amadurecendo. Em seguida vem o verão, um clima de alegria paira no ar, as plantas atingem o máximo da sua vitalidade e tamanho, algo em torno dos 21 aos 42 anos no ser humano. No outono os frutos estão amadurecidos e precisam ser colhidos, ou doados. Percebemos um declinar das forças físicas, algo em torno dos 42 aos 63 anos. Finalmente chega o inverno, tempo de recolher-se, as sementes caem e ficam esperando o verão retornar. Podemos compreender essa fase após 63 anos.

Quando fazemos uma retrospectiva da vida através da metodologia biográfica, podemos nos conhecer e compreender nossa existência como passagens, assim como são as estações do ano. É uma possibilidade de conhecermos nossas sombras e empecilhos que nos afastam de nossas realizações, de quem somos realmente e de viabilizar transformações.

Público-alvo: Adultos que buscam o auto-desenvolvimento de uma forma profunda e individualizada.

Coordenadores:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata, Terapeuta Biográfico e Acupunturista.

Locais e datas:

  • De 5 a 8 de janeiro de 2012, em São Paulo, no Centro Paulus, em Parelheiros.
  • De 10 a 14 de janeiro de 2012, em Conceição do Ibitipoca (MG), na Estação Andorinhas.

Preço:

Em São Paulo, R$1.400,00, em suíte individual.

Em Ibitipoca, R$1.100,00, em quarto compartilhado.

O preço inclui a hospedagem na acomodação escolhida e todas as refeições durante o curso. A inscrição é efetivada com o depósito de R$200,00 e o restante deverá ser pago durante o curso com 4 cheques pré-datados. Não haverá devolução da taxa de inscrição em caso de desistência. Nos reservamos o direito de cancelar o curso se não houver o número mínimo de inscritos.

Para mais informações:

Escreva para dao@daoterapias.com.br ou telefone para (11)6463-6880 ou (32)8887-8660.

As turmas são necessariamente pequenas devido à profundidade do trabalho. Não deixe para última hora.

Faça sua inscrição online, clicando aqui.

Juliana Paes, madrinha da SMAM no Brasil

“Amamentar faz bem para o bebê e para você. Informe-se, prepare-se, torne essa experiência completa”. Esse é o recado da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e do Ministério da Saúde (MS) para as mães na 20ª Semana Mundial da Amamentação (SMAM), a ser comemorada de 1 a 7 de agosto, com a participação de Juliana Paes como madrinha, e de seu filho Pedro.

A campanha desse ano será lançada em evento no dia 01 de agosto, às 9h, nos jardins do Palácio do Catete, no Rio de Janeiro. A partir daí, milhares de cartazes e folhetos serão distribuídos pelas Sociedades de Pediatria dos estados e do Distrito Federal, pelas Secretarias estaduais e municipais de Saúde, por inúmeras ONGs e instituições diversas. Também foram produzidos um filme para a televisão, outro para internet e um spot para rádio, que serão disponibilizados para as emissoras que quiserem participar, veiculando gratuitamente a mensagem: “Seja um amigo do peito. Informe-se e apóie a mãe que amamenta”.

A SMAM é uma estratégia idealizada pela Aliança Mundial para Ação em Aleitamento Materno (Waba) com objetivo de divulgar as vantagens da amamentação e ocorre em cerca de 150 países. Esse ano, a ideia é chamar a atenção para a importância do apoio à mulher, para que a amamentação seja vivida em todas as dimensões – física, psicológica e também cultural e social, tornando a experiência completa. A amamentação faz bem para a saúde do bebê, que recebe proteção contra diarreia, infecções, alergias, colesterol alto, diabetes e obesidade. Traz vantagens também para a mãe, diminuindo o sangramento pós-parto e as chances de que tenha anemia, câncer de mama e de ovário, diabetes e infarto cardíaco. Além disso, dr. Eduardo Vaz, presidente da SBP, lembra que é também “o melhor começo para a criação de um forte vínculo afetivo entre mãe e filho, que será a base dos cuidados da família com a criança”.

Dra. Rachel Niskier, coordenadora de campanhas da Sociedade, salienta que o apoio do pai da criança, assim como dos demais membros da família pode vir, por exemplo, “quando assumem as tarefas domésticas, liberando a mulher para amamentar”. Os “chefes”, sejam eles empresários ou gestores do sistema público, “podem fazer com que a instituição garanta seis meses de licença-maternidade e ainda, Salas de Apoio à Amamentação para a volta ao trabalho”.

Comunicação e mitos – Presidente do Departamento de Aleitamento Materno da SBP, dr. Luciano Borges Santiago, ressalta também a importância da moderna comunicação, com a internet, os blogs, e considera que “o balanço da divulgação é positivo e a maioria das mulheres têm intenção de amamentar. Por isso mesmo, quando começam as dúvidas, a ansiedade, os medos, é fundamental que as mães recebam apoio e informações corretas: “Muitas ainda pensam que seu leite é fraco. Mas, na verdade, os bebês costumam perder peso nos primeiros dias porque, entre outros fatores, estão aprendendo a mamar corretamente e desinchando. Algumas estranham também a mudança de cor, do colostro, mais amarelado, para o leite branco, que muitas pensam ser ralo. Além disso, há toda uma adaptação do bebê à vida fora do corpo da mãe. É exercitando a musculatura orofacial, por exemplo, que vai melhorando a pega, ou a maneira de abocanhar o seio. É importante que a mãe evite, por exemplo, oferecer outro alimento e mamadeira, que podem fazer com que o bebê não tenha fome suficiente para mamar – e é exatamente a sucção que induz a produção de mais leite –, e sofra com a confusão de bicos”.

A recomendação da Sociedade, do MS e da OMS é que as crianças sejam amamentadas até dois anos ou mais com a adição de outros alimentos saudáveis e que nos primeiros seis meses recebam apenas o leite materno, sem necessidade de água, chás ou sucos.

Juliana Paes e Pedro

Pedro nasceu em dezembro e Juliana Paes acaba de retornar ao trabalho, depois de seis meses de licença-maternidade. Sua intenção é continuar amamentando até os dois anos. Veja, a seguir, seu depoimento:

“Sempre quis muito amamentar. Quando você está grávida, todo mundo fica com vontade de te contar uma história. Às vezes são histórias bacanas e em outras não. Tenho amigas que tiveram dificuldades. Pensei que comigo não seria assim. Quando fiquei grávida, assisti palestras, me cerquei de muita informação. Fui vendo a amplitude do aleitamento materno. Aprendi a importância da pega do bebê, ou seja, o jeito como o bebê, desde o primeiro momento, iria pegar o mamilo. Porque muitos sangramentos, rachaduras são devidos isso. Bebê aprende muito rápido e ele deveria mamar com a boquinha bem abertinha, a barriguinha voltada para mim.

Então você dá a luz, mas a ficha não cai no momento. De repente, vem a enfermeira com o menininho e diz “Toma. É seu.”. Bom, agora vamos botar em prática tudo o que se aprendeu. Então eu tirei tomo mundo do quarto. Até minha mãe, sou a mais velha de quatro irmãos. Mas eu queria ter a minha experiência. Aí fiz tudo direitinho. No início, colocava o meu dedo para abrir mais os lábios dele. Quando a enfermeira chegou para me dar as instruções, já falou “ué, já mamou?! Não teve problema, não doeu?”. Eu disse que não. Pedro mamou bastante e não tive qualquer problema. E isso só aumenta minha vontade fazer essa campanha. Quanto mais as pessoas se informarem e ficarem com vontade de amamentar, melhor será. É tão bom amamentar, quando seu filho fica satisfeito, olha para você e dá aquele suspiro, aquele sorriso, você se sente a mulher mais poderosa do mundo!”

Fonte: Assessoria de Comunicação da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria)

Grupo de Terapia Biográfica em Belo Horizonte


Você passa a vida buscando um sentido para ela (a vida). Na maior parte do tempo, essa busca é fora, seja aderindo e vestindo a camisa de uma ideologia, comprando, jogando em outra pessoa a responsabilidade pela sua felicidade, e por aí vai. Geralmente quando você olha para dentro de si, esse olhar vai carregado de julgamento, ou admirando-se muito ou recriminando-se como se fosse o pior dos seres humanos que anda sobre a Terra.

Este é um convite para fazer parte de um grupo de Terapia Biográfica que vou coordenar na cidade de Belo Horizonte. O objetivo deste grupo é olhar, junto com os outros participantes, para a própria história, de forma clara e objetiva, sem julgamentos pré-concebidos, para chegar a uma imagem mais nítida de qual o propósito da sua vida.

Este grupo vai funcionar de forma contínua por 8 meses, em que teremos um grupo de discussão só para nós na internet, onde trocaremos mensagens e arquivos, indicações de sites, de livros, filmes, atividades. Uma vez por semana, às terças-feiras, 21:30h, teremos um encontro marcado pelo Skype, onde conversaremos com voz até 22:30h. Você organizará um caderno com fatos da sua vida junto com fotos e lembranças para tornar sua biografia algo vivo diante de você. E um dia por mês teremos um encontro presencial, de 9h às 18h, onde você poderá fazer atividades vivenciais como pintura em aquarela, modelagem em argila, danças circulares e contos de fadas, que ampliarão a compreensão do tema do mês, coroando as discussões com o contato real com o grupo. Para cada tema, teremos um filme para discutir (que assistiremos cada um em sua casa) e alguns textos e músicas para alimentar a discussão.

Nossos encontros presenciais e os temas que iremos abordar são:

  • Infância e família, 27 de agosto de 2011;
  • Adolescência e sexualidade, 7 de setembro de 2011 (feriado nacional, este encontro será em Casa Branca);
  • Vocação e trabalho, 22 de outubro de 2011;
  • Amor e relacionamentos, 26 de novembro de 2011 (este encontro também será em Casa Branca);
  • Amizades, 17 de dezembro de 2011;
  • Dinheiro, 28 de janeiro de 2012;
  • Espiritualidade e morte, 25 de fevereiro de 2012;
  • O mal e o perdão, 17 de março de 2012.

Para participar é necessário ter mais de 21 anos, ter acesso a um computador com conexão à internet e ter vontade de olhar para a própria biografia como quem olha para algo sagrado, que guarda as possíveis respostas para seus conflitos e indecisões.

O grupo, uma vez formado, será o mesmo até o fim do 8° encontro, por isso é importante refletir sobre seu real desejo de participar deste trabalho e evitar inscrever-se pelo impulso. O custo será de R$250,00 mensais, a 1ª parcela será paga através de depósito no Banco do Brasil ag. 0107-4 conta 20222-3 e as demais serão pagas no 1° encontro, com cheques pré-datados. O mínimo de participantes será de 6 pessoas e o máximo, 12. Se não houver o mínimo de inscritos até o 1° encontro presencial, o início poderá ser adiado. Informarei a quem estiver inscrito sobre o andamento das inscrições.

Os encontros presenciais serão na Clínica Diferencial, Rua Tomé de Souza 67 1º andar. Funcionários BH e Condominio Aldeia da Cachoeira das Pedras, em Casa Branca. Tels: (31)3227-0636 (31)3227-3014. O meu e-mail é marceloguerra@terapiabiografica.com.br .

Espero que estejamos juntos! Um abraço,

Marcelo Guerra

Clique aqui para fazer sua inscrição.


Substância usada no plástico pode gerar inibição sexual

Produto usado na fabricação de mamadeiras e latas de alimentos e bebidas atrapalhou o comportamento sexual de roedores, segundo pesquisa publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences. Estudos anteriores já diziam que a substância Bisfenol-A (BPA), usada para dar maleabilidade ao plástico, pode causar problemas no aparelho reprodutor e aumentar a hiperatividade.

Agora, os cientistas descobriram que o comportamento sexual masculino seria inibido pela substância, que “imita” o efeito do hormônio feminino estrogênio e é liberada no alimento quando o plástico é aquecido.

No estudo, fêmeas do roedor consumiram BPA na gestação e na amamentação. Os filhotes delas não conseguiam sair de um labirinto, o que outros machos fazem com facilidade. A proporção da substância não ultrapassava os níveis considerados seguros para humanos estipulados pela FDA, a autoridade sanitária americana: 50 miligramas por quilo de alimento.

Segundo os pesquisadores, a dificuldade espacial é um sintoma de “feminilização”, já que os machos da espécie estudada possuem um senso de orientação aguçado. Sem ele, não conseguem encontrar as fêmeas espalhadas no ambiente e se reproduzir.

Os estudos em humanos ainda não são conclusivos. Mas sugerem que garotos podem ser mais suscetíveis. No Brasil, a Anvisa permite o uso de BPA com o limite de 0,6 mg do produto para cada quilo de plástico. Nesse limite não há risco. Embalagens que têm no fundo o número 7 podem ter BPA.

Fonte: IstoÉ

Elementos em Equilíbrio

Segundo a Medicina Chinesa, nossa saúde física e psíquica depende do equilíbrio dinâmico entre os 5 elementos (Terra, Fogo, Metal, Água e Madeira). A harmonia entre os órgãos que formam nosso corpo e nossas emoções reflete esse equilíbrio. Quando ele é rompido, sofremos tanto no corpo quanto na alma.

O objetivo dessa vivência é proporcionar atividades que permitam reconstruir a harmonia entre as partes, trazendo paz de espírito e sensação de bem-estar. É como plantar uma semente que depois deverá ser cultivada para que possa haver SAÚDE, em seu sentido mais amplo.

Trabalharemos com aquarela, trabalho biográfico em grupo e atividades corporais.

A coordenação é de Marcelo Guerra, médico homeopata, acupunturista e terapeuta biográfico.

O local é o Morgenlicht, localizado em Bom Jardim, próximo a Nova Friburgo.

A data é de 19 a 21 de agosto de 2011.

O preço é R$800,00, o que inclui a vivência em si, a hospedagem em quartos duplos no próprio local, a alimentação durante o período e o deslocamento do Rio de Janeiro e Niterói até o Morgenlicht (ida e volta).

A inscrição será efetivada com o depósito de R$250,00 no Banco do Brasil ag. 0107-4 conta 20222-3 e a diferença (R$550,00) poderá ser dividida em 2 parcelas no evento, com cheques pré-datados. O mínimo de participantes será de 8 pessoas e o máximo, 12. Atenção: para inscritos até o dia 10 de julho de 2011 haverá um desconto, e o preço será R$750,00, sendo a 1ª parcela de R$250,00. Não haverá devolução da taxa de inscrição em caso de desistência do participante. Nos reservamos o direito de cancelar o curso se não houver o número mínimo de inscritos (neste caso, devolveremos imediata e integralmente o valor das inscrições).

Escreva para marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para (21)7697-8982.

Clique aqui para fazer sua inscrição agora.

O fim dos clínicos gerais?

>> Os médicos homeopatas mantêm o cuidado e o respeito para com o paciente, são os herdeiros dessa cultura médica de buscar a qualidade no contato com o paciente para poder cuidar dele com eficiência!

RIO – O clínico geral Fábio Miranda, de 54 anos, mantém um consultório particular há 30 anos. Atende de cinco a seis pessoas por dia, passando, pelo menos, 45 minutos com cada uma delas. Quando se trata da primeira consulta, o atendimento pode ultrapassar os 60 minutos, entre a conversa e o exame físico. Certa vez, num desses casos, o médico foi interpelado por uma paciente visivelmente nervosa: “Doutor, eu estou ficando muito preocupada, eu estou com alguma coisa grave? Nunca ninguém me examinou tanto, me perguntou tanta coisa.”

O que era normal umas décadas atrás hoje é visto como exceção total à regra. Não há números – o Conselho Federal de Medicina não registra os médicos por especialidade -, mas é generalizada a percepção de que o clínico geral é uma espécie em extinção hoje na expandida classe média nacional com acesso a planos de saúde. Nesta nova realidade, reinam as especialidades médicas e as consultas mais curtas. A relação entre médico e paciente, antes cultivada em consultas mais longas e sempre com o mesmo sujeito, que te acompanhava por toda a vida, se perdeu em meio à diversidade de profissionais – um modelo de atendimento importado dos EUA.

Os chamados médicos de família hoje, no Brasil, não são poucos, mas trabalham basicamente para o governo, no atendimento de comunidades carentes: são 32 mil profissionais.

- A cultura (do médico de família) se perdeu (na classe média) – afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, Gustavo Gusso. – Mesmo que o plano ofereça, as pessoas não valorizam, não têm tanta confiança, preferem ir no especialista, acham que esses caras são ótimos e que o médico de família é para os pobres. Pobres dos ricos brasileiros. Aqui não há uma relação histórica. Na Inglaterra, por exemplo, a pessoa vai ao seu médico de família desde que nasceu. Em vários países da Europa não se consegue ir a um dermatologista sem passar antes por um médico de família.

O modelo de atendimento brasileiro, no entanto, segue o americano, onde o fenômeno da proliferação das especialidades e da extinção do clínico se repete. O número desses profissionais caiu de 44% do total de médicos em 1986 para 18% em 2008, segundo dados da Sociedade Americana dos Médicos de Família. Ronald Sroka, de 62 anos, 32 deles de consultório, é um dos remanescentes:

- Não vai sobrar nenhum de nós – lamentou, em entrevista ao “New York Times”.

Para a maioria dos especialistas ouvidos, no entanto, quem sai perdendo é o paciente. Faz sucesso na internet, sendo replicado em redes sociais, um texto assinado pela médica Tatiana Bruscky sob o título “Onde andará o meu doutor?”, em que ela toma as dores dos pacientes: “Por favor, me olhe, ouça a minha história! Preciso que o senhor me escute, ausculte e examine! Estou sentindo falta de dizer até aquele 33! Não me abandone assim de uma vez! Procure os sinais da minha doença e cultive a minha esperança! Alimente a minha mente e o meu coração… Me dê, ao menos, uma explicação!”

Em geral, os médicos de planos de saúde passam pouco tempo com seus pacientes (eles recebem, em média, menos de R$ 50 por consulta) e tentam cobrir a falta de conversa com pedidos de exames.

Na análise do diretor da Clínica São Vicente, Luiz Roberto Londres, autor do livro “Sintomas de uma época – quando o ser humano se torna um objeto”, no entanto, a conversa mais aprofundada entre médico e paciente pode levar ao diagnóstico em 90% dos casos, sem necessidade de exame algum.

- Muitos problemas que são percebidos como doença são, na verdade, sintomas ou repercussões do meio – analisa Londres. – Conversando com a pessoa, o médico percebe, por exemplo, se há um problema no emprego, na família, nas finanças, ao qual o sujeito está reagindo com sintomas. Essa quantidade de exames que é pedida hoje é por falta de conversa. A mesma coisa com a quantidade de medicamentos. Repito: a maior parte dos pacientes não tem doença física.

O especialista, nessas horas, atrapalha ainda mais, uma vez que ele não é treinado para lidar com o que se chama de “sintomatologia vaga”, mas sim com áreas muito específicas.

- Hoje em dia, boa parte das pessoas acha que o clínico não resolve o problema, que é uma perda de tempo e dinheiro, que o melhor é ir direto no especialista – afirma Fábio Miranda. – A verdade é que é o contrário. Se o cara for bom, ele vai resolver de 70% a 80% dos problemas. E vai resolver logo na primeira consulta, com diagnóstico. Se for no especialista, vai demorar mais. E isso se cair no especialista certo.

Gustavo Gusso frisa que o treinamento do médico de família é justamente para lidar com as queixas mais variadas.

- É o sujeito que acorda “meio mal”, “tonto”, “com um pouco de dor de cabeça” ou “sentiu a vista escurecer”. Queixas assim que não fazem muito sentido – diz Gusso. – O médico de família é treinado para isso, o dia inteiro atendemos pessoas assim; diferente do especialista.

Além do mais, aponta Gusso, não é viável imaginar um sistema de saúde em que cada indivíduo disponha de um gama de especialistas.

- Não é razoável cada um ter o seu cardiologista, o seu ortopedista, o seu dermatologista; e cada um deles pedir um monte de exames, não examinar nada. Não dá para transformar a medicina num shopping center.

Fonte: O Globo

Grupo de Terapia Biográfica em São Paulo

Você passa a vida buscando um sentido para ela (a vida). Na maior parte do tempo, essa busca é fora, seja aderindo e vestindo a camisa de uma ideologia, comprando, jogando em outra pessoa a responsabilidade pela sua felicidade, e por aí vai. Geralmente quando você olha para dentro de si, esse olhar vai carregado de julgamento, ou admirando-se muito ou recriminando-se como se fosse o pior dos seres humanos que anda sobre a Terra.

Este é um convite para fazer parte de um grupo de Terapia Biográfica que vou coordenar na cidade de São Paulo. O objetivo deste grupo é olhar, junto com os outros participantes, para a própria história, de forma clara e objetiva, sem julgamentos pré-concebidos, para chegar a uma imagem mais nítida de qual o propósito da sua vida.

Este grupo vai funcionar de forma contínua por 8 meses, em que teremos um grupo de discussão só para nós na internet, onde trocaremos mensagens e arquivos, indicações de sites, de livros, filmes, atividades. Uma vez por semana, às terças-feiras, 20h, teremos um encontro marcado pelo Skype, onde conversaremos com voz até 21h. Você organizará um caderno com fatos da sua vida junto com fotos e lembranças para tornar sua biografia algo vivo diante de você. E um sábado por mês teremos um encontro presencial, de 9h às 18h, onde você poderá fazer atividades vivenciais como pintura em aquarela, modelagem em argila, danças circulares e contos de fadas, que ampliarão a compreensão do tema do mês, coroando as discussões com o contato real com o grupo. Para cada tema, teremos um filme para discutir (que assistiremos cada um em sua casa) e alguns textos e músicas para alimentar a discussão.

Os temas que iremos abordar são:

  • Infância e família
  • Adolescência e sexualidade
  • Vocação e trabalho
  • Amor e relacionamentos
  • Amizades
  • Dinheiro
  • Espiritualidade e morte
  • O mal e o perdão

Para participar é necessário ter mais de 21 anos, ter acesso a um computador com conexão à internet e ter vontade de olhar para a própria biografia como quem olha para algo sagrado, que guarda as possíveis respostas para seus conflitos e indecisões.

O grupo, uma vez formado, será o mesmo até o fim do 8° encontro, por isso é importante refletir sobre seu real desejo de participar deste trabalho e evitar inscrever-se pelo impulso. O custo será de R$250,00 mensais, a 1ª parcela será paga através de depósito no Banco do Brasil ag. 0107-4 conta 20222-3 e as demais serão pagas no 1° encontro, com cheques pré-datados. O mínimo de participantes será de 4 pessoas e o máximo, 10. Se não houver o mínimo de inscritos até o 1° encontro presencial, o início poderá ser adiado. Informarei a quem estiver inscrito sobre o andamento das inscrições.

Os encontros presenciais serão à Rua Mateus Grou, 497 casa 2 (uma vila entre os números 507 e 509), Pinheiros, São Paulo. O telefone para contato é (11)6463-6880 e o meu e-mail é marceloguerra@terapiabiografica.com.br .

As datas dos encontros presenciais são as seguintes:

  • 18 de junho de 2011;
  • 16 de julho de 2011;
  • 13 de agosto de 2011;
  • 17 de setembro de 2011;
  • 15 de outubro de 2011;
  • 12 de novembro de 2011;
  • 10 de dezembro de 2011;
  • 14 de janeiro de 2012.

Espero que estejamos juntos nos próximos 8 meses! Um abraço,

Marcelo Guerra

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Antibióticos causam a epidemia de obesidade

LONDRES – Cientistas acreditam que o uso indiscriminado de antibióticos orais pode estar desempenhando um papel significativo no agravamento da epidemia de obesidade. Evidências sugerem que a utilização desses medicamentos pode estar afetando o crescimento de bactérias no intestino humano que influenciam o ganho de peso quando um indivíduo come demais ou não faz exercícios, segundo reportagem do jornal “Independent”.

Através de uma técnica para a contagem dos genes de bactérias no intestino humano, um estudo recente descobriu que as pessoas magras tendem a ter uma comunidade mais diversificada na flora intestinal em comparação aos indivíduos obesos.

Estudos anteriores já tinham estabelecido uma diferença entre as bactérias do intestino de pessoas magras e obesas, mas este trabalho está sendo visto como apoio à polêmica idéia de que as bactérias para matar os antibióticos podem estar desempenhando um papel na predisposição à gordura.

- É uma possibilidade bem real – disse Stanislav Dusko Ehrlich, um microbiólogo do Instituto para Pesquisa Agrícola em Jouy-en-Josas, na França, que faz parte de um consórcio de cientistas à frente do trabalho. – Encontramos comunidades de bactérias diferentes em pessoas magras e obesas. Não temos certeza se isso é a causa, a contribuição ou a consequência para o sobrepeso, mas estas bactérias merecem ser investigadas.

Estudos anteriores em ratos de laboratório e animais de fazenda já tinham estabelecido uma ligação entre a flora intestinal, o uso de antibióticos e o aumento da gordura corporal, mas os cientistas foram cautelosos de extrapolar esses achados para seres humanos.

O estudo investigou os genes de bactérias encontradas na flora intestinal de 177 dinamarqueses, sendo 55 magros e os demais obesos ou com sobrepeso. Os cientistas constataram que a maioria das pessoas do estudo tinham, em seus intestinos, cerca de 600 mil diferentes genes de bactérias. Mas cerca de um terço dos participantes obesos tinham apenas cerca de 360 mil genes de bactérias – cerca de 30% ou 40% menos – o que sugere uma comunidade mais pobre da flora intestinal, que normalmente é composta por cerca de 160 espécies diferentes de formas de vida microbiana.

Fonte: O Globo

Frozen yogurt: iogurte ou sorvete maquiado?

Apenas uma de oito marcas de frozen yogurt pode dizer que o produto é realmente iogurte gelado, segundo pesquisa da ProTeste.

A entidade de defesa do consumidor analisou a quantidade de bactérias lácticas dos produtos e concluiu que as marcas Yogolove, Yoforia, Yoggi, Yogoberry, Tutti Frutti Frozen Yogurt e Bendita Fruta são “sorvetes à base de iogurte”.

Isso quer dizer que não têm quantidades suficientes de iogurte. O frozen da Yogofresh não tinha iogurte. A Yogen Früz foi a única com o número mínimo de bactérias.

O teste foi encaminhado ao Ministério Público do Rio, que investiga o assunto desde o fim do ano passado, conforme reportagem da Folha em janeiro.

A Yogoberry disse que, em um mês, todos os seus produtos terão mais lactobacilos. A Tutti Frutti afirmou que deixa claro que é um sorvete.

A Yogofresh e a Bendita Fruta reiteraram que o frozen é saudável. Segundo a Yogolove, a fórmula tem 20% de iogurte fresco. A Yoforia questionou a metodologia do teste. A Yoggi não quis se pronunciar.

Apesar do nome, o frozen yogurt está mais para sorvete do que para iogurte gelado, diz o promotor Pedro Rubim Borges Fortes, do Ministério Público do RJ.

“As empresas induzem o consumidor a erro, posicionando o produto como se fosse um iogurte gelado, sendo que, na verdade, se trata de um sorvete.”

Ele está investigando as redes fabricantes. O inquérito civil foi aberto depois que um consumidor não conseguiu saber na loja do que era feita a massa da sobremesa.

A investigação começou com uma marca, mas, segundo o promotor, constatou-se que a falta de informações era comum no mercado.

Outras empresas foram chamadas para prestar esclarecimentos e ainda não se manifestaram.

“O consumidor deveria saber o percentual de iogurte usado nos frozens, já que esse é o principal atrativo do produto”, afirma.

A sobremesa, que virou moda no Rio e depois em São Paulo, tem a consistência de um sorvete. Uma porção de 100 g tem em torno de 90 calorias, mesma quantidade de um sorvete de creme light.

O iogurte usado no preparo é, na maioria das vezes, desidratado. “O iogurte tem culturas de bactérias que deixam o leite mais digestivo. Quando é desidratado, parte dessas culturas se perde”, diz Adriane Antunes de Moraes, nutricionista e pesquisadora da Unicamp.

Além disso, pouco se sabe sobre a receita das grandes redes que vendem o produto. A maioria usa misturas importadas feitas com iogurte em pó. A fórmula é adicionada a leite e refrigerada.

CALORIAS A MAIS

Dependendo das caldas e complementos, a sobremesa fica mais calórica do que um sorvete tradicional.

Um frozen médio coberto com biscoito de chocolate, confeitos e calda de chocolate tem 450 calorias. Das cinco maiores redes, só uma disponibiliza os valores nutricionais dos complementos.

“Se colocar muitos complementos, a pessoa vai estar se enganando”, diz a nutricionista Cyntia Carla da Silva, do Hospital do Coração.

Para a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria, o problema é o excesso.

“O frozen tem seu lado positivo. É um alimento com cálcio e de baixa caloria. Se você colocar uma colher de calda, ainda compensa.”

Outro problema é o tamanho da porção. As tabelas nutricionais das lojas são calculadas para 100 g e as menores porções vendidas às vezes têm 120 g.

“É fundamental o consumidor prestar atenção no tamanho da porção e não comprar as maiores, de 500 g.”

Fonte: Folha de São Paulo

 

Plantas medicinais que podem ser cultivadas em casa

Quando a cabeça começa a latejar ou o estômago a ficar embrulhado, há quem prefira recorrer, primeiramente, às plantas medicinais, que são a base dos medicamentos fitoterápicos. Muitas espécies podem ser cultivadas sem a necessidade de muita técnica. Elas auxiliam na redução de desconfortos digestivos e da enxaqueca, no combate da gripe e até dão uma ajudinha contra a celulite, entre outras utilidades. Esses kits caseiros de primeiros socorros, além de contribuir para o bem-estar do morador, de quebra, dão uma bossa aos ambientes. O Morar Bem convidou o paisagista Rafael Carvalho para dar dicas de espécies medicinais para se ter em casa.

- Algumas espécies são capazes de prevenir enfermidades, aliviar sintomas e até mesmo ajudar na cura. Na antiguidade, as plantas medicinais eram a principal opção de tratamento e, atualmente, pesquisas científicas já comprovaram muitas propriedades medicamentosas de várias espécies.

O paisagista, no entanto, faz um alerta: muitas destas plantas são venenosas ou tóxicas, devendo ser usadas em doses muito pequenas para terem o efeito desejado.

- O cuidado deve ser redobrado se quem vai ingerir é uma gestante ou uma criança. Na realidade, toda planta, mesmo alimentícia, pode ser potencialmente tóxica dependendo da dosagem – alerta o paisagista.

Para a reportagem, ele fez uma seleção de seis plantas para tornar ao dia a dia da sua casa mais saudável. Sãos elas: alecrim, cana-do-brejo, capim-limão (ou capim-santo), tomilho, cavalinha e babosa

Alecrim – Rosmarinus officialis

Descrição

Arbusto muito ramificado, sempre verde, com folhas pequenas e finas. A parte inferior das folhas é de cor verde-acinzentada, enquanto a superior é quase prateada. As flores são de cor azul ou esbranquiçada. Floresce quase todo o ano e não necessita de cuidados especiais nos jardins. Exala um aroma forte e agradável. Utilizada para fins culinários, medicinais e religiosos, a sua essência também é utilizada em perfumaria, como por exemplo, na produção da água-de-colônia, pois contém tanino, óleo essencial, pineno, cânfora e outros princípios ativos que lhe conferem propriedades excitantes, tônicas e estimulantes.

Aplicações terapêuticas

Tem efeito estimulante contra o cansaço mental, contra doenças respiratórias e é considerado um antidepressivo natural. A medicina popular recomenda o alecrim como um estimulante às pessoas atacadas de debilidade, sendo empregado também para combater as febres intermitentes e a febre tifóide.

Uma tosse pertinaz desaparecerá com infusões de alecrim, que também são recomendadas a todas as pessoas cujo estômago seja preguiçoso para digerir.

O alecrim apresenta propriedades que reduzem os gases intestinais e facilitam o fluxo menstrual. É, ainda, relaxante muscular, ativador da memória e fortalece os músculos do coração. Cientistas dizem que ramos de alecrim deveriam ser pendurados em oficinas e áreas onde crianças fazem tarefas escolares para um melhor funcionamento da memória.

Modo de fazer o chá

Uma infusão de alecrim é feita com 4 gramas de folhas por uma xícara de água fervente. Deve ser tomada depois das refeições.

Dicas de cultivo

O alecrim gosta de solos pobres em nutrientes e bem drenados. É uma planta fácil de cultivar, bastante tolerante a pragas. Quando cultivado em vasos, deverá ser mantido de preferência aparado, de forma a evitar o crescimento excessivo. Só regue quando a terra do vaso estiver seca e deixe-o tomar sol o dia todo.

Valor aproximado da muda: R$ 3 a R$ 5

Cana do Brejo – Costus spicatus swartz

Descrição

Planta herbácea, nativa do Brasil. Possui haste dura, folha de cor verde-escura e avermelhada nas margens. As flores normalmente são amarelas ou cor de carmim.

Aplicações terapêuticas

O sumo das hastes diluídas em água são usadas contra doenças venéreas. A haste e o caules secos, em pó, são cozidos entre dois panos para curar hérnias. Em infusão, atua contra dores, cálculo renal, leucorreia e febres, inflamações dos rins, arterioesclerose, amenorréia, problemas na bexiga, cálculo renal, distúrbio menstrual, dor reumática, dores e dificuldade de urinar, inchaço, inflamações da uretra, nefrite e uretrite.

Modo de fazer o chá

Coloque em infusão duas colheres de sopa da erva para um litro de água fervente . Deixe levantar fervura, desligue o fogo e abafe por dez minutos. Coe. Tomar de três a quatro xícaras ao dia.

Dicas de cultivo

A cana do brejo é uma planta que não tolera temperaturas muito baixas.Normalmente é plantada em canteiros a pleno sol, com terra rica em matéria orgânica, que deve ser renovada a cada dois anos. Multiplica-se facilmente.

Valor aproximado: R$ 5 a R$ 10

Capim-limão/Capim-santo – Cymbopogun citratus

Descrição

Espécie originária da Índia, o capim-limão, ou capim santo, tem raízes fibrosas, escuras e numerosas. As folhas são moles, planas, estreitas e longas, aromáticas, com margens ásperas e cortantes. Têm lâmina de cor verde-grisácea com veios bem visíveis na face inferior e de cor verde-brilhante e lisa na face superior. Ainda é muito comum a confusão entre o capim-limão e a citronela. Afinal, ambos pertencem ao mesmo gênero. Mas, de acordo com o paisagista Rafael Carvalho, é possível diferenciá-las pelo aroma. O capim-limão apresenta um cheiro mais suave, que lembra o limão. Já o aroma liberado pela citronela é bem intenso.

Aplicações terapêuticas

Combate a insônia, atenua as dores de músculos doloridos, além das dores causadas por gases abdominais, cólicas uterinas e intestinais e o mal-estar causado pela gripe. Ajuda ainda a combater resfriados, tosse, catarro e disfunções gástricas.

Modo de usar

Folhas, por infusão, para atuar contra bronquite, resfriado, tosse, antiespasmódico, gases, digestivo, analgésico e calmante.

Para uso externo, como fungicida e antibacteriano.

Dicas de cultivo

Aprecia clima tropical e subtropical. Desenvolve-se melhor em solo areno-argiloso bem drenado. Exigente em matéria orgânica e nutrientes, as moitas devem ser desmanchadas ao final de um ano, para renovar o substrato do vaso, incorporando terra vegetal/húmus e areia. Ao retirar as mudas, deve-se encurtar as folhas e aparar as raízes, não deixando que sequem, mantendo-as umedecidas ou imersas em água.

Valor aproximado: R$ 3 a R$ 5

Cavalinha – Equisetum ssp

Descrição

A cavalinha é uma planta muito rústica e perene. O caule é de cor verde, com textura áspera ao tato por causa da presença de silício.

Considera-se que esta planta tenha mais de 300 milhões de anos sendo assim, comparativamente, uma das formas de vida vegetal mais antigas do mundo.

Aplicações terapêuticas

Suas propriedades adstringentes e diuréticas auxiliam no tratamento de diarréias, febres, infecções de rins e bexiga, cálculo renal e osteoporose. Estimulam a consolidação de fraturas ósseas. Agem sobre as fibras elásticas das artérias, atuam em casos de inflamação e inchaço da próstata, aceleram o metabolismo cutâneo, estimulam a cicatrização e aumentam a elasticidade de peles secas, sendo indicada ainda para o combate de hemorragias ou cãibras, úlceras gástricas e anemias.

É usada também como hidratante profundo, ajuda a evitar varizes e estrias, limpa a pele, fortalece as unhas, dá brilho aos cabelos, auxilia no tratamento da celulite e também da acne.

Modo de usar

Colocar uma colher de sopa de planta seca em meio litro de água fervente. Ferver por dois minutos. Cobrir. Deixar amornar até chegar à temperatura apropriada para beber. Coar. Tomar três xícaras de chá ao dia durante o tempo necessário à cura. O chá tomado em excesso pode provocar carência de vitamina B1.

Dicas de cultivo

Aprecia solo úmido, ou seja, gosta de regas frequentes, pois é nativa de brejos e terrenos alagadiços. Deve ser cultivada sempre em pleno sol.

Valor aproximado: R$ 5 a R$ 10

Tomilho – Thymus vulgari

Descrição

O tomilho possui folhas pequenas e flores róseas ou esbranquiçadas. É especialmente cultivado como condimento.

Seu óleo essencial, com apreciável poder anti-séptico, é muito utilizado contra as afecções pulmonares e como estimulante digestivo. Também é conhecido pelo nome de timo.

Aplicações terapêuticas

Tem propriedades antissépticas, tônicas, antiespasmódicas, expectorantes e vermífugas. Revigorante e tônico, é essencialmente usado como remédio respiratório.

Modo de usar

Em infusão , é usado no combate a infecções de garganta e pulmonares, na asma e febre dos fenos e na eliminação de parasitas. Externamente, alivia picadas, dores reumáticas e infecções fúngicas.

Dicas de cultivo

Planta que requer pouco cuidado e prefere terrenos secos. O melhor período para plantação é na primavera. A planta gosta de sol e resiste muito bem a tempo seco. O excesso de água pode queimar as folhas de baixo causando a morte da planta.

Valor aproximado: R$ 3 a R$ 5

Babosa-medicinal – Aloe vera

Descrição

A aloe vera é uma planta rústica originária de regiões desérticas. Por causa do meio hostil em que se desenvolve, ela adquiriu inúmeras capacidades para sobreviver. É usada principalmente pelas suas propriedades medicinais ou como planta ornamental. As folhas de aloe vera contém um tipo de gel e é essa substância que é utilizada pela medicina alternativa. No Brasil, a aloe vera também é conhecida como babosa. Apenas quatro espécies são seguras para uso em seres humanos, dentre as quais destacam-se a aloe arborensis e a aloe barbadensis miller, sendo esta última reconhecida como a espécie de maior concentração de nutrientes no gel da folha.

Aplicações terapêuticas

O aloe vera é uma planta utilizada para diversos fins medicinais há muitos anos. Geralmente é utilizada para problemas relacionados à pele (acne, queimaduras, psoríase, hanseníase, etc). É um poderoso regenerador e antioxidante natural. A esta planta são reconhecidas propriedades antibacteriana, cicatrizante, hidratante do tecido capilar ou dérmico danificado por uma queimadura, entre outras. Aplicada sobre uma queimadura ajuda rapidamente a retirar a dor e reparador do tecido queimado, pelo seu efeito hidratante e calmante. É indicado para queda de cabelo, caspa, dar brilho ao cabelo, combate aos piolhos e lêndeas. No entanto, não deve ser ingerida por mulheres durante a menstruação ou gravidez. Também deve ser evitada nos estados hemorroidários. Não usar internamente em crianças

Modo de usar

São usadas 50 gramas de folhas descascadas, trituradas com 250 ml de álcool e 250 ml de água. Em seguida, a tintura deve ser coada e utilizada sob a forma de compressas e massagens nas contusões, entorces e dores reumáticas.

Infusão:

Já quem tem queda de cabelo, caspa, piolhos ou lêndeas deve passa a babosa pelo processo de infusão . Lave as folhas frescas, tire a casca e fique somente com a polpa. Coloque uma porção de polpa amarelada em um copo de água fervente, abafe por 15 minutos e coe com uma peneira. Lave a cabeça e, em seguida, aplique o produto resultante no couro cabeludo, massageando ligeiramente. Deixe agir por uma hora. Enxágüe a cabeça com água quente ou morna. No caso de piolhos ou lêndeas, passar o pente fino em seguida.

Dicas de cultivo

Cultivada a sol pleno em solo bem drenado (terra vegetal e areia). É muito resistente a solos secos e de baixa fertilidade.

Valor aproximado: R$ 10 a R$ 25

Fonte: O Globo

Agrotóxicos no leite materno

>>Consumimos venenos em larga escala, a maioria deles já proibida nos países desenvolvidos, mas que são vendidos aqui no Brasil pela pressão desse grupo chamado Associação Nacional de Defesa Vegetal, que não defende em nada os vegetais, pelo contrário, mata os vegetais e quem os consome diariamente.

SÃO PAULO – Uma pesquisa feita com amostras de leite materno de 62 mães do Mato Grosso, que estavam amamentando seus bebês, mostrou que todas estavam contaminadas por agrotóxicas. As mulheres são do município de Lucas do Rio Verde, de 45 mil habitantes, um dos cinco maiores produtores de grãos do estado.

As mães, pesquisadas pela Universidade Federal do Mato Grosso, amamentavam bebês com duas a oito semanas de nascidos.

Seis substâncias foram detectadas nas amostras de leite materno. Uma delas é proibida no Brasil há 10 anos. O professor Wanderlei Antonio Pignati, orientador da pesquisa, afirma que não existe legislação que estabeleça o limite de agrotóxico no leite materno, apenas no leite de vaca. Na pesquisa, segundo ele, alguns resíduos estavam acima do permitido até mesmo para o leite de vaca.

Em 2009, o município cultivou 410 mil hectares de soja e milho e utilizou 5,162 milhões de litros de agrotóxicos.

A Associação Nacional de Defesa Vegetal, que reúne os produtores de defensivos agrícolas, afirma que os produtos são rigorosamente avaliados pelas autoridades antes de serem vendidos.

Fonte: O Globo