Jun 29

ATENÇÃO: Tivemos que alterar a data e o local da Oficina, o que tornou o preço mais em conta.

luz_sombra_titulorembran038Workshop baseado nos dois primeiros trabalhos de Hércules, a luta contra o leão de Nemeia e contra a hidra de Lerna, que retratam a alma humana em suas características de luz e sombra.

  • Como é o leão dentro de mim? Como ele age e reage?

  • Que leões eu enfrento na minha vida?

  • Como eu lido com minha agressividade? Como eu lido com a agressividade dos outros?

  • Como são meus impulsos sociais e anti-sociais?

  • O que representam as cabeças da hidra na minha vida?

  • Quais são as sombras que preciso levar à luz para retirar sua força?

Trabalharemos com aquarela, argila, danças circulares e outras vivências em grupo.

Quem coordena?

Rosângela Cunha, Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

Marcelo Guerra, Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

(Formação Biográfica – Minas Gerais – Escola Livre de Formação Biográfica
Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Quando e onde?

De 24 a 26 de julho, no Retiro das Rosas, em Ouro Preto.

Quanto? Os preços incluem estadia em quartos duplos, com alimentação no período do workshop. A inscrição é efetivada com o depósito da primeira parcela.

  • R$520,00 ou 4X R$130,00.

Mais informações e inscrições:

Rosângela: (31)8532-2217ou (32)8887-8660 santana@terapiabiografica.com.br

Marcelo: (22)9254-4866 ou (21)7697-8982 marceloguerra@terapiabiografica.com.br

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Jun 16

Munch 4 ages

O trabalho biográfico de base antroposófica busca clarear o sentido da vida, a missão de vida, através do resgate de fatos da vida. Entender a própria história permite transformar o presente, e viver em plenitude dentro da missão de vida que escolhemos para nós mesmos.

O trabalho biográfico lança mão de reflexão individual, resgatando os fatos do passado de cada um; da partilha desses fatos em grupo, onde muitas vezes o outro funciona como espelho; e através da arte, que é a forma de expressão pela qual o Eu interior melhor se expressa. Assim jogamos luz em nossas vivências, e percebemos como nosso destino se manifesta, para podermos fazer as mudanças necessárias em nossas vidas para agir de acordo com ele e sermos mais felizes e saudáveis.

Em Juiz de Fora, de 20 a 23 de agosto de 2009, no Seminário da Floresta.

Coordenadores:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

(Formação Biográfica – Minas Gerais – Escola Livre de Formação Biográfica
Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(21)7697-8982, Marcelo

(32)8887-8660, Rosângela

Investimento:

  • até 30 de junho – R$980,00 ou 4x R$245,00;
  • até 31 de julho – R$1050,00 ou 3x R$350,00;
  • até 20 de agosto – R$1150,00 ou 1xR$370,00 + 2x R$390,00

A confirmação da inscrição é feita mediante o depósito da primeira parcela. O preço inclui os honorários, o material a ser usado nas vivências, a hospedagem em apartamento individual com alimentação completa durante o período do workshop, e os custos com a divulgação.

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Jun 15

O grupo farmacêutico suíço Novartis se negou a distribuir gratuitamente entre os países pobres a vacina contra o vírus H1N1 (gripe suína), informou o jornal espanhol “El País”. Margaret Chan, diretora-geral da OMS, pediu à indústria farmacêutica “solidariedade” com os pobres em relação à pandemia. No entanto, Daniel Vasella, conselheiro da gigante, declarou ao jornal “Financial Times” que o grupo poderia estudar a distribuição a um custo reduzido, mas sem gratuidade.

- Se pretendem que a produção (de vacinas) seja sustentável, há a necessidade de criar incentivos financeiros – disse Vasella.

A decisão aponta para uma divisão no setor farmacêutico, já que o laboratório britânico GlaxoSmithKline se comprometeu a distribuir 50 milhões de vacinas. Outros produtores mais moderados disseram que devem distribuir cerca de 10% do total de sua produção.

Na sexta-feira, a OMS informou que vai concentrar esforços para combater a pandemia da gripe nos países em desenvolvimento , onde os sistemas de assistência médica são fracos, e os suprimentos de remédios antivirais, insuficientes. Diante do recente aumento do número de casos da doença, a organização elevou o nível de ameaça do vírus da gripe H1N1 para o nível 6 , patamar máximo da escala e que indica pandemia.

Após uma reunião do Comitê de Urgência, em Genebra, onde foi analisada a propagação do vírus, o órgão exortou os países a reforçarem suas defesas contra um vírus “cujo avanço não pode ser freado”, mas que até agora vem mostrando ser moderado.

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May 26

laranja
Comer uma laranja por dia pode impedir a manifestação de certos tipos de câncer, de acordo com um novo estudo australiano.

O grupo do governo Organização de Pesquisa Industrial e Científica da Comunidade Britânica (CSIRO, na sigla em inglês) descobriu que consumir frutas cítricas pode reduzir o risco de câncer de boca, laringe e estômago em mais de 50%. Uma porção extra de frutas cítricas por dia – além das cinco porções de frutas e vegetais recomendadas por dia – pode também reduzir o risco de um derrame em 19%. “As frutas cítricas protegem o corpo por suas propriedades antioxidantes e por fortalecer o sistema imunológico, inibir o crescimento de tumores e normalizar as células tumorosas”, disse em um relatório Katrine Baghurst, pesquisadora da CSIRO. O estudo australiano, baseado em outras 48 pesquisas internacionais sobre os benefícios das frutas cítricas à saúde, também descobriu “indícios convincentes” de que esses alimentos podem reduzir o risco de doenças cardiovasculares, obesidade e diabete. Segundo Baghurst, a laranja é a fruta com o mais alto nível de antioxidantes, com mais de 170 diferentes tipos de fitoquímicos, incluindo mais de 60 flavonoides, que apresentam propriedades anti-inflamatórias, anti tumor e inibe a formação de coágulos no sangue.

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May 19

bosque

ÚLTIMAS VAGAS

Viver o presente muitas vezes pode significar repetir padrões criados no passado. Esses padrões são inconscientes e geralmente nos damos conta deles justamente quando olhamos para trás. Vemos várias situações que, no momento em que aconteceram, pareciam tão originais, revelarem-se as mesmas, mas com personagens diferentes. Resgatar o passado é justamente tirar a sua vida de lá e trazê-la para o presente, deixando de ser refém do que passou, repetindo padrões que já não cabem mais.Viver o momento atual não pode significar jogar o passado para baixo do tapete, como se não houvesse existido. Porque muito do que vivemos hoje (e que outras pessoas também vivem), foi construído também, criado por ações e omissões nossas no passado. E o futuro poderá ser moldado com metas seguras, afinal estaremos navegando em mares agora conhecidos, apesar das novidades que sempre surgirão em nossas vidas. Quando resgatamos o passado, percebemos esses padrões e podemos conscientemente transformar nossas vidas de forma que atuemos a partir do que o momento presente nos pede e não a partir da repetição de padrões.

Em Nova Friburgo, de 11 a 14 de junho de 2009, no Morgenlicht (feriado de Corpus Christi).

Coordenadores:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(21)7697-8982, Marcelo

(32)8841-8660, Rosângela

Investimento:

  • até 31 de março – R$900,00 ou 3x R$300,00;
  • até 15 de maio – R$980,00 ou 1x R$320,00 + 2x R$330,00
  • até 31 de maio – R$1050,00 ou 3×350,00
  • até 11 de junho – R$1150,00 ou 1xR$370,00 + 2x R$390,00

A confirmação da inscrição é feita mediante o depósito da primeira parcela.

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May 19

leao_internoherculesVivência baseada no primeiro trabalho de Hércules, a luta contra o Leão de Nemeia.

  • Como é o leão dentro de mim?

  • Como ele age e reage?

  • Que leões eu enfrento na minha vida?

  • Como eu lido com minha agressividade?

  • Como eu lido com a agressividade dos outros?

Trabalharemos com aquarela, argila e atividades em grupo.

Quem coordena?

Marcelo Guerra, Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

Mariane Canella, Professora Waldorf e Biógrafa (em formação)

(Formação Biográfica – Minas Gerais – Escola Livre de Formação Biográfica Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Quando e onde?

Dia 1º de agosto, sábado, de 8:30h às 16:30h, no Sítio do Vale de Luz, em Nova Friburgo.

Quanto?

  • Até 15/06/09 R$100,00 à vista ou 2xR$50,00 (incluído almoço)

  • Até15 /07/09 R$130,00 à vista ou 2XR$65,00 (incluído almoço)

  • Até 01/08/09 R$150,00 à vista ou 2XR$75,00 (incluído almoço)

Mais informações e inscrições

(22)9254-4866 ou (21)7697-8982

marceloguerra@terapiabiografica.com.br

www.daobiograficos.com.br

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May 18

Novo método em estudo na Fiocruz poderá permitir o reconhecimento da doença mais cedo, o que facilita e melhora o tratamento

Rio – Um método computadorizado de mapeamento de cérebros de autistas, desenvolvido no Hospital Fernandes Filgueira, da Fiocruz, pode abrir caminho para o diagnóstico da doença, hoje feito apenas pela observação dos sintomas. Pesquisadores descobriram, por meio de eletroencefalograma digital, características que não eram percebidas nos cérebros em repouso.

“Observamos, por estímulos luminosos em diferentes frequências, que o lado direito do cérebro dessas crianças responde mais do que o lado esquerdo”, explicou o pesquisador russo Vladimir Lazarev, orientador do trabalho.
A identificação da doença é uma das primeiras barreiras enfrentadas por autistas. Como parte dos que apresentam o problema desenvolvem inteligência e linguagem normais, o diagnóstico tardio pode provocar demora nos cuidados.

Hoje, o diagnóstico é feito, em média, quando a criança está com 3 anos de idade. A identificação precoce pode permitir que o tratamento — voltado para as ações comportamentais — seja antecipado, permitindo melhor desenvolvimento e maior socialização. “Se chegarmos a uma conclusão positiva, o estudo será muito útil. O exame não irá substituir a avaliação clínica, que é fundamental, mas poderá ser uma ferramenta a serviço dos médicos”, explicou o neurologista infantil Adaílton Tadeu Alves, que integra o grupo de trabalho.

A pesquisa deve estar concluída em 2011. Na primeira etapa, já publicada no Internacional Journal of Psychophysiology, foram analisados cérebros de 16 autistas que não apresentam retardo mental.

“O autista recebe tratamento de psicólogos, fonoaudiólogos e, quando necessário, medicamentos (para agressividade). Quanto antes forem desenvolvidas suas habilidades, melhor para os pacientes”, avaliou a psicóloga Letícia Vargas.

Fonte: O Dia

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May 15

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As mesmas substâncias presentes no cérebro dos adolescentes que os tornam mais ousados e destemidos nessa fase da vida são responsáveis também por deixá-los mais vulneráveis a drogas como a cocaína e o álcool. Novas pesquisas realizadas por grupos da USP revelam os mecanismos que fazem com que a dependência seja mais grave em jovens do que em adultos.
Trabalho desenvolvido no Laboratório de Farmacologia Comportamental e Neuroquímica da USP, pelo grupo da pesquisadora Rosana Camarini, mostra que camundongos adolescentes submetidos a cocaína ou álcool apresentam respostas comportamentais e neuroquímicas diferentes daquelas de animais adultos. Os resultados sugerem que o mesmo aconteceria em seres humanos.
- Nosso objetivo é estudar as diferenças entre adolescentes e adultos nas respostas a algumas drogas de abuso – explicou Rosana, que apresentará o estudo hoje na XXII Reunião Anual da Federação de Sociedades de Biologia Experimental, em São Paulo. – Começamos a estudar isso porque existem diferenças de desenvolvimento. Algumas estruturas do cérebro ainda não estão totalmente desenvolvidas nos mais jovens, como o córtex pré-frontal, responsável, entre outras coisas, pela tomada de decisões e a agressividade.
Além disso, existe uma diferença neuroquímica importante entre o cérebro do adolescente e o do adulto, relacionada à concentração de dopamina, um neurotransmissor relacionado à motivação e à impulsividade. A presença da substância é reduzida à medida que a pessoa envelhece.
- A maior concentração da dopamina e o córtex pré-frontal ainda não totalmente desenvolvido são, em parte, responsáveis pelo comportamento mais impulsivo dos adolescentes.
Ocorre que, embora por mecanismos diferentes, tanto o álcool quanto a cocaína induzem um aumento da concentração de dopamina no cérebro. A pesquisa mostrou que os animais jovens tratados com cocaína apresentam maior excitabilidade locomotora do que os adultos. Eles também liberam mais dopamina (neurotransmissor estimulante) na parte do cérebro que controla as sensações de dependência, recompensa, prazer e motivação – o que sugere uma expectativa maior pela droga.
- Observamos que quanto mais cedo o jovem entra em contato com a droga, maior a possibilidade de se tornar dependente – disse a pesquisadora. – E uma das hipóteses para que isso ocorra é o fato de já ter naturalmente uma maior concentração de dopamina.

Fonte: O Globo 23/08/2007

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May 14

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GENEBRA – A maior parte dos pacientes contaminados com o H1N1 não precisa ser tratada com a terapia antiviral para se recuperar, mas continua sendo importante que seja desenvolvida uma vacina contra o vírus, pois há um risco de que ele venha a apresentar resistência ao medicamento, disse um especialista da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira, 12.

Nikki Shindo, autoridade médica no programa global contra a gripe da OMS, disse que a agência da ONU publicará em breve um novo guia sobre como tratar pacientes que tenham o vírus, que já causou muitos sintomas suaves fora do México.

Dado que a maior parte dos pacientes podem se recuperar com descanso e hidratação, Shindo disse que não parece ser necessário tratar todas as pessoas infectadas com Tamiflu, Relenza ou antivirais semelhantes.

Pode ser mais prudente guardar o medicamento para mulheres grávidas e pacientes que já estejam com a saúde debilitada (como nos casos de pessoas que apresentem doenças cardiovasculares ou diabete), disse.

“Nós vamos recomendar que se considere o uso de antivirais para grupos de alto risco”, disse Shindo, enquanto concordou que possa ser devido ao uso dos remédios que o ritmo de contaminação caiu na Europa e no resto do mundo, tendo em vista que ainda se conhece muito pouco sobre a doença. No entanto, comparações entre regiões podem ser difíceis devido à falta de estudos comparativos.

Auge

Autoridades de saúde disseram nesta terça-feira, 12, que, apesar do crescente número de mortes devido à gripe suína, o pior do surto da doença já passou. Além disso, cientistas afirmaram que os números oficiais representam apenas uma fração das centenas de milhares de pessoas que adoeceram pelo mundo.

O ministro de Saúde mexicano, José Angel Córdova, afirmou nesta terça-feira que o número de mortos no país pela influenza A (H1N1) subiu para 58. No dia anterior, o governo do México registrava 56 mortes. Córdova disse, em entrevista coletiva, que já foram confirmados 2.282 casos da doença. Mais de 8 mil testes para detecção do vírus no país foram realizados.

O ministro garantiu que a doença continua a perder força, desde seu pico em 26 de abril. Córdova disse que o índice de mortalidade do vírus está caindo, conforme mais casos são confirmados. O índice, que estava em 2,7% na segunda-feira, caiu para 2,5% nesta terça-feira.

Córdova disse que a morte mais recente ocorreu no dia 7 e que 93% das vítimas do vírus começaram a apresentar os sintomas antes de 23 de abril. Nessa data, o governo recebeu a confirmação da presença no país de uma nova variedade de influenza.

Segundo Córdova, 92% das pessoas que foram infectadas ou morreram no México apresentavam sintomas “antes que soubéssemos que estávamos lutando contra um novo germe”, e que se soubesse como tratá-lo corretamente, acrescentou.
Fonte: O ESTADO DE SÃO PAULO – SP

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May 13

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>> e você, vai querer se tratar com um médico que só conhece homeopatia pelos folhetinhos da farmácia? Ou vai preferir a auto-medicação? Que tal ir a um homeopata que também quebra o galho como neurocirurgião e fazer uma cirurgia no cérebro? Ou comprar remédio homeopático em drogaria, sem um farmacêutico homeopata que entenda as singularidades da Homeopatia? É tudo por dinheiro… Uma pena que a saúde dos pacientes seja colocada em segundo plano diante da força da grana!

12/05/2009 – Gazeta Mercantil

O futuro de cerca de 2,1 mil farmácias magistrais especializadas em homeopatia espalhadas por todo o Brasil pode estar seriamente comprometido. Submetidas à regras mais rígidas por parte da Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2000, elas agora começarão a enfrentar um segundo obstáculo: a concorrência de peso de um grande laboratório internacional, como o Boiron, reconhecido por oferecer medicamentos homeopáticos industrializados com garantias e, principalmente, com escala global.

O movimento pode criar também no Brasil uma mudança no segmento como já ocorreu em mercados como Estados Unidos e Europa, onde as farmácias de manipulação de homeopatia praticamente deixaram de existir. Segundo o diretor do laboratório Boiron para o Brasil, Ricardo Ferreira, o caminho da especialização, ganho de escala e controle de qualidade é inevitável, uma vez que as grandes indústrias possuem mais condições de controle sobre os produtos. “Além disso, nos mercados maduros qualquer médico prescreve remédios homeopáticos, não necessariamente um médico precisa ser especializado, como aqui”, explica.

A existência de medicamentos prontos na farmácia, com indicações para cada problema, segundo ele, ajudou a popularizar e democratizar a homeopatia nos mercados maduros e é assim que a empresa – que fatura € 466 milhões, dos quais 50% disso fora da França – pretende trabalhar por aqui. Para isso, já obteve registro da Anvisa para medicamentos para gripe e controle de ansiedade.

A presidente da Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas (ABFH), Márcia Aparecida Gutierrez, não acredita que a chegada do concorrente internacional represente, efetivamente, uma grande mudança da cultura homeopática local. “A industrialização limita a autonomia dos médicos brasileiros, acostumados a individualizar os tratamentos”, diz. Segundo Márcia, entre as farmácias homeopatas submetidas às novas regras, quem não conseguiu se adaptar já saiu do mercado ou vendeu o negócio. “Quem ficou já sobreviveu ao primeiro baque e está mais preparado para a concorrência.” Além disso, a bandeira de qualidade, levantada por laboratórios, não pode ser mais um argumento, segundo a da ABFH. “Isso acontecia antes de 2000 quando não havia normatização.”

Nas resoluções, a Anvisa incluiu regras que vão desde as instalações físicas das farmácias até mesmo um roteiro de preparação e fiscalização. Hoje, os estabelecimentos, além da fiscalização, passam por auditorias anuais. Se as adequações não forem feitas, a farmácia corre o risco de ficar parcialmente interditada.

Mesmo sem ter documentado o número de farmácias que fecharam ou foram vendidas ao longo dos cinco anos, a representante da ABFH diz que quem ficou assumiu a responsabilidade e o alto custo de manter um serviço de qualidade. “Quando comecei, em 85, só havia 10 farmácias homeopáticas no Estado de São Paulo e hoje somos mais de 1,4 mil. Se não funcionasse não duraria tanto”, acrescenta.

Mas, para a diretora farmacêutica e responsável técnica do Boiron, Maria Isabel de Almeida Prado, há dificuldades básicas para dimensionar o negócio. “As regras exigem uma estrutura enorme, para que se venda apenas um remédio. Isso comprometerá até mesmo o futuro das farmácias de manipulação convencionais”, diz ela, que fechou sua própria rede de farmácias, Aleph.

Especializado em homeopatia, o doutor Renan Ruiz, acredita que hoje haja uma demanda reprimida por remédios homeopáticos prontos. “Há medicamentos ‘coringa’ que podem ser usado para eventualidades e que podem ser industrializados, o que não impede a individualização”, diz Ruiz, acrescentando que o principal é a garantia de um bom produto para o paciente.

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May 11

gmoPor Luciano Martins Costa em 11/5/2009

O tema agricultura frequentou a imprensa no final de semana e volta na segunda-feira (11/5) em reportagem da Folha de S.Paulo. O agronegócio já é responsável por mais de 44% da pauta de exportações brasileira, informa neste início de semana a Gazeta Mercantil, mas a grande história do campo ainda não sensibilizou a imprensa como deveria.

Trata-se da ameaça das sementes transgênicas.

A Folha de S.Paulo escolheu o assunto para manchete no domingo (10), noticiando que o Brasil não tem controle sobre a expansão do milho transgênico. Ainda no domingo, o Estado de S.Paulo afirmava que o agronegócio brasileiro se recupera e pode ter um desempenho equivalente ao de 2008, por causa da alta recente dos preços internacionais dos produtos agrícolas.

Na segunda (11), a Folha volta ao assunto, anotando que o Instituto de Defesa do Consumidor e outras entidades de direitos civis estão cobrando do governo medidas imediatas de garantia para as informações sobre a presença de organismos geneticamente modificados em alimentos ou ingredientes alimentares.

O fato é que ninguém ainda fez a conexão entre o crescimento das exportações brasileiras de alimentos e a incapacidade do setor de assegurar as características de seus produtos.

Partícipe do crime

No Brasil e em outros países do mundo, as indústrias de alimentos são obrigadas a colocar nas embalagens de seus produtos o símbolo que identifica a presença de organismos geneticamente modificados. Isso por causa dos riscos que podem representar para a saúde das pessoas. Mas a expansão indiscriminada de sementes transgênicas, principalmente de soja e milho, já impossibilita esse controle.

A imprensa ainda não viu esse problema como o risco que representa para a economia brasileira.

Há pouco mais de dez anos, quando os movimentos ambientalistas começaram a questionar a manipulação genética de sementes, a imprensa, em sua maior parte, tomou a defesa da indústria química. De nada adiantaram os avisos de cientistas, dizendo que seria impossível impedir a contaminação das lavouras tradicionais e a constatação de que apenas duas ou três grandes multinacionais sairiam ganhando com a produção de transgênicos.

Agora que os alertas dos ambientalistas se tornam uma realidade concreta e assustadora, os jornais fingem que o problema é a falta de fiscalização do governo. Neste caso, a imprensa é mais do que cúmplice. É coautora do crime.

Fonte: Observatório da Imprensa

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May 05

linhaça

Contam os arqueólogos que a linhaça era usada em mumificações no Egito. Outros achados apontam que era empregada com sucesso para tratar ferimentos. E, se antigamente fazia parte até mesmo de rituais, hoje ela marca presença nos laboratórios de grandes centros de pesquisa em nutrição. Na Universidade de Toronto, no Canadá, por exemplo, a cientista Lilian Thompson comprovou que a semente é capaz de barrar a metástase em pacientes com câncer de mama ou seja, a linhaça evitou que o tumor se espalhasse e tomasse conta do organismo.

Esse excelente resultado foi apresentado no 6° Simpósio Latino-Americano de Ciência de Alimentos, que aconteceu no mês passado na Universidade Estadual de Campinas, no interior paulista. Segundo a pesquisadora canadense, “trabalhos realizados em várias universidades mostram que a semente é capaz de diminuir o risco de outros tumores, como o de cólon e o de próstata”. Somem-se essas boas notícias ao fato de a linhaça ajudar a controlar os níveis de colesterol.

Aqui no Brasil, mais precisamente na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, a equipe do Departamento de Nutrição também anda analisando a linhaça. O enfoque, entretanto, é outro. “Investigamos a segurança no consumo”, conta a nutricionista Ana Vládia Bandeira Moreira. Explica-se: embora contenha substâncias capazes de prevenir doenças letais, o que faz dela um alimento funcional de primeira grandeza, a linhaça carrega compostos que poderiam interferir na absorção de nutrientes. Por enquanto o que se sabe é que o aquecimento da semente neutraliza esse inconveniente. Isso porque, segundo Ana Vládia, o calor diminui a atividade de algumas proteínas suspeitas de atrapalhar o aproveitamento de sais minerais. A sugestão é deixar a linhaça no forno baixo por 15 minutos. “Claro que, se ela for usada na preparação de receitas assadas, como pães ou biscoitos, não precisará disso”, diz a pesquisadora, que continua mergulhada em seus estudos.

Outra dica para aproveitar ao máximo a semente é triturá-la no liquidificador. “É que a casca, bastante resistente, pode passar intacta pelo aparelho digestivo”, justifica a farmacêutica bioquímica Rejane Neves-Souza, professora de nutrição da Universidade do Norte do Paraná. E aí as substâncias benéficas ficam impedidas de sair. “Mas tem que bater e comer logo, porque a linhaça é muito suscetível à oxidação”, ensina o bioquímico Jorge Mancini Filho, da Universidade de São Paulo.

Os cientistas só não chegaram ainda a uma conclusão sobre a quantidade ideal de consumo. “Estamos em busca dessa resposta”, suspira a nutricionista Ana Vládia. Quem dá bem a medida (sem trocadilho) da indefinição é a farmacêutica bioquímica Rejane Neves. Ela conta que já viu sugestões de porções as mais variadas de 25 gramas (1 colher de sopa bem cheia) até 45 gramas (quase 2 colheres) por dia. E comenta que alcançar esta última indicação é bem mais difícil. “A inclusão da semente no dia-a-dia deve ser gradativa”.

DOURADA
É bem mais difícil encontrar a linhaça clara aqui no Brasil, já que ela aprecia climas frios. Geralmente é importada do Canadá. “Seu sabor é mais suave do que o da escura”, descreve a farmacêutica bioquímica Rejane Neves-Souza, da Universidade do Norte do Paraná.

MARROM
A semente escura, nativa da região mediterrânea, já está adaptada ao solo brasileiro, onde se deu bem por causa do clima quente. Por isso é mais fácil encontrá-la por aí. Comparada com a dourada, a casca é um pouco mais resistente. Quanto aos nutrientes, não perde nada para a outra variedade.

Afinal, o que faz da linhaça um superalimento? “Sua casca guarda um mix de proteínas, minerais e vitaminas”, responde o nutrólogo Durval Ribas Filho, presidente da Associação Brasileira de Nutrologia. Vale destacar a vitamina E, que contribui para o funcionamento celular e, por isso, afasta o envelhecimento precoce e as doenças degenerativas.

Outros ingredientes que compõem sua poderosa fórmula são o ômega-3 e o ômega- 6, atuando em perfeita harmonia. Essa dupla, nunca é demais lembrar, garante a saúde cardiovascular. Afinal, ambos atuam na redução do LDL, o mau colesterol, responsável por estragos nas artérias. “Diversos trabalhos apontam a semente do linho como protetora do coração”, reforça Jocelem Salgado, presidente da Sociedade Brasileira de Alimentos Funcionais e professora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, em Piracicaba, interior paulista.

INGREDIENTE DE DESTAQUE
Entretanto, o que torna a linhaça ímpar pra valer atende pelo nome de lignana, substância que começa a sair do anonimato. Não é para menos. Ela praticamente faz as vezes do estrógeno. “Ao se ligar a receptores celulares, a lignana funciona como um falso hormônio”, justifica a farmacêutica bioquímica Rejane Neves- Souza. É o que os especialistas chamam de fitoestrógeno. Aliás, foi justamente esse componente o mais mencionado nos trabalhos da canadense Lilian Thompson.

Segundo a pesquisadora, estudos com grande número de pacientes mostram a relação entre a lignana e a redução dos tumores de mama. Esse composto comprovadamente atua na apoptose celular, um mecanismo de defesa que provoca o suicídio das células defeituosas. O incrível é que, no caso do câncer, esse programa de autodestruição simplesmente não costuma funcionar. Mas a lignana topa a parada e ativa a contagem regressiva para a célula doente se explodir. E olha que nem os grandes centros de pesquisa conseguiram desenvolver a contento drogas com essa capacidade. “Observamos esse efeito em 39 pacientes”, afirma Lilian, que as orientou a consumir 25 gramas de linhaça por dia durante pouco mais de um mês.

A observação desses indivíduos pela equipe da Universidade de Toronto foi rigorosa. A linhaça ressalta a pesquisadora só pode ser usada no tratamento do câncer sob estrita avaliação médica. E é bom que se diga: mesmo quem está saudável não está livre para ingerir o alimento à vontade. “O excesso pode prejudicar a membrana das células”, avisa o nutrólogo Durval Ribas Filho. E para quem pensa em lançar mão de pílulas de óleo de linhaça, alto lá! “Ingerir cápsulas de suplemento, aí mesmo só sob orientação!”, avisa Durval.

Fonte: Revista Saúde!

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Apr 16

transgenicos

São Paulo (SP), Brasil — Texto propõe reflexão sobre o nível do debate que se faz no Brasil e como traduzir o assunto para os consumidores.

Pax Transgênica

RAFAEL CRUZ e SÉRGIO LEITÃO

NO FINAL do século 19, enquanto republicanos e monarquistas debatiam o fim do Império e o nascimento da República no Brasil, a população permaneceu à margem de todo o processo. Alheios à transição política que estava em plena ebulição no país, os brasileiros assistiram “bestializados” à queda de d. Pedro 2º e à formação do novo governo, conforme constatou um desapontado Aristide Lobo, republicano de primeira hora. O império se foi e o brasileiro permaneceu apático, sem saber bem o que estava acontecendo.

Ainda que o espírito republicano tenha aberto espaços de participação popular nos destinos do país, certos setores da sociedade não aprenderam a incluir o cidadão comum nas discussões que lhe dizem respeito.

O debate sobre os transgênicos no Brasil, por exemplo, é um caso emblemático de “bestialização” moderna. As indústrias de biotecnologia e de alimentos, a comunidade científica, os grandes produtores rurais e os ambientalistas se digladiam há anos por meio de termos científicos, técnicos, ambientais, agrícolas e econômicos sem se preocuparem em traduzir essa sopa de letrinhas para a parte mais interessada: os consumidores.

Apesar de serem plantados no Brasil desde 1997, quando a soja geneticamente modificada foi introduzida ilegalmente nos campos do Sul do país, contrabandeada da Argentina, os transgênicos continuam sendo um grande mistério para os brasileiros. Pesquisa realizada em 2007 pelo Instituto Ipsos, a pedido do Greenpeace, revelou que a maioria (70%) expressa dúvida muito grande sobre a validade ou não do consumo de transgênicos. O que mostra que os cidadãos não estão recebendo informação necessária que lhes permita a tomada de decisão séria e responsável sobre o assunto.

O debate sobre os transgênicos poderia estar mais popularizado se a indústria respeitasse e o governo exigisse o cumprimento do decreto nº 4.680/2003, que entrou em vigor no Brasil no ano seguinte. Segundo o texto da lei, todo alimento que tenha sido fabricado com matéria-prima transgênica é obrigado a ter em seu rótulo um símbolo triangular amarelo, com um T preto no meio.

Apesar de estar em vigor há cinco anos, apenas algumas marcas de óleo de soja de algumas empresas foram rotuladas -e, mesmo assim, só a partir do início de 2008, por decisão da Justiça, a partir de denúncias enviadas pelo Greenpeace ao Ministério Público. O silêncio da indústria de alimentos permanece para os produtos que estão, em imensa quantidade, nas prateleiras dos supermercados e que são fabricados a partir de soja transgênica -e em breve do milho transgênico, recém-aprovado pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança.

O assunto promete ganhar força a partir do dia 18 de março, quando a CTNBio fará audiência pública sobre o arroz geneticamente modificado da Bayer. Diferentemente do que ocorre com a soja e o milho, que passam por processamento industrial para virar ração ou óleo, com o arroz poderemos ter, pela primeira vez, um produto geneticamente modificado que irá diretamente do campo para o prato do brasileiro. E seremos os primeiros no mundo a consumir o arroz transgênico, já que o produto da Bayer não está aprovado em nenhum outro país.

A correta identificação dos produtos transgênicos dá aos consumidores a liberdade de escolha e à sociedade civil e à indústria de alimentos a chance de responder aos brasileiros a pergunta óbvia: o que são transgênicos? As pessoas aprenderam a ler rótulos e procuram se informar sobre as substâncias ali indicadas. Se os transgênicos são tão seguros quanto afirmam as empresas que desenvolvem essa tecnologia, que sejam identificados nos alimentos que os contêm. E os consumidores se informarão sobre o assunto, como o fazem hoje para saber os teores de gordura trans, carboidratos e sódio dos alimentos. Anos atrás, a indústria também resistiu a dar esse tipo de informação.

Na verdade, ao final da guerra pela liberação dos transgênicos, quando foi aprovada no Congresso a Lei de Biossegurança, as condições para a “pax transgênica” que deveriam ser seguidas nunca foram respeitadas -a correta identificação dos produtos que contivessem transgênicos e a garantia da coexistência da sua produção com a convencional e/ou a orgânica. E, como em toda guerra, a maior parte do ônus fica com a sociedade civil, que é obrigada a conviver com a negação de um direito básico: saber o que está comendo.

Indicar nos rótulos aqueles alimentos que de alguma forma têm organismos geneticamente modificados em sua composição é o caminho para que a população brasileira entre de vez nesse debate. Que a decisão dos brasileiros se dê em meio ao excesso de informação, não sob sua escassez.

RAFAEL CRUZ, cientista social, é coordenador da campanha de engenharia genética do Greenpeace.

SÉRGIO LEITÃO, advogado, é diretor de campanhas do Greenpeace. Foi diretor do Instituto Socioambiental.

Fonte: Folha de São Paulo

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Apr 15

agrotoxicoRIO – Alergias, disfunções no fígado, alterações neurológicas e até o câncer são algumas das doenças associadas ao consumo excessivo de agrotóxicos, defensivos agrícolas usados no cultivo da maioria das frutas e dos legumes vendidos no país. De acordo com dados da Universidade de Brasília, são usados no país mais de 400 tipos de pesticidas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária tem regras rígidas para a produção e a venda de alimentos com agrotóxicos e, de acordo com eles, os riscos à saúde estão ligados a agrotóxicos ilegais ou aos usados acima do limite máximo permitido pela legislação.

O cirurgião Armando Portocarreiro, responsável pelo serviço nutricional do Hospital Samaritano, explica que os agrotóxicos estão associados a certos tipos de câncer no sangue, como a leucemia, e que em países como a França e a Suíça já existe uma lei determinando que os produtos com agrotóxicos tenham identificação especial.

- O ideal é consumir produtos orgânicos, que são livres de químicos em todas as fases do seu cultivo, mas é praticamente impossível ter uma alimentação 100% orgânica. Se tiver que escolher, compre verduras orgânicas, já que as folhas costumam ter as taxas mais altas de agrotóxicos – afirma o médico.

O perigo dos defensivos agrícolas é que eles costumam ser imperceptíveis, e o consumidor não sabe ao certo que tipo de químico pode estar ingerindo. Higienizar os alimentos corretamente ajuda a diminuir a concentração de agrotóxicos, porém os especialistas não chegaram a uma conclusão se deixam o produto completamente seguro.

Para não correr riscos, o ideal é lavar todas as frutas e legumes com água limpa e corrente, depois deixar de molho em água com vinagre ou pastilhas de cloro durante no mínimo 20 minutos, e depois lavá-los novamente em água corrente.

A nutricionista Fabiana Casé, da clínica Harmonya, ensina que também é possível deixar os alimentos de molho em uma solução feita com uma colher de sobremesa de água sanitária para cada litro de água. Já os alimentos com casca grossa podem ser lavados com escovinha e detergente neutro.

- Depois da limpeza, é preciso enxaguar tudo muito bem. Se não, em vez de comer resíduos de agrotóxicos, a pessoa acaba ingerindo restos de sabão ou água sanitária. Realmente, o processo é trabalhoso, mas é um sacrifício momentâneo para evitar doenças mais sérias depois – enfatiza Fabiana.
Orgânicos são a melhor opção para a saúde

Para minimizar os danos causados por agrotóxicos, uma opção é comprar frutas e vegetais orgânicos. Apesar de mais caros, especialistas garantem que seu consumo vale a pena, especialmente para as crianças. Na hora de escolher orgânicos, o principal é checar se o produto é certificado – esta é a garantia de que químicos não foram usados na produção.

Uma fruta ou um legume perfeitos são sinal de que provavelmente houve químicos em seu cultivo. Por outro lado, pequenos furos e bichinhos indicam que poucos agrotóxicos foram usados no alimento. Não estranhe o tamanho das frutas e dos legumes, que costumam ser menores.

No supermercado, verifique se os orgânicos ficam armazenados separadamente. O ideal é não misturar produtos orgânicos com os convencionais para evitar a contaminação. Evite os produtos rotulados de “naturais”, já que isto não é garantia de que são livres de químicos.

Se não puder consumir todos os tipos de orgânicos, dê preferência aos que são ingeridos com casca ou têm a casca muito fina, como o tomate, o morango, a batata, o pimentão e as folhas. Outra dica é comprar produtos orgânicos em feiras locais, que costumam se mais baratos do que nos supermercados.

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Apr 15

pimentao

RIO – O pimentão foi o alimento que apresentou o maior índice de irregularidades para resíduos de agrotóxicos, de acordo com pesquisa sobre segurança alimentar divulgada nesta quarta-feira pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Mais de 64% das amostras de pimentão analisadas pelo Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos apresentaram problemas. O morango, a uva e a cenoura também apresentaram índices elevados de amostras irregulares, com mais de 30% cada.

Um dado preocupante foi a descoberta de agrotóxicos não permitidos em todas as culturas analisadas. Ingredientes ativos banidos em diversas partes do mundo, como acefato, metamidofós e endossulfam, foram encontrados de forma irregular nas culturas de abacaxi, alface, arroz, batata, cebola, cenoura, laranja, mamão, morango, pimentão, repolho, tomate e uva.

Outro desvio detectado foi o uso de um teor de resíduos de agrotóxicos acima do permitido. No balanço geral, das 1773 amostras dos dezessete alimentos monitorados (alface, batata, morango, tomate, maçã, banana, mamão, cenoura, laranja, abacaxi, arroz, cebola, feijão, manga, pimentão, repolho e uva), 15,29% estavam insatisfatórias.

A cultura do tomate foi a que apresentou maiores avanços na redução do uso de agrotóxicos. Em 2007, 44,72% das amostras de tomate analisadas apresentaram resíduos de agrotóxicos acima do permitido. No último ano, esse número caiu para 18,27%. Manga, batata, banana, cebola e maçã também apresentaram baixos teores de irregularidade.

A batata, que em 2002, primeiro ano de monitoramento do Programa, apresentou um índice de 22,2% de uso indevido de agrotóxicos, teve o nível reduzido para 2%. A banana, que chegou a apresentar índice de 6,53% neste período, fechou 2008 com incidência de 1,03% de irregularidades.
O estudo

Criado em 2001, o programa da Anvisa tem como objetivo manter a segurança alimentar do consumidor e a saúde do trabalhador rural. A escolha dos itens analisados leva em consideração a importância destes alimentos na cesta básica do brasileiro, o consumo, o uso de agrotóxicos e a distribuição das lavouras pelo território nacional. No último ano, o estudo acompanhou oito novas culturas: abacaxi, arroz, cebola, feijão, manga, pimentão, repolho e uva.

Fonte: O Globo

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Apr 15

bottom_mail

Hoje recebi um e-mail com esta notícia que me deixou muito orgulhoso, representando um reconhecimento a este trabalho de pesquisa para trazer informações e notícias sobre práticas alternativas de tratamento. Por favor, votem no Saúde Alternativa.

Top Blog Prêmio é um sistema interativo de incentivo cultural destinado a reconhecer e premiar, mediante a votação popular e acadêmica (Júri acadêmico) os Blogs Brasileiros mais populares, que possuam a maior parte de seu conteúdo focado para o público brasileiro, com melhor apresentação técnica específica a cada grupo (Pessoal, Profissional e Corporativo) e categorias.

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Mar 28

Sábado, 28 de março, às 20h30

O WWF-Brasil participa pela primeira vez da Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.
O gesto simples de apagar as luzes por sessenta minutos, possível em todos os lugares do planeta, tem como objetivo chamar para uma reflexão sobre a ameaça das mudanças climáticas.

Participe! É simples. Apague as luzes da sua sala. hora_do_planeta3

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Mar 26

sao-paulo

O trabalho biográfico de base antroposófica busca clarear o sentido da vida, a missão de vida, através do resgate de fatos da vida. Entender a própria história permite transformar o presente, e viver em plenitude dentro da missão de vida que escolhemos para nós mesmos.

O trabalho biográfico lança mão de reflexão individual, resgatando os fatos do passado de cada um; da partilha desses fatos em grupo, onde muitas vezes o outro funciona como espelho; e através da arte, que é a forma de expressão pela qual o Eu interior melhor se expressa. Assim jogamos luz em nossas vivências, e percebemos como nosso destino se manifesta, para podermos fazer as mudanças necessárias em nossas vidas para agir de acordo com ele e sermos mais felizes e saudáveis.

Em São Paulo, de 6 a 9 de agosto de 2009, no Centro Paulus, em Parelheiros.

Centro Paulus

Coordenadores:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(11)3070-8982, Marcelo (deixe mensagem de voz com seu número, se estiver indisponível no momento)

(32)8841-8660, Rosângela

Investimento:

  • até 31 de maio – R$1240,00 ou 4x R$310,00;
  • até 30 de junho – R$1360,00 ou 4x R$340,00
  • até 6 de agosto – R$1460,00 ou 4×365,00

A confirmação da inscrição é feita mediante o depósito da primeira parcela. O preço inclui os honorários, o material a ser usado nas vivências, a hospedagem em apartamento individual com alimentação completa durante o período do workshop, e os custos com a divulgação.

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Mar 19

gordos

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a obesidade atinge 7% da população mundial e o sobrepeso chega a 20%. No Brasil, de acordo com dados da Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição (PNSN), o excesso de peso está presente em 27 milhões de indivíduos. Desses, 6,8 milhões são classificados como obesos.

O artigo Obesidade e pobreza: o aparente paradoxo. Um estudo com mulheres da Favela da Rocinha, Rio de Janeiro, publicado na edição de dezembro dos Cadernos de Saúde Pública, mostra que o perfil do problema no país apresenta comportamento pouco homogêneo: a maior prevalência ocorre em mulheres pobres na região Sudeste.

“O impacto é notório na população adulta feminina, especialmente a inserida nos menores percentuais de renda”, relatam no artigo as pesquisadoras Rosana Magalhães, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, e Vanessa Ferreira, das Faculdades Federais Integradas de Diamantina (Fafeid), em Diamantina (MG). “Dos 6,8 milhões de obesos diagnosticados pela PNSN, 70% são do sexo feminino e com baixa renda.”

O estudo envolveu a análise das práticas alimentares, da rotina de atividades físicas e da qualidade de vida de um grupo de mulheres pobres e obesas, moradoras da Favela da Rocinha, na zona Sul do Rio de Janeiro. O objetivo foi investigar o fenômeno da obesidade no contexto da pobreza.

Dentre as analisadas, com idades entre 34 e 60 anos e todas com baixos rendimentos mensais, 57% apresentaram obesidade classe I (Índice de Massa Corpórea – IMC entre 30 e 34,9) e 43% obesidade classe II (IMC entre 35 e 39,9) com riscos de co-morbidade (ocorrência conjunta de dois ou mais transtornos num mesmo indivíduo) moderada e grave.

Dentre os critérios para o consumo alimentar no grupo, foi verificada uma estreita relação entre alimentação e condições socioeconômicas. O critério de seleção dos alimentos pelas mulheres da Rocinha foi verificado como pautado pelo valor monetário dos alimentos.

“As estratégias de consumo alimentar estão caracterizadas pela seleção de alimentos baratos, de alta densidade calórica e baixo valor nutritivo, por meio dos quais os mais pobres conseguem as calorias de que necessitam para sobreviver”, diz o artigo. Para piorar a situação, nos relatos raramente foram citadas a prática de atividades físicas e momentos de descanso ou lazer.

As autoras evidenciam a necessidade de entender a obesidade enquanto uma enfermidade não apenas física, mas também social. “Ela está articulada à dinâmica social e adquire contornos próprios em cada segmento. A pobreza de fato determina a obesidade entre as mulheres brasileiras”, explicam as autoras.

A necessidade de desconstruir a idéia de obesidade enquanto uma enfermidade associada à abundância e aos excessos alimentares faz parte das conclusões do artigo. “A obesidade surge como mais uma face da desigualdade social no país. Por isso, é importante reconhecer os novos contornos da pobreza para que novas estratégias em saúde pública sejam traçadas”, afirmam.

Leia a pesquisa na íntegra.

Fonte: Agência FAPESP

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Mar 17

alfazema
Sinônimos: Lavandula vera, Lavandula officialis, alfazema do mato: Excitante   e antiespasmódica. Na falta de regras, promove ou restabelece o fluxo  menstrual. Usa-se o chá das folhas para expelir gases intestinais. Para   asma, afecções do fígado e baço, nervosismo, dor de cabeça, neurose   cardíaca, flatulência, tosses catarrais, feridas, abcessos, acne,  reumatismo, gota. Sua essência combate piolhos e outros parasitas. A infusão  das sementes serve para digestões difíceis.

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