Saúde Alternativa

Existem tratamentos alternativos eficazes e seguros!

   Jul 29

Homeopatia e Preconceito

MARCUS ZULIAN TEIXEIRA

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Posturas preconceituosas de ambas as partes dificultam o diálogo entre racionalidades médicas distintas, impedindo que pacientes se beneficiem
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Em todas as épocas, incomodados com posturas preconceituosas dos seus pares, pensadores e cientistas definiram esses julgamentos formados sem maior conhecimento dos fatos: “O preconceito é uma opinião não submetida à razão” (Voltaire); “Triste época! É mais fácil desintegrar um átomo que um preconceito” (Einstein).
Apesar de a ciência ser uma área do conhecimento que busca estudar os fenômenos e seus princípios, devendo isentar-se de preconceitos para cumprir o seu ideal, o “orgulho científico” entorpece a mente dos pesquisadores, fazendo-os desprezar aquilo que desconhecem.
A história da humanidade está repleta de exemplos em que determinadas teorias consideradas “polêmicas” perante o modelo científico de uma época tornaram-se leis inquestionáveis no futuro, em vista do aperfeiçoamento dos métodos de investigação.
Infelizmente, duas matérias publicadas no caderno Ciência deste jornal (“Descobridor do HIV defende a polêmica memória da água” e “Pesquisa rendeu Prêmio Ig Nobel a francês”, 30/6), exemplificam o preconceito científico dos autores, que ironizam os recentes estudos do pesquisador Luc Montagnier (Prêmio Nobel de Medicina em 2008), que trazem novas evidências à teoria da “memória da água”, endossando as “ultradiluições homeopáticas”.
Transmitindo aos leitores visão parcial dos fatos, os autores questionam o “brilhantismo” do ganhador de um Prêmio Nobel, a “qualidade científica” de suas publicações e a sua “capacidade de juízo”.
Como o currículo do pesquisador torna essas críticas inócuas, ressaltamos que outras pesquisas, não citadas nas matérias, evidenciam a “atividade biológica”" das “ultradiluições homeopáticas”.
Madeleine Ennis (farmacologista britânica) publicou estudos multicêntricos no periódico “Inflammation Research” (1999, 2001 e 2004), que confirmam os resultados da pesquisa de Jacques Benveniste publicados na revista “Nature” (criticada nas matérias).
Apesar do viés “anti-homeopatia”, a pesquisadora declarou-se surpresa com os resultados, que não puderam ser explicados pela farmacologia. Outros modelos, citados em revisões no periódico “Homeopathy” (em 2009 e 2010), mostraram a atividade biológica das preparações homeopáticas.
A “memória da água” também foi estudada em modelos físico-químicos, tendo suas pesquisas publicadas em revisão no periódico “Homeopathy” (2007).
Como exemplo, Louis Rey constatou a “informação” das ultradiluições homeopáticas no estudo da termoluminescência das substâncias (“Physica A”, 2003).
Contrapondo o movimento contracultural homeopático, que despreza a importância da pesquisa em geral, defendemos a fundamentação científica dos pressupostos homeopáticos, buscando uma linguagem comum que aproxime ambos os paradigmas e permita a prática de uma medicina integrada.
No entanto, posturas preconceituosas de ambas as partes dificultam o diálogo entre racionalidades médicas distintas, impedindo que os pacientes se beneficiem com a união ética e consciente dessas opções terapêuticas.

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MARCUS ZULIAN TEIXEIRA, doutor em medicina, é médico homeopata e pesquisador da Faculdade de Medicina da USP.
E-mail: mzulian@usp.br .

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   Jul 23

Seminário reúne Homeopatas de Brasil e Cuba em Havana

Promover o intercâmbio entre profissionais de Homeopatia do Brasil e de Cuba. Este é o objetivo do Encontro Brasil Cuba de Homeopatia, que chega, este ano, a sua terceira edição. Nos dias 21 e 22 de julho, farmacêuticos, médicos, veterinários e dentistas homeopatas se reunirão no Ministério da Saúde de Cuba, em Havana. Este ano o assunto tratado no seminários serão as epidemias, principalmente a epidemia de dengue.

Realizado a cada dois anos, o seminário de Homeopatia, uma realização do Instituto Lamasson e do Ministério da Saúde de Cuba, tem mantido o elo entre os dois países, reforçando o intercâmbio iniciado em 1993. “Como não havia Homeopatia em Cuba, o Instituto começou a formar profissionais e hoje mantém este intercâmbio para trocar informações e desenvolver, em conjunto, projetos de pesquisa”, explica Izao Carneiro, médico homeopata que é o articulador deste trabalho.

III ENCONTRO BRASIL CUBA DE HOMEOPATIA

21 e 22 de julho de 2010

Programa

Doenças crônicas – Izao Carneiro Soares

A prática clínica homeopática – Paulo Cesar Maldonado

Casos dermatológicos – Claudia Cardoso e Maria Mercedes Alves

Mesa redonda – A investigação homeopática na atualidade. Projetos conjuntos – Wagner Deocleciano Ribeiro, Maria de los Angeles Palau, Silvana Mantovani, Ana Rita Vieira de Novaes, Maria Diana Sales e Hylton Sarcinelli Luz

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   Jun 09

Falar ao celular enquanto dirige é problema de saúde pública

Médicos deveriam advertir seus pacientes contra o uso de celulares ou o envio de torpedos ao volante, da mesma forma que já advertem contra o uso de tabaco, afirma um artigo de opinião publicado na influente publicação médica New England Journal of Medicine.

“É hora de perguntarmos aos pacientes sobre a distração ao volante”, escreveu Amy Ship, do Centro Médico  Beth Israel Deaconess e da Faculdade de Medicina de Harvard.

Ela disse que manter as pessoas longe do celular quando estão ao volante é uma medida de saúde pública importante. A pesquisadora cita o acúmulo de indícios dos perigos que o celular representa às pessoas na estrada. O Conselho Nacional de segurança dos EUA estima que 28% dos acidentes de trânsito nos EUA envolvem celulares.

O problema mais óbvio são os torpedos, onde o motorista usa o teclado do celular para enviar mensagens. Um estudo de 2009 concluiu que enviar mensagens de texto ao volante eleva o risco de acidente 23 vezes.

Mas a médica pede que os médicos insistam para que os pacientes não usem celulares ao volante, e que tranquem os aparelhos no porta-malas quanto estiverem em trânsito, para evitar a tentação de usá-los.

Ele disse que um estudo de 2006 mostra que falar ao celular traz o mesmo risco de dirigir embriagado, mesmo quando o motorista não usa as mãos para segurar o aparelho.

“Dirigir distraído é praticamente igual a dirigir bêbado”, ela escreveu.

Ela disse que conversar com um viva-voz é mais perigoso que falar com um passageiro no carro. “Você se mantém mais envolvido com o ambiente quando alguém está presente”, disse ela.

Ouvir música, de acordo com ela, é um tipo diferente de distração. “Você não pode desligar uma pessoa no telefone como no rádio. Você não precisa responder ao rádio”.

Fonte: Estadão

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   Jun 08

Futebol emagrece mais do que corrida

MÁRCIO PINHO
da Folha de S.Paulo


Em vez de usar um iPod para se distrair, quem busca emagrecer e para isso corre regularmente pode optar por uma atividade mais prazerosa para a maioria dos brasileiros: o futebol. Esse esporte é melhor do que a corrida para queimar gorduras, de acordo com um estudo realizado pela Universidade de Copenhage (Dinamarca).

A pesquisa, que será publicada no britânico “Journal of Sports Sciences”, foi realizada em três meses. Foram escolhidos participantes com características físicas semelhantes, com média de 32 anos e 84,4 kg, e que não praticavam esporte regularmente havia dois anos.

Os resultados foram melhores para os 13 jogadores (excluindo-se os goleiros), que perderam em média 3,3 kg e 3,7% da gordura do corpo. Os 13 corredores tiveram desempenho médio inferior: perderam 1,8 kg e 2,1% de gordura.

As atividades aconteceram três vezes por semana durante uma hora. Os jogadores treinaram em um campo com dimensões da metade do profissional, de grama, e os corredores se exercitaram em um ritmo moderado (média de 8 km/h), ao ar livre. Não foi estabelecida dieta, apenas foi pedido aos participantes que mantivessem sua alimentação rotineira.

Além do peso, outro resultado favorável aos futebolistas foi o ganho de 1,7% de massa muscular. O benefício não foi compartilhado pelos corredores, que terminaram as atividades com as mesmas medições.

Segundo o cientista Peter Krustrup, um dos responsáveis pelo estudo, um dos motivos para os resultados é a continua mudança de ações no futebol. “O jogador altera seguidamente as ações de andar, correr, dar “sprints”. Além disso ele pula, muda de direção, ataca, se choca com o adversário e usa todas as fibras dos músculos”, afirma.

Opinião parecida tem o fisiologista do Corinthians, Renato Lotufo, que diz que os melhores resultados para os futebolistas são possíveis e também propiciados pelos altos momentos de intensidade desse esporte. Ele criticou, porém, o fato de a pesquisa trabalhar com 13 participantes em cada grupo, dizendo que seria melhor com uma amostra maior.

Já para o professor de educação física Gilberto José Bertevello, o futebol pode ajudar a emagrecer, mas se associado a uma dieta. “Não adianta sair do jogo e ir para o churrasco”, diz.

Peter Krustrup afirma que outro fator determinante nos desempenho dos atletas foi a diversão. “O futebol é motivador. É importante que o jogador se esforce pelo time.”

Na pesquisa, futebolistas afirmaram que a atividade não lhes pareceu difícil, diferentemente dos corredores, que a consideraram mais árdua.

Para o estudante Nicolai Loenne, que perdeu de 2 kg a 3 kg, foi muito divertido jogar. “O problema foi ao final dos primeiros treinos, quando o objetivo não era marcar, mas conseguir continuar correndo.”

Krustrup afirma que os resultados poderiam aparecer em outros esportes, como o basquete. Segundo ele, na investigação, os praticantes das duas modalidades tiveram melhoras na pressão sangüínea e na capacidade de absorção de oxigênio, entre outras, o que significa que a corrida também tem muitos benefícios “Se você gosta de correr, continue correndo”, diz.

Fonte: Folha de São Paulo

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   Jun 06

Caminho Bioquímico de Analgesia pela Acupuntura

Há muito tempo sabemos que a Acupuntura trata (e muito bem!) a dor, mas como ela faz isso é um mistério. A explicação clássica é a de que as agulhas redistribuem o qi, como os chineses chamam a energia vital, que flui pelos meridianos, tirando o que está em excesso em algum órgão ou região, e levando para onde está em falta. Esta explicação não é suficiente para os modelo biomédico ocidental, e pesquisas têm sido feitas para buscar novas explicações.

Esta semana a revista Nature Neuroscience publicou o resultado de uma pesquisa realizada com ratos geneticamente modificados, que comprova a mobilização de um neurotransmissor chamado Adenosina A1. Ratos modificados geneticamente para serem resistentes à Adenosina sentiam dor ao serem estimulados, mesmo após a inserção de agulhas em áreas próximas ao estímulo. Já os ratos que não forma modificados, portanto continuavam sensíveis à Adenosina, paravam de sentir dor após inserção de agulhas em áreas próximas à do estímulo doloroso. Nos tecidos próximos à inserção das agulhas de acupuntura houve um aumento na concentração de Adenosina, o que levou os cientistas à conclusão de que a Adenosina seria o neurotransmissor envolvido na resposta analgésica que a Acupuntura oferece aos pacientes.

Fonte: Nature Neuroscience

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   Jun 05

OMS quer reduzir consumo de álcool entre os jovens

A OMS (Organização Mundial da Saúde ) aprovou no último dia 20 de maio uma estratégia para reduzir o consumo nocivo das bebidas alcoólicas, em particular por parte dos jovens, e que defende a restrição da publicidade e o aumento dos preços das bebidas.

O texto foi aprovado por 193 países membros da OMS, que realiza esta semana sua Assembleia Geral em Genebra.

“O objetivo é reforçar os esforços nacionais em favor da proteção das populações em risco, os jovens e as pessoas vítimas do consumo nocivo de outros”, afirma o documento.

A OMS ressalta as consequências socioeconômicas dramáticas do que chama de “praga”, que provocou em 2004 a morte de 2,5 milhões de pessoas no mundo, entre elas 320.000 jovens com idades entre 15 e 29 anos.

A estratégia, que os governos não são obrigados a adotar, insiste no impacto da publicidade, o papel dos preços das bebidas alcoólicas e na prevenção do consumo entre os motoristas.

A OMS propõe o reforço da regulamentação sobre o conteúdo e o volume da publicidade.

O texto também considera necessário utilizar os preços das bebidas para conter o consumo. Propõe, entre outras medidas, a “aplicação de um sistema nacional de impostos específicos para o álcool, acompanhado de um sistema de repressão eficaz”.

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   Jun 03

O que acontece quando você compra alimentos orgânicos?

1. SUA COMIDA FICA MAIS GOSTOSA
Esta é a simples razão pela qual muitos dos mais famosos chefs canadenses procuram produtos orgânicos.
2. AS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS FICAM FORA DO SEU PRATO
“Produzido orgânicamente” significa produzido sem pesticidas e fungicidas tóxicos e fertilizantes artificiais,que danifi- cam o solo.Um relatório da Academia Americana de Ciências,em 1987,calculou em 1.400.000 os novos casos de cancêr provoca- dos por pesticidas.
3. VOCÊ PROTEGE AS FUTURAS GERAÇÕES
Um relatório recente do Environmental Workinh Group(Grupo de Trabalho Ambiental) diz: “Quando a criança completa um ano de idade, já recebeu a dose máxima aceitavel para uma vida inteira de 8 pesticidas que provocam câncer.”As crianças são as mais vulneráveis.
4. VOCÊ PROTEGE A QUALIDADE DA ÁGUA
Somos compostos de 2/3 de água.Pesticidas infiltramos lençois freáticos e nossos córregos de água. A Agência de Proteção Ambiental americana calcula que os pesticidas, alguns deles causadores de câncer,já poluem metade da água potável dos EUA 5. VOCÊ REFAZ BONS SOLOS
6. VOCÊ GASTA MENOS COM MELHOR NUTRIÇÃO
Um estudo preliminar dos “Doctor´s Data”(Dados Médicos) de Chicago indica que frutas e hortaliças orgânicas – contêm 2,5 vezes mais minerais que o alimento produzido artificialmente.
7. VOCÊ PAGA O VERDADEIRO CUSTO DA COMIDA
O alimento orgânico é, na realidade, a forma mais barata de comida.
Uma alface convencional parece custar 50 centavos,mas não esqueça dos custos ambientais e médicos. O escritor Gary Null diz: “Se você somar o real custo ambiental e social a um pé de alface,ele pode vir a custar o triplo.

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   May 30

Brasil se torna o principal destino de agrotóxicos banidos no exterior

Lígia Formenti – O Estado de S.Paulo

Campeão mundial de uso de agrotóxicos, o Brasil se tornou nos últimos anos o principal destino de produtos banidos em outros países. Nas lavouras brasileiras são usados pelo menos dez produtos proscritos na União Europeia (UE), Estados Unidos e um deles até no Paraguai.

A informação é da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com base em dados das Nações Unidas (ONU) e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio.

Apesar de prevista na legislação, o governo não leva adiante com rapidez a reavaliação desses produtos, etapa indispensável para restringir o uso ou retirá-los do mercado. Desde que, em 2000, foi criado na Anvisa o sistema de avaliação, quatro substâncias foram banidas. Em 2008, nova lista de reavaliação foi feita, mas, por divergências no governo, pressões políticas e ações na Justiça, pouco se avançou.

Até agora, dos 14 produtos que deveriam ser submetidos à avaliação, só houve uma decisão: a cihexatina, empregada na citrocultura, será banida a partir de 2011. Até lá, seu uso é permitido só no Estado de São Paulo.

Da lista de 2008, três produtos aguardam análise de comissão tripartite – formada pelo Istituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama), Ministério da Agricultura (Mapa) e Anvisa – para serem proibidos: acefato, metamidofós e endossulfam. Um item, o triclorfom, teve o pedido de cancelamento feito pelo produtor. Outro produto, o fosmete, terá o registro mantido, mas mediante restrições e cuidados adicionais.

Enquanto as decisões são proteladas, o uso de agrotóxicos sob suspeita de afetar a saúde aumenta. Um exemplo é o endossulfam, associado a problemas endócrinos. Dados da Secretaria de Comércio Exterior mostram que o País importou 1,84 mil tonelada do produto em 2008. Ano passado, saltou para 2,37 mil t.

“Estamos consumindo o lixo que outras nações rejeitam”, resume a coordenadora do Sistema Nacional de Informação Tóxico-Farmacológicas da Fundação Oswaldo Cruz, Rosany Bochner. Proibido na UE, China, Índia e no Paraguai, o metamidofós segue caminho semelhante.

O pesquisador da Fiocruz Marcelo Firpo lembra que esse padrão não é inédito. “Assistimos a fenômeno semelhante com o amianto. Com a redução do mercado internacional, os produtores aumentaram a pressão para aumentar as vendas no Brasil.” As táticas usadas são várias. “Pagamos por isso um preço invisível, que é o aumento do custo na área de saúde”, completa.

O coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do Mapa, Luís Rangel, admite que produtos banidos em outros países e candidatos à revisão no Brasil têm aumento anormal de consumo entre produtores daqui. Para tentar contê-lo, deve ser editada uma instrução normativa fixando teto para importação de agrotóxicos sob suspeita. O limite seria criado segundo a média de consumo dos últimos anos. Exceções seriam analisadas caso a caso.

A lentidão na apreciação da lista começou com ações na Justiça, movidas pelas empresas de agrotóxicos e pelo sindicato das indústrias. Em uma delas, foram incluídos documentos em que o próprio Mapa posicionou-se contrariamente à restrição. Só depois que liminares foram suspensas, em 2009, as análises continuaram.

Empresas. Representantes das indústrias criticam o formato da reavaliação. O setor diz não haver critérios para a escolha dos produtos incluídos na lista. E criticam a Anvisa por falta de transparência. Para as indústrias, o material da Anvisa não traz informações técnicas.

A Associação Nacional de Defesa Vegetal critica as listas de riscos ligados ao uso de produtos, muitas vezes baseadas em estudos feitos em laboratório. “Não há como fazer estudos de risco em população expressiva. A cada dia, mais países baseiam suas decisões em estudos feitos em laboratórios”, rebate o gerente-geral de Toxicologia da Anvisa, Luiz Cláudio Meireles.

Fonte: Estadão

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   May 29

Sucos para anemia

SUCO DE CENOURA, BETERRABA E ESPINAFRE

Para ter vigor e saúde, para sentir-se bem e ter boa aparência, estes são sucos  fabulosos.

(Uma dose, com cerca de 230 g)

4 cenouras

1 beterraba, com folhas

1 grande punhado de espinafre

Corte as cenouras em pedaços de 5 a 7 cm, a beterraba em rodelas finas e bata as três hortaliças na centrífuga.

SUCO DE MAÇA E BETERRABA

(Uma dose, com cerca de 230 g)

3 a 4 maças

1/2 beterraba  com as folhas .

Corte as maças e a beterraba em gomos finos, depois bata na centrífuga.

SUCO DE CENOURA BETERRABA E SALSINHA

(Uma dose, com cerca de 250 g)

6 cenouras

1/2 beterraba em gomos finos.

3 galinhos de salsa

Bata na centrífuga.

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   May 26

Como germinar grãos

Material:  1 pote de vidro de 500ml a 1 litro,  filó para cobrir a boca do vidro, elástico para fixar o filó, água pura e o grão de sua preferência . (tabela abaixo)

1. Colocamos de uma a três colheres de sopa de grão ( cultivados biologicamente) num vidro e cobrimos com água pura, sem cloro.

2. Deixamosde molho por uma noite ( exceção: o girassol sem casca só precisa de quatro horas).

3. Cobrimos o vidro com um pedaço de filó e prendemos com um elástico. Despejamos a água e enxaguamos bem sob a torneira.

4. Colocamos o vidro inclinado num escorredor com a boca para baixo e cobrimos com um pano ( o pano é opcional).

5. Enxaguamos duas vezes ao dia: de manhã cedo e à noite.

Atenção:

Os grãos germinados estão prontos para serem comidos ou plantados após um período variável

Agrião: após seis a oito dias

Alfafa: após três a quatro dias

Arroz: após quatro a cinco dias

Feijão azuki:  quatro a cinco dias

Gergelim: após dois a três dias

Girassol sem casca: logo que amolecer com a água

Lentilhas: após três a quatro dias

Trigo: após dois a quatro dias

Quinoa : após dois a  três dias

Amaranto: após dois  a três dias

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   May 19

Curso de Biografia Pessoal em Juiz de Fora


Olhar para a própria história e expressá-la de diferentes maneiras (falando, escrevendo, pintando, dançando) permite ver o trajeto que percorremos na vida, como se olhássemos para a própria biografia do alto de uma montanha, o que traz uma visão panorâmica do sentido. E agora, para onde vou? Como corrijo o percurso para reencontrar o sentido da minha história? Quando sigo o fluxo do sentido, encontro paz interior, mesmo que tenha mais trabalho.
A síntese da programação é a seguinte:

  • informação sobre as fases da vida, as leis biográficas;
  • contato com o próprio corpo: danças circulares;
  • contato com o inconsciente: atividades artísticas (aquarela e colagem, a princípio), conto de fadas;
  • reflexão individual: a escrita da vida;
  • reflexão em grupo: contando a própria história;
  • eu hoje: identificando a minha pergunta;
  • pensando o amanhã: projetando metas para a minha vida.

Coordenação:

  • Rosângela Cunha

Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

  • Marcelo Guerra

Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico
Onde e quando?
Em Juiz de Fora, no Seminário da Floresta, de 19 a 22 de agosto de 2010.
Quanto?
R$1050,00 ou 4XR$262,50
Preço especial para quem se inscrever até 15 de junho de 2010: R$800,00 ou 4X R$200,00
Preço especial para quem se inscrever até 15 de julho de 2010: R$900,00 ou 4X R$225,00
A inscrição é efetivada com o depósito da 1ª parcela.

Escreva para rosangela@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:
(32)8887-8660, (21)7697-8982
Observação:
Para as pessoas que residem no Rio de Janeiro, este é o de mais fácil acesso, pois há um ônibus saindo da Rodoviária Novo Rio que para na porta do Seminário da Floresta.
Devido à intensidade do trabalho e da necessidade de supervisão durante todo o período do curso, as VAGAS SÃO LIMITADAS.

www.daoterapias.com.br

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   May 05

Panorama Biográfico em Juiz de Fora – 13 a 16 de maio de 2010

Coordenado por Marcelo Guerra (médico homeopata e terapeuta biográfico) e Rosângela Cunha (psicóloga, gestalt-terapeuta e terapeuta biográfica)

Local: Seminário da Floresta, Rod. BR 267 s/n, km 85,7 36073-130 Juiz de Fora, MG

Informações e inscrições: (21) 7697-8982, (31) 8532-2217, (32) 8887-8660 ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br

Investimento: R$1.050,00 ou 4xR$262,50 (inclui hospedagem com alimentação completa em quarto individual)

www.daoterapias.com.br

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   Apr 20

Calêndula protege contra efeitos da radiação solar

>> Esta pesquisa acentua a valorização do conceito de Sinergia, ou seja, as propriedades da planta toda são diferentes de seus componentes isolados, e contrabalançam possíveis efeitos nocivos que estes componentes possam ter.

Testes realizados na Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP revelam que o extrato da calêndula (Calendula officinalis), planta originária da região mediterrânea entre Europa, África e Ásia, é eficaz para proteger a pele contra os efeitos da radiação ultravioleta emitida pelo Sol. Experiências realizadas com animais mostraram que as formulações contendo o referido extrato reduzem o estresse oxidativo causado pelos raios solares, promovendo efeito fotoprotetor e retardando o envelhecimento da pele.

A calêndula foi adaptada às condições climáticas do Brasil e, segundo a farmacêutica Yris Maria Fonseca, é usada popularmente como agente antiinflamatório tópico contra queimaduras, especialmente as provocadas pelo Sol. “O estudo verificou se o extrato de calêndula também seria eficaz contra os danos causados pela radiação solar, comprovando cientificamente um de seus usos populares”, conta Yris, que é uma das responsáveis pelo estudo.

Os experimentos foram realizados com camundongos de laboratório geneticamente modificados, sem pelo, que tiveram lesões induzidas por luz ultravioleta. “Verificou-se o estresse oxidativo, alterações na morfologia do tecido e das células e a presença de inflamação da pele”, aponta Yris. “As análises mostram que o extrato de calêndula, administrado por via oral ou tópica, foi eficaz para prevenir o estresse oxidativo causado pela radição solar.”

Na pesquisa, foi possível inibir totalmente o estresse oxidativo, deixando a pele dos ratos semelhante à de animais que não receberam radiação.“O extrato também estimulou a síntese de colágeno, o que pode evitar o aparecimento de sinais característicos de pele envelhecida, como rugas e perda de elasticidade”, acrescenta a farmacêutica.

Potencial
De acordo com Yris, o extrato de calêndula apresenta uma grande quantidade de flavonóides e polifenóis, substâncias com reconhecido potencial antioxidante. “Acredita-se que a redução do estresse oxidativo aconteça não por causa de um composto isolado, mas devido ao efeito sinérgico entre as substâncias presentes no extrato de calêndula”, explica.

No estudo, a calêndula foi testada em três formulações diferentes, sendo que uma formulação do tipo gel apresentou melhor desempenho para fotoquimioproteção. “Para que o produto seja disponibilizado comercialmente, serão necessários novos testes, relacionados à segurança e toxicidade, entre outros aspectos”, observa a farmacêutica.

O extrato também passou por testes de citotoxicidade, realizados em duas linhagens de células tumorais e uma de células normais. ”O maior efeito tóxico foi registrado nas linhagens tumorais, preservando a normal, o que demonstra o potencial para o tratamento de câncer”, aponta Yris. “Entretanto, este é um resultado preliminar, que precisará ser confirmado em estudos específicos”.

A pesquisa sobre os efeitos da calêndula em lesões agudas provocadas pela radiação solar faz parte da tese de doutorado de Yris, realizada no Laboratório de Controle de Qualidade de Medicamentos e Cosméticos da FCFRP. O trabalho teve a orientação da professora Maria José Vieira Fonseca, da FCFRP. Em sua pesquisa de pós-doutoramento, a farmacêutica irá investigar o efeito fotoquimioprotetor da calêndula sob a radição exposta cronicamente, em longo prazo.

Fonte: Agência USP de Notícias

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   Apr 08

Alimentação saudável melhora o aprendizado

A campanha de levar uma dieta saudável aos refeitórios das escolas britânicas, promovida pelo cozinheiro e guru da alimentação balanceada, Jamie Oliver, demonstrou ter repercussões positivas no rendimento acadêmico das crianças e diminuiu suas ausências por doença.

Oliver retirou do menu do refeitório do colégio os hambúrgueres, as batatas fritas, os “nuggets” de frango e as salsichas, e em seu lugar, os alunos começaram a comer “Roast beef”, pescado, bolo de verduras, lentilhas com cogumelos e frutas. Para medir as consequências da campanha, foram analisados os resultados acadêmicos das crianças de 11 anos de um colégio de Greenwich, ao sul de Londres, e as conclusões foram publicadas nesta terça-feira, 30, pelo jornal britânico The Guardian. A porcentagem de crianças que melhoraram seu rendimento em língua inglesa subiu 4,5% após a campanha. Em ciências, a porcentagem de crescimento foi de 6%. Além disso, o número de ausências justificadas às aulas, que normalmente acontecem por razões médicas, caiu 15% desde 2004, quando começou a campanha “Feed me better” (“Me alimente melhor”). Os resultados são, segundo os pesquisadores, de uma magnitude comparável à introdução da “hora de leitura” nos anos 90. “É a primeira vez que é feito um estudo completo sobre os efeitos positivos da campanha, demonstrando claramente que estivemos agindo corretamente durante todo este tempo”, assegurou Oliver. O cozinheiro também iniciou a iniciativa nos EUA, mas não obteve o sucesso esperado, pois sofreu com a oposição das grandes cadeias de fast-food.

Fonte: Estadão

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   Mar 16

Homeopatia: Fantasia ou Ciência?

Josep Garriga
A cebola (Allium cepa) é um dos ingredientes básicos para um bom refogado. Mas também pode curar um resfriado comum. A tinta da sépia (Sepia officinalis) é imprescindível para fazer um delicioso arroz negro, mas também é recomendada para transtornos hormonais, da menopausa e menstruação. O enxofre (sulphur) não serve só para matar os fungos das videiras, mas também para curar doenças da pele. E por aí vai. Nada menos que três mil substâncias de origem vegetal, animal e mineral são utilizadas pela homeopatia para curar patologias, sejam elas leves, graves ou crônicas.

Mas há cientistas e médicos para os quais a homeopatia – como terapia ou terapêutica natural – parece uma farsa. O Parlamento britânico, por exemplo, determinou em fevereiro que seu único efeito curativo era como placebo. Mas, fora isso, ninguém demonstrou como essas bolinhas açucaradas interagem no organismo e chegam a influenciar o curso de uma doença. Se é que influenciam ou interagem, porque a homeopatia desperta paixões e fobias, e suscita opiniões extremas. Ou é defendida radicalmente (no Reino Unido e na França ela faz parte do sistema de saúde pública) ou é caluniada. Não há meio termo. No máximo, pode-se encontrar algum médico que seja cético de forma não usual.

A medicina homeopática se baseia no princípio da semelhança, ou seja, uma mesma substância responsável por determinados sintomas também pode aliviá-los ou neutralizá-los, sempre e quando for administrada de forma correta (o semelhante cura o semelhante). Por exemplo, a cebola provoca lágrimas e irritação na garganta, mas abrevia um resfriado comum. A cafeína produz insônia ou taquicardias, mas também pode induzir a um ritmo cardíaco normal. Esta reação acontece porque a substância está presente nos medicamentos em doses infinitesimais, que são obtidas mediante processos de potencialização ou dinamização (várias sacudidas da diluição). Mas a origem da polêmica sobre a sua eficácia está no fato de a diluição ser tão pronunciada que às vezes não resta uma só molécula do princípio ativo original. Por esse motivo, Joan Ramon Laporte, chefe do serviço de farmacologia do hospital de Vall d’Hebron de Barcelona, refere-se aos medicamentos homeopáticos como “a medicina da água”. “Para começar, eles não contêm nada porque a concentração do suposto princípio ativo é infinitesimal. E quando dividimos alguma coisa por infinito, o resultado é nada. Não há um princípio ativo que desencadeie uma resposta fisiológica no organismo que melhore seu estado de saúde”, conclui.

Entretanto, Luc Montagnier, que ganhou o prêmio Nobel de Medicina em 1998 por ter descoberto o vírus da imunodeficiência humana (HIV), não compartilha dessa opinião: “Observou-se que certas diluições em água nas quais não resta nenhuma matéria ainda assim registram vibrações. Esta diluição pode reconstruir a informação genética da matéria. É uma informação instrutiva da qual a homeopatia não pode esquecer, embora muitos críticos digam que não há nada. Mas há alguma coisa. Nós demonstramos a água tem estruturas que são induzidas por vibrações eletromagnéticas.” Por causa dessa descoberta, os médicos homeopatas sustentam que a reação que acontece no organismo não é química, como acontece com os medicamentos alopáticos, mas sim de caráter físico, mas continuam sem esclarecer como ela atua. “Os estudos científicos que foram apresentados e que demonstram que a homeopatia tem um efeito superior ao do placebo evidenciam que é isso que acontece, que nosso organismo reage ao medicamento. Nós demonstramos que o princípio da semelhança existe e funciona”, rebate Assumpta Mestre, que dirige a seção de homeopatia do Colégio de Médicos da Catalunha.

Mas Montagnier acrescenta: “Física ou química? É mais complicado. Mas é verdade que é possível explicar o efeito dos medicamentos depois da diluição pelo fato de que a estrutura da água pode continuar representando a molécula. A água pode conservar a forma e a informação do princípio ativo da molécula”. Essa teoria explicaria a influência dessa substância primitiva sobre o organismo, ainda que não reste nenhuma só molécula da original.

“Os mecanismos de ação dos medicamentos homeopáticos são muito variáveis. O que conhecemos sobre a atuação da aspirina é muito diferente do que sabíamos há 30 anos. O importante é que a substância cure, como ela consegue isso é secundário”, acrescenta Antonio Marqués, também médico homeopata com consultório nas Ilhas Canárias. Por outro lado, Joan Ramon Laporte, responde: “Encontrar uma pegada no local de um crime pode dar informações sobre o tipo de sapato ou o peso do indivíduo, mas não prova quem foi o assassino. Na homeopatia, acontece o mesmo: uma pessoa pode se curar por uma simples probabilidade estatística, mas isso não demonstra que tenha sido graças ao que tomou”.

Na Espanha, calcula-se que três mil clínicos gerais, 2 mil pediatras e 4.600 médicos de outras especialidades prescrevam medicamentos homeopáticos. “Há 20 anos que me dedico à homeopatia. Sou formada em medicina e não paro de ampliar meus conhecimentos nesta área. Você acha que se não houvessem provas e evidências de sua eficácia eu teria passado duas décadas exercendo-a? Pelo amor de Deus, eu sou médica, e não uma bruxa com minhas bolinhas”, defende-se Maite Bravo, que dirige o mestrado em homeopatia na Universidade de Barcelona, um programa de dois anos que começou em 1995 e exige 320 horas de aula e 140 de prática. Só podem se matricular médicos, veterinários ou estudantes do último ano de medicina. Neste ano também começou o mestrado na Universidade de Sevilha, com 500 horas-aula. Tanta formação para uma terapia que é vilipendiada por alguns? “Sim, as pessoas que criticam a homeopatia o fazem por puro desconhecimento. Nós trabalhamos com três mil medicamentos, dos quais usamos 250 a 300 com mais frequência, porque cada indivíduo requer um tratamento personalizado. Se não, não funciona”, acrescenta Bravo.

Um homeopata dedica a seus pacientes uma média de 30 a 60 minutos por consulta porque seu objetivo é encontrar a origem real da doença e muitas vezes ela não é de caráter físico, mas sim psicológico, de sua força vital. “Uma doença não é um fato isolado, é preciso conhecer muito bem o doente”, explica Bravo, que reconhece que os médicos tradicionais também curariam mais seus doentes nos ambulatórios se dessem a eles 30 minutos de atenção,
em vez dos 5 ou 10 minutos habituais.

A Sociedade Catalã de Medicina Familiar e Comunitária elaborou um documento no qual recomenda o tratamento homeopático para 30 patologias diferentes. Por exemplo, síndromes gripais, infecções das vias respiratórias, fibromialgia, fatiga crônica, otite, asma, depressão ou insônia. O documento garante, inclusive, que no caso de infecções por HIV a homeopatia produz um aumento dos CD4 e dos linfócitos T. A orientação assegura que esses medicamentos têm poucos efeitos colaterais, mas adverte que só podem ser prescritos por pessoas graduadas em medicina e formadas em homeopatia.

Trata-se apenas de uma recomendação, uma vez que a Espanha não tem uma norma sobre o exercício da homeopatia, ao contrário do que acontece na França, Alemanha e Reino Unido, onde a homeopatia faz parte da saúde pública e existem hospitais especializados. Na Espanha, a homeopatia só é reconhecida como prática médica. Primeiro foi o Congresso dos Deputados, em setembro, que a aprovou por unanimidade. Três meses depois, a Organização Médica Colegial (OMC) tomou a mesma decisão. “A homeopatia exige um diagnóstico prévio, uma indicação terapêutica e precisa ser realizada por pessoal especializado em centros de saúde devidamente autorizados”, aponta Cosme Naveda, coordenador da área de terapias médicas não convencionais da OMC. Naveda se define como um cético: “eu não me dedico a isto, faço visitas num ambulatório, mas na medicina é possível causar danos ao paciente por ação ou omissão. Na homeopatia, com certeza não é por ação, porque não há efeitos colaterais, mas se não for feito um diagnóstico claro, pode-se ignorar um problema e postergar seu tratamento.”

A Catalunha foi a única comunidade que se atreveu a regular o exercício das terapias naturais, incluindo a homeopatia, mas o Tribunal Superior de Justiça derrubou o decreto em junho de 2007 por invasão de competências do governo central. A Academia Médico-Homeopática de Barcelona recorreu da norma porque ela permitia que qualquer pessoa, sem ser médico, exercesse a especialidade, uma vez demonstrada sua formação. Na sentença, os juízes escreveram: “não falta motivo aos recorrentes quando afirmam que o decreto equivale a autorizar que pessoas não formadas em Medicina possam receitar medicamentos homeopáticos antes de diagnosticar as doenças.”

Josep Davins, subdiretor de Recursos Sanitários da Catalunha, explica que os médicos entenderam mal a normativa, porque “não se pretendia regular a prática médica, mas sim a não-médica, e combater o exercício da profissão por pessoas não habilitadas. Queríamos proporcionar segurança aos cidadãos”. Em abril de 2008, o ministério da Saúde constituiu uma comissão com as comunidades autônomas para tentar legislar sobre o exercício das terapias naturais de forma harmônica. Mas as práticas são tão heterogêneas (homeopatia, acupuntura, osteopatia, plantas medicinais, etc.) que por enquanto a comissão só compilou a legislação europeia sobre o assunto. Na França e na Alemanha, a homeopatia está reservada exclusivamente aos médicos, e no Reino Unido há quatro hospitais homeopáticos na rede pública (Londres, Bristol, Liverpool e Glasgow). Entretanto, em fevereiro, uma comissão do Parlamento britânico pediu que o governo retirasse os 4,5 milhões de euros que esta medicina alternativa custa ao serviço nacional de saúde, por considerar que a homeopatia carece de consistência médica. Mas o governo trabalhista britânico negou-se a isso. “Aqui, na Espanha, se você entrasse num hospital e pedisse um tratamento homeopático, receberia alta em dois minutos”, queixa-se Bravo. “Quantos anos a humanidade viveu sem saber por que as maçãs caíam até que Newton o explicasse? É o mesmo caso”, acrescenta Assumpta Mestre.

Mas, convincente ou não, a homeopatia conta cada dia com maior número de adeptos, não só entre os pacientes, mas também entre os médicos. O número de pediatras que optam por esses tratamentos disparou nos últimos anos, sobretudo por conta da segurança dos medicamentos e da facilidade em administrá-los. E sim, tratam-se de medicamentos, e não de balinhas, segundo todas as normas europeias e a Agência Espanhola de Medicamentos. Como tal, são vendidos em farmácias. “Efetivamente, estamos falando de medicamentos com eficácia demonstrada por meio de estudos científicos e testes, da mesma forma que acontece com os medicamentos convencionais, os alopáticos”, comentam representantes da Agência Espanhola do Medicamento. Se não, não estariam no mercado.

Fonte: Jornal El País

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   Feb 18

Felicidade é o segredo para um coração saudável

RIO – Don’t worry, be happy! Isso mesmo: um novo estudo publicado nesta quinta-feira na “European Heart Journal” mostra que as pessoas que são mais felizes, contentes e otimistas têm menos risco de ter problemas no coração. A autora do estudo, Karina Davidson, diretora do Centro de Comportamento de Saúde Cardiovascular da Columbia University Medical Center, diz que o estudo pode ajudar a descobrir como os pacientes devem agir para melhorar sua saúde. Este é o primeiro trabalho a investigar a relação entre emoções e doenças do coração.

Durante um período de dez anos, Davidson acompanhou 1.739 adultos saudáveis (862 homens e 877 mulheres), avaliando sintomas como depressão, hostilidade, ansiedade e o grau de expressão das emoções positivas, como prazer, felicidade, excitação, entusiasmo e contentamento, o chamado efeito positivo. Apesar de serem transitórios, esses sentimentos são considerados um “estado”, principalmente entre adultos. Mesmo uma pessoa que é feliz no dia a dia pode ficar ocasionalmente ansiosa, zangada ou deprimida. O resultado da pesquisa mostrou que as pessoas com o efeito positivo tinham 22% a menos de risco de desenvolver problemas no coração.

- Os participantes sem o efeito positivo tinham 22% a mais de risco de sofrer uma isquemia. Também descobrimos que uma pessoa que é positiva no dia a dia mas que apresentou durante a pesquisa algum sintoma de depressão não teve a sua “proteção” abalada – explica Karina Davidson.

Os motivos que levariam o efeito positivo a proteger o coração são muitos, segundo os pesquisadores, e estariam relacionados a dormir bem, a se estressar pouco e a fumar menos.

- Temos muitas especulações. Aqueles com o efeito positivo têm um período maior de relaxamento e de descanso psicológico; se recuperam mais rapidamente de situações estressantes e não passam muito tempo remoendo os fatos – conta Davidson.

Apesar de serem necessários mais testes clínicos, a pesquisadora sugere que as pessoas melhorem o efeito positivo delas com atitudes simples no dia a dia:

- Tenha momentos de prazer diariamente, mesmo que sejam 15 minutos: lendo, ouvindo música, fazendo atividades que melhorem seu humor. Gaste, de verdade, um tempo relaxando e curtindo a vida.

Fonte: O Globo

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   Feb 17

Acupuntura é o tratamento mais eficaz para cólicas menstruais

>>Esta é mais uma das pesquisas que comprova a eficácia da acupuntura.

HONG KONG – A acupuntura pode ajudar a aliviar cólicas menstruais, distúrbio que atinge cerca de 50% das mulheres em idade reprodutiva em todo o mundo. Na análise de 27 estudos feitos com mais de 3 mil mulheres, pesquisadores coreanos descobriram que as agulhadas podem ser mais eficazes do que analgésicos e suplementos naturais.

“Temos agora bastante evidência de que a acupuntura pode ser usada para tratar a dor, pois ela estimula a produção de endorfinas e serotonina no sistema nervoso central”, divulgaram em nota os pesquisadores do Oriental Hospital at Kyung Hee University Medical Centre, na Coreia do Sul.

O estudo, que foi publicado na última edição do periódico “Journal of Obstetrics and Gynaecology”, mostra que, comparado aos analgésicos convencionais e os suplementos naturais, a acupuntura diminui a dor de forma mais eficaz. O órgão americano National Institutes of Health (NIH) recomenda a acupuntura como uma das formas de controlar a dor causada pelas cólicas.

Fonte: O Globo

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   Feb 10

Curso sobre Observação e Sentido na Prática Terapêutica e Pedagógica

Uma nova forma de intervenção terapêutica e pedagógica.

No trabalho terapêutico e na educação a Observação e o Sentido são os dois pilares. A Observação busca no exterior o que o Sentido vai elaborar no interior. Neste curso teórico-vivencial iremos abordar os conceitos que permitirão que você desenvolva sua capacidade de observar de forma a obter sentido nas diferentes situações encontradas em sua vida e em seu trabalho.

Tópicos:

  • A Antroposofia e seus princípios básicos;
  • A Biografia Humana;
  • Observação Goetheanística;
  • Potenciais anímicos: Pensar, Sentir, Agir;
  • Vocação e Profissão.

Público Alvo: Profissionais e estudantes dos últimos períodos de Psicologia, Medicina, Enfermagem, Fisioterapia, Fonoaudiologia, Terapia Ocupacional, Serviço Social, Pedagogia e todas as demais carreiras da Educação.

Coordenação:

Rosângela Cunha
Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica


Marcelo Guerra
Médico Homeopata, Acupunturista e Terapeuta Biográfico

Formação Biográfica – Minas Gerais – Escola Livre de Formação Biográfica
Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Em Juiz de Fora:

Encontros quinzenais, às quintas-feiras, de 18h às 20h,
Datas: 11/03, 25/03, 8/04, 22/04, 06/05, 27/05, 17/06 e 01/07 de 2010, num total de 8 encontros.

Em Nova Friburgo:

Encontros quinzenais, às quartas-feiras, de 18h às 20h,
Datas: 17/03, 31/03, 14/04, 28/04, 12/05, 26/05, 09/06, 23/06 de 2010 , num total de 8 encontros.

Preço: R$800,00 divididos em 4 parcelas de R$200,00.
Grupos pequenos.

Escreva para santana@terapiabiografica.com.br ou marceloguerra@terapiabiografica.com.br para mais informações. Ou ligue para falar com um de nós:

(21)7697-8982 ou (22)9254-4866, Marcelo

(32)8887-8660 ou (31)8532-2217, Rosângela

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   Feb 10

Workshop de Páscoa

Deixar morrer para que possa nascer o novo em mim.

A morte faz parte da vida, mas muitas vezes a negamos, talvez pelo medo, talvez por estarmos ocupados demais tentando sobreviver. Quando entendemos a morte como a outra face da vida, esta toma um novo sentido. Podemos efetivamente viver – e não somente sobreviver. Geralmente a morte, principalmente de pessoas queridas, nos sacode de nossa zona de conforto, de uma forma mais ou menos intensa, provocando questionamentos sobre a vida, principalmente sobre aquelas questões que adiamos a resolução. A morte nos lembra que tudo passa, que nada é para sempre, e dá uma noção real de que o tempo anda, e não espera.

Dizer que a morte faz parte da vida nos faz pensar só no final, mas é muito mais presente do que isso: a cada situação em que precisamos terminar algo para começar uma nova etapa da vida, a morte está ali. Muitas vezes nos apegamos a situações que já não fazem mais sentido, somente pela rotina. Podem ser situações de trabalho, de relacionamento, de hábitos.

O objetivo deste Curso Biográfico de Páscoa é explorar estas situações que precisam de renovação e despertar na alma a vontade da mudança.

Para isso usaremos atividades artísticas, atividades corporais, partilha em grupo e reflexão individual.

Quando e onde?

De 9 a 11 de abril (sexta a domingo) no Retiro das Rosas, em Cachoeira do Campo, distrito de Ouro Preto, a 1h40min de Belo Horizonte.

Coordenação:

• Marli Ribeiro, pedagoga e terapeuta biográfica
• Rosângela Cunha, psicóloga e terapeuta biográfica
• Marcelo Guerra, médico e terapeuta biográfico

(Os preços incluem estadia em quartos duplos, com alimentação no período do workshop. A inscrição é efetivada com o depósito da primeira parcela.)

  • R$680,00 ou 4X R$170,00.

Informações e Inscrições:

Rosângela: (31)8532-2217 ou (32)8887-8660 rosangela@terapiabiografica.com.br

Marcelo: (11)6463-6880, (22)9254-4866 ou (21)7697-8982 marceloguerra@terapiabiografica.com.br

VAGAS LIMITADAS

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   Feb 10

A Luz e a Sombra


“Aquele que aprisiono com meu nome fica gemendo nesta prisão.

Vivo ocupado em construir este muro à minha volta;

e, dia a dia, à medida que o muro sobe até o céu,

vou perdendo de vista meu verdadeiro ser na escuridão de tua sombra.

Orgulho-me deste alto muro e o revisto com terra e areia,

para que não se veja nenhuma rachadura neste nome.

E, com os cuidados todos que tomo,

vou perdendo de vista meu verdadeiro ser.”

Rabindranath Tagore

Cada vez mais nos afastamos de qualidades que retratam a essência do nosso EU, gerando como consequência sofrimento e dor. O workshop A Luz e a Sombra na Alma Humana tem por objetivo trabalhar de forma vivencial as forças da alma vinculadas ao sentido do olfato, ampliar a qualidade de contato e levar à reflexão sobre a forma como lidamos em nossa vida diária com a nossa própria violência e vícios.

Está baseado no segundo trabalho de Hércules, em que o Herói luta contra uma hidra de muitas cabeças, que representam nossas sombras, nossas máscaras, que criamos como defesas e depois se tornam nossas prisões com muros altos e intransponíveis. Estas prisões aparecem sob a forma de depressão, pânico, dificuldades de relacionamento, fobias sociais. Este workshop é destinado às pessoas que desejam trabalhar o auto-desenvolvimento, quebrando este muro, ou pelo menos criando um acesso ao que fica escondido por ele, o verdadeiro Eu.

Metodologia:

Palestras, atividades artísticas, danças circulares, pesquisa na própria biografia e outras vivências em grupo.

  • O que representam as cabeças da hidra na minha vida?
  • Quais são as sombras que preciso levar à luz para retirar sua força?
  • O que aprendo de mim mesmo ao reconhecer minhas sombras?

Quem coordena?

Rosângela Cunha, Psicóloga, Gestalt-terapeuta e Terapeuta Biográfica

Marcelo Guerra, Médico Homeopata e Terapeuta Biográfico

(Formação Biográfica – Minas Gerais – Escola Livre de Formação Biográfica

Membro do International Trainers Forum em conexão com a General Anthroposophical Section of the School of Spiritual Science do Goetheanum – Dornach/Suiça.)

Quando e onde?

De 12 a 14 de março de 2010, no Chateau dos Jesuítas, em Monnerat ( Duas Barras) – RJ.

De 26 a 28 de março de 2010, no Centro Paulus, em São Paulo – SP

Quanto?

Em Monnerat:

(Os preços incluem estadia em quartos individuais, com alimentação no período do workshop. A inscrição é efetivada com o depósito da primeira parcela.)

  • R$680,00 ou 4X R$170,00.
  • Preço promocional para os inscritos até 31/01/2010: R$540,00 ou 4X135,00.

Em São Paulo:

(Os preços incluem estadia com alimentação no período do workshop. A inscrição é efetivada com o depósito da primeira parcela.)

  • Suíte individual: R$820,00 ou 4X R$205,00.
  • Quarto individual: R$680,00 ou 4X170,00.

Mais informações e inscrições:

Rosângela: (31)8532-2217ou (32)8887-8660 santana@terapiabiografica.com.br

Marcelo: (11)6463-6880, (22)9254-4866 ou (21)7697-8982 marceloguerra@terapiabiografica.com.br

COMO CHEGAR A MONNERAT:

ÔNIBUS DA VIAÇÃO 1001 DIRETO, SAINDO DO RIO DE JANEIRO E NITERÓI (saídas do Rio às 9:10h e 14:15h; e os mesmos ônibus param na Rodoviária de Niterói e saem 30 minutos depois de cada horário, ou seja, 9:40h e 14:45h). É possível também tomar um ônibus até Nova Friburgo, que oferece muito mais horários e outro a partir de lá. O tempo de viagem é de cerca de 3h e 40 minutos de ônibus.Para quem vai de carro, é só pegar a estrada RJ-116 (Niterói-Friburgo) e seguir direto. Após passar por Nova Friburgo, continuar na mesma estrada por aproximadamente 30 minutos. Monnerat fica no km 117 desta estrada.

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